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WHEY Gold Standard da Optimum é a melhor proteína do mercado?

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  • kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk... quanta merda em um curto espaço de tempo!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  • 7 anos depois...
  • Moderador

Em conversa informal e recente com um lojista de suplementos alimentares, ele confidenciou que a composição da 100% Whey Gold da Optimum Nutrition no Brasil seria diferente da composição do mesmo produto vendido nos Estados Unidos. O insumo do produto brasileiro seria de qualidade inferior, mais barato.

Não temos como atestar se a afirmação é ou não verdadeira, mas como o histórico de laudos de whey (que apontaram por diversas vezes muitos problemas de qualidade nos suplementos vendidos no Brasil) é bem desfavorável, vale a pena buscar mais informações antes de adquirir uma whey tão cara.

https://fisiculturismo.com.br/tags/laudos/

  • 6 anos depois...

Sobre a dúvida original do @ss.sarado e a observação levantada no último post do tópico, vale dar um critério objetivo, porque essa discussão vive voltando e quase sempre gira em torno de marca em vez de composição.

Primeiro, a resposta curta: não existe whey superior de forma relevante. Whey é um subproduto do leite, e a diferença real entre marcas está em três coisas mensuráveis, não em fórmula secreta. Quanto de proteína por dose realmente entrega, se essa proteína é de fato de soro ou está diluída com fontes mais baratas, e o preço por grama de proteína.

A parte que mais importa para quem compra no Brasil é a segunda. A prática que já apareceu em vários laudos por aqui é o chamado enriquecimento com aminoácidos, quando o fabricante adiciona glicina, taurina ou creatina ao pó. Esses compostos contêm nitrogênio, e o método padrão de análise mede nitrogênio total para estimar proteína. Resultado: o rótulo declara vinte e quatro gramas de proteína, a análise confirma o nitrogênio, mas parte daquilo não é proteína completa e não serve para construir tecido. É por isso que o histórico de laudos citado no tópico é o dado mais útil da discussão, mais do que qualquer opinião sobre sabor ou marca.

Como se protege disso na prática, sem precisar de laboratório:

Olhe a lista de ingredientes e desconfie quando glicina, taurina ou aminoácidos isolados aparecem entre os primeiros itens. Em whey honesto, o concentrado ou isolado é o primeiro ingrediente e os aminoácidos adicionados, se existirem, aparecem no fim.

Compare a proteína por dose com o tamanho da dose. Um pote que entrega vinte e quatro gramas de proteína numa dose de trinta gramas está declarando oitenta por cento de pureza, o que é compatível com concentrado bom. Quando a dose é de quarenta gramas para entregar as mesmas vinte e quatro, o produto tem muito enchimento, normalmente maltodextrina.

Divida o preço do pote pela quantidade total de proteína, não pelo peso. É a única comparação que faz sentido entre marcas diferentes.

Sobre a suspeita de que a versão brasileira teria insumo diferente da americana, não dá para afirmar sem laudo comparativo dos dois lotes, e eu não faria essa afirmação sem isso. O que se pode dizer com segurança é que fabricação local e importada seguem regras e fornecedores diferentes, e que o rótulo é o único documento que vincula o fabricante. Por isso o caminho de quem quer certeza é comprar de marca que publica laudo de lote, e não de marca que só tem reputação.

Sobre concentrado, isolado e hidrolisado, já que a comparação sempre entra: para ganho de massa, a diferença prática é pequena. O isolado tem menos lactose e menos gordura, o que interessa a quem tem intolerância, e o hidrolisado é absorvido mais rápido, o que quase não importa fora de contexto muito específico. Se você não tem intolerância à lactose, o concentrado resolve e é o de melhor custo por grama.

E o ponto que costuma ficar de fora dessa conversa: whey é conveniência, não necessidade. Ovo, leite, carne, frango e peixe fazem o mesmo trabalho e normalmente saem mais barato por grama de proteína. O suplemento entra quando a pessoa não consegue atingir a meta diária com comida, não porque ele seja superior a ela.

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