Pular para o conteúdo

Oxandrolona Sublingual + Gel de Testo e Progesterona

Respostas em Destaque

Olá 

Vou fazer aqui o meu novo acompanhamento da nova receita da minha médica nutróloga onde ela suspende o uso da gestrinona (o qual vcs acompanharam no post anterior) mas mantém os géis de testo/progesterona e adiciona a oxandrolona .

Eu iniciei o uso da nova receita prescrita pela minha nutróloga em 15/03/2018 com as seguintes medicações  oxandrolona em pastilha sublingual de 5mg 1x ao dia pela manhã + gel de testosterona base 5mg/ml em Pentravan + gel de progesterona base 100mg/ml em Pentravan 1x ao dia antes de dormir.

Ela receitou também Dudasteride e Espirolactona para os possíveis efeitos colateiras mas optei por não iniciar o uso a não ser que eu venha ter esses efeitos muito intensamente.

Antes de iniciar o uso a minha avaliação de bioimpedância mostrou as seguintes informações;

Peso -  52,9 kg

Massa Muscular -    22,8 kg

Massa de gordura -  11,5 kg 

IMC -  21,5 kg/m²

PGC  - 21,8 % 

Água corporal - 30,4 L

Meu exames Laboratoriais relevantes para esse acompanhamento mostravam os seguintes valores;

Testosterona Total - 47 ng/dl

Testosterona Livre - 0,49 ng/dl

Testosterona Biodisponível - 11 ng/dl

Estradiol - 88 pg/ml

DHT - 85 pg/ml

Progesterona - 0,67ng/ml

OBS.  Sempre faço os exames laboratoriais no inicio do meu ciclo menstrual e eu não faço uso de anticoncepcionais. Eu já usava os géis anteriormente mas,  1 semana antes da coleta eu parei com o uso porque havia acabado e só iniciei a nova receita após a coleta dos exames, mas pelo resultado do exame já pude observar que os valores caíram drasticamente só de dar essa paradinha :(

Vou postar aqui o acompanhamento da bio e dos exames mensalmente e assim que puder vou colocar algumas fotos também igual eu fiz no post anterior da gestrinona ok ? ;)

 

 

 

 

  • Respostas 6
  • Visualizações 4,3mil
  • Criado
  • Última Resposta

Maiores Postadores Neste Tópico

Postagens Mais Populares

  • Oi, @Andréas_G. Eu usei, por 30 dias apenas, a oxandrolona sublingual, 10mg de 8 em 8 horas. Eu adorei, tive zero colateral, evolução foi maravilhosa. Levo em consideração o início do tratamento

  • A ideia de quem faz uso de hormônios assim é que eles sejam mantidos sempre. Não há como pensar em manter os ganhos produzidos com ajuda hormonal sem os hormônios pois o corpo tende a voltar para o pa

  • Acompanhando... Como foi?

  • Moderador

A ideia de quem faz uso de hormônios assim é que eles sejam mantidos sempre. Não há como pensar em manter os ganhos produzidos com ajuda hormonal sem os hormônios pois o corpo tende a voltar para o padrão que ele tinha natural. Então é um investimento mensal assim como a dieta, suplementação e treino. 

No aguardo das fotos.

2 horas atrás, Andréas_G disse:

Oi @Beta1978 Mas qual a dosagem da pastilha ?

Vc disse que iria começar em março, como está a evolução após o uso dela ?

Ola pessoal

Conforme eu havia comentado aqui anteriormente eu parei o uso da gestrinona em 26/01/2018 e  em 16/03/2018 iniciei o uso da oxandrolona por esse motivo vou encerrar aqui esse tópico já que se tratava do meu acompanhamento da gestrinona e vou iniciar um novo tópico com o meu relato do uso da oxandrolona  e lá colocarei todas as informações e acompanhamentos igual eu estava fazendo aqui ok ?

Obrigado pelas dicas e informações ;)

 

Oi, @Andréas_G.

Eu usei, por 30 dias apenas, a oxandrolona sublingual, 10mg de 8 em 8 horas. Eu adorei, tive zero colateral, evolução foi maravilhosa. Levo em consideração o início do tratamento até hoje: bati minha meta de BF e os ganhos foram expressivos. Eu fiquei ótima sem a gestrinona, não serviu mesmo para mim, depois que parei o uso, evoluí demais.

Próxima etapa será a finalização, quero afinar a pele. Trocaremos a substância.

Voltei para a oxandrolona em pentravan, 10mg por dia.

Como bem disse o @Locemar, uma vez iniciado, o uso de hormônios passa a ser contínuo, principalmente para nós, que começamos pela necessidade de reposição hormonal.

  • 4 meses depois...
  • 8 anos depois...

@Andréas_G, o seu acompanhamento é organizado — bioimpedância, exames, datas, tudo registrado. Vale usar esse mesmo rigor para olhar um número do seu painel que passou sem comentário.

Você escreveu que, por ter ficado uma semana sem os géis antes da coleta, "os valores caíram drasticamente".

Sua testosterona total deu 47 ng/dL. Em mulher, a faixa de referência habitual vai de cerca de 15 a 70 ng/dL. Quarenta e sete não é um valor baixo — é um valor de meio de faixa. O seu estradiol em 88 pg/mL também é compatível com início de ciclo menstrual em mulher que não usa contraceptivo, que é exatamente a condição em que você colheu.

Isso importa porque muda a natureza do que você está fazendo. Se a testosterona estivesse abaixo da faixa, o gel seria reposição — repor o que falta. Com 47, não há o que repor: o gel está elevando acima do seu próprio basal. É suplementação suprafisiológica, não reposição. São conversas diferentes, com riscos diferentes, e a palavra usada muda a percepção de segurança.

Sobre o que a evidência sustenta: existe um documento de consenso global publicado em 2019, assinado pelas principais sociedades de endocrinologia e menopausa do mundo, sobre uso de testosterona em mulheres. A conclusão é estreita. A única indicação com evidência é o desejo sexual hipoativo em mulher na pós-menopausa. Para disposição, bem-estar, energia, força, composição corporal e massa muscular, o consenso é explícito em dizer que não há evidência de benefício. E ele recomenda que a dose mantenha a testosterona dentro da faixa fisiológica feminina — não acima dela.

Agora um ponto que você precisa saber, porque a regulação mudou depois desse tópico.

Em 2023, o Conselho Federal de Medicina publicou a Resolução 2.333, que proíbe a prescrição de esteroides androgênicos e anabolizantes com finalidade estética. E a ANVISA suspendeu a manipulação, a venda, a propaganda e o uso de implantes hormonais manipulados — os chamados chips da beleza —, depois de denúncias de entidades médicas sobre aumento de complicações graves. Os hormônios citados nominalmente nessas medidas são justamente gestrinona, testosterona e oxandrolona, que são os três que aparecem no seu tópico.

Isso não torna a sua médica de 2018 irregular, porque a norma veio depois. Mas define o terreno hoje: se o protocolo continua, ele está fora do que o conselho autoriza.

Tem um detalhe na sua prescrição que merece ser lido com atenção, e é o que mais me chama atenção no tópico inteiro.

Você escreveu que ela receitou dutasterida e espironolactona "para os possíveis efeitos colaterais", e que você optou por não usar a menos que os efeitos apareçam com intensidade.

Prescrever um bloqueador de DHT e um antiandrogênico junto com o protocolo é, na prática, reconhecer que a virilização é esperada — não possível, esperada. Ninguém prescreve antídoto preventivo para um efeito improvável.

E a sua decisão de deixar para usar só se aparecer tem uma falha que vale corrigir: nem todos os efeitos avisam com antecedência. Acne e queda de cabelo dão tempo de reagir. Alteração de voz e aumento do clitóris, não — quando ficam evidentes, já se instalaram, e são permanentes. A voz, em particular, tem literatura descrevendo mudança irreversível mesmo após uso de curta duração.

Uma observação sobre a dutasterida: ela é teratogênica, com advertência de que mulher em idade fértil não deve manipular a cápsula partida. Você escreveu que não usa contraceptivo. Isso precisa entrar na conversa com a sua médica antes de qualquer coisa.

@Beta1978, uma conta na sua mensagem.

Você escreveu que usou oxandrolona sublingual 10 mg de 8 em 8 horas. São 30 mg por dia. É uma dose alta para mulher — a faixa que costuma produzir resultado sem virilização fica em torno de 5 mg diários. Você relatou zero colateral, e acredito. Mas a parte que não dá sintoma é a que interessa: a oxandrolona derruba HDL de forma marcante, e alteração de transaminases é silenciosa. "Zero colateral" descreve como você se sentiu, não o que o exame mostraria.

@Locemar, uma ressalva à sua frase de que uma vez iniciado o uso de hormônios ele passa a ser contínuo.

Como descrição do que acontece, você está certo: ganho que depende de hormônio exógeno não se mantém sem ele. Mas essa constatação costuma ser apresentada como se fosse a natureza das coisas, quando na verdade ela é o melhor argumento para pensar duas vezes antes de começar. Uma coisa é reposição em quem tem deficiência comprovada — aí a continuidade é o tratamento. Outra é alguém com testosterona em 47 ng/dL entrando num protocolo estético e descobrindo depois que a saída custa o que foi ganho.

@Andréas_G, o que eu levaria ao consultório: lipidograma completo com HDL, transaminases, hemograma, e a pergunta direta — considerando que minha testosterona estava em 47, o que exatamente estamos repondo? A resposta a essa pergunta organiza todo o resto.

As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.

  • Autor
Há 2 horas, Cláudio Chamini disse:

@Andréas_G, o seu acompanhamento é organizado — bioimpedância, exames, datas, tudo registrado. Vale usar esse mesmo rigor para olhar um número do seu painel que passou sem comentário.

Você escreveu que, por ter ficado uma semana sem os géis antes da coleta, "os valores caíram drasticamente".

Sua testosterona total deu 47 ng/dL. Em mulher, a faixa de referência habitual vai de cerca de 15 a 70 ng/dL. Quarenta e sete não é um valor baixo — é um valor de meio de faixa. O seu estradiol em 88 pg/mL também é compatível com início de ciclo menstrual em mulher que não usa contraceptivo, que é exatamente a condição em que você colheu.

Isso importa porque muda a natureza do que você está fazendo. Se a testosterona estivesse abaixo da faixa, o gel seria reposição — repor o que falta. Com 47, não há o que repor: o gel está elevando acima do seu próprio basal. É suplementação suprafisiológica, não reposição. São conversas diferentes, com riscos diferentes, e a palavra usada muda a percepção de segurança.

Sobre o que a evidência sustenta: existe um documento de consenso global publicado em 2019, assinado pelas principais sociedades de endocrinologia e menopausa do mundo, sobre uso de testosterona em mulheres. A conclusão é estreita. A única indicação com evidência é o desejo sexual hipoativo em mulher na pós-menopausa. Para disposição, bem-estar, energia, força, composição corporal e massa muscular, o consenso é explícito em dizer que não há evidência de benefício. E ele recomenda que a dose mantenha a testosterona dentro da faixa fisiológica feminina — não acima dela.

Agora um ponto que você precisa saber, porque a regulação mudou depois desse tópico.

Em 2023, o Conselho Federal de Medicina publicou a Resolução 2.333, que proíbe a prescrição de esteroides androgênicos e anabolizantes com finalidade estética. E a ANVISA suspendeu a manipulação, a venda, a propaganda e o uso de implantes hormonais manipulados — os chamados chips da beleza —, depois de denúncias de entidades médicas sobre aumento de complicações graves. Os hormônios citados nominalmente nessas medidas são justamente gestrinona, testosterona e oxandrolona, que são os três que aparecem no seu tópico.

Isso não torna a sua médica de 2018 irregular, porque a norma veio depois. Mas define o terreno hoje: se o protocolo continua, ele está fora do que o conselho autoriza.

Tem um detalhe na sua prescrição que merece ser lido com atenção, e é o que mais me chama atenção no tópico inteiro.

Você escreveu que ela receitou dutasterida e espironolactona "para os possíveis efeitos colaterais", e que você optou por não usar a menos que os efeitos apareçam com intensidade.

Prescrever um bloqueador de DHT e um antiandrogênico junto com o protocolo é, na prática, reconhecer que a virilização é esperada — não possível, esperada. Ninguém prescreve antídoto preventivo para um efeito improvável.

E a sua decisão de deixar para usar só se aparecer tem uma falha que vale corrigir: nem todos os efeitos avisam com antecedência. Acne e queda de cabelo dão tempo de reagir. Alteração de voz e aumento do clitóris, não — quando ficam evidentes, já se instalaram, e são permanentes. A voz, em particular, tem literatura descrevendo mudança irreversível mesmo após uso de curta duração.

Uma observação sobre a dutasterida: ela é teratogênica, com advertência de que mulher em idade fértil não deve manipular a cápsula partida. Você escreveu que não usa contraceptivo. Isso precisa entrar na conversa com a sua médica antes de qualquer coisa.

@Beta1978, uma conta na sua mensagem.

Você escreveu que usou oxandrolona sublingual 10 mg de 8 em 8 horas. São 30 mg por dia. É uma dose alta para mulher — a faixa que costuma produzir resultado sem virilização fica em torno de 5 mg diários. Você relatou zero colateral, e acredito. Mas a parte que não dá sintoma é a que interessa: a oxandrolona derruba HDL de forma marcante, e alteração de transaminases é silenciosa. "Zero colateral" descreve como você se sentiu, não o que o exame mostraria.

@Locemar, uma ressalva à sua frase de que uma vez iniciado o uso de hormônios ele passa a ser contínuo.

Como descrição do que acontece, você está certo: ganho que depende de hormônio exógeno não se mantém sem ele. Mas essa constatação costuma ser apresentada como se fosse a natureza das coisas, quando na verdade ela é o melhor argumento para pensar duas vezes antes de começar. Uma coisa é reposição em quem tem deficiência comprovada — aí a continuidade é o tratamento. Outra é alguém com testosterona em 47 ng/dL entrando num protocolo estético e descobrindo depois que a saída custa o que foi ganho.

@Andréas_G, o que eu levaria ao consultório: lipidograma completo com HDL, transaminases, hemograma, e a pergunta direta — considerando que minha testosterona estava em 47, o que exatamente estamos repondo? A resposta a essa pergunta organiza todo o resto.

As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.

@Cláudio Chamini Eu dei início a modulação hormonal em 2016 após uma cirurgia de tireoidecttomia total e por conta disso o endócrino disse que eu estava entrando em uma menopausa precoce pós cirúrgica, na época minha testo total estava em 4,5 ng/dl e a livre em 0,043 pg/ml. Esse valor de 47 ng/dl que vc citou aí é valor que eu estava quando retomei com a modulação em 01/2028 após ter pausado provisoriamente para fazer o implante mamário em 09/2017 por orientação do cirurgião . E quando eu disse que mantenho a modulação até hj eu me refiro a testo e a progesterona bioidentica em gel.

Conforme eu já disse em alguns depoimentos atrás, a gestrinona eu fiz uso experimental por apenas 3 meses , como não tive boa experiência com ela em seguida a médica entrou com a Oxa sublingual de 5mg na época e apesar de as vezes dar uma parada eu até hj utilizo, só vamos modificando a miligramagem/divisão de doses, mas desde que iniciei nunca fiquei mais de 3 meses sem ela .

Crie uma conta ou entre para comentar

Conta

Navegação

Buscar

Buscar

Configure browser push notifications

Chrome (Android)
  1. Tap the lock icon next to the address bar.
  2. Tap Permissions → Notifications.
  3. Adjust your preference.
Chrome (Desktop)
  1. Click the padlock icon in the address bar.
  2. Select Site settings.
  3. Find Notifications and adjust your preference.