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Ciclo Propionato de testo + Oxan + GH

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Sim, vou tentar fazer exame amanhã se tiver aberto.

Negativo, nada se álcool, no momento nenhum remédio, as vezes pra dar um gas pré treino, tomo somente um franol antes do treino.

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  • desculpe a franqueza... Porem vai usar tudo isso e depois vai fazer tpc ? Péssima escolha das drogas se intuito era volumizar...bf alto para bulk vc já passou dos 30 restart do eixo pode não

  • Boa tarde, galera seguinte, tava olhando pra trocar a oxan manipulada pela landerlan, como foi comentado anteriormente sobre ser drogas inadequadas para meu objetivo, pensei em vez de adquirir oxan La

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    Realmente está um ciclo caro e ruim Cintura 84 para 1,74m ??? Posta foto para podermos te ajudar, pois acho que o Bf está alto.

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14 minutos atrás, Apollo Galeno disse:

A resposta de TODOS os seus sintomas!!

Eureka......

 

Sabia que o Sr já falar isso, rsrs

 

Problema que eu já tava sentindo esses sintomas antes de usar o franol, só experimentei pq a efedrina é um broncodilatador, achei que poderia me ajudar nessa falta de ar, mas nada disso aconteceu.

  • 1 mês depois...
Em 04/03/2019 em 19:45, RQS disse:

Sim, vou tentar fazer exame amanhã se tiver aberto.

Negativo, nada se álcool, no momento nenhum remédio, as vezes pra dar um gas pré treino, tomo somente um franol antes do treino.

Rapaz, onde você compra o franol?

 

  • 7 anos depois...

Volto a esse tópico por causa de uma coisa que o @RQS relatou em março e que ficou sem investigação: falta de ar.

Ele contou que estava com falta de ar, que já sentia isso antes, e que resolveu experimentar Franol porque a efedrina é broncodilatadora e imaginou que fosse ajudar. Não ajudou. O @Apollo Galeno atribuiu os sintomas ao Franol, e ele respondeu, corretamente, que os sintomas vieram antes.

Falta de ar em alguém que estava naquele momento aplicando 400 mg de testosterona por semana havia sete semanas, mais hormônio do crescimento, tem uma hipótese que precisa ser afastada antes de qualquer outra, e ela sai num exame de dez reais.

Testosterona aumenta a produção de glóbulos vermelhos. O mecanismo é conhecido: estimula eritropoetina e suprime hepcidina e ferritina. O resultado é hematócrito alto, sangue mais viscoso e pior circulação.

Homens em tratamento com testosterona têm cerca de quatro vezes mais chance de ultrapassar 50 por cento de hematócrito, e as diretrizes orientam suspender acima de 54 por cento até normalizar. Os sintomas dessa hiperviscosidade incluem exatamente falta de ar, dor de cabeça, tontura, vermelhidão de face e cansaço.

E há a hipótese mais grave da mesma família: androgênios são fator de risco reconhecido para tromboembolismo venoso, por essa mesma via somada ao aumento da agregação plaquetária. Falta de ar de início relativamente rápido é o sintoma que exige afastar embolia pulmonar.

O hormônio do crescimento contribui por outro caminho, com retenção de líquido.

Nada disso foi olhado, e o exame é um hemograma comum.

E aqui está o problema da conduta que ele adotou: tomar broncodilatador para uma falta de ar de causa desconhecida trata o sintoma e apaga o aviso. Pior, a efedrina e a teofilina do Franol somam trabalho cardíaco a um sistema que pode estar circulando sangue mais viscoso do que deveria. É a combinação menos indicada justamente naquele cenário.

Os sinais que exigem atendimento no mesmo momento: falta de ar que piora, dor no peito, dor ou inchaço em uma panturrilha só, tosse com sangue, palpitação e desmaio.

Respondendo também ao @afsrj, que perguntou no fim do tópico onde comprar Franol: ele é medicamento, com efedrina na lista de substâncias precursoras da Anvisa, e exige receita médica. Não vou orientar caminho de compra. E, no contexto deste tópico, ele estava sendo usado para mascarar um sintoma que precisava de diagnóstico.

Agora o segundo ponto que ficou em aberto.

Em março ele postou um exame e escreveu que achou a testosterona baixa para quem aplicava 400 mg de deposteron por semana havia sete semanas.

Há duas explicações possíveis, e elas se separam facilmente.

A primeira é o momento da coleta. O cipionato tem meia vida em torno de oito dias, e a curva entre uma aplicação e a seguinte tem pico e vale. Uma dosagem colhida perto do vale mostra um número muito menor do que a mesma pessoa teria dois dias após a aplicação. Sem informar quantos dias se passaram desde a última injeção, o resultado não significa nada.

A segunda, se a coleta foi feita em um bom momento e o número ainda assim veio baixo, é que o produto não é o que o rótulo diz.

Para separar, basta repetir padronizando: colher sempre no mesmo dia do intervalo, de preferência dois dias após a aplicação, e comparar.

Agora sobre a montagem do ciclo, e aqui eu discordo de uma decisão que ele tomou.

Ele escreveu que pagou um endocrinologista e depois, pesquisando, concluiu que a maioria não entende de ciclo, e mencionou com ironia que o médico queria que ele usasse oxandrolona por quatro meses junto com o hormônio do crescimento.

Essa proposta do médico é, na verdade, mais coerente com a farmacologia envolvida do que o protocolo que ele acabou seguindo.

O hormônio do crescimento só produz mudança relevante de composição corporal ao longo de meses. Os ensaios clínicos medem resultado em seis a doze meses. Um protocolo de oito semanas com hormônio do crescimento não dá tempo de acontecer nada, e ele estava usando 2 UI por dia, que é dose baixa. O @davidevh apontou isso corretamente.

Ou seja, o médico estava propondo o tempo compatível com a droga mais lenta do conjunto. O fórum, e depois o próprio autor, comprimiram tudo em oito semanas.

E a dose de oxandrolona que ele levou adiante, 60 mg por dia, é o triplo do teto de bula, que é 20 mg. A proposta médica de dose menor por mais tempo é justamente o desenho com menos efeito adverso por unidade de resultado, porque a hepatotoxicidade e a queda de HDL crescem com a dose.

Não estou dizendo que todo médico acerta. Estou dizendo que, nesse caso específico, o que ele descartou como desconhecimento era provavelmente a parte mais bem fundamentada da conversa.

Duas observações menores.

A primeira é a que o usuário cujo perfil hoje está desativado levantou sobre a cintura de 84 cm para 1,74 m, e a preocupação era pertinente. Quanto maior o tecido adiposo, maior a atividade da aromatase, maior a conversão de testosterona em estradiol. Quem entra em ciclo com percentual mais alto aromatiza mais e retém mais, e o exame que acompanha isso é o estradiol, de preferência por método sensível, porque os imunoensaios comuns perdem precisão nas concentrações masculinas.

A segunda é sobre a frase que aparece em quase todo tópico do fórum e que apareceu aqui duas vezes: já comprei tudo, não tem o que fazer.

Tem. Produto comprado não é compromisso assumido, e o custo de guardar ou perder o valor é sempre menor que o custo de levar adiante um protocolo que a pessoa já sabe que está mal desenhado.

Por fim, o essencial, e é o que eu levaria deste tópico: ele teve um sintoma cardiorrespiratório durante o uso, tentou resolver sozinho com um broncodilatador de farmácia, e o hemograma nunca foi feito. Se houver uma única coisa a fazer, é essa.

Para quem quiser entender quais exames costumam entrar antes, durante e depois, e em que momento cada um significa alguma coisa, o site tem um orientador de protocolo hormonal simulado em https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ . A saída é simulada e serve como rascunho de estudo, não como prescrição.

As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.

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