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(AJUDA) PRIMEIRO CICLO DURATESTON.

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Bom galera, venho pesquisando sobre ciclos a 3 meses e resolvi montar o meu protocolo. Tenho 1,88 e 85 kg com aproximadamente 12 % de bf.. irei fazer um ciclo basico de apenas durateston pra dar um "up", ja fiz exames e está tudo certo. Quando efetuei a compra da dura tinha acabado as famosas duratestonland que vem em ampolas e so tinha em bujao de 10 ml(chamado durateston plus) ate ai tudo bem, fiz a compra de uma fonte confiavel e realmente parece ser tudo original com a bula e etc .. Uma dura normal possui : 

30mg de proprianato                                   60mg de fenilproprianato                           60mg de isocaproato                                   100mg de caproato

E uma durateston plus possui :

50mg de proprianato                                     100mg de fenilproprianato                           100mg de isocaproato

Queria saber se alguem do forum ja fez o uso ou alguem que entenda do assunto possa me explicar a mudanca que acarretara com a retirada desse ester e o aumento da dose dos outros.

 

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  • Não mudará nada, são ésteres diferentes de testosterona que no final terão as mesmas 250mg de testosterona por dose.

  • Como Locemar disse, serão 250mg de testo da mesma forma. O que vai variar é a meia vida dos ésteres e o tempo de reação deles no seu organismo. Uma dúvida, essa Durateston "Plus" é da Landerlan Gold?

  • Geralmente a meia vida dos componentes da durateston comum são: Propionato: 2 dias Fenilpropionato: 3 dias Isocaproato: 4 dias Decanoato: 7 dias Retirando as 100mg do decanoato restarã

18 horas atrás, Pedro antonioo disse:

parece ser tudo original com a bula e etc ..

Como Locemar disse, serão 250mg de testo da mesma forma. O que vai variar é a meia vida dos ésteres e o tempo de reação deles no seu organismo. Uma dúvida, essa Durateston "Plus" é da Landerlan Gold? Embora tenha Bula e talz creio que este lab seja under. Apenas com exames durante e pós ciclo terá a certeza se o produto é bom :happy:

Editado em por davimendes

18 horas atrás, Pedro antonioo disse:

mudanca que acarretara com a retirada desse ester e o aumento da dose dos outros.

Geralmente a meia vida dos componentes da durateston comum são:

Propionato: 2 dias
Fenilpropionato: 3 dias
Isocaproato: 4 dias
Decanoato: 7 dias

Retirando as 100mg do decanoato restarão apenas os outros 3 componentes tornando assim um blend de meia vida total mais curta.

Lembrando que ésteres mais curtos, geram colaterais mais rápidos 

Editado em por davimendes

  • Autor
9 horas atrás, davimendes disse:

Como Locemar disse, serão 250mg de testo da mesma forma. O que vai variar é a meia vida dos ésteres e o tempo de reação deles no seu organismo. Uma dúvida, essa Durateston "Plus" é da Landerlan Gold? Embora tenha Bula e talz creio que este lab seja under. Apenas com exames durante e pós ciclo terá a certeza se o produto é bom :happy:

Sim, é da landerlangold .. por isso tava perguntando se alguem do forum ja fez o uso.

  • 2 anos depois...
  • 6 anos depois...

A pergunta do @Pedro antonioo é boa e a resposta que ficou está incompleta. O @davimendes acertou o essencial, que é a mudança de meia vida, e o @Locemar acertou que não muda a substância. Mas a frase de que dá na mesma, porque são as mesmas duzentas e cinquenta miligramas de testosterona, tem um problema de aritmética que vale corrigir, porque ele aparece em muita conta por aqui.

O rótulo não declara duzentos e cinquenta miligramas de testosterona. Ele declara duzentos e cinquenta miligramas de ésteres de testosterona. O éster é uma cauda química pendurada na molécula, e ela pesa. Numa ampola clássica, com trinta de propionato, sessenta de fenilpropionato, sessenta de isocaproato e cem de decanoato, a testosterona de fato entregue fica em torno de cento e setenta e seis miligramas. O resto, umas setenta e quatro miligramas, é peso de éster.

E daí sai a resposta exata para a sua pergunta. Quanto mais longo o éster, mais ele pesa e menos testosterona sobra por miligrama. O decanoato é o mais pesado dos quatro. Ao tirar as cem miligramas de decanoato e redistribuir para propionato, fenilpropionato e isocaproato, a versão que você comprou entrega um pouco mais de testosterona nas mesmas duzentas e cinquenta miligramas totais, não a mesma coisa. A diferença é de cerca de dez a quinze por cento a mais de hormônio por aplicação. Não é enorme, mas não é nada, e vai no sentido contrário do que se imagina.

A consequência prática, porém, é bem maior que essa, e é sobre o intervalo. Sem o decanoato, que é o componente que sustenta o nível na segunda semana, a mistura vira de ação curta, com o mais longo dos três restantes na casa de quatro dias. Aplicar uma vez por semana, que é o hábito herdado da versão original, produziria pico alto nos primeiros dias e queda evidente no fim do intervalo, com oscilação de humor, libido e disposição. Com essa composição, a aplicação precisa ser mais frequente, duas ou três vezes por semana, e não uma. Esse é o ajuste que a troca exige.

Duas ressalvas honestas sobre esses números. Todos eles valem para o que está escrito no rótulo. Produto de laboratório sem registro não tem essa composição auditada por ninguém, então a conta é sobre o papel, não sobre o frasco. E o único jeito de saber o que realmente entrou é exame de sangue durante o uso, como o próprio davimendes disse.

E aproveito para falar com o @Fábio monsores, que escreveu depois. Um mililitro por semana em cruze eterno, aos quarenta e um anos, não é cruise. Cruise é dose de reposição, e essa é bem acima disso, aplicada indefinidamente. Uso permanente muda completamente quais são os riscos relevantes, e o principal deles é silencioso.

O que mais preocupa nessa configuração é o hematócrito. Testosterona aumenta a produção de glóbulos vermelhos, o sangue engrossa, e isso sobe mais em quem tem mais idade. Acima de cinquenta e quatro por cento a conduta é intervir, e existe evidência de que passar de cinquenta e dois no primeiro ano é fator de risco independente para eventos cardiovasculares e trombose. Isso não dá sintoma. A pessoa só descobre no hemograma, ou não descobre. E vale um alerta específico: se você ronca alto, tem sono não reparador ou apneia, esse fator soma com a testosterona e o hematócrito sobe mais ainda.

Então, em uso contínuo, o mínimo é hemograma com hematócrito, perfil lipídico completo, glicemia, PSA a partir dos quarenta, pressão medida em casa, e um hormonal com testosterona total e livre e estradiol. A recomendação para quem faz reposição é checar aos três meses, aos seis, aos doze e depois uma vez por ano. Em quem usa dose acima disso, com mais razão ainda. Vamos ver no que vai dar é uma frase divertida, mas o hemograma custa pouco e responde antes.

As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.

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