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Cláudio Chamini

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Tudo postado por Cláudio Chamini

  1. @Gero , dá para tirar a dúvida sem depender de relato de ninguém, e o teste derruba a maioria desses "labs" com nome de país. Na Austrália todo medicamento vendido legalmente precisa estar registrado na TGA, a agência que faz o papel da Anvisa por lá. O registro aparece na caixa como um número AUST R, e qualquer pessoa consegue consultar esse número no ARTG, que é o cadastro público da TGA. Se a empresa ou o produto não aparecem ali, não é farmacêutica australiana, é laboratório clandestino usando o nome do país para parecer confiável. Além disso, anabolizante na Austrália é controlado e só sai com receita, então uma fabricante legítima não venderia por site para qualquer comprador, muito menos para fora do país. O @davidevh resumiu bem. Produto de laboratório que não se rastreia não tem nenhuma garantia de que contém a substância do rótulo, na dose do rótulo e sem contaminação. Em análises de produtos apreendidos, é comum encontrar dose diferente da declarada, substância trocada e, nos injetáveis, problema de esterilidade, que é o que leva a abscesso. Quem quiser comparar o que cada substância faz e os riscos de cada uma tem o orientador de fármacos do site: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  2. Vale deixar registrado o que tem dentro do Typhon, porque o nome comercial esconde isso. Pelo rótulo, cada cápsula traz 10 mg de metilstenbolona (2,17α-dimetil-5α-androst-1-en-17β-ol-3-ona). Apesar de ser vendido como pró-hormônio, é um esteroide anabolizante já ativo, derivado da DHT e metilado no carbono 17. Ele não aromatiza, então não dá ginecomastia por estrogênio, mas a metilação é justamente o que o torna pesado para o fígado. Esteroides "de grife" desse tipo nunca passaram por estudo em humanos, e existem relatos publicados de hepatite colestática, com icterícia, em usuários desse grupo de produtos. Por isso o @Gamma tem razão quando diz que não é mais seguro que um anabolizante tradicional. A diferença é que, de um esteroide farmacêutico, se conhece dose, meia-vida e colaterais. De um composto de suplemento, quase nada. A força e a fome que o @Jair Santos e o @JULIOCR relataram são reais e aparecem rápido, porque o composto age direto no receptor androgênico. Mas um ponto do relato do Jair precisa de destaque: ereção que não baixa e dor nos testículos. Ereção que dura mais de quatro horas tem nome, priapismo, e é emergência médica, porque o sangue parado no pênis lesa o tecido e pode deixar disfunção erétil permanente. Quem tiver isso não espera passar, vai ao pronto-socorro. Sobre a "TPC": Organ Shield e Reset são suplementos de proteção hepática e de ervas. Não religam o eixo hormonal. Depois de algumas semanas de metilstenbolona, a produção própria de testosterona fica suprimida como em qualquer ciclo, e a recuperação depende de tempo e, em muitos casos, de TPC de verdade, avaliada com exame de LH, FSH e testosterona. @Brenuuu, você já parou depois de poucos dias e sentiu dores. Nesse caso o melhor é não retomar. Com tão pouco tempo de uso, a supressão costuma ser pequena e o eixo volta sozinho. Se as dores continuarem, ou se aparecer urina escura, pele ou olhos amarelados, coceira no corpo ou dor do lado direito da barriga, vale dosar TGO, TGP, GGT e bilirrubinas. Quem estiver estudando opções, o orientador de fármacos do site descreve cada substância, com colaterais e cuidados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  3. @Marcos...V , a insônia que você descreveu, dormindo às 23h e acordando às 3h20 sem conseguir voltar, tem três estimulantes somados, e só um deles é a trembolona. Por isso o @davidevh e o @Apollo Galeno insistiram no Franol. O Franol tem dois estimulantes em cada comprimido: 120 mg de teofilina e 15 mg de sulfato de efedrina. A teofilina é da mesma família da cafeína, e a efedrina age como adrenalina. A trembolona por si só já é uma das drogas mais associadas a insônia e suor noturno. Somando os três a um trabalho noturno em dias alternados, que já desorganiza o relógio do sono, o resultado é previsível. E não é só sono: os três aceleram o coração e sobem a pressão, num homem de 1,92 m e 110 kg. Isso é carga cardiovascular de verdade. Mas o Franol é remédio de asma, e a pergunta mais importante é por que você toma. Se for para asma ou chiado, não pare por conta. O certo é levar isso ao médico, porque hoje existem bombinhas inalatórias que controlam a asma melhor que o Franol, sem estimulante no corpo todo. Se for para secar, ele é dispensável e é o primeiro que deveria sair. E uma coisa a observar: a trembolona pode causar tosse e falta de ar em algumas pessoas. Em quem tem asma, qualquer piora da respiração durante o ciclo precisa de atenção. A metformina também merece uma conversa com o médico. Se ela está sendo usada por resistência à insulina ou pré-diabetes, vale saber que o estanozolol pode piorar o controle da glicose. Ele também derruba o HDL, que já sofre com a trembolona. Glicemia de jejum, hemoglobina glicada e perfil lipídico no meio do ciclo mostram como o seu corpo está respondendo à combinação. @trumbica , acordar de madrugada "puxando o ar", com o coração disparado, logo na primeira semana, não é colateral normal para esperar passar. Se voltar, principalmente com dor no peito, desmaio ou falta de ar que não melhora em alguns minutos, é motivo para pronto-socorro. Antes da próxima aplicação, vale medir a pressão e a frequência cardíaca em repouso e abrir um tópico próprio com o que você está usando, para não se perder no relato do Marcos. Para conferir mecanismo e colaterais de cada composto do ciclo, inclusive as interações, o orientador de fármacos do site reúne isso: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  4. @Nandinhatv , você mesma apontou o ponto principal: "o único treino que não sinto muito é o de superiores, acho que está bem fraco". O seu treino tem dois desequilíbrios que explicam a estagnação, e os dois têm conserto simples. O primeiro é a frequência. Cada grupo é treinado uma vez por semana, com muitas séries num dia só: cinco exercícios de quadríceps na segunda, cinco de posterior e glúteo na quinta. A partir da metade das séries, a qualidade cai muito, e o músculo passa sete dias sem estímulo. Dividir o mesmo volume em dois dias por semana costuma render mais. Por exemplo, quadríceps e glúteo na segunda, posterior e glúteo na quinta, com agachamento ou leg num dia e elevação pélvica ou stiff nos dois. O segundo é o descanso. Entre 30 e 60 segundos em agachamento livre, hack, stiff e leg com 15 a 20 repetições, a série seguinte começa sem recuperação, e você faz menos repetições ou usa menos carga. O treino "cansa", e você sente bastante, mas a sensação de queimação não é o que faz o músculo crescer. O que faz é a carga subir ao longo das semanas. Nos exercícios grandes, descanse de 2 a 3 minutos e anote carga e repetições. Se em quatro semanas o número não subiu, o treino não está progredindo, por mais que doa. Para os superiores, tire o dia só de braço e distribua bíceps e tríceps junto com costas e peito. Faça remadas e puxadas com carga que te leve a 8 a 12 repetições, e não 20. Ombro e costas bem desenvolvidos também fazem a cintura parecer mais fina, o que muda bastante o visual. E um ponto sobre o post do @ERISSON. Se o ciclo que ele descreveu, com Durateston e oxandrolona para "ela", inclui você, vale saber que testosterona em mulher, mesmo em dose pequena, tem risco bem maior de virilização do que a oxandrolona sozinha. Engrossamento da voz, aumento do clitóris e pelos no rosto podem não voltar depois que aparecem. E o Durateston, por ter ésteres longos, continua agindo semanas depois de parar. Qualquer rouquidão é sinal para suspender na hora. Para montar uma divisão com essa frequência maior, o gerador de treino do site faz um ponto de partida que você pode adaptar com a sua orientadora: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/treino/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  5. A distinção que o @torque fez lá atrás e o @Spartan spirit desenvolveu é a mais usada hoje: musculação é um método de treinamento, e esporte é o que tem competição organizada em cima dele. Por isso fisiculturismo, levantamento de peso olímpico e powerlifting são esportes, e a musculação é a ferramenta que todos eles usam, assim como o futebol, a natação e as lutas. Sobre a objeção do @Troll, de que fisiculturismo seria concurso de beleza: julgamento subjetivo não tira uma modalidade do esporte. Ginástica artística, saltos ornamentais e patinação artística também são decididos por juízes, com critérios definidos em regulamento, e ninguém questiona que sejam esportes. O fisiculturismo tem critérios escritos de simetria, proporção, volume, definição e apresentação, que mudam de categoria para categoria. E tem um lado prático nessa discussão que vale mais do que o rótulo. As diretrizes de atividade física da Organização Mundial da Saúde, revisadas em 2020, recomendam treino de força para os principais grupos musculares pelo menos dois dias por semana, para adultos de todas as idades, além do aeróbico. Ou seja, a musculação deixou de ser só "coisa de quem quer crescer", como dizia um dos posts antigos, e virou recomendação de saúde. E os levantamentos de lesão por hora de prática colocam o treino de força entre as atividades com menor taxa de lesão, abaixo de boa parte dos esportes coletivos, quando a técnica e a progressão são respeitadas. Então a resposta curta é: musculação não é esporte, é algo que todo esporte, e toda pessoa, deveria fazer.
  6. @Buterfly , pelo que você contou depois dos exames, a testosterona subiu e a farmácia não era o problema. Isso muda a pergunta. Agora ela não é mais "por que não sobe", e sim "quanto é seguro". E há na sua lista de remédios dois itens que não podem ser interrompidos de uma hora para outra, mesmo que alguém sugira parar. O primeiro é o "cortisol base 10 mg" duas vezes ao dia, que é hidrocortisona. Depois de mais de seis semanas, a sua adrenal provavelmente reduziu a produção própria, porque o corpo está recebendo cortisol de fora. Parar de repente pode causar insuficiência adrenal, com fraqueza intensa, queda de pressão, náusea e, em situação de estresse ou infecção, uma crise grave. Se a decisão for retirar, e há bons motivos para rediscutir esse remédio, a retirada precisa ser gradual e orientada pelo médico. Vale também saber que o cortisol alto no seu exame pode simplesmente refletir o comprimido que você toma. O segundo é a sertralina. Parar de uma vez costuma trazer tontura, irritabilidade, sensação de choque e piora do humor por algumas semanas. Isso não é a depressão voltando, mas atrapalha justamente quem já está esgotada. Se ela não está ajudando, o caminho é reduzir aos poucos com a médica, ou trocar. Sobre a testosterona: em mulher, os estudos e o consenso internacional de 2019 recomendam manter o nível dentro da faixa feminina normal, e a única indicação com boa evidência é a queda de desejo sexual na transição menopausal. Melhora de energia, ânimo e concentração não foi demonstrada de forma consistente. Gel a 15% é uma concentração muito acima do usual para mulher. Com o nível subindo, ficam mais prováveis acne, queda de cabelo, pelos no rosto, aumento do clitóris e engrossamento da voz, e os dois últimos podem não voltar. Qualquer rouquidão é motivo para suspender a testosterona e conversar com a médica. Esse remédio, diferente dos outros dois, pode ser parado na hora. E o anastrozol merece uma pergunta direta à médica. Ele bloqueia a produção de estrogênio, e você está fazendo reposição de estradiol. Usar os dois ao mesmo tempo puxa em direções opostas, e estrogênio baixo piora calorão, humor, sono e libido, os mesmos sintomas que você quer tratar. O que você descreveu, cansaço, desânimo, falta de desejo, compulsão por doce e ganho de peso depois de dois anos de estresse e uma mudança grande de vida, tem várias causas somadas, e o climatério é uma delas. Começar a se movimentar, como você mesma disse, entra no tratamento. Com tantos remédios ao mesmo tempo, uma segunda opinião com endocrinologista ou ginecologista com experiência em climatério, levando esta lista completa, ajuda a separar o que de fato está ajudando. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  7. @BigBossFrank , tem uma confusão de calendário nas últimas mensagens que vale desfazer antes de você começar, porque ela muda o resultado do ciclo inteiro. Pelo que ficou combinado na opção 1 do @Apollo Galeno, o dianabol vai até mais ou menos a quarta ou quinta semana, mas o enantato segue até a oitava. No seu último post, você entendeu que vai começar HCG e tamoxifeno logo depois do último comprimido de dianabol. Se fizer isso, a TPC cai no meio do ciclo, com o enantato ainda sendo aplicado. O tamoxifeno não consegue religar o eixo enquanto você está recebendo testosterona de fora, então seria remédio gasto à toa. A referência que importa é a última aplicação de enantato, e não o último comprimido. Como o enantato continua no sangue por cerca de duas semanas depois da última dose, a TPC com tamoxifeno costuma começar por volta de 14 dias depois dela. Se o HCG for usado, ele entra antes do SERM, não junto, como foi discutido mais acima no tópico. Vale confirmar esse calendário com o @Apollo Galeno, já que é ele quem está montando o seu protocolo, mas o princípio é esse. Sobre o Silimalon: ele não protege o fígado de forma comprovada. O que protege no seu caso é o dianabol ficar no tempo e na dose combinados, sem estender, e colher TGO, TGP, gama GT e bilirrubinas antes de começar e por volta da quarta semana. Dianabol é oral 17-alfa-alquilado, e é ele, e não o enantato, que pesa no fígado. Sobre a aplicação, o @davidevh já deu o material certo: seringa de 3 ml e agulha 30x7 para intramuscular. Seringa de 1 ml normalmente vem com agulha de insulina, curta demais para músculo. Glúteo, no quadrante superior externo, ou vasto lateral, na parte de fora da coxa, alternando o lado a cada semana. Mãos lavadas, álcool no local e no frasco, e agulha nova sempre. E faça os exames que o Apollo sugeriu, testosterona, estradiol, hemograma e perfil lipídico, antes de começar. Eles são a régua para saber depois se o eixo voltou. Para conferir o protocolo completo com o calendário de TPC, o gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação que você pode comparar com o que foi combinado aqui: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  8. Este tópico ainda aparece bem na busca de "primeiro ciclo de Durateston", então vale deixar resposta para as dúvidas que ficaram abertas nele, inclusive as que chegaram depois. Onde aplicar, a pergunta do @Zaia Cristiano. Bíceps não é local de aplicação. É um músculo pequeno, cheio de nervos e vasos, e o volume de óleo dói e pode lesionar. Os locais usados são o glúteo, no quadrante superior externo, o ventroglúteo, ao lado do quadril, o vasto lateral, na parte de fora da coxa, e o deltoide para volumes pequenos. O certo é alternar o local a cada aplicação. Segunda num glúteo, quinta no outro, na semana seguinte as coxas. Repetir sempre o mesmo ponto aumenta a dor e o risco de nódulo e abscesso. A agulha 30x7 que o @Locemar indicou é a adequada para o glúteo na maioria das pessoas. Quando começa o efeito. O "só faz efeito a partir da quarta semana" vale para o decanoato, que é o éster mais lento da mistura. O Durateston tem quatro ésteres, e o propionato começa a agir em poucos dias. O que demora é o nível estabilizar, e é por isso que ciclos de oito a dez semanas aproveitam melhor a mistura do que seis. TPC 21 dias depois da última aplicação faz sentido justamente por causa do decanoato. Começar antes desperdiça o remédio. Silimarina, boldo e cortar carne vermelha não fazem diferença num ciclo só de testosterona injetável, como o @diseaseX e o @Locemar disseram. Ela não é tóxica para o fígado. A recomendação de evitar ferro da carne aparece em contexto de orais e de doenças específicas, não para quem usa testosterona injetável. Já o hematócrito sobe com testosterona, e esse é o exame que merece atenção no meio do ciclo. E, para quem chega hoje pela busca: o tópico é de 2013, quando um clínico prescreveu o Durateston para fins estéticos. Desde 2023, uma resolução do Conselho Federal de Medicina proíbe o médico de prescrever anabolizante para estética, ganho de massa ou desempenho. Receita legítima de testosterona hoje é para deficiência hormonal comprovada. Para comparar os ésteres e entender o tempo de ação de cada um, o orientador de fármacos do site tem essa informação: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  9. @Endomorfera , de 116 para 94,5 kg em seis meses, trabalhando nove horas por dia, é uma mudança enorme, e as duas fotos mostram isso. E a compulsão por doce que você descreveu tem uma explicação bem concreta nos seus próprios números. 200 g de proteína, 80 g de carboidrato e 50 g de gordura somam perto de 1.570 kcal por dia. Para um homem de 1,86 m e 94 kg, que treina cinco vezes por semana, o gasto diário deve passar de 2.700 kcal. É um déficit de mais de mil calorias, mantido por meses. Nesse nível, a fome deixa de ser "falta de força de vontade" e vira uma resposta biológica. O corpo aumenta a vontade justamente por comida densa em energia, como doce. Chocotone com pasta de amendoim é quase a descrição exata do que o cérebro pede num déficit desse tamanho. O ajuste que costuma resolver as duas coisas, o peso e a compulsão, é subir para algo em torno de 2.100 a 2.300 kcal, mantendo a proteína nos 200 g e colocando o restante principalmente em carboidrato. Você ainda perde perto de meio quilo por semana, o que é um ótimo ritmo com 18% de BF, e a dieta fica sustentável até os 12 a 13% que você quer. Algumas pessoas também se dão bem com uma ou duas semanas em manutenção a cada dois meses, que funcionam como uma pausa planejada no lugar da "pisada na bola". Um detalhe sobre o hipotireoidismo, que pouca gente lembra. A dose de levotiroxina tem relação com o peso, principalmente a massa magra, e você perdeu mais de 20 kg. Vale repetir o TSH e o T4 livre, se não repetiu desde que começou a emagrecer, para ver se os 50 mcg continuam certos. E tome o comprimido em jejum, com água, de 30 a 60 minutos antes do café da manhã. Café, whey, leite e suplemento de cálcio ou ferro perto do horário reduzem a absorção, e isso é uma causa comum de TSH descontrolado em quem treina. Para recalcular o déficit com o seu peso atual, a calculadora de déficit do site faz a conta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/deficit/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  10. @raphael25 , vale começar pelo que o Alpha M1 é, porque o rótulo de "pró-hormonal" faz muita gente achar que ele é um meio-termo entre suplemento e anabolizante. Não é. O ativo dele é uma molécula que o corpo converte em metil-1-testosterona, um esteroide anabolizante oral e metilado na posição 17-alfa, da mesma família do dianabol e do hemogenin. A metilação é o que deixa a substância passar pelo fígado sem ser destruída, e é também o que pesa no fígado. A metil-1-testosterona em particular tem vários relatos publicados de hepatite colestática, um quadro em que a bile para de sair do fígado, em usuários jovens e saudáveis, às vezes em poucas semanas de uso. Os colaterais mais relatados com esse grupo: Fígado: os sinais de alerta são urina escura como café, olhos ou pele amarelados, coceira no corpo inteiro e fezes claras. Qualquer um deles é motivo para parar na hora e procurar atendimento, sem esperar passar. Colesterol: queda forte do HDL em poucas semanas. Pressão: subida da pressão arterial, às vezes com dor de cabeça. Eixo hormonal: ele desliga a sua testosterona como qualquer anabolizante. Pró-hormonal também exige TPC, e muita gente descobre isso só no fim, quando a libido some. E os "9 kg em 4 semanas" da propaganda são, na maior parte, água e glicogênio, que saem junto quando o ciclo termina. Por isso o @davidevh, mesmo com poucas palavras, foi direto ao ponto. Se a decisão de usar algo já está tomada, testosterona injetável em dose baixa tem um perfil de risco bem mais conhecido e muito menos hepatotóxico do que um oral metilado vendido como suplemento. E, em qualquer caso, TGO, TGP, gama GT, bilirrubinas e lipidograma antes de começar dão uma base para comparar. Para entender mecanismo e colaterais de cada classe antes de escolher, o orientador de fármacos do site reúne isso: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  11. @Felipelkruger , a troca que você está pensando é boa ideia, e dá para explicar exatamente por que você estacionou com o treino atual. No treino de hoje, cada músculo é treinado uma vez por semana. E dois grupos simplesmente não aparecem: não há nenhum exercício de tríceps e nenhum de posterior de coxa. O tríceps é mais da metade do volume do braço, e o posterior é metade da coxa. O full body que você montou resolve as duas coisas e ainda faz cada músculo ser treinado duas a três vezes por semana, o que costuma render mais do que uma vez só, com o mesmo número de séries. Três ajustes no plano novo. Inclua um exercício de posterior de coxa, como stiff ou mesa flexora, no treino A ou no C. O terra ajuda, mas não substitui. Aumente o descanso. 45 segundos entre séries é pouco para agachamento, terra, supino e remada pesados. Você chega na série seguinte sem ter recuperado e faz menos repetições, o que reduz o estímulo. Nos multiarticulares, de 2 a 3 minutos. Nos isolados, 1 a 1,5 minuto. O treino não fica muito mais longo, porque o full body tem menos exercícios. E guarde o drop-set para a última série do último exercício de cada grupo, e não para todos. Feito sempre, ele só aumenta o cansaço e prejudica a carga dos exercícios principais na sessão seguinte. Sobre a dieta, o @davidevh tem razão. Com 1,89 m e 83 kg, aos 19 anos, a estagnação de dois meses também pode ser falta de comida. Pese-se algumas vezes por semana. Se a média não sobe, coma um pouco mais. E a barriga que fica estufada depois de comer e reta em jejum não é gordura, é volume de comida e gás. Isso é normal, principalmente com refeições grandes. Se vier com dor, muito gás ou mudança no intestino, vale testar se algum alimento específico, como leite, está causando. Para conferir a execução do terra, do agachamento e dos outros básicos do plano novo, o orientador de exercícios do site mostra o movimento e os músculos trabalhados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/exercicios/
  12. @Jhonny2013 , além do que o @Locemar e o @davidevh disseram, o plano tem um problema de tempo que vale entender, porque ele faz o ciclo custar caro e render pouco. Deca e Durateston são de éster longo. O decanoato de nandrolona e o decanoato que vem dentro do Durateston liberam o hormônio devagar, e o nível no sangue leva várias semanas para estabilizar. Num ciclo de cinco semanas, você para justamente quando a deca começaria a render. E a conta não termina na última aplicação. Esses ésteres continuam no corpo e mantendo o eixo desligado por semanas depois, e a nandrolona é conhecida por uma recuperação mais lenta que a da testosterona. Ou seja, cinco semanas de ganho parcial para dois a três meses de supressão. É por isso que ciclos curtos, quando alguém escolhe fazer, usam ésteres curtos, e ciclos com deca costumam ser bem mais longos. E o plano ainda não tem TPC. Com esses dois compostos, a TPC só começa umas três semanas depois da última aplicação, e precisa estar pensada antes de começar. Mas a parte que mais pesa no seu caso é a outra. Você listou suplementos, horários e frequência, mas não as quantidades. Com 66 kg e 1,70 m, comer de três em três horas não diz se você está em superávit. Muita gente nessa situação acredita que "não cresce mais" sem nunca ter comido o suficiente por alguns meses seguidos. Pesar a comida por duas semanas e acompanhar o peso costuma responder a pergunta antes de qualquer ciclo. Para calcular as calorias de um bulking pelo seu peso e rotina, a calculadora de bulking do site faz a conta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/bulking/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  13. @Kauan Varella , a sua conta está bem feita, e o raciocínio de recomposição está correto para quem volta a treinar com algum excesso de gordura. Déficit moderado e proteína alta, como você montou, é exatamente o que permite perder barriga e ganhar músculo ao mesmo tempo nessa fase. Sobre os 30 g de carboidrato que faltaram: pode esquecer. A dieta fechou em 2.260 kcal para uma meta de 2.280, e a diferença é menor do que o próprio erro das tabelas de alimentos e das calculadoras de gasto. Correr atrás do número exato não muda o resultado. O que muda é cumprir a dieta todo dia. Onde ela realmente pode melhorar é nos micronutrientes, que você mesmo levantou. Hoje ela se apoia quase só em frango, ovo, arroz, batata-doce e maçã. Faltam verdura, legume, fruta variada e alguma fonte de cálcio. Cenoura, brócolis, abobrinha, couve e tomate têm tão poucas calorias, cerca de 20 a 35 kcal a cada 100 g, que você pode colocar um prato em duas refeições sem refazer a conta. Trocar uma das maçãs por laranja ou banana e incluir um copo de leite ou iogurte fecha boa parte das lacunas. Com isso, o multivitamínico vira opcional. Para o problema do preço do frango, algumas trocas com proteína boa e custo menor: ovo, que você já usa, sardinha em lata, carne moída de patinho em promoção, fígado bovino uma vez por semana, que é barato e muito rico em ferro e vitamina B12, e mais feijão no almoço, que soma proteína e fibra. Sobre a água, 2,5 litros é uma boa base. Ajuste pela cor da urina e pelo suor do treino. Beber 4 litros não aumenta a síntese de proteína. No treino, o ABC duas vezes por semana que o @Kami Back sugeriu funciona bem para você, que já conhece os movimentos. O mais importante é anotar as cargas e progredir. E o aviso do @davidevh sobre o fim de semana é o conselho mais prático do tópico. Para ver os números de uma recomposição com os seus dados, a calculadora de recomposição corporal do site faz essa conta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/recomposicao-corporal/
  14. @Alexsander De Oliveira , com 58 kg, 1,67 m e uns 13% de gordura, a resposta é superávit, e o @Kami Back foi na direção certa. Cutting nesse ponto faria você perder justamente o pouco de massa que está construindo, e a "barriguinha" com 13% costuma ser mais postura, inchaço da refeição e falta de músculo no abdômen do que gordura de verdade. Ela melhora quando o corpo inteiro ganha massa. Respondendo à sua dúvida entre superávit, déficit ou manter: superávit pequeno, de 200 a 300 kcal acima do que você gasta, para ganhar algo entre 250 e 500 gramas por semana. Os números para começar e o jeito de ajustar pela balança eu coloquei no seu outro tópico de bulking, e eles valem aqui também. Um detalhe sobre as sete refeições: não precisa de tudo isso. O que faz diferença é o total de calorias e de proteína no fim do dia. Quatro ou cinco refeições, com uma fonte de proteína em cada, funcionam tão bem quanto sete e são muito mais fáceis de manter com escola e rotina. Escolha o número que você consegue cumprir todos os dias, porque a constância rende mais do que a refeição perfeita. E treinar "com mais vontade" vale ainda mais se for com progressão. Anote as cargas e tente fazer uma repetição ou um quilo a mais que na semana anterior. Na sua idade, com treino e comida em dia, a evolução nos próximos anos vai ser grande. Para distribuir a proteína do dia entre as refeições, a calculadora de proteína diária do site faz a conta pelo seu peso: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/proteinas-diarias/
  15. @LUKAS86 , sobre a sua dúvida principal, a lógica do HCG é usá-lo durante o ciclo e parar antes da TPC, e não juntar os dois. Durante o ciclo, a testosterona de fora desliga o LH, e sem LH o testículo para de trabalhar e diminui. O HCG imita o LH e mantém o testículo funcionando nesse período. Por isso ele rende mais em dose baixa e contínua ao longo do ciclo, do que concentrado no fim. Quando o testículo chega ao fim do ciclo "acordado", a TPC tem bem mais chance de dar certo. Na TPC, o objetivo muda. Agora é a hipófise que precisa voltar a mandar LH por conta própria, e é isso que o tamoxifeno ou o clomifeno estimulam. O HCG nessa fase atrapalha, porque ele sobe testosterona e estradiol, e a hipófise interpreta isso como "não precisa produzir". O mais comum é a última dose de HCG sair uns dias antes de começar o SERM. Dois ajustes no restante, que conversam com o que já foi dito aqui. O anastrozol preventivo desde a quarta semana é dispensável, como o colega explicou. O HCG também aumenta o estradiol, e a combinação de HCG com anastrozol fixo, sem exame, é o caminho mais comum para o estradiol cair demais. Melhor ter o inibidor à mão e usar com sinal ou com exame. Na TPC, clomifeno 100 mg e tamoxifeno 40 mg juntos agem no mesmo lugar, e somar os dois aumenta efeito colateral, como alteração visual e de humor, sem ganho proporcional. Um dos dois, em dose moderada, costuma bastar. Com enantato, o SERM começa cerca de duas semanas depois da última aplicação. Pelo seu plano, na semana 12. E, como o @Locemar pediu, idade, tempo de treino e dieta mudam bastante a recomendação. Vale colocar, junto com testosterona total, LH, FSH, estradiol, hemograma e perfil lipídico antes de começar. O gerador de protocolo hormonal do site segue essa mesma lógica de HCG, auxiliares e TPC a partir dos exames, como simulação para você comparar com o seu plano: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  16. @Alexsander De Oliveira , 15 minutos de HIIT em dias alternados não atrasam o bulk, e o @davidevh e o @Locemar estão certos. O que vale saber é o porquê, para você ajustar se precisar. A preocupação com aeróbico atrapalhar a hipertrofia vem do chamado efeito de interferência. Ele aparece com volume alto, muitos treinos longos por semana, e principalmente quando a corrida pesada vem logo antes do treino de pernas. Com três ou quatro sessões curtas na semana, o efeito sobre o ganho de músculo é praticamente nulo, e o coração e o fôlego agradecem. Dois cuidados simples. Faça o HIIT depois da musculação ou em outro horário, nunca antes do treino de pernas, para não chegar ao agachamento com as pernas cansadas. E coloque o gasto na conta. Cada sessão dessas gasta algo como 120 a 200 kcal. Se o peso não estiver subindo no ritmo que você combinou no outro tópico, a primeira coisa a fazer é acrescentar esse valor na dieta dos dias de HIIT, e não cortar o aeróbico. Para estimar quanto o HIIT gasta com o seu peso e a duração do treino, a calculadora de gasto calórico do site dá esse número: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/gasto-calorico/
  17. Não existe ciclo que tire gordura de um lugar escolhido, e a @Joaninha resumiu o motivo. Anabolizante serve para construir músculo, e o efeito dele sobre gordura é pequeno. A oxandrolona, a mais usada por mulheres, reduz um pouco a gordura abdominal nos estudos clínicos, mas bem menos do que um déficit calórico bem feito, e com custo: derruba o HDL e traz risco de virilização, com engrossamento da voz, pelos no rosto e aumento do clitóris. A voz, uma vez alterada, costuma não voltar. E a "gordurinha da barriga" tem uma particularidade. Ela costuma ser das últimas a sair, porque a ordem em que o corpo usa cada depósito é definida pela genética e pelos hormônios de cada pessoa, e nenhum exercício ou substância muda essa fila. Por isso tanta gente emagrece no rosto e nos braços e acha que "a barriga não sai". Ela sai, só que por último. O que funciona é o pacote que a @Joaninha descreveu: déficit calórico moderado e constante, proteína alta para preservar músculo e musculação com carga, que muda o formato do corpo enquanto a gordura vai saindo. Medir a cintura com fita uma vez por semana mostra o progresso melhor do que a balança. @Itu Roots , se a pergunta é para alguém específico, vale seguir a sugestão do @Apollo Galeno e abrir um tópico com idade, peso, rotina e alimentação. Assim dá para ajudar com números de verdade. Para achar o tamanho do déficit calórico a partir do peso e da rotina, a calculadora de déficit do site faz a conta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/deficit/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  18. @henriquesilvasp , o seu objetivo é perder gordura sem perder a massa magra que você recuperou. Com 22% de BF, isso é perfeitamente possível sem oxandrolona. O que protege o músculo num cutting natural está bem estudado, e são três coisas. Proteína alta. Em déficit, a necessidade sobe. Algo entre 2 e 2,4 g por quilo de peso por dia, perto de 170 a 200 g para você, é a faixa em que os estudos mostram melhor preservação de massa magra durante a dieta. Treino pesado. A musculação no cutting serve para dar ao corpo um motivo para manter o músculo. Mantenha as cargas altas nos exercícios básicos, mesmo que o volume caia um pouco. O erro clássico é trocar por séries leves e longas "para definir". Isso tira justamente o estímulo que segura o músculo. Déficit moderado. Perder em torno de 0,5% a 1% do peso por semana, uns 400 a 800 gramas no seu caso, preserva muito mais massa magra do que cortes agressivos. Com BF ainda acima de 20%, você tem margem para o ritmo do lado mais alto dessa faixa. Sobre a oxandrolona, além do que o @davidevh disse sobre a volta do eixo, ela também desliga a sua testosterona, mesmo sozinha e em dose baixa. As oito semanas de cutting terminariam com você hipogonadal por algumas semanas, justamente quando a dieta acaba e a fome está mais alta. E, como o @Bruce Slajvic explicou, o efeito dela na gordura é pequeno. Ela também derruba bastante o HDL. E o "ganhou massa magra e perdeu só 1,5% de BF" que intrigou o @davidevh tem explicação provável na própria bioimpedância. Ela lê água como massa magra. Quando você aumenta carboidrato ou sódio, o glicogênio e a água sobem, e o aparelho registra isso como músculo. Para acompanhar o cutting, a fita métrica na cintura uma vez por semana e as fotos na mesma luz dizem mais do que o número da bioimpedância. Para calcular calorias e macros do cutting pelo seu peso e ritmo de perda desejado, a calculadora de cutting do site faz a conta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/cutting/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  19. @Silvio Henrique , 18 kg em três meses com disciplina diária é resultado de quem leva a sério, e o vídeo mostra isso. Como você pediu ideias para crescer controlando o BF, vou direto nessa parte, que é onde muita gente perde o que conquistou. O momento mais delicado não é o cutting, é o mês seguinte. Depois de um déficit longo, a fome fica alta, o corpo economiza energia e a tentação é "liberar". O rebote que o @davidevh citou costuma vir daí, e não de um erro técnico. O caminho mais seguro é subir as calorias em degraus. Acrescente uns 150 a 200 kcal por semana, principalmente em carboidrato, até o peso médio parar de cair. Esse ponto é a sua manutenção nova. A partir dele, um superávit pequeno, de uns 200 a 300 kcal, para ganhar algo como 250 a 400 gramas por semana. Pese-se em jejum alguns dias por semana e olhe a média, não o número de um dia. E meça a cintura uma vez por semana. Se o peso sobe e a cintura fica parada, é músculo. Se a cintura sobe junto, reduza um pouco. No treino, a fase agora é o contrário do cutting. Saem os tiros entre as séries e os circuitos, e entra a progressão de carga nos básicos que a @Joaninha listou: agachamento, terra, supino, remada e barra fixa. É nessa fase, com o BF baixo, que o corpo aproveita melhor o superávit para construir músculo. E, na sua idade, com a produção natural de hormônio no auge, não há motivo nenhum para pensar em ergogênico. Como o @Apollo Galeno disse, a fábrica está aí dentro. Uma observação para quem chegar a este tópico pela busca e quiser repetir o protocolo. Clembuterol e teofilina aceleram o coração pelo mesmo caminho e baixam o potássio, e juntos somam esse efeito. Isso pode causar arritmia mesmo em quem é jovem e saudável. A parte que realmente fez a diferença no resultado do Silvio foi a dieta, a caminhada e a consistência, e essa parte pode ser copiada sem risco nenhum. Para achar o número de calorias da fase de bulking pelo seu peso atual e a sua rotina, a calculadora de bulking do site faz a conta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/bulking/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  20. @john1992 , você chegou à conclusão certa sozinho, e vale explicar por que o "prop oral" e o "masteron oral" não fazem sentido, porque isso ajuda outras pessoas que recebem a mesma oferta. Propionato de testosterona e drostanolona são moléculas feitas para injeção. Engolidas, passam pelo fígado logo depois da absorção e são quase totalmente desativadas antes de chegar ao sangue. Existe testosterona oral de verdade, mas é outra forma, o undecanoato, que é absorvido pela linfa junto com uma refeição gordurosa e foi desenvolvido justamente para contornar esse problema. Uma cápsula vendida como "propionato oral" ou é ineficaz, ou contém outra coisa que não está no rótulo. Os 2 kg em quatro dias reforçam isso. Testosterona de verdade não faz isso tão rápido, e um ganho assim costuma ser água, sódio ou um oral metilado escondido na cápsula. Sobre a logística, o @davidevh e o @Locemar deram as duas saídas práticas. Cipionato ou enantato permitem uma ou duas aplicações por semana, feitas em casa, sem precisar levar seringa em viagem. O gel de testosterona é outra opção para quem não quer agulha. E um ponto específico da sua rotina que pouca gente lembra: voo longo é um fator de risco conhecido para trombose nas pernas, por causa das horas sentado e da imobilidade. Androgênio sobe o hematócrito, e sangue mais espesso soma risco a esse cenário. Se você voa com frequência, acompanhar o hematócrito durante o ciclo é ainda mais importante do que para quem passa o dia em terra. Hidratação nos voos e levantar e caminhar no corredor também ajudam. Dor e inchaço numa panturrilha só, depois de voo, ou falta de ar súbita, precisam de atendimento rápido. Para comparar as formas de cada composto antes de decidir o próximo ciclo, o orientador de fármacos do site reúne mecanismo, via e colaterais: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  21. @Diego T2 , a sua última pergunta tem resposta curta: não use cabergolina. A sua prolactina deu 11,4 ng/mL, com referência de 2,1 a 17,7. Ela está normal, no meio da faixa. Cabergolina em quem tem prolactina normal não traz benefício e acrescenta efeitos que não valem o risco, como náusea, tontura, queda de pressão e, em algumas pessoas, mudanças de comportamento como impulsividade. Dois outros pontos que valem antes de seguir com tudo ao mesmo tempo. O Proviron é mesterolona, que é um derivado de DHT. Ele não precisa "converter em DHT" porque já age no mesmo receptor. Para quem já está com queda de cabelo, o seu receio tem fundamento, e ele pode acelerar a queda em quem tem predisposição. Também não sobe a sua testosterona, ele age no lugar dela. Eu deixaria de fora. Faltou no exame justamente o que mais orienta o tratamento: LH e FSH. Com testosterona baixa cinco meses depois de um ciclo com deca, a pergunta é se a hipófise ainda está "desligada", com LH e FSH baixos, ou se ela está mandando sinal e o testículo não está respondendo. Cada caso pede uma conduta diferente. O tamoxifeno age na hipófise, e o HCG age direto no testículo. Repita testosterona total, estradiol, LH e FSH antes de começar. Sobre usar tamoxifeno, exemestano e HCG juntos: o HCG sobe o estradiol, o exemestano derruba, e o tamoxifeno bloqueia o efeito dele na hipófise. Usar os três de uma vez, sem exame no meio, é o caminho mais comum para o estradiol despencar, com piora de libido e articulação, que é exatamente o que você quer resolver. Se o exame mostrar LH baixo, o tamoxifeno sozinho por algumas semanas, com exame de controle, costuma ser o primeiro passo mais simples. Se o estradiol continuar alto depois, aí o inibidor entra em dose baixa. A tadalafila de 5 mg por dia pode ajudar a ereção enquanto o eixo volta, e não atrapalha a recuperação. Por morar numa cidade pequena, uma teleconsulta com endocrinologista é uma boa saída. Com esses exames na mão, uma consulta já resolve a direção. Para conferir mecanismo e colaterais de cada um desses remédios antes de usar, o orientador de fármacos do site reúne isso: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  22. @Escorpião Branco , pelo que você descreveu, nódulo atrás do mamilo, dor e sensibilidade nos últimos dias, não é coisa da sua cabeça. Como o @Bruce Slajvic explicou, gordura não dói. Dor com nódulo é o sinal de tecido mamário em fase ativa de crescimento. E essa fase é justamente quando o tratamento com remédio funciona melhor, antes de o tecido fibrosar. Algumas respostas às suas dúvidas. O tamoxifeno é usado para isso fora da bula, mas com bons estudos em ginecomastia dolorosa recente. A dose usada nesses estudos é 20 mg por dia, geralmente por três meses, e a maioria dos pacientes teve redução da dor e do tamanho. Não há motivo para começar com 40 mg. Ele também não é quimioterápico no sentido de "remédio que destrói células". Ele é um bloqueador hormonal, e, nessa dose e nesse tempo, não costuma pesar no fígado. É vendido com receita. A sua testosterona de 600 ng/dL e o estradiol em 30 pg/mL estão normais para 18 anos. A subida de 380 para 600 também não é, por si só, um problema, porque a testosterona varia bastante de um exame para outro, conforme o horário da coleta e o sono da noite anterior. Isso não explica a ginecomastia. O antidepressivo pode explicar. Alguns antidepressivos estão associados a ginecomastia, em parte por subirem a prolactina. Vale dizer qual você usa, e vale o médico pedir prolactina se ela ainda não foi dosada. Não pare nem troque por conta própria. E o ganho de gordura na volta da academia também contribui, porque o tecido gorduroso converte testosterona em estrogênio localmente. Voltar a treinar e baixar o BF ajuda o tratamento. O ideal é passar por um mastologista ou endocrinologista com um ultrassom das mamas. O ultrassom confirma que é tecido glandular, mostra o tamanho e serve de base para comparar depois do tratamento. Um nódulo só de um lado, duro, irregular ou preso à pele é motivo para ir logo. Junto disso, um exame dos testículos completa a investigação, já que o seu HCG normal no exame já é um bom sinal. Se você for começar o tamoxifeno antes da consulta, mantenha 20 mg e leve o histórico ao médico depois. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  23. @Julio Cesar DalMolin , você escreveu que acha que ninguém mais está acompanhando o tópico, mas o seu último exame é o dado mais importante dele, e o seu raciocínio sobre ele está certo. T4 livre de 0,31, abaixo da referência, com TSH de 1,0 não é o hipotireoidismo comum. No hipotireoidismo comum, a tireoide falha e a hipófise responde subindo muito o TSH. Quando o T4 cai e o TSH fica normal ou baixo, o nome disso é hipotireoidismo central, e a falha está na hipófise ou no hipotálamo. Juntando com LH, FSH e testosterona baixos há anos, mesmo fora do efeito esperado da TRT, o quadro pede investigação da hipófise antes de qualquer novo protocolo. Isso não se explica só pelo ciclo de seis anos atrás. O que costuma ser pedido nessa situação: cortisol às 8 da manhã com ACTH, IGF-1, prolactina de novo, LH, FSH e testosterona total, e ressonância magnética da sela túrcica, que é o exame de imagem da hipófise. Um cuidado muito importante: se a hipófise estiver falhando, o cortisol pode estar baixo também. Quem tem cortisol baixo e começa a tomar levotiroxina por conta própria pode precipitar uma crise adrenal, que é emergência. Por isso, nesse cenário, o hormônio da tireoide só entra depois de checar o cortisol. Pelo mesmo motivo, eu seguraria a triptorrelina, o HCG e os outros remédios do protocolo até ter esses resultados. Se a hipófise tiver um problema, eles não vão resolver e ainda podem embaralhar os próximos exames. E dois pontos que entram na conta da libido junto com tudo isso. A venlafaxina, assim como outros antidepressivos da mesma família, reduz libido e ereção em boa parte de quem usa, e o retardo ejaculatório que você mencionou é um sinal de que ela age em você nesse sentido. Não pare por conta, porque a depressão voltar é um risco real. Mas vale levar isso ao psiquiatra, porque existem alternativas com menos efeito sexual. E parar de fumar, como você fez, ajuda diretamente a ereção. O seu caso precisa de um endocrinologista que trate isso como investigação de hipófise, e não como "mais uma TPC". Se na sua cidade não houver, uma teleconsulta com um centro maior resolve. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  24. @gabi_505 , a sua pergunta "mas musculação, se meu problema é gordura?" é a chave do seu caso, e a resposta é sim, principalmente musculação. Olhe a sua própria avaliação: 36,3 kg de massa magra e 15,7 kg de gordura em 1,53 m. O que define o "falso magro" não é excesso de gordura em quilos, é pouca massa muscular para a estatura. Repare no "peso desejável" de 44,8 kg da avaliação. Ele foi calculado supondo que você perderia só gordura e manteria o músculo que tem hoje. Chegar a 44 kg com braços e pernas ainda mais finos não é o corpo que você está descrevendo como objetivo. O caminho que funciona melhor para o seu perfil é a recomposição: ganhar músculo enquanto perde gordura devagar, o que é bem possível para quem ainda tem pouca massa magra. Na prática, isso muda três coisas. A hora da academia. Das 20h30 às 21h40, a prioridade é a musculação com progressão de carga, e não uma hora de esteira, bike e elíptico. Músculo novo aumenta o gasto do corpo inteiro e muda o formato do corpo de um jeito que o aeróbico sozinho não muda. Se sobrar tempo, os 15 minutos de intervalado que o @Degcastro sugeriu no final bastam. A proteína. Pelo que você descreveu, ela fica concentrada em duas refeições. Para ganhar músculo, mire em 90 a 110 g por dia, dividida em três ou quatro momentos. Iogurte natural ou um ovo a mais no lanche da tarde já ajudam. O salmão pode continuar. A gordura dele é boa, só precisa entrar na conta das calorias, como o @davidevh comentou. A expectativa sobre a barriga. Não existe exercício nem suplemento que tire gordura de um lugar específico. A abdominal costuma ser das últimas a sair, e isso é distribuição genética, não falta de esforço. Com dieta levemente abaixo da manutenção e musculação bem feita, a cintura começa a mudar em dois a três meses. Medir a cintura todo mês com fita mostra o progresso melhor do que a balança, que pode até subir um pouco por causa do músculo. Sobre o Lipo 6, o @davidevh resumiu bem: é cafeína em dose alta. Não muda nada disso. E aquela "besteirinha" quando bate o estresse é muito comum, e uma por semana não estraga nada. Vale só perceber se o padrão é estresse e procurar uma alternativa para esses momentos que não seja comida. Para calcular as calorias e a proteína de um plano de recomposição com os seus números, a calculadora de recomposição corporal do site faz essa conta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/recomposicao-corporal/
  25. @edmilson1994 , a sua pergunta de por que ninguém usa deca sozinha tem uma resposta bem concreta, e ela importa porque você já aplicou 1 ml. A nandrolona desliga a produção da sua própria testosterona, como qualquer anabolizante, e desliga com força. O problema é o que entra no lugar. A nandrolona é um androgênio fraco nos tecidos que dependem de DHT, e, sem testosterona por baixo, o corpo fica com pouco androgênio onde mais faz falta: libido, ereção, humor e disposição. É daí que vem a fama da deca de "broxar" quem usa sozinha, e foi esse o motivo de o pessoal perguntar por que não usar com testosterona. Ela entra para segurar essas funções, não para dar mais ganho. Some a isso o decanoato, que é um éster muito longo. Uma aplicação continua agindo e suprimindo o eixo por semanas, e a recuperação depois da nandrolona costuma ser mais lenta que a da testosterona. Com 5 ml, ou seja, 1.000 mg no total, você não tem quantidade para um ciclo de verdade, mas tem quantidade suficiente para ficar meses com o eixo desligado. Por isso, o mais sensato agora é não continuar. Uma aplicação isolada de 200 mg tende a deixar o eixo voltar sozinho em algumas semanas. Se nas próximas semanas aparecer libido muito baixa, dificuldade de ereção ou desânimo que não passa, colha testosterona total, LH e FSH umas seis a oito semanas depois da aplicação para ver como o eixo está. O stano em comprimido não resolve nada disso, porque também não substitui a testosterona nessas funções. Ele ainda acrescenta o custo no fígado e no colesterol, como o colega explicou. Se a ideia é ciclar no futuro, montar antes, com exames, dose para o tempo todo e TPC planejada, evita exatamente essa situação. O gerador de protocolo hormonal do site faz uma simulação nesse formato, como rascunho para ajustar: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.

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