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Stanozolol Oleoso! Onde Aplicar? Qual Agulha? É Normal Muita Dor no Local?

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Mais se realmente a febre for do stano, o que devo fazer?

Parar ou continuar mesmo dando febre.

Algumas pessoas que vi, com a febre aparentemente causada pelo produto, insistiram na continuação do uso do produto, e tiveram com o tempo a febre descontinuada, mas isso na verdade não seria muito indicado, pois se você perceber que a febre continua sem outra causa aparente, podemos sim dizer que a causa é o produto. Ai você pode fazer um teste, pois como o Estano que está usando comenta-se ter também uma meia-vida curta como o Estano aquoso, suspendendo o uso você logo iria poder testar se a febre descontinua(alguns poucos  dias), e descontinuando nesse caso podemos constatar que é mesmo o Estano o causador da febre.

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  • Moderador

Eu mesmo já tive essa febre e no caso não tem muito o que fazer. Eu tomei tylenol no começo pois tinha febre apenas pela manhã e depois ela melhorava. Após umas 2 ou 3 semanas a febre parou. A opção é aguentar ou....desistir.

O problema é ficar colocando mais droga no organismo pro fígado aguentar, mas....a decisão é sempre de cada um.

  • 2 anos depois...
Em 28/10/2015 em 01:25, Schynzo disse:

O que eu pposso fazer então é mandar 50mg TSD ou 100mg DsDn  (só que em duas aplicações e músculos diferentes)

Boa noite galera . 

Brother , apliquei stanozolol oleoso e depois não senti dor , incômodo ou qualquer outra coisa , isso é normal pois varia do corpo de cada um ? Ou tem algo de errado ?

Editado em por Rafael borja

2 horas atrás, Rafael borja disse:

Boa noite galera . 

Brother , apliquei stanozolol oleoso e depois não senti dor , incômodo ou qualquer outra coisa , isso é normal pois varia do corpo de cada um ? Ou tem algo de errado ?

Stanozolol oleoso tende a ser bem menos dolorido. Isso depende mais da qualidade do sal, da maneira e dos compostos usados na preparação.

  • 8 anos depois...

@Schynzo, esse tópico resolveu bem a parte da dor e normalizou a parte da febre. É a segunda que precisa de revisão, porque a conclusão coletiva foi "é do stano, aguenta ou desiste", e esse raciocínio tem um buraco.

Começo pelo que o tópico acertou, que não é pouco.

A dor do stanozolol aquoso tem explicação física: ele é uma suspensão de microcristais, não uma solução. Os cristais não se dissolvem no tecido — eles ficam lá, produzindo reação inflamatória local até serem lentamente removidos. É por isso que dói mais que óleo, e é por isso que @Toxi está certo ao dizer que a versão oleosa costuma doer muito menos: ali o veículo é outro.

E a sua observação de que a dor apareceu na frente da coxa, e não no ponto da aplicação, também tem explicação: o material se distribui ao longo dos planos entre os músculos, e a inflamação acompanha esse caminho. Não significa que você errou o alvo.

As soluções propostas foram boas — fracionar em 1 mL, alternar sítios, dar tempo para o local se recuperar. Vale acrescentar que o deltoide, que o @Mestre citou como exemplo ruim, é realmente a pior escolha possível para suspensão cristalina: é o menor dos sítios, tolera cerca de 1 mL, e é onde o volume e o cristal têm menos espaço para se dispersar. O caso do rapaz que ficou sem mexer o braço não é exagero.

Agora a febre.

Vocês três relataram o mesmo quadro — @Schynzo, @Locemar e @ficagrandeporra — e concluíram que é característica do produto. Pode ser. Reação inflamatória sistêmica a suspensão cristalina existe e produz febre. Mas repare em como a conclusão foi construída: três pessoas com o mesmo sintoma, nenhuma investigou, e o fato de ter passado sozinha foi tomado como prova de que era inofensiva.

Existem pelo menos três explicações compatíveis com o que vocês descreveram, e elas têm condutas completamente diferentes.

A primeira é a reação inflamatória estéril aos cristais. Essa febre é travada no tempo: ela aparece nas primeiras horas após cada aplicação e cede antes da seguinte. Se você marcar num papel o horário de cada aplicação e o horário de cada pico de febre, o padrão fica evidente.

A segunda é infecção de sítio de injeção. E aqui a diferença crítica: ela acompanha dor local que piora em vez de melhorar, vermelhidão que se espalha, calor, endurecimento ou sensação de líquido sob a pele. Febre isolada sem nada disso torna a infecção menos provável — mas o seu caso tinha dor forte junto, o que impedia essa conclusão no momento em que foi tirada.

A terceira é a que ninguém levantou e que explica melhor uma febre que se arrasta por duas ou três semanas em vários usuários diferentes: contaminação do produto. Preparação injetável feita fora de ambiente estéril pode carregar material pirogênico mesmo sem bactéria viva — resíduos que produzem febre por si próprios. Isso não fica localizado, não gera abscesso, e dá exatamente o quadro descrito: febre recorrente, sem foco, que some quando o frasco acaba. @Locemar chegou perto disso ao dizer que é característico "dependendo do laboratório". Essa frase merecia mais peso do que teve: se depende do laboratório, não é propriedade da molécula — é propriedade daquele frasco.

Agora a parte que mais me preocupa no tópico, e é sobre o antitérmico.

@Mestre sugeriu dipirona em vez de paracetamol pela sobrecarga hepática, e o raciocínio sobre o fígado é legítimo em quem usa oral 17-alfa-alquilado. Mas a dipirona tem um risco próprio que precisa ser dito: ela pode causar agranulocitose, que é a queda severa dos neutrófilos. É raro e não depende de dose, mas o risco parece aumentar com a duração do uso.

E aqui está o encadeamento perigoso. A agranulocitose induzida por dipirona se apresenta justamente com febre, dor de garganta, aftas e mal-estar — os mesmos sintomas que levariam a pessoa a tomar mais dipirona. Ou seja: alguém com febre de origem não esclarecida, tomando dipirona por semanas, pode entrar num quadro em que o remédio produz o sintoma que ele está sendo usado para tratar, e a piora é interpretada como "a febre não passa".

@Schynzo, você relatou febre e, num tópico anterior aqui do fórum, outro membro relatou febre com dor de garganta junto. Essa combinação, em quem usa dipirona com frequência, é motivo de hemograma. Não de mais um comprimido.

E tem o problema de fundo: tomar antitérmico para suprimir uma febre que você não sabe de onde vem apaga o único sinal que você tinha para acompanhar. Se a origem for infecciosa, você não some com a infecção — você some com o aviso dela.

Então o que eu faria, e o que fica registrado para quem chegar aqui com o mesmo quadro:

Anotar o horário de cada aplicação e de cada pico de febre. Se o padrão for travado nas primeiras horas após cada aplicação, isso aponta para reação aos cristais. Se a febre for aleatória, arrastada ou acompanhada de calafrio, não aponta.

Procurar atendimento sem hesitar diante de: febre acima de 38 graus que persiste, vermelhidão que se espalha, calor local, endurecimento, dor que piora após 48 horas, dor de garganta ou aftas junto, ou sensação de estar muito mal no geral.

Hemograma completo. Ele responde de uma vez pela infecção e pela agranulocitose, e custa pouco.

E @Rafael borja, respondendo o que você perguntou: não sentir dor com o stanozolol oleoso não indica nada de errado. É o comportamento esperado do veículo oleoso. Dor não é medida de que o produto está funcionando — nesse caso é medida de qual cristal foi colocado dentro de você.

As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.

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