Pular para o conteúdo

testo total limitada

Respostas em Destaque

  • Autor

Podes crer @janio chega de fazer besteira,,, meu plano agora é me preparar e se tudo estiver ok montar esse ciclo em janeiro, vou mudar de cidade ate  final do ano, entao nao quero correr o risco de começar algo e ter interrupçoes com mudança.... abs!!!

  • Respostas 12
  • Visualizações 1,6mil
  • Criado
  • Última Resposta

Maiores Postadores Neste Tópico

Postagens Mais Populares

  • Significa que sua dieta não deve estar a melhor possivel! 12 kilos em dois anos? E quanto vc acha que ganhou de massa magra? NO mais.....felizmente nosso corpo funciona com uma individualida

  • Se houver indicação, mediante prescrição correta em doses fisiológicas, não há riscos.

  • Uma ideia sua? Complicado isso viu! Se vc quer fazer algo continuo seria interessante procurar um médico e ver se vc se encaixa dentro de tais indicações. bobagem falada! Acred

Imagens Postadas

33 minutos atrás, CMS disse:

Podes crer @janio chega de fazer besteira,,, meu plano agora é me preparar e se tudo estiver ok montar esse ciclo em janeiro, vou mudar de cidade ate  final do ano, entao nao quero correr o risco de começar algo e ter interrupçoes com mudança.... abs!!!

MANO VOU TE DIZER O QUE ESSA GALERA FAZ AQUI E COISA QUE NAO SE ACHA EM LUGAR ALGUM OTIMOS PROFISSIONAIS AQUI DA SAUDE QUE LHE DARA NORTES PRECISOS PRA SEUS OBJETIVOS COM O FISICO ,SEGUE A RISCA E NAO PERCA AS AJUDAS PRECIOSAS

 

  • 5 anos depois...

O @CMS fez três perguntas boas nesse tópico e duas ficaram sem resposta. Vou responder as duas, e uma delas tem resposta bem precisa, do tipo que muda a conduta.

Começo pela pergunta principal, que era por que a testosterona total dele fica limitada enquanto a dos dois amigos, mais novos, sobe mais, usando o mesmo produto e o mesmo intervalo.

A explicação mais provável não é metabolismo. É o dia da coleta.

O durateston é uma mistura de quatro ésteres, e a curva dele tem um pico acentuado nos primeiros dias e uma queda progressiva depois. Ele aplicava a cada 10 dias.

Isso significa que existe uma diferença enorme entre colher no terceiro dia e colher no nono. No terceiro, o valor está perto do topo. No nono, está perto do fundo do vale.

Uma dosagem isolada de testosterona total em quem usa éster injetável não significa quase nada se não vier acompanhada da informação de quantos dias se passaram desde a aplicação. Se ele e os amigos colheram em momentos diferentes do ciclo de dez dias, os números não são comparáveis, e a conclusão de que o organismo dele consome mais rápido some.

Foi exatamente o que o @Locemar sugeriu, ao orientar padronizar a coleta em dois dias após a aplicação. Era a resposta, e vale insistir nela: para comparar, todo mundo colhe no mesmo dia do intervalo.

E há um segundo problema no intervalo de 10 dias, que interessa ainda mais a ele por outro motivo, e já chego lá.

Sobre a hipótese do metabolismo acelerado consumir a testosterona mais rápido, preciso discordar.

Ésteres de testosterona são liberados do depósito oleoso e hidrolisados por enzimas, e depois metabolizados por vias hepáticas específicas. A velocidade disso não acompanha a taxa metabólica basal da pessoa. Quem gasta mais calorias em repouso não elimina éster mais rápido.

O que de fato varia entre pessoas é outra coisa: o local da aplicação, o volume injetado, a proporção de tecido adiposo no ponto da injeção e o volume de distribuição, que é maior em quem tem mais massa corporal. Nada disso é metabolismo no sentido em que ele usou a palavra.

E há uma ironia na comparação com os amigos: com 42 anos, ele produz naturalmente menos testosterona do que eles, com 35 e 36. Então a testosterona basal dele ser parecida, 595 contra cerca de 600, já é um dado favorável a ele, e não desfavorável.

Agora a segunda pergunta que ficou sem resposta, e essa tem resposta exata.

Ele perguntou se é verdade que o anastrozol atrapalha o efeito da oximetolona.

A informação que circula está próxima do certo, mas pelo motivo trocado, e a versão correta é mais útil.

A oximetolona não aromatiza. Ou seja, ela não é convertida em estradiol pela enzima aromatase. Só que ela produz efeitos estrogênicos assim mesmo, porque a própria molécula ativa o receptor de estrogênio de forma direta.

A consequência prática é a seguinte: o anastrozol, que é inibidor de aromatase, não controla os efeitos estrogênicos da oximetolona, porque não há aromatase envolvida no processo. Não é que ele atrapalhe, é que ele não tem onde agir. O que age nesse caso são os bloqueadores de receptor de estrogênio, e não os inibidores de aromatase.

Isso importa porque é justamente a situação em que a pessoa toma anastrozol achando que está protegida, não vê efeito nenhum, sobe a dose, e acaba com o estradiol no chão, o que produz seus próprios problemas: libido baixa, dificuldade de ereção, dor articular e humor ruim.

Agora sobre o estradiol dele, que ele mesmo apontou como o ponto que mais o incomoda.

Duas coisas.

A primeira é técnica e vale para todo o fórum: estradiol em homem circula em concentração baixa, e os imunoensaios comuns perdem precisão justamente nessa faixa. A recomendação é dosar por método sensível, por espectrometria de massa, que costuma aparecer no pedido como estradiol ultrassensível. Muita discussão sobre estradiol masculino aqui é feita em cima de um número que não é confiável.

A segunda é a que resolve o problema dele na prática, e ela conversa com o intervalo de 10 dias.

Quanto maior a variação entre pico e vale, maior a oscilação do estradiol, porque a aromatização acompanha a testosterona disponível. Aplicar a cada 10 dias produz um pico alto e um vale profundo, e é nessa montanha russa que aparecem os sintomas que ele descreveu como estradiol descontrolado tirando o barato.

A correção não passa necessariamente por inibidor de aromatase. Passa por achatar a curva: mesma dose semanal total, dividida em duas aplicações menores por semana. Isso reduz o pico, sobe o vale, e costuma resolver boa parte da oscilação de humor e de retenção sem acrescentar remédio nenhum.

Sobre a frase de que o corpo dele quer pesar 70 kg, que ele ouviu por aí.

O @Apollo Galeno chamou de bobagem e está certo. Mas vale explicar o que de fato acontece, porque o padrão dele é real e se repetiu duas vezes.

No ano passado ele foi de 70 kg a 78 kg, parou em dezembro, perdeu o ritmo, ficou dois meses sem treinar por causa da pandemia e voltou com 75 kg. Este ano saiu de 75 kg e chegou a 81 kg.

Repare que ele não voltou aos 70 kg. Ele terminou o ciclo anterior 5 kg acima de onde tinha começado. O que ele perdeu foi a parte que dependia de estar em superávit e treinando, que era água, glicogênio e uma fração de massa magra que não foi sustentada por dois meses de parada.

Não existe peso que o corpo queira. Existe peso que a rotina sustenta. Ele mesmo escreveu isso, quando disse que se tivesse mantido o ritmo e a alimentação teria conservado melhor.

E o @Apollo Galeno acertou o diagnóstico geral: se os exames estão bons e o treino é levado a sério, o que sobra é a dieta. Ganhar 5 kg em dois meses, como ele relatou, é rápido demais para ser tudo massa magra, e uma parte disso é retenção e gordura, o que também alimenta a sensação de estradiol alto.

Uma ressalva pequena ao @Foston, que escreveu que, havendo indicação e doses fisiológicas, não há riscos.

O espírito está certo: reposição indicada e monitorada é segura e é outra categoria de uso. Só que ela não é isenta. Mesmo em dose fisiológica, é preciso acompanhar hematócrito, porque testosterona aumenta a produção de glóbulos vermelhos e homens em tratamento têm cerca de quatro vezes mais chance de ultrapassar 50 por cento, com orientação de suspender acima de 54 por cento. E é preciso saber que a produção de espermatozoides fica suprimida. São coisas administráveis, mas exigem acompanhamento, e não zero cuidado.

Sobre a referência que o @Locemar trouxe, ela é sólida e vale nomear: é o estudo de Bhasin, com homens saudáveis usando enantato por vinte semanas, mostrando ganho de massa livre de gordura dependente da dose. E o cálculo que ele apresentou é o que costuma ser usado como base: o homem produz na faixa de 50 a 70 mg de testosterona por semana, e 100 mg semanais de enantato entregam aproximadamente 72 mg de testosterona, ou seja, algo próximo de repor a produção natural.

Por fim, a decisão que ele tomou no fim do tópico, encorajada pelo @JNS, foi a certa: parar de improvisar, organizar dieta e treino no período sem hormônio, e só depois montar um protocolo com orientação. Ele mesmo reconheceu que o intervalo de 10 dias era teoria própria, e um sujeito de 42 anos que já fez isso duas vezes e voltou para contar tem exatamente a experiência necessária para fazer diferente na terceira.

Para quem quiser entender como se organiza um protocolo hormonal e quais exames costumam entrar antes, durante e depois, o site tem um orientador simulado em https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ . A saída é simulada e serve como rascunho de estudo, não como prescrição.

As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.

Crie uma conta ou entre para comentar

Conta

Navegação

Buscar

Buscar

Configure browser push notifications

Chrome (Android)
  1. Tap the lock icon next to the address bar.
  2. Tap Permissions → Notifications.
  3. Adjust your preference.
Chrome (Desktop)
  1. Click the padlock icon in the address bar.
  2. Select Site settings.
  3. Find Notifications and adjust your preference.