Tudo postado por Cláudio Chamini
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Dúvida sobre ciclos e aplicações
@flamenguistani, pelo que você descreveu depois, dor que passa antes da aplicação seguinte, o quadro combina com a dor pós-aplicação comum dessas duas drogas, como o @Apollo Galeno disse. O propionato é conhecido por irritar o músculo, e o stanozolol injetável, por ser uma suspensão aquosa de cristais, é talvez o que mais dói entre os esteroides. Aplicando em dias alternados, o músculo mal se recupera e já recebe outra dose. O que costuma ajudar bastante é fazer rodízio de verdade: glúteo direito, glúteo esquerdo, vasto lateral direito e esquerdo, em vez de alternar só entre os dois glúteos. Aplique devagar, com o músculo relaxado, e faça compressa morna e movimento leve depois, caminhar ou alongar o glúteo. Os sinais que diferenciam dor comum de problema são estes: vermelhidão que aumenta, pele quente, inchaço endurecido ou com sensação de líquido por baixo, dor que piora depois de 48 a 72 horas em vez de melhorar, e febre. Qualquer um deles aponta para abscesso, que precisa de avaliação médica e não se resolve sozinho. Com produto de laboratório paralelo, o risco de contaminação é real, e é essa a preocupação do Bravo Costa. A dor na lombar do mesmo lado pode ser o próprio glúteo inflamado, que irradia para essa região. Mas, se aparecer dor descendo pela perna, formigamento ou dormência, a agulha pode ter ficado perto do nervo ciático. Nesse caso, mude o ponto e procure avaliação. O quadrante superior externo do glúteo existe justamente para evitar isso. A dor de garganta não tem relação conhecida com o local da aplicação. Uma exceção: tosse forte, sensação de aperto na garganta ou falta de ar logo depois de aplicar podem acontecer quando uma gotícula de óleo entra num vaso. Costuma passar em minutos, mas é motivo para aspirar antes de injetar e para buscar atendimento se não melhorar. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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FERNANDOphisyque
@FERNANDOphisyque, antes de mais nada, sair de 96 para 72 kg em cinco meses é um resultado muito expressivo, e mostra que a parte mais difícil você já sabe fazer. Enquanto não chegam as informações que o @Apollo Galeno pediu, deixo alguns pontos técnicos que mudam o protocolo. O stanozolol injetável costuma vir a 50 mg por ml em suspensão aquosa. Mesmo com a redução para 1 ml por dia que o @Locemar sugeriu, isso dá 350 mg por semana, uma dose alta. O stano é um dos esteroides que mais derrubam o HDL e está muito associado a dor articular e em tendões, que ficam "secos" justamente numa fase de dieta com pouco carboidrato. E a suspensão aquosa costuma doer bastante na aplicação. Aplicar todos os dias por seis semanas tende a deixar os pontos de aplicação muito doloridos, mesmo com rotação. Uma dose menor, em dias alternados, faz mais sentido para quem volta depois de três anos. Sobre a TPC, há dois ajustes. O propionato é éster curto, então a TPC começa bem mais cedo do que com enantato ou cipionato, em torno de três a quatro dias depois da última aplicação, e não semanas depois. O stano também sai rápido. E clomifeno com tamoxifeno juntos raramente são necessários: os dois agem pelo mesmo mecanismo, e o tamoxifeno sozinho por quatro semanas é o esquema mais usado, com menos queixa visual e de humor. O tribulus não atrapalha, mas também não muda a recuperação do eixo de forma relevante. Se você trabalha em hospital, o conselho do Apollo é o mais fácil de seguir: faça os exames antes. Hemograma, perfil lipídico, TGO, TGP, GGT, creatinina, testosterona total e livre, LH, FSH, estradiol e prolactina. Com o stano, o perfil lipídico no meio do ciclo é o exame mais importante. Para comparar o desenho com auxiliares, TPC e exames de controle organizados, o gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação que serve de base para ajuste: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Lipo 6 black define mais ou emagrece mais?
Para quem chega aqui com a mesma dúvida do @RedratREC e do @veltinhow, vale separar o que o termogênico faz de verdade do que se espera dele. O efeito principal desses produtos vem da cafeína e de estimulantes parecidos. Ela aumenta o gasto energético em alguns pontos percentuais por algumas horas depois da dose, o que na prática significa algo em torno de 50 a 100 kcal por dia, a depender da dose e da tolerância. Soma, mas é pouco perto do que a dieta decide. E boa parte do efeito que as pessoas sentem, como o @Micrz descreveu, é o treino com mais gás. Isso ajuda de forma indireta, porque o treino rende mais. Vale lembrar que a fórmula desses produtos já mudou várias vezes ao longo dos anos, então a experiência de quem usou uma versão antiga não vale necessariamente para a atual. Sobre perder gordura só da barriga: não existe queima localizada, nem com termogênico, nem com abdominal. O corpo tira gordura de todo lugar, numa ordem que é genética, e a barriga baixa e os pneus costumam ser os últimos a sair nos homens. É frustrante, mas significa que a solução é continuar o déficit por mais tempo, não trocar de produto. E um ponto em que discordo do @ippo: dá, sim, para perder gordura e ganhar massa ao mesmo tempo, principalmente em quem está nos primeiros anos de treino ou saiu de uma grande perda de peso, que é exatamente o caso dos dois. A recomposição acontece com proteína alta, déficit pequeno e treino de força com progressão de carga. Perder massa magra, como o @sandrost relatou, costuma ser consequência de déficit grande e proteína baixa, não do termogênico em si. Também não precisa de 60% de proteína como o @Hellfox sugeriu. Algo entre 1,6 e 2,2 g por quilo de peso já cobre bem. Se quiser ver o nível de evidência de cafeína, sinefrina e outros ingredientes comuns nesses produtos, o orientador de suplementos do site resume: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/suplementos/
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Oxa+masterol
@Maria1989, respondendo o que você perguntou, só sobre as duas drogas, com os números na mesa. A oxandrolona a 20 mg por dia já fica no alto da faixa usada por mulheres. A maioria trabalha entre 5 e 10 mg, justamente porque o risco de virilização cresce com a dose. O masteron é o ponto mais delicado. O mais comum no mercado é o propionato a 100 mg por ml, então 1 ml duas vezes por semana dá 200 mg semanais. Para mulher, é uma dose muito alta. Masteron é um derivado do DHT, com perfil bem androgênico. Somado a 20 mg de oxandrolona, o risco de voz grave, pelos no rosto, aumento do clitóris e queda de cabelo sobe bastante, e alguns desses efeitos, principalmente a voz, podem não voltar ao normal. Além disso, como o @Locemar explicou, propionato é éster curto, e aplicado só segunda e sexta o nível sobe e desce muito entre as doses. Sobre o tempo para ter um bom ganho: o que define o ganho não é a duração do ciclo, e sim treino e dieta durante e depois dele. Ciclos femininos costumam durar de seis a oito semanas. Mais tempo aumenta o ganho, mas também a exposição aos efeitos androgênicos. Se a dieta não estiver ajustada, dobrar o tempo ou a dose não compensa, e é por isso que o @Apollo Galeno insiste na ficha completa. Se a ideia é somar as duas, o desenho de menor risco costuma ser uma dose baixa de uma delas e, se quiser acrescentar a outra, em dose também baixa e com atenção a qualquer mudança na voz. Ao primeiro sinal, parar. Para comparar mecanismo, faixa de dose e colaterais das duas lado a lado, o orientador de fármacos do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Primeiro Ciclo Dianabol
@Christian Neves, o @Locemar tem razão em mandar estudar o básico, então vou adiantar esse básico para você ter por onde começar. Primeiro, a ordem das drogas. Para um primeiro ciclo, a lógica mais segura é testosterona sozinha, e não dianabol com testosterona. A testosterona é a base de qualquer protocolo, porque o ciclo suprime a sua produção natural e ela repõe esse hormônio. O dianabol é um oral 17-alfa-alquilado, que sobrecarrega o fígado, sobe pressão e retém bastante líquido, que é o "redondo" que o @Obliterado comentou. Usar só testosterona na primeira vez permite conhecer a sua resposta e deixa o dianabol como opção para um ciclo futuro, se fizer sentido. Sobre como usar o cipionato: é um éster longo, então uma ou duas aplicações por semana, sempre nos mesmos dias, mantêm o nível estável. Para primeiro ciclo, doses moderadas já dão resultado bem claro. Dose alta aumenta acne, hematócrito, pressão e aromatização sem ganho proporcional. Sobre a TPC: com cipionato, ela costuma começar em torno de 14 dias depois da última aplicação, que é quando o nível no sangue já caiu o bastante para o eixo começar a reagir. O esquema mais usado é tamoxifeno por quatro semanas. E exame de LH, FSH e testosterona algumas semanas depois do fim é o que confirma se a recuperação aconteceu. Antes de começar, faça exames: hemograma, perfil lipídico, TGO, TGP, GGT, creatinina, testosterona total e livre, LH, FSH, estradiol e prolactina. Repita por volta da quarta semana. E um ponto honesto: com 21 anos e um ano e três meses de treino, a margem de evolução natural ainda é grande. Se dieta e progressão de carga ainda não estão redondas, o ciclo vai render bem menos do que poderia. Vale colocar a dieta e o treino aqui, como o pessoal pede nos outros tópicos, antes de decidir. Para organizar isso tudo, o gerador de protocolo hormonal do site pede os exames e sugere auxiliares, TPC e exames de controle numa simulação, que serve de base para ajuste e não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Que exames fazer antes de iniciar um ciclo?
@Manfra, a lista do @Apollo Galeno cobre muito bem o sangue. Deixo alguns complementos e, principalmente, como usar esses exames, que é onde muita gente se perde. Três ajustes no pedido. Onde está "estrogênio", peça estradiol especificamente, que é a fração que interessa no homem. No hemograma, o número a acompanhar é o hematócrito, que é o que mais sobe com testosterona. E, se houver qualquer plano de ter filhos, um espermograma de base vale muito, porque o ciclo suprime a produção de espermatozoides e só com o exame de antes dá para saber se a recuperação foi completa. Fora do sangue: aferir a pressão arterial em casa por alguns dias antes de começar, e eletrocardiograma, com ecocardiograma para quem tem mais de 35 anos, histórico familiar de doença cardíaca ou vai fazer ciclos mais pesados. Os esteroides mexem com pressão, lipídios e com a própria estrutura do coração, e ter a foto de antes é o que permite comparar. Sobre a coleta: em jejum e pela manhã, que é quando os hormônios estão na referência dos laboratórios, e sem uso de nenhum hormônio nas semanas anteriores, para o LH, FSH e testosterona mostrarem o seu eixo natural. Evite treinar pesado nos dois dias anteriores, porque o treino sobe CK, TGO e TGP e pode assustar sem motivo. E os exames de base só fazem sentido se forem repetidos. O esquema mais usado é refazer por volta da quarta à sexta semana de ciclo, para ajustar dose e auxiliares com dado real, e de seis a oito semanas depois do fim da TPC, para confirmar que o eixo voltou e que lipídios e fígado normalizaram. O gerador de protocolo hormonal do site começa justamente pelos exames: você insere os valores e ele sugere auxiliares, TPC e exames de controle, além de bloquear cenários de risco inaceitável. É uma simulação, mas ajuda a organizar: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Testo em gel para mulheres!
@Mundo Diet, antes da dieta, um ponto que merece atenção imediata: a sensibilidade no clitóris com 15 dias de uso não é um colateral qualquer. Ela costuma ser o primeiro sinal de aumento do clitóris, que é um dos efeitos de virilização, e esse efeito pode não regredir totalmente. E a dose explica isso. O Androgel 1% de 50 mg foi desenhado para reposição masculina. A pele absorve em torno de 10% do conteúdo, algo como 5 mg de testosterona por dia, que é a faixa de reposição de um homem. A produção de uma mulher fica perto de um décimo disso. As doses de testosterona usadas em mulheres na prática médica, quando indicadas, são na ordem de um décimo da dose masculina. Por isso vale falar com o seu endocrinologista agora, contar o sintoma e fazer o exame de testosterona já em uso, sem esperar o mês fechar. Até lá, suspender é o mais prudente. @Lara, o mesmo raciocínio vale para você: meio sachê ainda é várias vezes a faixa feminina, então o acompanhamento com exame é importante. Sobre a estagnação na perda de gordura, três pontos concretos. O seu TSH de 3,73 está dentro da referência da maioria dos laboratórios, mas na metade de cima. Vale pedir T4 livre e anti-TPO para descartar uma tireoidite inicial, que é comum depois da gestação e deixa o metabolismo mais lento. A distribuição de macros com 46% de proteína diz pouco sem o total de calorias. É o total que define se há déficit ou não. Depois de dois anos de dieta, é comum as calorias reais terem subido aos poucos, ou o gasto ter caído com a própria perda de peso. E a vitamina D em 32 está adequada, então não é por aí. O Bravo Costa sugeriu 250 kcal a menos justamente por ser um déficit que quase não mexe com humor. Para ver quanto isso dá no seu caso, a calculadora de déficit do site faz a conta a partir dos seus dados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/deficit/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Primeiro ciclo. Só Durateston (Taurus pharma)
@Rolliver, respondendo o que ficou em aberto: dá para baixar a dose a qualquer momento do ciclo, e não existe "tarde demais" para isso. Reduzir de 900 para algo na faixa que o @Locemar sugeriu não prejudica o resultado nem o eixo. Apenas diminui a exposição a hematócrito alto, pressão, acne, queda de HDL e aromatização, que crescem conforme a dose. Como a durateston tem ésteres longos, a queda no sangue acontece de forma gradual ao longo de duas a três semanas, sem nenhum "tranco". Sobre usar o exame para saber se o produto é subdosado, a ideia é boa, mas a conta de 850 ng/dl por cada 100 mg superestima bastante. No estudo de Bhasin, com enantato aplicado semanalmente e sangue colhido no vale, antes da aplicação seguinte, 300 mg por semana deram uma média perto de 1.350 ng/dl, e 600 mg ficaram em torno de 2.400. Isso dá algo como 400 a 450 ng/dl por cada 100 mg, com grande variação individual, e o @Obliterado tem razão que peso e composição corporal entram nessa variação. Então 900 mg de um produto legítimo deveriam dar um resultado bem acima de 3.000, não necessariamente perto de 7.000. Dois cuidados práticos para o número fazer sentido. Colha o sangue sempre no mesmo ponto do intervalo, de preferência logo antes da aplicação. E peça ao laboratório para diluir a amostra se passar do limite, porque muitos laudos param em algo como "maior que 1.500" e aí não servem para comparar nada. E, independentemente do resultado, peça hemograma junto. Hematócrito acima de 52 a 54% é o sinal mais importante de que a dose, real ou não, está alta demais para você. Para rever o protocolo com exames de controle e TPC organizados, o gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação que serve de base para ajuste: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Oxandrolona - Primeiro Ciclo
@thaypog, mais útil que um nome de farmácia, que muda de qualidade conforme o lote e o fornecedor da matéria-prima, é saber o que perguntar a qualquer uma antes de aviar a receita. Peça o certificado de análise do lote da matéria-prima de oxandrolona que eles vão usar. Farmácia séria compra de fornecedor qualificado, recebe esse laudo com teor e pureza e mostra sem problema. Se enrolarem ou disserem que não podem mostrar, já é resposta. Confirme também que a farmácia tem licença sanitária em dia e que vai reter a sua receita. Pela Lei 9.965 de 2000, anabolizante só pode ser dispensado com retenção da receita, e farmácia que manipula sem essa formalidade não inspira confiança no resto. Como o @Apollo Galeno sugeriu no tópico, peça a oxandrolona isolada, sem cafeína, termogênicos ou outros ativos na mesma cápsula. Além do problema de sono que o @davidevh apontou para quem treina à noite, fórmula combinada impede de saber o que está funcionando e o que está causando um eventual efeito ruim. Se a farmácia disser que não pode separar porque a receita veio assim, o caminho é voltar ao médico e pedir uma nova receita só com a oxandrolona. Para confirmar se o produto tem mesmo o que promete, existem laboratórios independentes que fazem análise de amostra, mas o marcador mais acessível é o perfil lipídico. A oxandrolona derruba o HDL de forma clara em duas a três semanas, então um exame antes de começar e outro por volta da terceira semana mostra se há princípio ativo ali. Para ver mecanismo, faixa de dose feminina e colaterais antes de começar, o orientador de fármacos do site resume bem: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Ciclo oxandrolona 5mg
@Ayala lallynha, respondendo às duas perguntas diretas e acrescentando o que mais pesa no seu resultado. Seis semanas de oxandrolona é uma duração possível, sim. Como o @Locemar disse, o problema é o que fica depois. Três quilos em quatro semanas, para mulher, raramente é só músculo. Uma parte boa é água e glicogênio dentro do músculo, que o hormônio aumenta, e sem dieta planejada uma parte pode ser gordura. Quando a droga sai, a água vai embora junto, e é por isso que tanta gente "perde tudo" depois de ciclo curto. O que segura o ganho é proteína alta todos os dias e treino com progressão de carga, e isso é o que o @Apollo Galeno está cobrando ao pedir a dieta. Sobre quanto tempo esperar para ciclar de novo: a referência mais usada é que o tempo sem uso seja, no mínimo, igual ao tempo de uso. Mas o critério real são os exames. A oxandrolona derruba bastante o HDL e mexe com as enzimas do fígado, então o sensato é refazer perfil lipídico, TGO e TGP depois do fim e só pensar em outro ciclo quando esses valores voltarem ao normal. Dois pontos sobre a rotina. Treinar todos os dias e ainda fazer trilha no fim de semana, sem dia de descanso, costuma atrapalhar mais do que ajudar, porque o músculo cresce na recuperação, não durante o treino. Um ou dois dias livres na semana melhoram o resultado. E fique atenta a qualquer sinal de virilização, especialmente alteração na voz, pelos no rosto e mudança no ciclo menstrual. Ao aparecer algum, o certo é parar, não reduzir. Para começar a dieta pelo que mais importa, a calculadora de proteína diária mostra a sua meta a partir do peso: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/proteinas-diarias/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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stanozolol ACQUA PHARMA
@Kgcia, o @Diego Wallace não voltou para contar, mas a pergunta dele fica útil para qualquer um que compre um produto de procedência duvidosa: como saber se tem alguma coisa dentro? O jeito mais confiável, sem mandar o produto para análise laboratorial, é o perfil lipídico. O stanozolol oral derruba o HDL de forma forte e rápida, e em duas a três semanas de uso uma queda grande já costuma aparecer no exame. Fazer um perfil lipídico antes de começar e outro por volta da terceira semana dá uma resposta bem objetiva. Se o HDL não se mexeu nada, é forte indício de produto vazio ou muito subdosado. TGO e TGP subindo também apontam na mesma direção, por ser um oral 17-alfa-alquilado. Um detalhe que confunde muita gente: a dosagem de testosterona no exame de sangue não mede stanozolol. Ela pode mostrar LH e testosterona própria caindo, o que sugere que há algum androgênio agindo, mas usando testosterona junto, como o Diego planejava, isso não diz nada, porque a testosterona injetada já suprime o eixo sozinha. Nesse cenário o HDL é o único marcador que separa as duas drogas. Sinais como articulação mais seca e dor em tendão, que o @davidevh citou, também aparecem com frequência, mas são subjetivos e dependem de dose, treino e tempo. O relato da @Degcastro é o outro lado da moeda: 30 dias sem nenhum efeito, nem colateral, nem mudança no ciclo menstrual, é o retrato de um produto falso. E vale lembrar que "trembolona em comprimido" ou "propionato em comprimido" são sinais de alerta sobre a origem do laboratório. Nenhuma dessas substâncias existe nessa forma na farmacologia convencional, o que diz muito sobre a confiabilidade do resto do catálogo. Para comparar os efeitos esperados de cada droga e saber o que procurar nos exames, o orientador de fármacos do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Stanozolol vs Oxandrolona - Qual esteróide é melhor para cutting e bulking?
Tópico valioso, principalmente pelos relatos reais, e vale acrescentar alguns detalhes técnicos para quem chegar aqui pesquisando stano contra oxandrolona. Sobre o exame da esposa do Bravo Costa: a conclusão prática está correta, o stanozolol é bem mais virilizante que a oxandrolona para mulheres. O mecanismo, porém, é um pouco diferente do que o número sugere. O stanozolol já é um derivado do DHT e age diretamente no receptor androgênico. Ele não precisa se transformar em DHT para virilizar. E os exames de sangue comuns, feitos por imunoensaio, podem sofrer reação cruzada com esteroides sintéticos. É o mesmo motivo pelo qual a Deca aparece como testosterona alta, como ele mesmo observou. Então parte daquele DHT de 1020 pode ser interferência do método, e só a dosagem por espectrometria de massas separaria uma coisa da outra. De qualquer forma, o recado não muda: stano não é droga de entrada para mulher, e a @Joaninha resumiu bem isso. @Leili Santos, obrigado pelo relato detalhado dos colaterais, é raro alguém descrever voz, clitóris, cabelo e pele com essa franqueza, e isso ajuda muito quem está decidindo. A voz é o efeito que mais merece o alerta, porque muitas vezes não volta totalmente. Você teve uma boa evolução, mas não é a regra. Quanto ao cabelo, parte da melhora costuma vir da própria retirada do androgênio, porque a queda desacelera sozinha nos meses seguintes. O minoxidil tem boa evidência. O hidroxitirosol do extrato de oliva tem estudos em pele e ação antioxidante, mas o efeito sobre queda de cabelo ainda é pouco estudado. Pode ter ajudado, mas é difícil separar isso da recuperação natural. Para quem quiser comparar mecanismo, doses e colaterais das duas drogas lado a lado, o orientador de fármacos do site resume isso: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Testoterona enantato,primobolan enantato e masteron
@silvia adriana, respondi com mais detalhes no seu outro tópico, onde você já postou a ficha que o @Apollo Galeno pediu: https://fisiculturismo.com.br/forums/topic/117226/ Em resumo, para quem cair aqui com a mesma dúvida: em mulher, primobolan é das opções de perfil androgênico mais brando. A testosterona, mesmo em dose baixa em ml, costuma passar muito do nível fisiológico feminino e é a que mais pesa no risco de virilização. Somar masteron ao mesmo tempo soma também a carga androgênica. Se for usar, colocar no final no lugar de outra droga, e não em cima, é o desenho de menor risco, e acrescentar uma droga por vez facilita saber qual retirar se aparecer algum sinal, principalmente alteração na voz. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Ciclo somente de Durateston 8 semanas
Para quem chega a este tópico com a mesma dúvida do @Raffael Santos, vale deixar registrado o que a pesquisa mostra, porque a ideia de que 500 e 750 mg têm os mesmos colaterais não se sustenta. O estudo de referência sobre dose de testosterona é o de Bhasin e colaboradores, de 2001. Homens jovens receberam doses semanais de 25 a 600 mg de enantato por 20 semanas. O ganho de massa magra e de força subiu de forma proporcional à dose, mas os efeitos adversos também. O hematócrito subiu, o HDL caiu e a supressão do eixo ficou mais intensa conforme a dose aumentava. Então existe diferença nas duas direções. O @Mestre acerta quando diz que a diferença de resultado entre 500 e 750 tende a ser pouco nítida na prática, porque dieta, sono e treino costumam limitar antes, mas o custo em colateral cresce de forma bem previsível. Para um primeiro ciclo, a dose menor é a escolha mais inteligente. Ela entrega a maior parte do resultado, permite conhecer a própria resposta e deixa margem para ajustes em ciclos futuros. Sobre o anastrozol desde a primeira aplicação: o @Arnaldo Santos deu o conselho mais seguro. O estradiol tem papel importante no homem, em libido, articulações, perfil lipídico e humor. Derrubá-lo às cegas costuma trazer mais problema que o próprio excesso. O melhor caminho é dosar estradiol por volta da terceira ou quarta semana e só intervir se ele estiver alto e vier acompanhado de sintoma. Sobre o HCG: faz sentido como forma de manter o testículo ativo durante a supressão e facilitar a recuperação depois, como o Mestre descreveu. Em ciclo curto só de testosterona, muita gente recupera bem apenas com SERM, então é mais uma ferramenta opcional que obrigatória. E os 21 dias até a TPC combinam bem com a durateston, por causa do decanoato, o éster mais longo da mistura. Por último, o dado que mais chama atenção no relato: sair de 59,5 para 67 kg em oito meses sem hormônio mostra que o "metabolismo muito acelerado" estava sendo vencido pela comida. Com 20 anos, esse ritmo natural ainda tinha muito espaço para continuar. Para quem quiser montar um primeiro protocolo com exames, auxiliares e TPC organizados, o gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação que serve como base para ajuste: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Testo enantato,primo enantato e masteron
@silvia adriana, antes da dieta e das fotos que o @Apollo Galeno pediu, vale ajustar um detalhe da ficha que muda toda a análise: as doses estão em ml, não em mg. 0,25 ml de primobolan a 100 mg por ml dá 25 mg por semana. Já 0,25 ml de testosterona, se o frasco for de 250 mg por ml, dá cerca de 62 mg por semana. Confirme a concentração dos frascos e escreva em mg, porque é isso que permite qualquer comparação. Com esses números, a testosterona é o ponto que mais merece atenção. Mesmo 60 mg por semana ficam muito acima do nível fisiológico feminino, e testosterona é justamente o androgênio com maior chance de virilização em mulher: voz mais grave, pelos no rosto, acne, queda de cabelo, aumento do clitóris e alteração menstrual. Alguns desses efeitos não regridem quando a droga é suspensa. Você já passou por testosterona e trembolona antes, então vale se perguntar se algum sinal apareceu naquela época, principalmente na voz. Isso diz muito sobre a sua sensibilidade. O primobolan, ao contrário, é das opções mais usadas por mulheres justamente por ter perfil androgênico mais brando. Sobre o masteron: somar os dois ao mesmo tempo soma também a carga androgênica, e com testosterona junto, ainda mais. Se a ideia é usar, deixar para o final do ciclo, no lugar de outra droga e não em cima, é o desenho de menor risco. E, se aparecer algum sinal, fica muito mais fácil saber qual droga retirar quando só uma é acrescentada por vez. Faça exames antes e durante: perfil lipídico, TGO, TGP, GGT, hemograma e testosterona total. Todas essas drogas derrubam o HDL. Se quiser comparar opções de protocolo com exames de controle e alertas organizados, o gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação para servir de base de ajuste: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Ciclo Enantato de Testosterona + Trembolona Enantato
@Thi2000, respondendo às perguntas objetivas que ficaram abertas. Pode misturar testosterona e trembolona na mesma seringa, sim. Os dois são diluídos em óleo e, aspirados um depois do outro e aplicados na hora, não há incompatibilidade. Os cuidados são os de sempre: agulha nova para aspirar e outra para aplicar, e local que aceite bem o volume. Dois ml de uma vez vão bem em glúteo e vasto lateral, e deltoide fica apertado para isso. Não vale a pena deixar a mistura pronta na seringa por dias. Sobre quando começar a TPC: com enantato de testosterona e enantato de trembolona, ésteres longos, a referência mais usada é começar em torno de 14 dias depois da última aplicação. Antes disso o hormônio ainda circula em nível suficiente para manter o eixo suprimido e o SERM trabalha contra a corrente. E usar clomifeno e tamoxifeno juntos raramente é necessário. Os dois agem pelo mesmo mecanismo, e o tamoxifeno sozinho é o esquema mais usado, com menos queixa visual e de humor. Exame de LH, FSH e testosterona algumas semanas depois do fim confirma se a recuperação aconteceu. Sobre a dose: a quantidade em miligramas depende da concentração dos frascos, que não aparece no post. Se forem os de 200 a 250 mg por ml mais comuns, 3 ml de cada por semana dão mais de 600 mg de testosterona e mais de 600 mg de trembolona. Isso é pesado para quem vem de um único ciclo de durateston, e o Bravo Costa tem razão em achar forte. A trembolona é a droga do protocolo com mais efeito colateral por miligrama: insônia, suor noturno, ansiedade, irritabilidade, pressão alta e queda importante do HDL. Se o ciclo anterior pareceu fraco, vale olhar primeiro o que estava por trás dele: dose de testosterona, dieta e progressão de treino. É comum a diferença estar mais aí do que na falta de uma segunda droga. Testosterona em dose moderada com uma dieta ajustada, como o próprio Bravo Costa descreveu, já muda bastante o resultado. Se quiser comparar desenhos de protocolo com auxiliares, TPC e exames de controle organizados, o gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação para servir de base de ajuste: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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1º ciclo feminino de oxandrolona
@barbiemin, dá para adiantar algumas respostas enquanto você preenche o que o @Apollo Galeno pediu. Bulking ou perder gordura primeiro? No seu caso, nenhum dos dois extremos. Com 1,66 m e 70 kg, voltando de uma pausa e com só um mês de constância, você está no perfil que mais responde à recomposição corporal: calorias perto da manutenção ou levemente abaixo, proteína alta todos os dias e treino com progressão de carga. Nesse cenário dá para perder gordura e ganhar músculo ao mesmo tempo, coisa que fica bem mais difícil para quem já treina firme há anos. A ideia de que ter mais massa magra queima mais gordura é verdadeira, mas o efeito é menor do que costumam vender. Cada quilo de músculo gasta algo em torno de 13 kcal por dia em repouso. Ganhar três quilos de músculo muda o gasto diário em umas 40 kcal. Vale muito pela estética e pela saúde, mas não é motivo para um bulking com superávit grande agora, que só adicionaria gordura em quem quer justamente perder. Sobre o ciclo: o oral não foi identificado, mas pelo esquema imagino que seja oxandrolona. No meio do esquema você chegaria a 30 mg por dia, o que é bastante alto para mulher. Os sinais de virilização, como voz mais grave, pelos no rosto, acne forte e aumento do clitóris, dependem de dose e tempo, e alguns não regridem quando a droga é suspensa. Com quase 19 anos e só um mês de rotina organizada, a margem de evolução natural ainda é enorme, e o hormônio acrescentaria pouco ao que dieta e treino bem feitos já vão entregar. Isso sem contar a cirurgia recente, que merece constar na ficha antes de qualquer decisão. A sua divisão de treino é boa, com bastante foco em membro inferior. Se quiser acelerar, dá para colocar glúteo e posterior duas vezes na semana, que são os grupos que mais respondem à frequência. Para achar as calorias e a proteína certas para a recomposição, a calculadora do site faz a conta a partir do seu peso: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/recomposicao-corporal/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Testosterona total alta e SHBG alto
A dúvida sobre o tamoxifeno tem fundamento, Bravo Costa. Em homens saudáveis, estudo publicado no Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism mostrou aumento de cerca de 20% no SHBG com tamoxifeno em dose terapêutica, efeito do estímulo estrogênico que ele exerce no fígado. Em adolescentes tratados para ginecomastia também se vê o SHBG subindo. O objetivo que o @Apollo Galeno citou, de sustentar LH e FSH, continua válido, e com 10 mg o efeito deve ser menor. Mas, num caso em que a queixa é justamente o SHBG alto, esse detalhe pesa, e deixar o tamoxifeno condicionado a LH, FSH e testosterona realmente baixos, como você sugeriu, é a lógica mais coerente. Antes de pensar em medicação, porém, vale fechar duas perguntas. A primeira é se a testosterona livre está de fato baixa. Testosterona total de 650 com SHBG no limite superior não significa automaticamente livre baixa. É preciso calcular a livre com testosterona total, SHBG e albumina (a fórmula de Vermeulen é a mais usada) ou dosá-la por um método confiável. Se o número vier normal e não houver queixa clara de libido, disposição ou ereção, não há o que tratar. A segunda é por que o SHBG está alto. Um homem de 40 anos com 28% de gordura costuma ter SHBG mais baixo, porque gordura e insulina alta tendem a derrubá-lo. SHBG alto nesse perfil faz pensar primeiro em álcool com regularidade, que é das causas mais comuns por ação direta no fígado, em alteração de tireoide, porque o hipertireoidismo sobe bastante o SHBG, em ingestão calórica irregular e baixa somada a muito volume de corrida, e em alguma alteração hepática. TSH, T4 livre, TGO, TGP, GGT e albumina respondem boa parte disso. Se depois dessa checagem ainda fizer sentido intervir, mesterolona e oxandrolona baixam o SHBG, mas não são neutras. A oxandrolona derruba o HDL de forma importante, o que não é bom para um homem de 40 anos que já bebe com frequência e não tem dieta organizada, e as duas podem reduzir um pouco o LH. Cortar o álcool e organizar a alimentação continuam sendo, como o Apollo disse, a base de qualquer resultado duradouro. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Uso de Oxandrolona 10 mlg ao dia durantes 2 meses
@Knfb, o caminho que o @Apollo Galeno descreveu e a sugestão da @Carolb de procurar um banco de leite são exatamente os passos certos. Deixo alguns pontos para somar. Sobre a oxandrolona: a meia-vida dela fica em torno de dez horas. Na prática, depois de uns dois dias quase nada circula mais, e com os sete dias que o Apollo sugeriu a margem é bem confortável. Vale só comentar isso com a pediatra do seu filho na próxima consulta, para ficar registrado. Na relactação, além da bomba com frequência, existe uma técnica que ajuda muito quando o bebê já se acostumou com mamadeira, a translactação ou relactador. É uma sonda fininha presa junto ao mamilo, ligada a um recipiente com leite. O bebê mama no peito e recebe o leite pela sonda ao mesmo tempo. Isso estimula a produção enquanto ele reaprende a pega, sem ele ficar frustrado por sair pouco. Os bancos de leite e as consultoras em amamentação ensinam a montar e usar, geralmente de graça. Existe também medicação que pode ajudar na produção, mas ela precisa ser prescrita e acompanhada por médico, então vale levar a pergunta à consulta. E o que eu considero o ponto mais importante do seu relato: tristeza profunda, crise de ansiedade todos os dias e sensação de abandono três meses depois do parto merecem atenção de verdade, independentemente do corpo e da amamentação. A sibutramina não combina com amamentação e pode piorar ansiedade, então parar fez sentido. Já a depressão pós-parto tem tratamento, e existem antidepressivos considerados compatíveis com a amamentação, como a sertralina. Não é preciso escolher entre cuidar de você e amamentar. Procure um psiquiatra ou o seu obstetra e conte exatamente o que descreveu aqui. A @Iaia tocou nisso com muito cuidado, e ela está certa. Quanto ao corpo, a barriga de três meses de pós-parto costuma diminuir bastante nos meses seguintes com alimentação organizada, treino e o próprio aleitamento, que gasta algo como 400 a 500 kcal por dia. Não há pressa. Você está no momento mais exigente da maternidade. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Ciclo Lean Stack(150mgEnantatoDeTesto, 50mgMasteros)
@HMF, não há motivo farmacológico para aplicar uma dose só na primeira semana. O mais provável é que tenha sido pensado como teste de tolerância, para ver reação no local da aplicação ou alergia ao óleo antes de engatar três aplicações. Faz algum sentido com produto de laboratório paralelo, mas o efeito disso no ciclo é só atrasar em uma semana a chegada ao nível estável. Vale entender o que tem dentro do frasco. Pela descrição do fabricante, o Lean Stack é uma mistura de enantato de testosterona com propionato de drostanolona, o masteron, somando 200 mg por ml. O propionato é éster curto, e por isso a mistura pede aplicações frequentes, como as três por semana do @Alan Robson. Com 1 ml três vezes por semana, a conta passa de 600 mg por semana somando os dois hormônios, o que não é dose de entrada. Lembre também que produto de laboratório paralelo nem sempre entrega o que o rótulo diz, para mais ou para menos, então os exames durante o ciclo são a única forma de saber o que está acontecendo de verdade. Sobre a TPC, a discussão do @Obliterado com o @Alan Robson tem um ponto certo e um exagero. Não há evidência de que o tamoxifeno seja duas vezes mais potente que o clomifeno. Os dois são moduladores do receptor de estrogênio e ambos aumentam LH e FSH. O que dá para dizer é que usar os dois juntos raramente é necessário, e o tamoxifeno sozinho é o esquema mais usado por ter menos queixa visual e de humor que o clomifeno. O mais importante é começar no momento certo. Como a mistura tem enantato, a TPC costuma começar cerca de duas semanas após a última aplicação, e não logo no dia seguinte. E exame de LH, FSH e testosterona algumas semanas depois do fim confirma se a recuperação aconteceu. Tribulus e maca não atrapalham, mas também não substituem nada disso. O efeito deles na testosterona de homens com eixo funcionando é pequeno ou nulo nos estudos. Se for montar o seu, o gerador de protocolo hormonal do site pede os exames e organiza auxiliares, TPC e exames de controle numa simulação que serve de base para ajuste: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Estou fazendo um ciclo de Dura+Stano mais tenho duvidas
@Rasllen, no desenho que o @Apollo Galeno passou, com três aplicações por semana, o mais usado é enantato ou cipionato de testosterona. Os dois são ésteres longos e na prática se comportam de forma muito parecida, então a escolha costuma ser pela disponibilidade. A própria durateston que você já tem também serve para chegar em 300 mg por semana, porque a soma dos quatro ésteres dá 250 mg por ml. O único cuidado é que ela tem um éster curto e um bem longo misturados, então o nível oscila um pouco mais e demora mais para sair do corpo no final, o que influencia o momento de começar a TPC. Um detalhe de digitação na sugestão que vale corrigir antes de começar: a nandrolona está como três aplicações de 700 mg, mas o total é 210 mg por semana. O certo são três aplicações de 70 mg. Com o frasco de 200 mg por ml, isso dá 0,35 ml por aplicação. Conferir a concentração do frasco que você comprar é o que evita erro de volume na seringa. Sobre o ciclo de durateston com stano que você já começou: com uma semana só, o eixo ainda não sofreu uma supressão longa. Emendar direto no protocolo novo na semana seguinte, como foi sugerido, não cria problema, porque a durateston continua dando base de testosterona e a TPC fica para o fim do ciclo completo. Antes de começar, faça os exames de base se ainda não fez: hemograma, perfil lipídico, TGO, TGP, GGT, creatinina, testosterona total e livre, LH, FSH, estradiol e prolactina. Nandrolona mexe com prolactina, então ter esse valor antes ajuda a interpretar libido baixa ou sensibilidade na mama durante o ciclo. E tamoxifeno "só se aparecer gineco" funciona melhor se estiver em casa antes, porque o tratamento no começo do sintoma resolve bem mais que depois de semanas. Se quiser comparar o protocolo com auxiliares, TPC e exames de controle organizados, o gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação para servir de base de ajuste: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Quanto tempo para sair do organismo a Durateston e não ser pego no doping?
@Raylan Rodrigo, a resposta depende muito mais do edital do que da durateston. O exame toxicológico de larga janela que a maioria dos concursos da área policial pede é feito em cabelo ou pelo e procura drogas de abuso, como maconha, cocaína, anfetaminas e opiáceos, em geral cobrindo os últimos 90 ou 180 dias. Esteroide anabolizante não faz parte do painel padrão desse exame. Só que nada impede que um edital específico peça uma pesquisa mais ampla, e alguns concursos passaram a prever exame antidoping na fase do teste físico. Então a primeira coisa é ler o edital do seu concurso com atenção, na parte do exame toxicológico e dos exames médicos, e ver exatamente o que está sendo pesquisado e por qual método. Se o edital incluir anabolizantes, a durateston é justamente uma das piores combinações para janela de detecção. Ela tem quatro ésteres, e o decanoato é longo. Como o @Black_Venom comentou lá atrás, a janela passa facilmente de meses em exame de urina com método antidoping de verdade, que olha a relação entre testosterona e epitestosterona e pode confirmar a origem sintética do hormônio. Não existe forma confiável de acelerar essa eliminação. Vale lembrar também a parte médica. O ciclo mexe com hematócrito, pressão, perfil lipídico e enzimas do fígado, que costumam aparecer nos exames de saúde do concurso. Hematócrito alto ou pressão elevada no dia da avaliação podem criar problema mesmo sem nenhuma pesquisa de anabolizante. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Duvida sobre divisão de treino para hormonizados
@george thiago, entre as duas divisões, a ABC duas vezes tende a render mais, e por um motivo simples: cada músculo é estimulado duas vezes por semana em vez de uma. As metanálises sobre frequência mostram vantagem para treinar cada grupo pelo menos duas vezes na semana. Quando o volume total é igualado, a diferença diminui, mas na prática é bem mais fácil distribuir bem o volume em duas sessões do que concentrar tudo num dia só. Só que, olhando o seu treino atual, o ponto que mais pesa não é a divisão, é o volume até a falha. Costas tem sete exercícios com quatro séries até a falha, quase trinta séries no mesmo dia. Peito vai pelo mesmo caminho. A partir de certo ponto, as séries finais de uma sessão assim rendem pouco estímulo e muita fadiga, e a fadiga acumulada atrapalha a sessão seguinte. Uma referência que funciona bem é algo entre 10 e 20 séries semanais por grupo muscular, somando as duas sessões. Na ABC duas vezes, isso dá umas 6 a 10 séries por grupo em cada treino, já é o suficiente. Sobre a falha: não precisa levar toda série até ela. Deixar uma ou duas repetições no tanque na maioria das séries e ir até a falha só na última de cada exercício, principalmente nos isoladores, gera praticamente o mesmo estímulo com muito menos desgaste. Em exercícios como agachamento e remada curvada, falha total também aumenta o risco de a técnica desmontar. O ciclo melhora a recuperação, mas não transforma volume excessivo em ganho. Ele permite treinar um pouco mais pesado e com mais frequência, e a ABC duas vezes aproveita isso melhor. E vale reservar ao menos um dia de descanso na semana. Seis treinos e um dia livre costuma ser a conta que mais funciona. Se quiser comparar uma estrutura já distribuída por volume e frequência, o gerador de treino do site monta uma simulação que pode servir de base para ajuste: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/treino/
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Ajuda para início de ciclo!
@Danyzinhaloira, condromalacia assusta no começo, mas é um dos quadros de joelho com melhor resposta ao fortalecimento. O que o seu médico falou é exatamente o centro do tratamento, então parar tudo não precisa significar perder o projeto. Enquanto a fisioterapia não libera o treino de perna, dá para manter a academia com membros superiores, costas, ombro, braço e abdômen, sem impacto nenhum no joelho. E, pelo lado da dieta, o seu objetivo de perder medida continua valendo. A parte que o @Apollo Galeno deixou nas suas mãos, o açaí e o churros da noite, pesa muito mais no resultado do que o treino que você vai deixar de fazer por algumas semanas. Quando a fisioterapia liberar, algumas coisas costumam ajudar muito quem tem condromalacia. Fortalecer quadríceps e também glúteo médio, que controla o joelho para não cair para dentro, com elevação pélvica, abdução e passada curta. Nos exercícios de cadeia fechada, como leg press e agachamento, trabalhar primeiro em amplitude menor, sem descer muito, e ir aumentando conforme a dor permite. Na cadeira extensora, costuma ser mais confortável trabalhar na parte do meio para o começo do movimento, sem estender o joelho até o fim com carga alta. E a regra prática é que dor leve, que some até o dia seguinte, é aceitável. Dor que aumenta ou incha o joelho indica que passou do ponto. O tiro de corrida na esteira, que foi onde o joelho travou, é o tipo de impacto que vale trocar por bicicleta ou elíptico por um bom tempo. O efeito no gasto calórico é parecido e o joelho agradece. Um ponto que merece conversa com o seu médico: você comentou que usa bastante corticoide no inverno por causa da rinite e da sinusite. Se for comprimido ou injeção, o uso repetido pesa em retenção, apetite, gordura abdominal e até na massa muscular. Muitas vezes o spray nasal resolve com uma fração desse efeito, então vale perguntar se dá para priorizar ele. Para ver a execução dos exercícios de glúteo e quadríceps com calma antes de voltar, o orientador de exercícios do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/exercicios/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Ajuda em TPC em Ciclo
@Kennedy Freitas, já que a decisão está tomada e você vai fazer exames antes, vale entender por que o @Apollo Galeno e o @Locemar ficaram tão receosos. O problema não é moral. É que diabetes com insulina muda a conta de risco de quase todos os itens desse protocolo. O primeiro ponto é a glicemia. Os esteroides anabolizantes mexem na sensibilidade à insulina, e os orais como o dianabol costumam piorar a tolerância à glicose. Para quem não é diabético isso passa despercebido. Para quem aplica insulina, significa que a dose que funcionava antes pode deixar de funcionar, para mais ou para menos, e o controle fica imprevisível justamente nas semanas de treino pesado e dieta alta. Se for seguir, a monitorização precisa ser bem mais frequente do que a habitual, idealmente com sensor contínuo, e com ajuste de insulina combinado com o seu endocrinologista. O segundo ponto é o sistema cardiovascular e os rins, que são exatamente os órgãos que o diabetes já sobrecarrega. Trembolona, dianabol e masteron derrubam o HDL e sobem o LDL, e a trembolona tende a subir a pressão. Num diabético de 22 anos, isso soma com o risco de base. Por isso os exames que mais importam no seu caso vão além do básico: hemoglobina glicada, creatinina, microalbuminúria, perfil lipídico, TGO, TGP, hemograma e pressão arterial medida em casa ao longo do ciclo. Sobre doses baixas: o protocolo como está escrito não é baixo. São cerca de 525 mg de enantato de testosterona e 350 mg de trembolona por semana, mais dianabol e masteron, num corpo de 55 kg. Se a intenção real é agregar pouco ao natural, o desenho que combina com isso é testosterona sozinha em dose moderada, sem oral e sem trembolona. Menos variáveis também tornam mais fácil entender o que está alterando a sua glicemia. Sobre a TPC: concordo com o Bravo Costa em tirar o anastrozol e não usar tamoxifeno durante o ciclo. E fazer exame no fim para decidir a TPC é uma boa ideia. LH, FSH, testosterona e estradiol mostram de onde você está partindo. Na dieta, 640 g de carboidrato por dia exigem uma quantidade grande de insulina e aumentam a oscilação glicêmica. Faz mais sentido calcular o seu gasto real e partir de um superávit moderado. A calculadora de TDEE ajuda nisso: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/tdee/ Hipoglicemia, confusão, palpitação, dor no peito, falta de ar ou inchaço nas pernas são sinais para parar e buscar atendimento, não para esperar passar. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.