O diferencial do produto Creatine Plasma da VPX é a forma de administração. A marca afirma que se trata de um suplemento biolíquido. Mas o que seria isso? Ao avaliar o suplemento verificamos que se trata de uma substância um tanto pastosa. Não chega a ser tão fluída quanto água, nem tão pastosa quanto um iogurte, ficando num intervalo entre eles.
Há muitos anos houve uma disputa judicial entre a AST Sports Nutrition e a Muscle Marketing USA em torno da propaganda sobre a Creatine Serum, produto que a MM USA afirmava ser mais eficiente que a creatina em pó. Fizemos uma busca sobre o tema e não encontramos nada a respeito diponibilizado na internet atualmente. No entanto, encontramos uma disputa entre a Degussa e a MM USA sobre esse tema: Degussa announces victory in creatine case (A Justiça norte-americana teria proibido a MM USA de anunciar que a creatina líquida Serum seria estável e mais efetiva que a creatina em pó).
Esse dado histórico já nos deixa um tanto receosos quanto ao produto Creatine Plasma, que é um suplemento de creatina em forma líquida, viscosa. Em pesquisa rápida, não encontramos nada contra o suplemento.
O produto é um líquido branco que parece um xarope, até no gosto, nada agradável. O produto é apresentado como tendo sabor de uva. Não pudemos sentir traços de gosto de uva. O rótulo promete um aumento radical na força, um grande aumento na performance e na massa muscular. O produto se diz seguro para atletas sujeitos a testes antidoping.
Cada dose do produto (um dosador de 10 ml acompanha o suplemento) forneceria 2,5 gramas de creatina monohidratada e 2 gramas de carboidratos. Para quem costuma fazer uso de suplementos de creatina, talvez seja interessante experimentar o produto, a fim de se tentar uma fórmula diferenciada de absorção. Deixe suas impressões aqui.
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