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Quase aos 40 e após ser mãe, voltando a ativa!

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14 minutos atrás, Batata... disse:

Bom vc ter um personal... Costumo ser assim, monto as divisões dos alunos e sempre estou fazendo algo diferente. Essa semana trabalhei muito no estilo tabata com eles... saiam todos tristinho daqui rsrs... Dava 30 minutos de anaeróbicos e depois mandava ver nos hiits... pra arrebentar mesmo.

Que horror!! kkkkkkkkkkkkkkk eu faço esse estilo tabata depois do boxe... eu até gosto

 mas na minha academia tem um simulador de escada, tive que usar algumas vezes esse é um ódio mortal...

14 minutos atrás, Batata... disse:

Olha se vc treina pesado na academia vai ter mesmo dificuldades nas lutas... o corpo precisa de tempo para recuperar-se e conforme for acumulando os desgastes, mais difícil vai ficar. Vai precisar se organizar em relação a isso... Dias diferentes para academia e lutas e as corridas ora dia de pesos, ora dia de luta... se colocar tudo no mesmo dia não da... 2 ja é puxado... 

Os horários que são perfeitos para mim... mas hoje eu prefiro apanhar nas lutas e treinar pesado. Pegar mais leve na luta... fazer luva com alguém menos experiente... não sei....  Não vou mais competir, passou minha época. Então, se tiver que sacrificar disposição, será a luta... 

14 minutos atrás, Batata... disse:

Cuidado... hiits, lutas e ainda musculação sendo intenso em um mesmo dia não é legal... e sua alimentação vai ter que estar bem planejada no seu GCD e não a TMB para não acabar em um overtraining...

Eu já tive overtraining na época de competição, mas a luta era o foco e a musculação era só detalhe.... treinava 6 horas da manhã, treinava as 17:00 às 18:30, corrida até as 19 e voltava para a luta e fazia mais uma hora e meia...  não lembro o quanto tempo fiquei nessa rotina... mas lembro dos tremores, perdi totalmente minhas habilidades de esquiva... suor.... fadiga crônica mesmo....

Hoje só tenho saudade do tempo que poderia dedicar....rsrs

Era bem magra, afinal... a maioria dos lutadores de muay thai são magros para machucar mais a canela  rsrsrsrs

14 minutos atrás, Batata... disse:

Vc tá bem... mas fique experta com os desgastes ok...

 

Vou ficar atenta sim, @Batata...

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  • Fiz o comparativo, @FaBHana @Apollo Galeno Estou feliz por tudo até aqui.

  • @Apollo Galeno   9° Atualização Peso inicial: 62,500 (12 de maio de 2021) Peso atual: 65,90↑ 1.     Peso em 03/06: 61,65 2.     Peso em 25/06: 60,90 3.     Peso e

  • @Apollo Galeno Olá!! Vou postar as fotos agora.... 2 dias após término nada menstruação. O peso ficou em 63,35. Em relação há alguns dias, caiu 950g e segundo minha balança, 535g foram

Imagens Postadas

Em 20/02/2022 em 10:34, Sussu disse:

11° Atualização @Apollo Galeno (Série longa né?)

Peso inicial: 62,500 (12 de maio de 2021)

Peso atual: ↑ 66,4

  1. Peso em 03/06: 61,65

  2. Peso em 25/06: 60,90

  3. Peso em 17/07: 61,40

  4. Peso em 07/08: 61,45

  5. Peso em 21/08: 62,10

  6. Peso em 29/09: 63,35

  7. Peso em 28/10: 65,30

  8. Peso em 25/11: 64,30

  9. Peso em 23/12: 65,90

  10. Peso em 22/01: 66,35


Mudanças de Gordura Corporal: Minha balança parou de funcionar. :(xxx Usei de minha mãe.

Medicações, suplementos e outros em uso: Medicamentos: Dermosalic e Ureadin 20% Suplementos e outros: Vitamina D: Ok! Whey: Ok! E Creatina: Ok e Vitacid em dias alternados com Epidrat Calm e agora Yomax.

Força/resistência/cargas: Estou percebendo progresso de cargas em alguns exercícios que eu era estagnada... como stiff e agachamento livre, lentamente... Mas finalmente. O Muay Thai voltou essa semana, primeiro dia... contundi o dedo... Não atrapalhou a musculação, mas meu hiit de manhã sim.

Dia do Ciclo Menstrual: 10° fase folicular 

Psoríase: Tive uma piora, acredito que pela mudança climática..

Libido: Baixo

Pelos: Rápido. Já é o normal. 

Acnes: Agora com o ácido diminuiu bem, mas ainda aparece uma ou outra.

0% a 100% na dieta: 100%

0% a 100% na hidratação: 100% 

Musculação/Hiit/Cardio: Fiz hiit todos os dias, mas na ultima semana que machuquei o dedão, não fiz. Mas fiz Muay Thai e Boxe todos os dias  assim que voltou. E vou manter, meu hiit de manhã que me faz sentir bem e as lutas no período da tarde.

Outros comentários sobre a dieta: Super adaptada.

Geral:

  • Estamos firmes no propósito. Às vezes dá uma sensação de estagnada mas sinto alguns avanços e fico feliz. Eu me comparo na academia e percebo que minha carga/força é boa e até se destaca. Só tenho que perceber algum detalhe que me passa despercebido. Estamos no caminho. 

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parabéns @Sussu otima evolução

  • 2 meses depois...
  • Autor

Olá Foristas!

Eu vi muitos dizendo... "passei aqui para dizer que não abandonei..."

Resolvi fazer o mesmo.... rsrsrs

Na verdade, estou em período de total estagnação... ou como disse minha médica "termogênese adaptativa"

Fiz exames, alguns deram pequenas alterações... Passei por Gineco e vou na Endócrino...  e decidindo o que mais...

Com certeza, quando resolver isso... voltarei a publicar as atualizações!

  • Moderador
19 horas atrás, Sussu disse:

Eu vi muitos dizendo... "passei aqui para dizer que não abandonei..."

Porque a vida é corrida né rsrs e às vezes o tempo fica curto.

 

19 horas atrás, Sussu disse:

termogênese adaptativa

Ahh achei meu termo rsrs... 

19 horas atrás, Sussu disse:

voltarei a public

Ansiosa pelas suas atz sussu ❤️

  • Autor
46 minutos atrás, RenatinhaSA disse:

Porque a vida é corrida né rsrs e às vezes o tempo fica curto.

 

Ahh achei meu termo rsrs... 

 

Sim... Adorei o termo porque finalmente posso pesquisar sobre ele kkk

46 minutos atrás, RenatinhaSA disse:

Ansiosa pelas suas atz sussu ❤️

 

  • Moderador
Em 27/04/2022 em 12:46, Sussu disse:

Olá Foristas!

Eu vi muitos dizendo... "passei aqui para dizer que não abandonei..."

Resolvi fazer o mesmo.... rsrsrs

Na verdade, estou em período de total estagnação... ou como disse minha médica "termogênese adaptativa"

Fiz exames, alguns deram pequenas alterações... Passei por Gineco e vou na Endócrino...  e decidindo o que mais...

Com certeza, quando resolver isso... voltarei a publicar as atualizações!

Bora mudar isso muié, sair dessa estagnação 💪🙏

Sussu, só posso te dizer que acho que você evoluiu muuuuito e que está linda! Se está estagnada, logo logo vai descobrir o porquê e mudar isso. De qualquer forma, estar “estagnada” com um shape muito top como esse, pode ser o sonho de muitas kkkkk Parabéns querida! 

  • 4 anos depois...

A @Sussu fez onze atualizações detalhadas ao longo de quase um ano, com peso, medidas, fotos comparativas, dia do ciclo menstrual e observações honestas, inclusive nas semanas em que ela não gostou do que viu. Ela também agendava as fotos para dois dias depois do fim da menstruação, o que elimina de graça a maior fonte de ruído que existe em avaliação feminina.

É um dos relatos mais bem documentados do fórum. E é por isso que dá para fazer com ele uma coisa que quase nunca dá: somar a coluna.

Peso inicial em maio: 62,5. Depois 61,65, 60,90, 61,40, 61,45, 62,10, 63,35, 65,30, 64,30, 65,90, 66,35 e 66,40 em fevereiro.

Ou seja, ao longo de nove meses de treino diário, com musculação, muay thai e HIIT pela manhã, o peso subiu quase 4 kg. Ela percebeu, chamou de estagnação, e a explicação que recebeu da médica foi termogênese adaptativa.

Preciso ajustar isso, porque a explicação não fecha.

Termogênese adaptativa existe: quem emagrece passa a gastar um pouco menos do que se esperaria pelo novo peso, por redução do gasto de repouso e, principalmente, por redução do movimento espontâneo ao longo do dia. Mas a magnitude é modesta, da ordem de alguns por cento do gasto total. Ela desacelera a perda. Ela não produz ganho de quatro quilos.

Peso que sobe de forma consistente por nove meses significa consumo acima do gasto, e ponto. Isso não é acusação nem falha de caráter, e parte desse ganho pode muito bem ser massa muscular, porque as fotos dela mudaram de verdade e a força subiu. Mas a explicação precisa ser a certa, porque é dela que sai a correção.

E há um fator que ninguém colocou na conta, embora ele estivesse escrito em todas as atualizações.

Ela amamentou durante quase todo o projeto.

Isso muda várias coisas ao mesmo tempo. A prolactina elevada da lactação suprime o eixo hipotálamo hipófise ovário, o que altera o ambiente hormonal inteiro. A lactação aumenta a demanda energética e o apetite. E o volume de água corporal muda bastante, o que interfere justamente nas duas medidas em que ela mais se apoiava.

Aliás, sobre isso: a balança dela que estima gordura e músculo faz isso por bioimpedância, ou seja, mede resistência elétrica e estima composição a partir da água corporal, assumindo hidratação padrão. Em mulher lactante, essa premissa não vale. Os números de gordura e de músculo que ela vinha anotando com tanto cuidado eram, nesse período específico, os menos confiáveis de todos os dados que ela produziu. A fita métrica e a foto na mesma luz valiam mais.

Ou seja, ela não estava estagnada por falta de esforço. Ela estava num período fisiológico em que os marcadores que ela usava não estavam medindo o que ela pensava.

Agora a parte que eu preciso dizer com mais firmeza, porque é sobre uma decisão que não era do projeto.

Ela relatou que estava sofrendo pressão para desmamar, que não tinha certeza, e que queria decidir com calma. E dentro do tópico ela recebeu, mais de uma vez, a mensagem de que não daria para dar passos maiores com uma criança grudada no peito, e que era hora de fechar aquele bebedouro.

Discordo do critério. Desmame é decisão dela e da criança, e a recomendação de saúde pública é amamentação exclusiva até os seis meses e complementada até os dois anos ou mais. Pode haver mil razões legítimas para desmamar antes, e todas elas pertencem a ela. Cronograma de projeto estético não é uma delas.

E vale a mesma nota que já fiz em outros relatos de mães aqui: lactante em déficit calórico prolongado precisa de acompanhamento. O corpo prioriza o leite, e quem paga a conta é a mãe. Ela chegou ao fórum vindo de anos de dieta de 1.200 kcal, e isso apareceu no primeiro post.

Agora quatro correções técnicas.

A primeira é sobre vitamina D, e é a mais importante porque foi dita com muita convicção.

Foi afirmado no tópico que a exigência de prescrição médica para dose alta era bobagem, que bastava comprar e monitorar, entre 5.000 e 10.000 UI por dia, e que pessoas de 120 kg geralmente usam 20.000 UI por dia. E foi dito que, com vitamina D acima de 60, dificilmente alguém daria um espirro.

Sobre a dose: o limite superior tolerável para adultos, em uso continuado sem monitoramento, é 4.000 UI por dia. Doses acima disso existem e são usadas, mas em correção de deficiência documentada, com dosagem de vitamina D e de cálcio e por tempo definido. Vinte mil UI por dia não é uma dose de rotina, é uma dose de tratamento, e excesso crônico produz hipercalcemia, com consequência renal. A nutricionista dela que disse que aquilo precisava de médico estava certa.

Sobre a imunidade: corrigir deficiência de vitamina D faz sentido e tem valor. Mas os grandes ensaios clínicos randomizados não sustentaram que suplementar vitamina D previna infecção respiratória ou covid em quem já tem nível adequado, e não existe evidência de que empurrar o valor acima do normal traga proteção extra.

E a melhor refutação disso veio dela mesma, no post seguinte, e passou batido: ela respondeu que todo mundo da casa pegou covid, incluindo o bebê, e que a única que ficou mal foi ela, a esportista da casa. Um caso a favor e um caso contra, no mesmo tópico, é exatamente a razão pela qual anedota não decide isso.

A segunda é sobre a ioimbina que foi indicada quando ela relatou esgotamento nos treinos.

Duas coisas. A ioimbina é medicamento, e não suplemento, e o efeito é adrenérgico: eleva frequência cardíaca e pressão, e produz ansiedade, tremor e insônia com facilidade. E há um problema de dose específico dela: numa análise de 49 produtos vendidos como suplemento de ioimbina, a maioria não informava a quantidade no rótulo, e entre os que informavam o conteúdo real variou de 23 a 147 por cento do declarado.

Mas o ponto principal é outro. Quando ela relatou esgotamento, ela estava correndo ou fazendo HIIT toda manhã, fazendo muay thai todos os dias, treinando musculação, amamentando e comendo dentro de um plano ajustado.

O esgotamento tinha causa, e a causa estava listada na própria atualização. A resposta para cansaço nesse cenário é descanso, comida ou redução de volume, e não estimulante adrenérgico por cima. Estimulante não devolve energia: ele adia a percepção de que ela acabou.

A terceira é sobre a refeição livre.

Ela relatou que a refeição liberada terminou em dor e horas dependente do banheiro, e a resposta foi que aquilo era justamente o esperado, e que quando alguém relata que nada aconteceu, gera desconfiança.

Discordo, e por dois motivos.

Do ponto de vista fisiológico, mal estar depois de um volume grande de comida em quem passou semanas comendo pouco é previsível e não prova adesão nenhuma. Prova apenas que o volume foi grande.

Do ponto de vista do comportamento alimentar, tratar o sofrimento como confirmação de que a pessoa foi disciplinada amarra comida a punição. Ela mesma, em outra passagem, tinha recebido a orientação de não sentir culpa em comer, e essa era a orientação certa. As duas não cabem juntas.

Vale ainda a aritmética: duas horas de comida livre não é uma refeição, é uma janela, e ela pode devolver boa parte do saldo da semana. Isso, aliás, entra direto na conta do peso que subiu.

A quarta é sobre a comparação entre açúcar e cocaína que circulou no tópico.

Aquilo vem de estudos com roedores em esquemas de acesso intermitente, e a leitura de que açúcar seria mais viciante que cocaína não se sustenta como conclusão sobre pessoas. O que a evidência humana descreve é um padrão de comportamento alimentar, e não uma dependência química de um nutriente. Açúcar em excesso é problema por outras razões, que são suficientes e reais. Não precisa de metáfora de droga, e a metáfora tem um custo: ela alimenta exatamente a culpa que atrapalha quem já tem uma relação difícil com comida.

Agora um ponto de saúde específico dela, que apareceu no primeiro post e nunca mais foi mencionado.

Ela informou duas doenças autoimunes: psoríase não controlada e alopecia controlada.

A psoríase merece registro porque ela tem associação estabelecida com síndrome metabólica e com risco cardiovascular aumentado. Ou seja, no caso dela, perfil lipídico, pressão e glicemia pesam mais do que pesariam na média, e essa é uma razão adicional para acompanhar esses exames. Vale também um detalhe prático: lesões de psoríase podem surgir em áreas de trauma cutâneo, e muay thai é um esporte de atrito e impacto na pele. Se ela notar lesão nova em ponto de fricção, é informação útil para o dermatologista, e não motivo para parar.

A alopecia importa por outro motivo, e é o que eu diria antes de qualquer conversa sobre hormônio, que era para onde o tópico estava caminhando no fim.

Entre os efeitos androgênicos, acne, oleosidade e retenção regridem quando se para. A queda de cabelo de padrão androgenético em mulher, não. Uma vez que o folículo miniaturiza, ele não volta sozinho, e o tratamento depois é longo e parcial. Para quem já tem histórico de alopecia, esse é o item que pesa mais, e ele já está na mesa dela.

Fecho com dois créditos que ela merece.

O primeiro é o método. Onze atualizações, fotos padronizadas, avaliação de dobras cutâneas feita sempre pela mesma pessoa, registro do dia do ciclo. Isso é melhor do que a maioria dos acompanhamentos pagos.

O segundo é uma decisão dela que aparece no meio do tópico e que eu acho a mais madura de todas. Ela contou que todos os ginecologistas a quem foi receitaram método hormonal, que ela não queria hormônio, que insistiu no DIU de cobre e que foi questionada de novo no dia da inserção. Ela manteve a escolha.

Método não hormonal de alta eficácia, escolhido com informação, por alguém que já tinha razões para evitar hormônio. Foi a decisão certa e ela precisou repetir três vezes para ser ouvida.

Para quem quiser montar a dieta com os números na mão, o site tem um gerador de dieta em https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/dieta/ , que serve como ponto de partida para ajustar com acompanhamento.

As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.

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