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TRT de DEPOSTERON seguido de lesão no bíceps.

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E aí pessoal, tudo bem? Tomei uma decisão por consta de uma prova de aptidão física e deu tudo errado.

Só que para melhorar minhas condições físicas eu estava na terceira semana de deposteron no qual eu estava utilizando 200mg por semana.

Durante uma situação senti uma dor no bíceps. Exames, ultrassom e pronto - tendinite no bíceps braquial com proibição total de treino de membros superiores (dor muito aguda).

Eis a dúvida. Devo parar a TRT e se parar abruptamente, o que fazer? TPC?

Como fazer essa TPC para três aplicações? 

 

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  • Apollo Galeno
    Apollo Galeno

    Boa Noite.... Não era Trt....era um ciclo....Trt vc estaria em uso a mais tempo. E pela via de regra de grande maioria, as mg deveriam ser menores. Quem deve responder é vc.....porque come

  • Thiago Dante Rucci
    Thiago Dante Rucci

    Apollo, meu camarada, muito obrigado pelo auxílio. Por não ter recebido nenhuma msg do fórum, acreditei que minha mensagem havia sido ignorada. Mas acidentalmente fiz exatamente o que vc ind

  • Moderador

Boa Noite....

Não era Trt....era um ciclo....Trt vc estaria em uso a mais tempo. E pela via de regra de grande maioria, as mg deveriam ser menores.

2 horas atrás, Thiago Dante Rucci disse:

Devo parar a TRT e se parar abruptamente, o que fazer? TPC?

Quem deve responder é vc.....porque começou ? Porque pararia ? Qual seria o objetivo da Trt? 

Se parar, o correto seria fazer exames de laboratório (LH, FSH, Testo Total, Testo Livre, estrogênio).....mas como sei que as vzs é pedir demais.....

A TPC deveria ser feita com 10mg de Tamoxifeno por 8 semanas e avaliar com novos exames.....a necessidade continuar ou não por mais tempo o uso de Tamoxifeno.

TMJ

  • 10 meses depois...
  • Autor

Apollo, meu camarada, muito obrigado pelo auxílio.

Por não ter recebido nenhuma msg do fórum, acreditei que minha mensagem havia sido ignorada.

Mas acidentalmente fiz exatamente o que vc indicou acima, resumindo, fui ao médico. 

Fiz o que ele mandou e estou bem com os exames dentro do esperado.

Agora esse ano com essa parada das academias, tudo deu uma atrasada, mas espero no primeiro trimestre do próximo ano eu faça um ciclo e um TPC corretinha.

Valeu pelas dicas, abraços !!!

  • 6 anos depois...

@Thiago Dante Rucci, que bom que terminou bem e que você foi ao médico. O @Apollo Galeno acertou nos dois pontos que importavam na hora: aquilo não era reposição, era ciclo curto, e a decisão de parar tinha que vir com exame, não com palpite.

Mas ficou uma parte do seu caso sem resposta no tópico, e é a que mais interessa a quem chegar aqui pelo título: a lesão. Vale destrinchar, porque a associação entre subir carga rápido e tendão inflamado não é coincidência.

Músculo e tendão não se adaptam no mesmo ritmo. Músculo responde a treino em semanas, porque é tecido muito vascularizado e com renovação rápida. Tendão é tecido pobre em vaso, com renovação de colágeno lenta, e leva meses para ganhar rigidez e tolerância a carga. Em condição normal essa diferença já cria uma janela de risco em quem progride rápido demais. Quando entra hormônio, a janela abre mais, porque a força sobe numa velocidade que o tendão não acompanha. Não é que o hormônio estrague o tendão, é que ele deixa você puxar mais peso do que o seu tendão foi treinado para suportar. Somando isso a uma prova de aptidão física, que é justamente o cenário de esforço máximo com pouca preparação específica, o roteiro fica completo.

O segundo ponto é sobre o tratamento. Proibição total de treino de membros superiores faz sentido nos primeiros dias, na fase de dor aguda, mas repouso prolongado é hoje considerado o pior desfecho possível para tendinopatia. Tendão sem carga perde propriedade mecânica, e quando a pessoa volta a treinar depois de semanas parada, ela volta com um tendão mais fraco do que o que se machucou. O manejo moderno é o contrário: retirar o que dói, manter carga tolerável e progredir devagar, começando por contração isométrica, que costuma ser bem tolerada e até analgésica, e depois indo para movimento lento com carga controlada. Quem conduz isso é fisioterapeuta, e a diferença entre conduzir e só esperar passar é enorme no prazo de retorno.

Terceiro ponto, para quem ler isso pensando em copiar a situação: parar três aplicações de éster longo abruptamente não é o mesmo drama que parar um ciclo de doze semanas, mas também não é nada. O cipionato ainda estava liberando quando você parou, então o eixo continua sinalizado por um tempo depois da última aplicação, e é justamente por isso que fazer exame logo depois de parar dá resultado enganoso. O intervalo importa mais do que a droga nesse caso.

E o seu comentário final vale como conselho para todo mundo: você acabou fazendo certo porque foi ao médico. Ciclo planejado com exame antes, exame durante e exame depois é o que separa quem sabe o que está acontecendo no próprio corpo de quem só descobre quando dá problema.

Sobre a volta ao treino depois da tendinopatia, montar a progressão com carga controlada em vez de voltar direto onde parou faz toda diferença. A ferramenta de treino do site ajuda a estruturar isso: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/treino/

As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.

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