Tudo postado por Cláudio Chamini
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Tentando converter ginecomastia
@caio aicuens, sem apalpar não dá para ter certeza pela foto, então vale saber como diferenciar em casa. A ginecomastia verdadeira é tecido de glândula mamária: ao apalpar, você sente um disco mais firme, meio borrachudo, logo embaixo do mamilo, às vezes sensível. O acúmulo de gordura no peitoral, que o Bravo Costa suspeitou, é mole, se espalha por toda a região e não tem esse nódulo central. Se não tiver nada firme embaixo do mamilo, a solução é perder gordura, e o peitoral muda com a secagem. Se tiver o nódulo, a idade dele importa muito. Ginecomastia recente, de poucos meses, ainda tem tecido ativo e às vezes regride com medicação. Depois de cerca de um ano, o tecido tende a virar fibrose, uma espécie de cicatriz dentro da mama. Aí o tamoxifeno ou outro remédio praticamente não resolve, porque não há mais tecido ativo para responder. No seu caso, com quatro anos desde o ciclo, se for glândula mesmo, o caminho realista é a cirurgia com um cirurgião plástico, e não a "conversão" com remédio. Um cuidado: ginecomastia que aparece na adolescência nem sempre vem do ciclo. Muitos meninos têm um aumento de mama na puberdade que fica. E, de qualquer forma, fazer um ciclo aos 16 anos, com o eixo hormonal ainda em formação, pode ter mexido na sua produção natural. Antes de pensar no próximo, vale dosar testosterona total, LH, FSH, estradiol e prolactina para saber como o seu eixo está hoje. Isso também ajuda a entender se existe tendência a estradiol alto. Se for começar outro ciclo com tecido de ginecomastia já presente, saiba que ele pode crescer de novo com o aumento do estradiol. Quem tem esse histórico precisa acompanhar o estradiol em exame e observar sinais como sensibilidade ou coceira no mamilo, em vez de usar inibidor por conta própria. Para consultar como tamoxifeno, anastrozol e os outros auxiliares funcionam, o orientador de fármacos do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Ciclo Enantato de testosterona 400mg/semana
@Junior Bigdog, a estratégia que você fechou, de secar até a casa dos 12 a 14% antes de pensar em ganho de massa, é a mais sensata, e concordo com o Bravo Costa e com o @Foston. Com a TRT e treino pesado, quem ainda tem gordura para perder costuma conseguir perder gordura e ganhar músculo ao mesmo tempo, então você não está "parado" durante a secagem. Mas tem um ponto no seu relato que merece mais atenção do que o ciclo: você tem 23 anos e já faz TRT há tempo. Reposição nessa idade só deveria existir com diagnóstico de hipogonadismo confirmado em exame, com testosterona baixa dosada mais de uma vez, pela manhã, e investigação da causa com LH, FSH, prolactina e, conforme o caso, imagem da hipófise. Se a TRT começou sem essa investigação, vale reavaliar com um endocrinologista. Uma vez que o eixo fica suprimido por anos, retomar a produção natural fica cada vez mais difícil, e a reposição tende a virar algo para a vida toda. E a fertilidade também cai durante o uso, o que importa se você pensa em ter filhos. Sobre a ideia de "cruise" de 250 mg por semana, vale ajustar o nome: isso não é mais dose de reposição. TRT costuma ficar entre 100 e 150 mg por semana, ajustada pelo exame. 250 mg já é uma dose suprafisiológica leve, com mais impacto em hematócrito, pressão e estradiol. Não é problema chamar do jeito que for, mas os exames devem ser acompanhados como os de alguém em ciclo. Um detalhe nos dados: a cintura de 68 cm não bate com 82 kg e 18% de gordura, e no seu diário aparecem 93 cm. Provavelmente foi erro de digitação, mas vale conferir, porque a cintura é uma das medidas mais úteis para acompanhar a secagem. Mantenha no radar, de três em três ou de seis em seis meses, hemograma, perfil lipídico, estradiol, PSA e a pressão arterial. Para simular reposição, cruise e exames de controle, o gerador de protocolo hormonal do site serve de rascunho para conversar com o seu médico: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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1º ciclo Oxandrolona Feminino 20 mg
Este tópico é muito acessado por quem está pensando no primeiro ciclo de oxandrolona feminino, então vale organizar os pontos que ficaram soltos, porque alguns sinais importantes passaram despercebidos. O primeiro é a dose. A @Em busca de um shape começou com 20 mg por dia, pesando 48 kg, e depois subiu para 30 mg. Isso está bem acima do que a maioria dos relatos femininos usa para conseguir ganho sem virilização, que costuma ficar entre 5 e 10 mg por dia. Como o @Foston lembrou, quanto mais leve a pessoa, mais a mesma dose pesa. E o relato do terceiro dia, com o clitóris sensível e vermelho, não é só um incômodo para tratar com pomada: é um dos primeiros sinais de ação androgênica forte nos tecidos. Aumento do clitóris, rouquidão ou voz mais grave e pelos novos no rosto são efeitos que podem não regredir depois da parada. Diante desses sinais, a conduta mais segura é reduzir ou interromper, e não subir a dose. O segundo é o anticoncepcional, e aqui cabe uma correção técnica. O anticoncepcional que realmente sobe muito a SHBG, a proteína que prende a testosterona no sangue, é o que tem estrogênio, como a maioria das pílulas combinadas. O Depo Provera, da @fran_dvsk, é só progestágeno, a medroxiprogesterona, e esse tipo não tem esse efeito forte sobre a SHBG, podendo até reduzi-la. Então parar ele pensando em liberar testosterona não se sustenta. E, mais importante, parar o contraceptivo durante o uso de esteroide é arriscado: androgênio na gravidez pode causar malformação no feto, principalmente masculinização de um bebê menina. Quem usa oxandrolona precisa de um método confiável. Se a ideia for evitar hormônio, o DIU de cobre é a alternativa mais segura. Sobre a gestrinona, citada como exceção: ela é um esteroide sintético com ação androgênica, usado principalmente para endometriose. Tem efeito contraceptivo, mas não é um anticoncepcional de primeira linha e também pode virilizar. Não é uma escolha neutra. O cheiro forte de suor é comum com androgênio, porque a testosterona estimula as glândulas de suor das axilas e muda as bactérias da pele. Mas isso não prova que o produto é original. Muitas cápsulas falsificadas trazem outra substância androgênica no lugar. A única forma de ter certeza é testar o produto ou dosar a resposta em exame. E sobre proteína, subir até 3 g por quilo não é necessário. A maior parte da pesquisa mostra que o ganho de massa se estabiliza em torno de 1,6 a 2,2 g por quilo. O que costuma travar quem é magra é o total de calorias. A @Jessica A tem razão em pedir a dieta com quantidades, porque é aí que costuma estar o problema. Os exames para quem usa oxandrolona são perfil lipídico, TGO, TGP e GGT antes e por volta da quarta semana. Para consultar mecanismo, doses e colaterais antes de decidir, o orientador de fármacos do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Alimentaçâo sou hectomorfo
@Paulo neneco, para quem tem dificuldade de ganhar peso e está voltando depois de um ano parado, a boa notícia é que a memória muscular ajuda bastante. O que você já teve volta mais rápido do que da primeira vez, desde que tenha comida suficiente para isso. O ponto principal não é o horário, é o total do dia. Quem se considera ectomorfo quase sempre come menos do que imagina. A refeição da noite e o café da manhã só fazem diferença se o dia inteiro fechar em superávit calórico, com algo em torno de 1,6 a 2 g de proteína por quilo de peso. Para as duas refeições que você citou, algumas ideias práticas. Café da manhã antes do trabalho, quando a fome costuma ser pouca: comida líquida entra mais fácil. Uma vitamina com leite, banana, aveia e pasta de amendoim passa fácil das 600 kcal e se toma em cinco minutos. Se preferir comer, pão com ovos mexidos e queijo, mais uma fruta, também funciona. Levar alguma coisa para o meio da manhã, como um sanduíche com frango ou atum, iogurte ou castanhas, ajuda a não passar longas horas sem comer. Depois do treino à noite: uma refeição normal de comida mesmo, com arroz, feijão, uma carne e legumes, resolve muito bem. Não precisa de nada especial. A ideia de que o pós-treino tem que ser só whey com carboidrato rápido é mais marketing do que necessidade. Se chegar tarde e sem fome, uma vitamina ou um prato menor com arroz, ovos e carne moída também serve. Para acompanhar, pese-se uma vez por semana, sempre no mesmo dia, em jejum. Se em duas ou três semanas o peso não subir, aumenta umas 300 kcal por dia, que é o equivalente a um copo de leite com aveia a mais, e reavalia. Se quiser um cardápio completo como ponto de partida, o gerador de dieta do site monta uma simulação com as suas medidas, que depois você pode ajustar ao que gosta de comer: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/dieta/
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TERCEIRO BLAST AND CRUISE SEGUIDO???
@BigBossFrank, sem TPC agora dá para fazer, e muita gente faz. Mas é importante saber o preço, porque o seu caso tem três detalhes que pesam. O primeiro é a soma de tempo. Somando dianabol e enantato, deca e dura, e agora trembolona com testosterona, até o fim de agosto você vai passar quase seis meses seguidos com o eixo hormonal desligado. Quanto mais longa a supressão, mais demorada e incerta tende a ser a recuperação na TPC. Ela não deixa de ser possível, mas quem emenda ciclo atrás de ciclo precisa saber que a volta da produção natural não é garantida e que, às vezes, leva meses. O segundo é a deca. O decanoato de nandrolona tem uma meia-vida longa, então ela continua agindo por várias semanas depois da última aplicação. Se a trembolona entrar logo em seguida, você vai somar dois hormônios da mesma família, os 19-nor, e é aí que costumam aparecer queda de libido, dificuldade de ereção e prolactina alta. Dosar a prolactina antes de começar a trembolona, e de novo com umas três semanas dela, evita o erro de tomar cabergolina às cegas ou de ignorar um problema real. O terceiro é a razão do cruise, e aqui vale uma correção sobre a ideia de "receptores saturados". Esse conceito se espalhou no meio, mas não tem boa sustentação: os estudos com testosterona mostram ganho crescente com a dose, sem um ponto em que o receptor "enche". O motivo real para o cruise, ou para uma pausa, é dar tempo para o hematócrito, a pressão, o perfil lipídico e o fígado voltarem para perto do normal. Então quem respondeu antes acertou na conduta, só a explicação é outra. Os exames é que dizem se o seu corpo aguenta emendar mais um blast, e não o calendário. A preocupação com a próstata no uso prolongado de dose alta, essa sim, faz sentido. Na prática, antes de começar a trembolona, faça hemograma, perfil lipídico, TGO, TGP, creatinina, estradiol, prolactina e PSA, e meça a pressão em casa. Se o hematócrito ou a pressão já estiverem altos depois de dezesseis semanas, é sinal para segurar numa dose de cruise até o evento, em vez de subir a carga. Para simular o blast, o cruise e a TPC final com os exames de controle, o gerador de protocolo hormonal do site serve de rascunho para ajuste: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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CICLO STANO E CICLO6
@Ricardo Moacyr, primeiro vale deixar claro o que você tem em mãos, porque muda a conta. O Ciclo 6 é enantato de testosterona com 300 mg por mililitro, uma concentração maior que a da maioria das testosteronas nacionais, que têm 200 ou 250 mg por mililitro. Um mililitro dele já é uma dose semanal cheia para muita gente, então a medida na seringa precisa de atenção. Não dá para cravar a sua dose sem idade, peso, tempo de treino, dieta e exames, mas o raciocínio que decide é este. A testosterona é a base do ciclo. Ela substitui a produção natural, que vai parar, e segura libido, humor e disposição. Em primeiro ciclo, a lógica mais segura é dose moderada de testosterona, porque o ganho de quem nunca usou já é grande sem subir muito, enquanto os colaterais crescem junto com a dose: hematócrito, pressão, acne, queda de cabelo e estradiol alto. O enantato fica estável no sangue com uma ou duas aplicações por semana. O stanozolol da Landerlan é uma suspensão aquosa. Segunda, quarta e sexta é uma frequência coerente para ele. Três cuidados: ele não pode ir na mesma seringa que a testosterona, que é oleosa, a aplicação costuma doer mais, e ele derruba bastante o HDL, além de poder ressecar as articulações. Com um frasco de 15 ml, você consegue calcular a duração pelo volume por aplicação. Planeje também a TPC antes de começar. Com enantato, ela começa em torno de 14 dias depois da última aplicação da testosterona, porque é o éster mais longo do ciclo. Os exames de base são hemograma, perfil lipídico, TGO, TGP, testosterona total, LH, FSH e estradiol. Repetir no meio do ciclo mostra se está tudo sob controle. Postando os seus dados completos no tópico, dá para opinar com mais precisão. Para montar a simulação com base de testosterona, stanozolol, auxiliares, TPC e exames de controle, o gerador de protocolo hormonal do site serve de rascunho para ajuste: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Que efeito é realmente comprovado por pessoas que já fizeram uso do ZMA?
Respondendo direto à pergunta do @Stones: o ZMA não tem efeito comprovado nem para força nem para hipertrofia em quem já come bem. A fama dele veio de um estudo de 2000 com jogadores de futebol americano, que mostrou aumento de testosterona e de força. Só que o estudo foi feito com participação do criador da fórmula, o Victor Conte, que depois ficou famoso pelo escândalo de doping do laboratório BALCO. Os estudos independentes que vieram depois, em homens treinados e com dieta adequada, não encontraram aumento de testosterona nem melhora de força ou composição corporal. Onde ele pode fazer diferença é na correção de deficiência. Zinco e magnésio baixos derrubam a testosterona e atrapalham o sono e a recuperação, e atletas que suam muito ou fazem dieta restritiva podem, sim, ficar abaixo do ideal. Nesse caso, repor ajuda, mas o efeito é corrigir um déficit, e não "turbinar" um organismo que já está normal. E o relato do @oozaru tem base. Sonhos mais vívidos com ZMA são muito comuns, e um estudo de 2018 mostrou que a vitamina B6 aumenta a lembrança dos sonhos. O magnésio também participa da regulação do sono. Então quem sente isso não está imaginando. A comparação do @Filinto Miller com um multivitamínico faz sentido pelo custo. Se a ideia for garantir zinco e magnésio, o multivitamínico ou os minerais separados custam menos. Um detalhe prático: o zinco é mal absorvido junto com cálcio e laticínios, por isso o ZMA costuma ser recomendado em jejum, antes de dormir. Para comparar o nível de evidência do ZMA com outros suplementos, o orientador de suplementos do site mostra mecanismo, dose e o que a pesquisa realmente sustenta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/suplementos/
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Ciclo de Stano
@12Camilla12, pelo que deu para entender, seria stanozolol 5 mg três vezes ao dia, ou seja 15 mg por dia, mais uma testosterona injetável a cada 15 dias. Se for isso, esse ciclo tem dois pontos de risco alto para mulher, e vale entender o porquê antes de começar. O primeiro é a testosterona injetável. As apresentações comuns no Brasil, como cipionato e enantato, vêm em ampolas de 200 a 250 mg, doses pensadas para homem. Uma mulher tem, naturalmente, uma fração pequena da testosterona masculina. Uma ampola a cada 15 dias leva o nível a valores muito acima do limite feminino, e é esse o caminho mais rápido para a virilização. Voz grossa, aumento do clitóris e pelos no rosto são efeitos que muitas vezes não voltam depois que se para. A testosterona em creme que você já usou permite doses muito menores e mais controláveis. A injetável em dose de homem é outra história. O segundo é o stanozolol. Ele é mais androgênico que a oxandrolona, e os relatos femininos que costumam terminar sem virilização ficam em doses bem mais baixas que 15 mg por dia. Além disso, ele derruba o HDL com força, pode ressecar articulações e sobrecarrega o fígado. Somado à testosterona, o risco se multiplica. Os sinais para interromper na hora são rouquidão ou mudança na voz, aumento do clitóris, pelos novos no rosto e no corpo, acne forte e alteração do ciclo menstrual. E, se não houver método contraceptivo, o uso de androgênio precisa de proteção segura contra gravidez, porque pode causar malformação no feto. Agora, o ponto que mais pesa a seu favor: dois meses de oxandrolona com testosterona em creme sem resultado expressivo quase nunca é problema de hormônio fraco. Normalmente é dieta sem superávit calórico, proteína baixa ou treino sem progressão de carga. Subir para drogas mais fortes sem resolver isso só aumenta o risco, sem garantir o resultado. Se você postar as informações que o @Apollo Galeno pediu, principalmente a dieta com quantidades e o treino, dá para ver onde está travando. Antes de qualquer ciclo, faça hemograma, perfil lipídico, TGO, TGP, GGT e testosterona total. Para enxergar os riscos e os exames de controle de cada combinação, o gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação que serve de base para ajuste: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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O que acham da execução e força dessa menina no supino?
Respondendo à pergunta da @Bella: o que se salva do tópico é a discussão técnica sobre o supino, e ela vale para qualquer pessoa, homem ou mulher. Então vou organizar o que foi dito, porque as observações estão espalhadas. Sobre abrir ou fechar os cotovelos, o @Locemar e a equipe do site estão certos, mas falta uma peça. Com os cotovelos mais junto ao corpo, em torno de 45 graus em relação ao tronco, o tríceps e a parte da frente do ombro participam mais, e o ombro fica numa posição mais protegida. É a técnica típica do powerlifting. Com os cotovelos bem abertos, perto de 90 graus, o peitoral fica mais alongado embaixo, mas o ombro sofre mais tensão, e essa é uma causa comum de dor em quem treina pesado. O que o @Shinogu Sensui sentiu ao fechar os braços, a sensação de peso bem mais difícil, é normal na adaptação: o tríceps passou a trabalhar num ângulo que antes não era exigido. Com algumas semanas, a força volta. Para hipertrofia de peitoral, a maioria das pessoas se sai bem num meio-termo, algo entre 45 e 70 graus, com as escápulas encaixadas para trás e para baixo. Sobre amplitude, o @Foston tocou no ponto que mais importa. Descer só até o braço fazer 90 graus permite colocar muito mais carga, mas tira justamente a parte do movimento em que o peitoral está mais alongado. E há evidência de que treinar com o músculo alongado é um dos estímulos mais fortes para hipertrofia. A pausa com os braços esticados em cima, entre uma repetição e outra, também alivia a série, porque nesse ponto o esqueleto segura o peso e o músculo descansa. Por isso comparar carga entre duas pessoas só faz sentido quando a execução é igual. Uma descida curta com pausa e uma descida completa com tensão contínua são praticamente exercícios diferentes. Para ver a execução e as variações do supino com halteres, o orientador de exercícios do site mostra o passo a passo e os músculos envolvidos: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/exercicios/
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Natural Sterol Complex promote efeito igual ao de esteroides
O @rafaelcorrea resumiu bem em 2002, e o argumento continua valendo. Vale só explicar por que esse tipo de produto não entrega o que promete, porque o marketing mudou de nome ao longo dos anos, mas a ideia é a mesma. Os "esteróis de plantas" desses complexos, como o beta-sitosterol, têm uma estrutura química parecida com a do colesterol e com a dos hormônios esteroides. Daí vem a propaganda. Mas o corpo humano não tem a maquinaria para transformar esses compostos em testosterona. O efeito comprovado do beta-sitosterol é outro: ele atrapalha a absorção de colesterol no intestino, e por isso é usado em produtos para baixar o LDL. Nada de ganho de massa muscular. O caso que mais se aproxima de um "anabolizante vegetal" com algum dado científico é a ecdisterona, um composto de plantas e insetos. Um estudo de 2019 encontrou mais ganho de massa magra em quem usou, e a agência mundial antidoping passou a monitorar a substância. Mas o efeito foi pequeno perto de um esteroide de verdade, ainda precisa ser confirmado por outros estudos, e boa parte dos produtos vendidos com esse nome tem pouco ou nada do composto no rótulo. E existe o risco contrário ao prometido. Na história desses suplementos, vários produtos "naturais" que davam resultado de fato estavam contaminados com pró-hormônio ou esteroide não declarado no rótulo. Aí a promessa de "sem contraindicação" vira o oposto, porque a pessoa usa hormônio sem saber. Para consultar o nível de evidência e a dose dos suplementos que funcionam de verdade, o orientador de suplementos do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/suplementos/
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É a primeira vez que monto meu treino!
@Amanda Karen, para um primeiro treino montado por conta própria, a lógica está boa: divisão ABC, perna com volume próprio e atenção à coluna. Os ajustes que eu faria são de outro tipo. O primeiro é a parte posterior da perna e o glúteo. No treino A só entra quadríceps e panturrilha, e não aparece mesa flexora, stiff, elevação pélvica nem cadeira abdutora em lugar nenhum. Para quem quer hipertrofia de membros inferiores, isso deixa metade da perna sem estímulo direto. A sugestão de divisão do @Batata... já corrige isso colocando a flexora e separando os dias de perna, e vale seguir essa linha. Eu ainda somaria a elevação pélvica, que trabalha glúteo pesado sem carga vertical na coluna. Sobre a lombar, o abdominal que mais costuma funcionar para quem tem dor é o que não flexiona a coluna repetidamente. Três exercícios bem estudados para isso são a prancha lateral, o bird dog (em quatro apoios, estendendo braço e perna opostos) e um abdominal curto em que só a cabeça e os ombros saem do chão, com as mãos embaixo da lombar mantendo a curvatura natural. Somar o pallof press, que é segurar o cabo da polia na frente do peito resistindo à rotação, fecha bem o trabalho de estabilidade. Encaixam no fim de dois ou três treinos da semana, ou mesmo como aquecimento antes de perna, sem precisar de um dia próprio. Sobre o levantamento terra, a pressão na dorsal com 5 kg de cada lado quase sempre é execução, com a parte alta das costas arredondando na subida, e não carga. Antes de desistir dele, vale filmar de lado. O agachamento com a anilha na frente do peito, o chamado goblet, é uma ótima escolha para escoliose leve, porque o peso na frente deixa o tronco mais vertical. Já os exercícios corretivos para um lado só, como a flexão lateral para o lado da curvatura, dependem de saber exatamente a direção e o tipo da curva. Isso é o terreno do fisioterapeuta, que pode usar métodos específicos para escoliose, como o Schroth, e não vale fazer por conta própria. Sobre o peso, o anticoncepcional contínuo não costuma impedir o ganho de peso. Com 52 kg e 1,65 m, a dificuldade de ganhar quase sempre é caloria. Muita gente que come "bastante" está, na conta, perto da manutenção. O @Micael Silva perguntou sobre a alimentação e ele tem razão: sem superávit calórico e proteína suficiente, o treino não vira músculo na velocidade que você quer. Para ter uma referência de quantas calorias comer para ganhar peso, a calculadora de bulking do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/bulking/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Trembo e testosterona
@Tcpcassio, do jeito que está não dá para dizer se está bom, porque falta o dado principal: quantos miligramas de cada um por aplicação. Segunda e quinta é só a frequência. Mas dá para adiantar o raciocínio que decide isso. A frequência depende do éster. Duas aplicações por semana funcionam bem para testosterona enantato ou cipionato e para trembolona enantato. Se a sua trembolona for acetato, que é a mais comum no Brasil, duas vezes por semana é pouco. O acetato sai rápido do corpo, então o nível sobe e desce muito entre as aplicações, e o normal é aplicar em dias alternados ou diariamente. A proporção também importa. O mais seguro é a testosterona servir de base, em dose igual ou maior que a da trembolona. Ciclo com muita trembolona e pouca testosterona costuma derrubar libido e humor e aumentar os colaterais. E, para quem nunca usou trembolona, começar em dose baixa e observar duas semanas é o que mostra como o seu corpo reage: insônia, suor noturno, ansiedade, pressão alta e fôlego curto são os sinais mais comuns. E, para secar, quem faz o trabalho é o déficit calórico. A trembolona ajuda a preservar massa magra durante a dieta, mas sem déficit ela não tira gordura. Os exames antes de começar são hemograma, perfil lipídico, TGO, TGP, creatinina, estradiol e prolactina. E a pressão deve ser medida em casa. Postando idade, peso, altura, percentual de gordura, histórico de ciclos, a dose de cada substância e a dieta, dá para opinar sobre o protocolo com mais precisão. Para comparar frequência, dose, auxiliares e TPC, o gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação que serve de base para ajuste: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Junior Bigdog - Projeto 80kg seco!
Sair de 132 kg para a casa dos 82 kg mantendo massa magra é um feito que muita gente não consegue, @Junior Bigdog. A base de disciplina para competir daqui a alguns anos você já mostrou que tem. Sobre a semana 2, algumas observações práticas. A balança parada com cintura caindo é comum nessa fase e não significa estagnação. Glicogênio e água oscilam bastante de um dia para o outro, principalmente depois de dois dias de low carb sem treino, como você mesmo notou. O que vale é a tendência de três ou quatro semanas. Uma meta razoável para secar sem sacrificar músculo é perder entre 0,5% e 1% do peso por semana, algo entre 400 e 800 g no seu caso. Se ficar duas semanas seguidas abaixo disso, aí sim vale mexer em caloria ou aeróbico. As medidas merecem padronização. Três centímetros a menos na coxa em uma semana dificilmente é tecido real, o mais provável é diferença no ponto de medida ou na hora do dia. Mede sempre em jejum, no mesmo horário, com o mesmo ponto de referência, por exemplo tantos centímetros acima da patela. Assim a comparação fica confiável. A creatina não precisa ser 20 g por dia. Essa dose só se usa na fase de saturação, por cinco a sete dias, e mesmo essa fase é opcional. Depois disso, 3 a 5 g por dia mantêm o músculo saturado. Tomar 20 g todos os dias é desperdício e pode dar desconforto intestinal. E a sensação de murchar em dieta vem em boa parte da queda de glicogênio. A creatina ajuda a manter um pouco de água dentro da célula muscular, então vale continuar na dose certa. Sobre fazer low carb a semana inteira no final, eu seguraria essa ideia. Carboidrato muito baixo por sete dias costuma deixar o músculo chapado e o treino fraco, e o que você ganha na balança é principalmente água e glicogênio. Se precisar acelerar na reta final, um déficit um pouco maior mantendo o carboidrato em volta do treino costuma render mais. E, pensando no objetivo de competir, depois que chegar num percentual de gordura baixo, a fase seguinte vai ser construir músculo com superávit controlado. Para acompanhar as calorias da secagem agora, a calculadora de cutting do site dá uma referência: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/cutting/
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Primeiro ciclo: OX de 10mg em cápsula da marca PHA
@Kamila Ribeiro, antes da dose, um ponto que ninguém levantou e que é o mais importante do seu relato: você parou o anticoncepcional há menos de um mês e está planejando usar esteroide. Androgênio durante uma gestação pode causar malformação no bebê, principalmente masculinização de um feto menina. Se for usar, precisa de um método contraceptivo seguro e sem hormônio, como DIU de cobre ou preservativo em toda relação. Isso não é detalhe. Sobre o anticoncepcional e a estagnação, a observação do Perfil Desativado tem fundamento, mas vale dosar. O anticoncepcional combinado aumenta a SHBG, uma proteína que prende a testosterona no sangue, e a fração livre cai. Isso pode, sim, pesar um pouco no resultado. Mas dificilmente é a explicação principal de ficar parada. Na maioria dos casos, quem trava com 21% de gordura e treino forte está com a dieta sem controle de quantidade. E é aí que está o maior ganho para você agora. O cardápio tem boas escolhas, mas não tem gramagem nenhuma. Sem saber quanto de arroz, de carne e de pasta de amendoim entra, não dá para saber se você está em déficit, manutenção ou superávit. A saída da dieta também merece atenção: de sábado às 16h até domingo à noite são quase dois dias por semana. Duas fatias de pizza e um açaí parecem pouco, mas, dependendo do tamanho do açaí e do que vem junto, podem apagar boa parte do déficit da semana. O primeiro passo é pesar tudo por duas semanas e mirar em torno de 1,8 a 2 g de proteína por quilo de peso. Sobre a oxandrolona, o seu plano sobe para 20 mg por dia, e isso está no limite de cima para mulher. A maioria dos relatos femininos com bom resultado fica entre 5 e 10 mg por dia. Quanto mais alta a dose, maior o risco de virilização. E alguns desses efeitos, como a voz engrossar, não voltam quando para. Os sinais de alerta são rouquidão ou voz mais grave, aumento do clitóris, pelos novos no rosto, acne forte e alteração no ciclo menstrual. Aparecendo qualquer um, a conduta é parar. O masteron eu deixaria de fora, e aqui concordo com o que já foi dito. Ele é bem mais androgênico que a oxandrolona, aumenta muito o risco de virilização e não faz sentido num primeiro ciclo, ainda mais com o percentual de gordura acima de 20%. Antes de começar, faça hemograma, perfil lipídico, TGO, TGP e GGT. A oxandrolona derruba o HDL e mexe com as enzimas do fígado, então repetir esses exames perto da quarta semana dá segurança para seguir ou parar. O treino está bem distribuído, com dois dias de perna e uma sessão de aeróbico. O ajuste que falta é na dieta, e não no treino. Para chegar nas quantidades de proteína, carboidrato e gordura do seu déficit, a calculadora de macronutrientes do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/macronutrientes/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Trembo + dura
@Rolliver, o @Batata... tocou no ponto central. Um mês de cruise é pouco para o cruise cumprir o papel dele. A ideia de ficar semanas numa dose baixa é dar tempo para hematócrito, pressão, perfil lipídico e enzimas do fígado voltarem para perto do normal antes do próximo blast. Com trinta dias, a maioria desses marcadores ainda nem se recuperou. Emendar trembolona agora é somar carga em cima de um organismo que ainda está pagando a conta do ciclo anterior. O jeito certo de decidir isso é com exame na mão, e não pelo calendário. Sobre a trembolona em si, vale separar o que é real do que é exagero. Ela não aromatiza, então não causa a retenção de água ligada ao estradiol, e em dieta ajuda a preservar massa magra. Por isso ela tem fama de "secar". Mas quem tira gordura é o déficit calórico. A trembolona melhora o aproveitamento do que você come, ela não queima gordura por conta própria. E a comparação de que ela seria "quatro vezes mais forte" que a testosterona vem de ensaios antigos em ratos, que medem crescimento de tecido em laboratório. Isso não se traduz em quatro vezes mais músculo no mundo real, enquanto os colaterais dela são bem concretos: insônia, suor noturno, ansiedade, pressão alta, fôlego pior no aeróbico e queda forte do HDL. A dura é uma mistura de ésteres de testosterona com meias-vidas diferentes. Ela funciona como base de testosterona normalmente, só que o nível no sangue oscila mais nas primeiras semanas. Se o objetivo é perder gordura e água mantendo o volume, a ordem que costuma dar resultado é a seguinte. Primeiro o déficit calórico moderado com proteína alta. Depois o controle de sódio e da água, sem cortar água, que é o erro clássico. Aeróbico regular vem em seguida. E, se ainda estiver usando algum hormônio, a dose de testosterona do cruise controlada, porque estradiol alto é uma das causas mais comuns de retenção em quem está em cruise. Muita gente acha que precisa de trembolona para secar e descobre que precisava ajustar a dieta e o estradiol. Se mesmo assim decidir fazer o blast, os exames antes de começar são hemograma, perfil lipídico, TGO, TGP, creatinina, estradiol e prolactina. A pressão arterial deve ser medida em casa, durante o ciclo todo. Para ver as calorias e macros de uma fase de secagem mantendo massa, a calculadora de cutting do site é um bom ponto de partida: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/cutting/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Aplicando Stano + Trembolona na mesma seringa ? Problemas com local...
Como o tópico continua servindo de pesquisa, como o @Estevão GM comentou, vale deixar registrado o porquê do problema, e não só o "não faça". O stanozolol injetável da maioria das marcas nacionais é uma suspensão aquosa, ou seja, cristais do hormônio boiando em água. Trembolona e testosterona vêm diluídas em óleo. Quando as duas coisas se misturam na seringa, os cristais do stanozolol tendem a se aglomerar em contato com o óleo, e o que chega ao músculo é uma mistura irregular, com grumos que o tecido demora a absorver. O @frangofranca acertou na distinção: ésteres oleosos entre si podem ir juntos na mesma seringa, mas o aquoso deve ir separado. O segundo fator é o volume, que o @Arnold1989 e o @Micael Silva levantaram. Quatro mililitros num ponto só já distendem bastante o músculo, mesmo sem mistura. E o stanozolol aquoso, sozinho, já é conhecido por aplicação dolorida. Juntar os três fatores praticamente garante inflamação local por alguns dias. Sobre o que fazer quando isso acontece: calor local, como a bolsa de água quente, costuma aliviar porque aumenta o fluxo de sangue na região e ajuda a dispersar o depósito. A pomada com heparina, como a que o @Jean Lima citou, também pode ajudar no desconforto e no hematoma. O que diferencia uma inflamação que vai sumir sozinha de um abscesso são os sinais de piora: vermelhidão que se espalha, calor que aumenta em vez de diminuir, área amolecida com sensação de líquido por baixo, febre ou dor crescente depois do terceiro ou quarto dia. Nesses casos não adianta insistir em compressa. Abscesso precisa de avaliação médica, e às vezes de drenagem, e quanto mais cedo, menor o estrago. Para quem quiser consultar a forma de apresentação e os colaterais de cada substância antes de montar a aplicação, o orientador de fármacos do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Ajuda na montagem do ciclo
@Jardel 1, antes de qualquer ajuste, uma confirmação: a oxandrolona está como 60 mg por semana, mas a sugestão do Bravo Costa foi de 40 mg por dia. São doses completamente diferentes, então vale conferir o que você quis dizer. 60 mg por semana dá menos de 9 mg por dia, o que praticamente não faria diferença num ciclo com 400 mg de testosterona. Sobre a primeira experiência com trembolona, três pontos práticos. Os efeitos dela costumam aparecer rápido e são bem individuais: insônia, suor noturno, ansiedade, irritabilidade, pressão mais alta e queda do fôlego no aeróbico. Começar com a dose menor e observar duas semanas antes de subir é o jeito mais seguro de conhecer a sua resposta. Como é acetato, se algo sair do controle, ela sai do corpo em poucos dias. A cabergolina deve entrar só com exame, e não por precaução. A trembolona pode, sim, subir a prolactina em algumas pessoas, mas muitas não têm alteração nenhuma, e a cabergolina tem efeitos próprios. Dose a prolactina por volta da terceira semana de trembolona e decida pelo número e pelo sintoma, como libido baixa ou dificuldade de ereção. E a TPC deve ser cronometrada pelo éster mais longo do ciclo, que é o cipionato. Ela começa em torno de 14 dias depois da última aplicação de testosterona, mesmo que a trembolona e o masteron saiam antes. Clomifeno e tamoxifeno juntos raramente são necessários. Com 35 anos, somando trembolona, masteron e oxandrolona, o perfil lipídico vai sofrer bastante. As três derrubam o HDL. Perfil lipídico, hemograma e pressão arterial medida em casa, antes e no meio do ciclo, são o mínimo para saber se o corpo está aguentando. Para organizar o protocolo com auxiliares, TPC e exames de controle, o gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação que serve de base para ajuste: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Uso de AEs e reestabelecimento da Frequência Cardíaca Máxima
Discussão interessante, Bravo Costa, e dá para somar uma explicação que ficou de fora: a idade. A frequência cardíaca máxima cai com os anos de forma bem previsível. A fórmula de Tanaka, uma das mais validadas, estima queda de cerca de 0,7 batimento por ano. Entre 2005 e agora, quando você passou de uns 26 para 40 anos, a queda esperada fica perto de 10 batimentos, só pelo envelhecimento. Sair de 203 a 207 para perto de 190 está quase todo dentro disso. Quem sempre teve máxima alta para a idade continua tendo, só que num patamar mais baixo. Sobre as três hipóteses. O hematócrito mais alto aumenta o transporte de oxigênio, então para a mesma intensidade o coração pode precisar bater um pouco menos. Isso muda a frequência em esforço submáximo, mas mexe pouco na máxima, que é mais ditada pela idade e pelo sistema de condução do coração. A hipertrofia cardíaca por esteroide também não costuma baixar a máxima, e não é um efeito que se queira: ela tende a vir com um ventrículo mais rígido, e só o ecocardiograma que o @Apollo Galeno sugeriu mostra isso. E o nível de anabolizante no sangue, por si, não tem efeito direto conhecido sobre a frequência máxima. Sobre doar sangue para controlar o hematócrito: funciona, mas vale saber que a triagem dos hemocentros tem critério específico para quem usa anabolizantes, com período de inaptidão para uso sem prescrição, e as regras foram revistas recentemente. Como você faz reposição prescrita, leve a receita na triagem. Se a doação não for possível, a alternativa é a sangria terapêutica pedida pelo médico, que tem o mesmo efeito. E com hematócrito beirando o limite, o intervalo entre as retiradas deveria ser guiado pelo próprio hemograma, não pelo calendário. Para comparar as suas zonas de treino com a frequência máxima estimada pela idade, a calculadora de FCmax do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/fcmax/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Ciclo pequeno de 5 semanas de Cipionato e Dianabol
@MILITAR01, a resposta para um ciclo curto não é somar mais uma droga ao dianabol. É trocar o éster da testosterona. O Bravo Costa tem razão: o cipionato leva algumas semanas para estabilizar no sangue, e num ciclo de cinco semanas boa parte do tempo seria gasta só subindo o nível. Para ciclo curto, o éster que combina é o propionato. Ele atinge o nível estável em poucos dias e sai rápido do corpo no fim. O preço disso são aplicações em dias alternados, e ele costuma doer mais no local. Isso muda também a TPC. Com propionato, ela começa em torno de três a quatro dias depois da última aplicação, e não 14 dias como no cipionato. E o Bravo Costa acertou de novo: com uma dose moderada de testosterona e um ciclo curto, tamoxifeno de 20 mg por quatro semanas costuma ser suficiente. Sobre a visão do @Obliterado, concordo que ciclo curto e dose moderada fazem sentido para quem está começando, e que anos de treino pesam mais que miligramas. Mas vale uma correção: a resposta à testosterona aumenta com a dose, até doses bem altas, nos estudos com homens jovens. O problema das doses altas não é o hormônio "sobrar" e ir para a próstata ou para o couro cabeludo. É que os colaterais crescem junto: hematócrito, pressão, HDL, acne, queda de cabelo em quem tem predisposição. A lógica de usar pouco se sustenta pela relação entre custo e benefício, não por falta de receptor. Antes de começar, faça exames de base: hemograma, perfil lipídico, TGO, TGP, testosterona total, LH, FSH e estradiol. E, como você é militar, vale checar se a sua corporação faz exame toxicológico ou antidoping periódico. Para comparar o desenho com propionato e a TPC correspondente, o gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação que serve de base para ajuste: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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1º Ciclo de Oxandrolona.. Dúvidas
@Claudi, respondendo as suas duas dúvidas, e com um alerta que vem antes delas. A menstruação que começou, cortou e não voltou é um efeito esperado. Os androgênios suprimem o eixo hormonal feminino, a ovulação fica irregular ou para, e o ciclo menstrual desorganiza, como o @Foston disse. Justamente por isso, faça um teste de gravidez se houver qualquer possibilidade, mesmo pequena. Com o ciclo bagunçado, um atraso deixa de ser sinal confiável, e esteroides anabolizantes durante a gestação podem masculinizar o feto. Um teste de farmácia resolve a dúvida em minutos. Sobre a barriga inchada: nas primeiras semanas de oral é comum sentir o abdômen estufado. Parte é intestinal, pela mudança de dieta e de horários, e parte é o músculo mais cheio de glicogênio e água. Stano e oxandrolona não aromatizam, então não é a retenção estrogênica clássica. Se o inchaço vier com dor na parte de cima do abdômen, pele ou olhos amarelados, urina escura ou coceira pelo corpo, pare o uso e procure avaliação, porque esses são sinais de sobrecarga no fígado, e você está usando dois orais 17-alfa-alquilados ao mesmo tempo. E o relato da @sarinhah, que abre este tópico, é o melhor aviso para você agora. Ela descobriu no fim que estava tomando 60 mg por dia, e a voz alterou. Oxandrolona com stano somam efeito androgênico, e o stano é o mais virilizante dos dois. Na terceira semana ainda dá tempo de reduzir ou parar se aparecer rouquidão, pelos no rosto ou acne forte, como a @Bella alertou. Não espere o fim do ciclo para decidir. E abra o seu tópico no padrão que o @Apollo Galeno passou, com as doses de cada droga. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Prazo de 1 ano(loucura)
@Samy02, a boa notícia é que você tem mais de um ano até a cirurgia, e isso é tempo de sobra para mudar bastante o corpo sem pressa nem medida drástica. A sua dieta atual já tem uma base boa: ovos, carnes, whey e gorduras de qualidade. Fazendo uma conta aproximada, ela fica perto de 1.800 kcal, com proteína razoável. Os ajustes que eu faria são simples. O bacon do jantar pode sair, porque soma gordura saturada e calorias sem acrescentar nada que o frango e os ovos já não deem. O lanche das 15h, só com castanhas, deixa um buraco longo até as 18h. Um iogurte natural com fruta ou uma fonte de proteína ali segura a fome e ajuda a não exagerar à noite. E a meta de proteína para você fica em torno de 110 a 130 g por dia, o que dá para fechar com pequenos aumentos nas carnes. Com 13 meses pela frente, um ritmo de meio quilo por semana já leva a uma mudança enorme, e preserva mais músculo que um corte agressivo. Se o funcional ainda não inclui carga de verdade, colocar musculação duas a três vezes por semana faz muita diferença no formato do corpo, principalmente glúteo, costas e ombro. Sobre a oxandrolona, um ponto importante por causa da cirurgia: conte ao cirurgião tudo o que estiver usando. Os cirurgiões costumam pedir a suspensão de hormônios e de vários suplementos algumas semanas antes do procedimento, por causa de coagulação, pressão e cicatrização. E a oxandrolona mexe com o fígado e com o colesterol, então os exames pré-operatórios vão mostrar isso. O ideal é que qualquer ciclo termine com bastante folga antes da data, e com os exames já normalizados. Para calcular o seu déficit e o ritmo de perda até a cirurgia, a calculadora do site faz a conta com os seus dados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/deficit/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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ciclo feminino + ajuda na dieta
@megmedeiros29, enquanto as fotos no padrão que o @Apollo Galeno pediu não chegam, dá para comentar dois pontos da ficha que não dependem delas. O primeiro é a boldenona por 16 semanas. Em mulher, 100 mg por semana já não é dose baixa, e a duração pesa tanto quanto a dose. A boldenona tem meia-vida longa e efeito androgênico moderado, então os sinais de virilização, como voz mais grave, pelos no rosto, acne e aumento do clitóris, costumam aparecer devagar e só depois de semanas. Quando surgem, o hormônio ainda leva semanas para sair do corpo, mesmo depois de parar. Quatro meses de exposição contínua aumentam bastante a chance de algum desses efeitos se instalar, e alguns, principalmente a voz, podem não voltar. Ela também é conhecida por subir o hematócrito e aumentar muito o apetite. Hemograma e perfil lipídico no meio do ciclo são importantes. O segundo é a ioimbina todos os dias. Vale lembrar que ela é um medicamento, não um suplemento. Ela bloqueia receptores alfa-2 e pode aumentar ansiedade, frequência cardíaca e pressão arterial, e o efeito na perda de gordura, quando aparece, é pequeno e depende de jejum. Uso diário e prolongado, somado a treino intenso e a um esteroide que também mexe com pressão, merece pelo menos medida de pressão em casa com alguma regularidade. Sobre a oxandrolona que não deu resultado em quatro meses, você provavelmente tem razão. Oxandrolona verdadeira derruba o HDL de forma bem visível no exame em poucas semanas, e esse é o jeito mais simples de conferir o próximo produto antes de gastar meses com ele. O treino está bem montado e com volume alto. Com isso, a dieta vai ser o que decide o resultado. Para ver mecanismo, faixa de dose feminina e colaterais da boldenona, o orientador de fármacos do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Volta ao ciclo de oxandrolona feminino 10mg
@Em busca de um shape, sobre o armazenamento: dentro do guarda-roupa, longe de luz direta, calor e umidade, é justamente como comprimidos e cápsulas devem ser guardados. Como a @Catcat viu, a validade ia até 2020. O ponto de atenção seria banheiro ou cozinha, pela umidade, e cápsulas que ficaram grudadas, amolecidas ou com cheiro diferente. Nada disso parece ter acontecido. O que merece mais cuidado é o fibroadenoma. Não há evidência de que a oxandrolona cause fibroadenoma. Ele é um nódulo benigno muito comum em mulheres jovens, e o seu médico está certo em dizer que a causa não é bem conhecida. Mas os fibroadenomas são sensíveis a hormônios e podem mudar de tamanho com variações hormonais. Por isso, se for voltar a usar, conte ao médico que acompanha o nódulo, para ele saber o que interpretar no próximo ultrassom. Esse acompanhamento de seis em seis meses é importante e não deve ser pulado. Sobre o produto, o @Gamma e o @Foston já explicaram que o nome Anavar é só uma marca de outro fabricante, o que não garante nem descarta o conteúdo. O teste mais acessível é o perfil lipídico. A oxandrolona derruba o HDL de forma clara em duas a três semanas, então um exame antes e outro por volta da terceira semana mostra se há princípio ativo. @Katis, o Foston resumiu bem: mulheres não precisam da TPC que os homens fazem, porque o eixo feminino é outro, e a TPC não evita a virilização. O que protege é dose baixa, tempo curto e parar ao primeiro sinal, principalmente de mudança na voz. Para ver mecanismo, faixa de dose feminina e colaterais da oxandrolona, o orientador de fármacos do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Pílula do dia seguinte durante o ciclo de oxan e stano
@Juliana Paiva, a preocupação do pessoal é legítima, mas alguns números sobre a pílula do dia seguinte estão exagerados no tópico, e isso importa para quem chega aqui precisando decidir rápido. A pílula do dia seguinte usada no Brasil é o levonorgestrel 1,5 mg em dose única. É só progestagênio, sem estrogênio nenhum. Ela não equivale a uma cartela de anticoncepcional, que soma estrogênio e progestagênio de três semanas. E, por não ter estrogênio, a Organização Mundial da Saúde não coloca restrição ao uso nem para mulheres com risco aumentado de trombose. Uma dose isolada não é a "bomba hormonal" que o termo sugere. Os efeitos mais comuns são náusea, dor de cabeça e sangramento fora de hora, que passam em poucos dias. Sobre a oxandrolona: não há interação conhecida que reduza a eficácia do levonorgestrel. As substâncias que atrapalham a pílula são as que aceleram o metabolismo no fígado, como alguns anticonvulsivantes e a rifampicina. Então não é preciso parar o ciclo para tomar a pílula, e o mais importante é tomar o quanto antes, porque a eficácia cai a cada dia depois da relação. Se a decisão for pausar a oxandrolona para ver a menstruação voltar ao normal, como o @Locemar sugeriu, é uma escolha razoável por outro motivo: com androgênio no corpo, o ciclo menstrual fica irregular e fica mais difícil perceber um atraso. Na escolha de método, o @Apollo Galeno tem toda razão sobre DIU e camisinha. O DIU de cobre é o método sem hormônio mais eficaz, e ainda funciona como contracepção de emergência se colocado até cinco dias depois da relação. Já coito interrompido e tabelinha, citados pelo @Foston, falham bastante no uso real, e com a menstruação desregulada pelo ciclo a tabelinha perde o sentido. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Caneta GH Eutropin 300ui
@diego medeiros, o alerta do @Matheus Poomyloh é o ponto mais importante do tópico. As apresentações da Eutropin divulgadas pela própria LG Chem, a fabricante, são canetas e refis com algumas dezenas de UI, como 36 e 48 UI por refil. Uma caneta de 300 UI não corresponde a nenhuma apresentação conhecida do fabricante. Somado a um fornecedor que não sabia nem a unidade do marcador, tudo indica produto falsificado. E vale explicar por que isso é mais grave com GH do que com muitos esteroides. Somatropina falsa pode ser só diluente, o que já é dinheiro jogado fora, mas também pode conter outra substância. Há relatos de produtos vendidos como GH que continham insulina, e aplicar insulina achando que é GH pode causar hipoglicemia grave. Tremor, suor frio, palpitação, confusão ou fome súbita depois da aplicação são sinais de alerta. Sobre saber se funcionou: sensação não serve de teste para GH. O exame útil é o IGF-1. Dosado antes e depois de duas a três semanas de uso diário, ele deve subir de forma clara se o produto for somatropina de verdade. Se não se mexer, não é GH, ou está muito subdosado. A explicação do @Locemar sobre o marcador estava correta para aquela caneta, e a preferência do @Gamma pelo pó com diluente faz sentido. Produto liofilizado de farmácia, com lote e nota, é muito mais fácil de conferir que uma caneta de origem incerta. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.