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Crescimento de adolescente e musculação

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Cara não influência em nada a idade e altura começei a malhar com 15 anos e na epoca td mundo dizia qe eu tava loko tao novo e pegando pesado mais acredite se vc tiver um acompanhamento certo não tem problema nenhum "agora cuidado com a sobrecarga aee sim prejudica seu crescimento pq daee vem as lesões, posturas erradas a maiorias dos erros rsrsrs espero ter ajudado e a proposito eu tinha 1,60 quando começei a malhar hj tenho 1,71 com 22 anos !!

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  • Everton Santos
    Everton Santos

    Peso é relativo cara. 8Kg pra vc pode ser o limite pra fazer 8 repetições e pra outra pessoa da mesma idade, peso, sexo, tempo de treino, somatotipo..... pode ser só o aquecimento. A intensidade é o

  • Sua NUTRICIONISTA?? Ela não tem nossão do que esta falando, ela intende é de alimentação. Não tem a menor base de cinesiologia, biomecanica e treinamento pra tar falando isso. Intensidade tem r

  • Fernando Bull
    Fernando Bull

    Cara ja fui em vários médicos, fiz exames de pulso, e todos falaram que musculação não faz parar de crescer, entrei na musc com 1,77 hj to com 1,80 e isso q meus pais sao menores que eu. Isso vai da

  • Autor

Cara eu realmente to em dúvida sobre isso , diminuí TODAS as cargas dos meus exercicios , pois ainda tem muita gente que é especialista no assunto que diz isso:

"Musculação na adolescência

Antes dos 16 anos de idade, a prática pode causar lesões, micro-fraturas, problemas nas articulações, nos ligamentos e comprometer o crescimento.

Todo mundo sonha em ter um corpo bonito, com músculos definidos e fortes. E a musculação é uma atividade física que proporciona esse físico sarado com eficiência. Porém, segundo o consultor esportivo José Rubens DElia*, adolescentes menores de 16 anos não devem praticar este tipo de atividade.

"Como o organismo ainda está em desenvolvimento , a musculação pode causar lesões, micro-fraturas, problemas nas articulações, nos ligamentos e comprometer o crescimento do jovem", alerta ele.

Além disso, musculação em pessoas muito jovens pode acarretar um desvio postural e problemas nos ossos ainda em desenvolvimento, que são pressionados pelos músculos trabalhados.

Porém, se você completou 16 anos pode começar a treinar, com a orientação de um personal trainer, sempre dando ênfase aos exercícios de resistência e não aos de força. Os exercícios de resistência têm cargas menores (até 60%) e maior número de repetições .

Já os exercícios de força são aqueles que utilizam cargas elevadas (de 70% a 100% da capacidade máxima de cada pessoa) e com poucas repetições. "Estes só devem ser feitos por adultos treinados", diz DElia.

Ah! E nada de correr para a sala de ginástica do seu prédio e puxar ferro por conta própria, sem aorientação de um profissional. O resultado pode ser desastroso, com dores, desvio na coluna e problemas de crescimento.

Vale lembrar que existem inúmeras alternativas disponíveis para quem gosta de malhar. O especialista recomenda a natação , por trabalhar todos os músculos: peitoral, ombros, braços, pernas, glúteos, abdômen e ainda aumentar a resistência e o condicionamento físico.

O melhor mesmo para ficar com o corpo sarado é buscar um esporte que você goste e se dedicar a ele. E, claro, mantenha uma alimentação saudável e equilibrada, que contenha legumes, verduras, frutas, carnes magras e cereais integrais.

*José Rubens DElia, fisiologista do exercício, consultor esportivo e preparador físico do velejador heptacampeão Robert Scheidt."

  • 9 anos depois...
  • 6 anos depois...

Esse é um dos medos mais antigos da musculação e ele já foi respondido pela literatura. Vale deixar a resposta escrita, porque o tópico continua sendo encontrado por adolescente preocupado e por pai preocupado.

Treino de força bem orientado não interrompe o crescimento. A Academia Americana de Pediatria afirma que programas de treinamento resistido bem elaborados não têm efeito negativo aparente sobre o crescimento em estatura nem sobre a placa de crescimento em crianças e adolescentes, e revisões posteriores chegam à mesma conclusão. Não existe estudo mostrando que levantar peso com supervisão reduza a altura final.

De onde veio o medo. Da preocupação legítima com lesão da placa epifisária, que é a região de cartilagem onde o osso cresce. Fratura ali existe, mas os dados mostram que ela é bem mais frequente em esportes de contato e em quedas do que em treino de força supervisionado. E o mecanismo de lesão descrito é impacto ou carga máxima com técnica ruim, não treino regular com progressão.

Ou seja, o professor está mais próximo do correto do que a nutricionista nessa questão específica. Vale dizer, com respeito à profissional, que essa recomendação era o consenso de décadas atrás e mudou com os dados que apareceram depois.

Agora a parte útil, que é o que realmente merece cuidado nessa idade.

O @Everton Santos deu a resposta certa e ela ficou sem ser entendida. Quando ele fala em intensidade, ele quer dizer o quanto aquele peso é difícil para aquela pessoa, e não o número em quilos. Oito quilos na rosca pode ser leve para um e limite para outro. Por isso a orientação de não passar de cinco quilos no bíceps não faz sentido como regra, e o próprio adolescente percebeu isso sozinho ao dizer que não poderia ficar em cinco quilos para sempre. Progressão de carga é parte do treino, inclusive na adolescência.

O que deve ser evitado nessa fase é bem definido e é outra coisa. Tentativa de carga máxima, ou seja, ver quanto se levanta em uma repetição. Levantamento olímpico com técnica não consolidada. Treino sem supervisão. E, principalmente, execução ruim sob carga alta, que é o que de fato machuca em qualquer idade. Séries na faixa de oito a quinze repetições, com técnica boa e progressão gradual, são seguras e recomendadas.

Sobre a preocupação com a altura em si, vale separar o que depende do treino e o que não depende. A altura final é determinada principalmente pela genética, e a estimativa que ele recebeu, entre um metro e setenta e um metro e setenta e três, é compatível com a altura dos pais. O que realmente pode prejudicar o crescimento não é a academia, é comer pouco. Adolescente em fase de estirão que treina e não come o suficiente compromete crescimento e maturação, e isso sim está documentado. Ou seja, o cuidado com a nutricionista deveria estar voltado a garantir calorias e proteína suficientes, e não a limitar o peso da rosca.

Duas recomendações práticas para quem está nessa situação. Sono é a variável mais subestimada, porque o hormônio do crescimento é liberado principalmente durante o sono profundo, e adolescente dormindo mal está atrapalhando muito mais o próprio crescimento do que qualquer barra. E acompanhamento de rotina com pediatra ou endocrinologista, com curva de crescimento e, se houver dúvida, idade óssea por radiografia de mão e punho, resolve a ansiedade de forma objetiva, mostrando quanto ainda resta de crescimento.

Por fim, uma observação que vale mais que o resto. Ele disse que estava pensando em parar de treinar por causa desse medo, sendo que treinar é o que ele mais gosta de fazer. Seria uma escolha ruim baseada em uma informação incorreta. Treino de força na adolescência, com supervisão, melhora força, densidade óssea, desempenho esportivo e reduz risco de lesão.

As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.

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