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CICLO LONGO Deca 600mg + Dura 500mg

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Salve galera!!

Então, vou dar uma breve explicação, meu primeiro ciclo a bastante tempo atrás foi de dura, com ganhos pequenos, ai após 1 ano fiz de deca e dura, originais e obtive resultados bem exprecivos... porém era nacional, usava 200mg por semana, até a grana acabar, ou seja, usei apenas 2 meses de deca...

Conforme a foto da piscina, esse havia sido meu resultado. Dito isso, fiz um ciclo longo de deposteron pois era a única droga legítima disponível aqui no Brasil, então após algum tempo eu resolvi para tudo por 1 ano, deixar o organismo descansar e retomar atividades. De 71kg, cai para 67kg e a força eu perdi muito.

 

Eu sou uma pessoa que gosta de planejar, comecei a lidar com comida nesse tempo, então as entregas delivery de marmitas, resultou em uma marmitaria fisica e depois restaurante... E eu fiz isso justamente para não falhar na dieta que é o ponto forte e mais caro de um ciclo.

Dito isso vamos lá:

Essa é a minha ideia...

600mg deca

500mg dura

Duracao: 20 semanas

Depois... enantato + Diana + boldenona como Cruise por 12 semanas

Finalizando com propianato de testo + masteron + trembolona por 16 semanas

Vou postar em breve o formato da dieta bem como fotos...

A ideia desse post foi porque não achei nada com relatos de deca 600mg

Estou aberto a dicas e debates

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  • 6 anos depois...

@MonsterXz, o @Apollo Galeno pediu a padronização e você não voltou, mas o plano que você postou tem três coisas que valem resposta mesmo sem os dados completos, porque elas não dependem do seu peso nem da sua dieta. E vou começar reconhecendo o que você fez de melhor, que é raro por aqui: montar a estrutura de alimentação antes, a ponto de virar restaurante. Você acertou no diagnóstico de que a dieta é o ponto caro. Justamente por isso vale não estragar o resto.

Primeira coisa, e é a mais séria. O que você chamou de cruise não é cruise. Cruise é dose baixa de testosterona sozinha, no nível de reposição, exatamente para dar descanso ao organismo entre fases pesadas. O que você escreveu como cruise foi enantato mais dianabol mais boldenona. Isso é outra fase pesada, com um oral hepatotóxico no meio. Somando o seu plano inteiro, são vinte semanas, mais doze, mais dezesseis: quarenta e oito semanas seguidas, quase um ano sem nenhum intervalo real. Só que o plano não está descrito assim, está descrito como se tivesse pausa. É importante enxergar isso com o nome certo antes de decidir, porque a decisão que você está tomando é bem maior do que a que está escrita.

Segunda coisa, a proporção. Seiscentos de nandrolona com quinhentos de testosterona deixa a nandrolona como composto principal. Isso é o desenho que mais produz o problema clássico dela: libido no chão, ereção ruim e humor estranho no meio do ciclo, com a testosterona altíssima no exame. A nandrolona tem atividade no receptor de progesterona, e é isso que abre essa porta. A prática mais defensável é manter a testosterona igual ou acima da nandrolona, e não o contrário. E repare que você mesmo relatou bons ganhos antes com duzentos por semana de nacional. Ou seja, na única vez em que a coisa funcionou bem para você, a dose foi uma fração disso.

E aqui um detalhe que muita gente usa como justificativa e que na verdade é o argumento contra. Existe estudo bem feito mostrando que o ganho de massa magra sobe junto com a dose de testosterona, sem estabilizar até seiscentos miligramas por semana. Isso é verdade e eu não vou fingir que não é. Só que o que sobe junto não é só o ganho, é a conta: hematócrito, pressão, HDL no chão e coração. E, diferente do músculo, boa parte dessa conta não é recuperada quando você para.

Terceira coisa, o que quarenta e oito semanas contínuas fazem que oito não fazem. O trabalho que comparou levantadores de peso usuários e não usuários com ecocardiograma e angiotomografia encontrou função sistólica do ventrículo esquerdo mais baixa nos usuários, com fração de ejeção média em torno de cinquenta e dois por cento contra sessenta e três nos não usuários, e volume de placa nas coronárias proporcional aos anos acumulados de exposição ao longo da vida. Repare no que essa última parte diz: a variável que mais pesa não é a dose de uma fase, é o tempo somado. E, em outro estudo, ex usuários de longa data ainda apresentavam disfunção, ou seja, não é tudo reversível parando. Um plano de quarenta e oito semanas seguidas é, literalmente, o desenho que mais acumula essa variável.

Sobre o que motivou o plano, tem uma leitura errada ali que eu corrigiria. Você parou um ano, caiu de setenta e um para sessenta e sete quilos e perdeu muita força, e a conclusão parece ter sido que precisa de muito mais para recuperar. É o contrário. Massa já construída volta muito mais rápido do que foi conquistada, e isso tem base: as fibras retêm núcleos celulares adquiridos no período anterior, e o retorno é acelerado por isso. Quatro quilos perdidos em um ano parado é pouco, e a maior parte do que você sentiu foi perda de força por destreino, que volta em semanas. Ou seja, você está prestes a usar uma artilharia enorme para recuperar algo que voltaria com treino consistente e a dieta que você já domina.

O que eu faria no seu lugar. Primeiro, tratar o retorno como retorno: dois a três meses treinando limpo, para recuperar carga e peso, e só então avaliar o quadro real. Segundo, se a decisão for usar, desmontar o encadeamento de quarenta e oito semanas e pensar em uma fase única, com tempo definido, testosterona como base e a nandrolona, se entrar, em dose menor que a dela. Terceiro, e sem isso nada do resto se sustenta, exames.

Como o seu histórico já é longo, essa parte importa mais para você do que para um iniciante. Antes de começar: hemograma completo olhando hematócrito e hemoglobina, perfil lipídico completo, função hepática com gama GT e bilirrubinas, glicemia e hemoglobina glicada, função renal com creatinina e ureia, pressão medida em casa por vários dias, e um hormonal com testosterona total e livre, LH, FSH, estradiol e prolactina. E, com o tempo de uso que você já tem, um ecocardiograma vale muito mais do que qualquer suplemento da sua lista. Ele custa pouco e é o único exame que enxerga o que os outros não mostram.

As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.

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