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    • Por Leena Fabrini
      O peitoral maior ou pectoralis major é um músculo localizado no tórax.
      Na academia você percebe que aqueles que treinam pesado podem apresentar uma abertura no peito, causada pela lesão do tendão do peitoral maior. Normalmente, essa lesão ocorre quando os atletas fazem supino ou banco inclinado pesados.
      Os ortopedistas têm debatido há anos como tratar o problema – é melhor deixá-lo para lá? Operar imediatamente? Esperar para ver e operar depois se não melhorar?
      Um estudo em cadáver feito por pesquisadores do Centro Médico da Universidade Rush, em Chicago, mostrou que o tendão operado não fica tão bom como o original e que várias técnicas cirúrgicas não foram capazes de modificar o resultado.
      Outros estudos mostraram que a reparação cirúrgica do tendão grande peitoral funcionou muito melhor do que os tratamentos não-operatórios.
      Os pacientes devem reduzir a atividade após a cirurgia até que o tendão tenha tempo de se recuperar.
      Fontes: Jornal Americano de Medicina Esportiva, 40: 1887-1894, 2000 e Revista Muscular Development, janeiro/2013, pg. 80.
    • Por fisiculturismo
      O campeão brasiliense de fisiculturismo de 2016, Alexandre Cardoso, revela seu treino completo de peito. O treino é dividido da seguinte maneira:
      Aquecimento:
      Rotação externa Exercícios:
      Crucifixo na Máquina em bi-set com Crucifixo na Polia; Supino Inclinado em bi-set com Supino Inclinado com Halteres; Supino Reto no Smith com 3 drop-sets; Execução:
      Número de séries: 3; Número de repetições: 6 a 8; Tempo de intervalo: 1 a 2 minutos; Dicas:
      Músculo não sabe contar, treine até a exaustão; Treine com um parceiro. Conheça mais sobre o campeão de fisiculturismo Alexandre Cardoso na entrevista que gravou para o nosso site:
       
    • Por Luan Viana
      Deitar sobre um colchonete; Posicionar as mãos ao lado do corpo, mais ou menos na linha média do tórax; Manter a cabeça em posição neutra; Manter o tronco, quadril e pés sempre alinhados; Posicionar os pés na largura do quadril para mais conforto; Fazer a extensão do cotovelo, sem fazer o encaixe articular; Descer tudo, bem próximo ao chão, sem encostar nele.
    • Por Luan Viana
      Ajustar o banco para que a pagada das mãos fique ligeiramente abaixo da linha do ombro; Ajustar a pegada das mãos para o mais próximo possível do corpo (proporciona mais amplitude ao movimento); Pegar o aparelho de modo que os punhos e cotovelos fiquem alinhados na posição de 90º (na "metade do caminho"); Fazer a extensão do cotovelo sem fazer o encaixe articular ao final; Alongar o máximo que conseguir para trás; Sempre manter alinhado o punho e o cotovelo; Manter as escápulas unidas; Deixar a cabeça em posição neutra (sem movimentação).
    • Por Talles Sucesso
      Deitar no banco apoiando completamente o tronco, o qual deve se mantido ereto e apoiado durante toda a execução; Manter os dois pés no solo; Pegar a barra com as mãos na largura aproximada dos ombros; Manter os cotovelos fechados; Descer a barra próximo ao diafragma (alinhar a mão e o cotovelo ao vetor do centro de gravidade); Subir a barra com o máximo de amplitude, sem fazer o encaixe articular;



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