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RELATO DE CICLO DURATESTON APENAS

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9 horas atrás, gregor6113 disse:

Entendi..fiz pergunta pra,um amigo aqui n fórum, vamos ver se vc concorda, !! Tenho 41 anos treino à 2 anos faço acompanhamento com nutri , peso 75kls tenho 9%8 bf.queria ganhar um pouco d massa só a dieta e treinos já está difícil..minha pergunta um ciclo d 12 semanas com dura sendo 250mg por semana vc acha q pode me ajudar chegar aos 80kls..veja eu n ciclei ainda é nem tenho muita ir formação sobre ,anabolicos..!!

cara eu tb nao manjo muito, oq eu sei é oq funciona comigo, por exemplo, ja ciclei a anos atras e acho q é uma coisa ´´emprestada´´ vc tem q devolver depois pelo menos uma parte, sendo assim optei ´por fazer uso continuo para sempre, claro q acompanhando com exames, entao comecei o uso de testosterona a 3 semanas atras em dose bem baixa junto com nandrolona, e ja estou vendo resultado, estava com 73kg e agora ja subi pra 75kg e sem colaterais aparentes,os possiveis colaterais nao aparentes verei nos q farei de novo na proxima semana, oq quero dizer é q se vc fizer a coisa certa da pra fazer o uso por tempo indeterminado e manter um shape legal e com saúde, repito, com exames e se for possivel com acompanhamento de um profissional. Eu acho que vc pode fazer uma coisa bem menos agressiva e conseguir bons resultados. flw

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  • obviamente ele achou q nao precisaria fazer tpc e o eixo iria voltar gradativamente em pouco tempo, pelo fato dele ir reduzindo a dose ate o fim do ciclo, se fosse assim seria lindo. Mas se enganou fe

  • ele errou feio em achar q n precisa de tpc apenas isso. Esse ciclo q ele descreveu inibe o eixo de qq jeito, após a semana 12 ele vai estar sem a produção endógena. Logo, é necessário tpc.

  • muscleatomic
    muscleatomic

    Comecei meu primeiro ciclo da vida, nunca tinha ciclado nem nada, pois tinha muito medo. hoje completado 6 anos de treino e bem informado, montei meu protocolo para 12 semanas fazendo assim um cruze p

1 hora atrás, raycast disse:

cara eu tb nao manjo muito, oq eu sei é oq funciona comigo, por exemplo, ja ciclei a anos atras e acho q é uma coisa ´´emprestada´´ vc tem q devolver depois pelo menos uma parte, sendo assim optei ´por fazer uso continuo para sempre, claro q acompanhando com exames, entao comecei o uso de testosterona a 3 semanas atras em dose bem baixa junto com nandrolona, e ja estou vendo resultado, estava com 73kg e agora ja subi pra 75kg e sem colaterais aparentes,os possiveis colaterais nao aparentes verei nos q farei de novo na proxima semana, oq quero dizer é q se vc fizer a coisa certa da pra fazer o uso por tempo indeterminado e manter um shape legal e com saúde, repito, com exames e se for possivel com acompanhamento de um profissional. Eu acho que vc pode fazer uma coisa bem menos agressiva e conseguir bons resultados. flw

 Vlw.Mano.!!

  • 8 anos depois...

@gregor6113, você perguntou duas vezes por que o plano do autor estava errado, e o @raycast te respondeu certo, mas de forma curta. Vale explicar o mecanismo, porque essa ideia é uma das mais difundidas do fórum e ela parece lógica.

O raciocínio do @muscleatomic foi o seguinte. Se ele subisse a dose devagar e descesse devagar, a produção própria voltaria gradualmente e ultrapassaria a exógena no final, dispensando a TPC. Soa razoável, mas não é assim que o eixo funciona.

O que desliga a sua produção não é a quantidade de testosterona exógena, é a presença dela. O cérebro mede o hormônio circulante e, ao encontrar nível adequado ou alto, para de mandar LH e FSH para o testículo. Enquanto houver testosterona de fora chegando, mesmo em dose reduzida, esse sinal de desligamento continua. Ou seja, descer a dose não faz o eixo religar aos poucos. Ele permanece desligado até a substância sair, e só então começa a se recuperar, exatamente como aconteceria se a pessoa tivesse parado de uma vez.

Existe um agravante no caso do Durateston, que é ter o decanoato como éster mais lento. Ao reduzir a dose no fim, a pessoa fica semanas com uma concentração baixa, insuficiente para dar resultado, mas mais que suficiente para manter o eixo desligado. É o pior dos dois mundos, e é justamente o oposto do que o plano pretendia.

Por isso a conclusão do raycast está correta. Doze semanas de testosterona exógena suprimem o eixo de qualquer maneira, e a TPC é necessária. Vale registrar que o autor abriu o tópico dizendo que ia relatar semanalmente, sumiu, e ficou aquele "tá vivo?" sem resposta. Não dá para saber o que houve com ele, e não vou especular, mas fica o registro de que este tópico nunca teve desfecho, o que é importante para quem chega aqui buscando confirmação de que o método funciona.

Agora respondendo a sua pergunta pessoal. Você tem quarenta e um anos, setenta e cinco quilos, cerca de dez por cento de gordura, dois anos de treino, e quer chegar a oitenta.

Duzentos e cinquenta miligramas por semana durante doze semanas provavelmente te levaria aos oitenta quilos, sim. Mas vale saber o que compõe esse número. Uma parte é água e glicogênio, que sai depois. Outra parte é massa magra real, que se mantém se treino e alimentação continuarem. E vale saber também que, com dois anos de treino e dez por cento de gordura aos quarenta e um anos, você ainda está numa fase em que ganho natural acontece, principalmente se o problema for calórico. Cinco quilos em doze semanas é uma meta que pode ser alcançada com superávit bem montado, e você já tem acompanhamento nutricional, o que é a peça mais difícil.

O ponto que eu colocaria na balança não é se funciona. É que, aos quarenta e um, a recuperação do eixo depois da supressão tende a ser mais lenta do que aos vinte e cinco, e isso muda o custo da conta.

E aqui preciso comentar, com respeito, a sugestão de uso contínuo por tempo indeterminado que apareceu na conversa, porque ela não é uma escolha pequena e o gregor recebeu isso como alternativa mais simples do que ciclar.

Uso contínuo significa manter o eixo desligado permanentemente. Isso tem três consequências que precisam estar claras antes da decisão.

A primeira é fertilidade. Testosterona exógena suprime a produção de espermatozoides de forma marcante, com azoospermia, que é ausência total de espermatozoides, ocorrendo em algo entre quarenta e setenta por cento dos homens, e em um dos estudos em sessenta e cinco por cento dentro de quatro meses. Os demais caem para oligozoospermia grave. A recuperação é possível, com sessenta e quatro a oitenta e quatro por cento revertendo em mediana de cerca de cento e dez dias, e trabalhos mostram noventa por cento voltando ao valor de base em doze meses e praticamente todos em vinte e quatro. Mas isso significa que quem quer ter filho precisa parar com bastante antecedência, e não é uma torneira que se abre na hora.

A segunda é dependência. Depois de anos de uso contínuo, o eixo pode não voltar ao que era. Isso transforma uma escolha estética em uma condição de saúde permanente, com necessidade de reposição para o resto da vida. E aí entra o problema prático, que é depender de um produto para se sentir bem, num mercado onde a procedência é incerta e a falta acontece.

A terceira é que os efeitos que importam nesse regime são silenciosos. O que se acompanha em uso prolongado é hematócrito, porque testosterona aumenta a produção de glóbulos vermelhos e o sangue mais viscoso traz risco próprio, além de perfil lipídico, próstata e pressão arterial. Nada disso dá sintoma. Por isso, se alguém decidir esse caminho, ele só é defensável com acompanhamento médico e exames regulares, e o @raycast tem razão quando insiste nesse ponto.

Uma observação sobre os números dele. Ele relatou dois quilos em três semanas e ausência de colaterais aparentes. Os dois quilos, nesse prazo, são principalmente água. E três semanas é cedo demais para concluir sobre colateral, justamente porque os que mais importam não são aparentes. Ele mesmo reconheceu isso ao dizer que veria nos exames, o que é a atitude correta. Acrescento apenas que, ao usar nandrolona junto, a recuperação do eixo fica mais difícil do que com testosterona isolada, e que a queda de libido associada a ela vem pela via da prolactina, e não do estrogênio, de modo que inibidor de aromatase não resolve.

@Douglas Miranda, seu protocolo ficou sem resposta, então vão três observações.

Primeira, seis semanas com Durateston é pouco pelo motivo farmacocinético. O éster mais lento leva várias semanas para atingir o patamar estável, então você para quase quando a concentração chegou lá. E a supressão do eixo acontece por inteiro desde cedo, independentemente disso. Você paga a conta cheia e recebe uma fração. Se for para usar Durateston, dez a doze semanas aproveita melhor.

Segunda, o HCG rende mais antes da TPC do que durante. Ele serve para recuperar volume e responsividade testicular enquanto a substância ainda está saindo. Usado junto com o clomifeno, ele mantém um sinal externo chegando ao testículo justamente quando o objetivo é o cérebro voltar a mandar o próprio sinal.

Terceira, trinta miligramas de oxandrolona por dia é dose considerável, e como ela derruba HDL de forma relevante, vale fazer perfil lipídico e transaminases antes e depois. Num levantamento com praticantes, o grupo em uso apresentou HDL em torno de vinte e quatro contra referência acima de quarenta, voltando a quarenta e nove após a interrupção.

E fica o registro, para quem chega hoje pela busca, de que desde abril de dois mil e vinte e três a Resolução do Conselho Federal de Medicina número dois mil trezentos e trinta e três veda a prescrição de anabolizantes com finalidade estética, de ganho de massa muscular ou de desempenho esportivo.

As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.

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