Pular para o conteúdo

Cláudio Chamini

Colaborador
  • Entrou em

  • Última visita

  1. Se você toma remédio depois do treino e passou a ter dor de cabeça quase todo dia, vale olhar para o calendário de uso. Analgésico causa dor de cabeça em algumas situações, sobretudo em quem já tem enxaqueca. O comprimido para o ombro, o joelho ou o músculo dolorido também pode contribuir para manter as crises frequentes. Esse quadro tem nome: cefaleia por uso excessivo de medicamentos, também chamada de dor de cabeça por abuso de analgésicos. A Classificação Internacional das Cefaleias descreve a doença. A diretriz da Academia Europeia de Neurologia reconhece que o remédio tomado para outra dor do corpo também pode participar desse problema. O remédio tomado para o músculo também entra na avaliação O remédio tomado para o joelho também precisa entrar no histórico. Quem tem enxaqueca deve informar tanto os dias de remédio para a cabeça quanto os dias de analgésico para a lombar, o ombro ou a dor pós-treino. Anotar o motivo de cada uso ajuda a entender a sequência dos sintomas. Um estudo de 2003 avaliou 110 pacientes de uma clínica de reumatologia. Desses, 103 usavam analgésicos regularmente para artrite. Oito tinham histórico de dor de cabeça diária crônica, e todos os oito também tinham histórico de enxaqueca. O estudo mostra uma associação em pessoas suscetíveis. Ele foi feito com pacientes com artrite e não mediu o risco em fisiculturistas. A aplicação à academia vem do mesmo problema clínico: uma pessoa que já tem cefaleia passa a usar analgésicos com frequência, inclusive para outras dores. Mesmo crises antigas ou espaçadas de enxaqueca fazem parte do histórico que precisa ser informado. Quantos dias de remédio entram no diagnóstico? O diagnóstico exige olhar para a dor e para o uso de medicamentos ao mesmo tempo. Pela classificação internacional, é preciso reunir os seguintes critérios: Dor de cabeça em 15 dias ou mais por mês, em alguém com uma doença de cefaleia preexistente, como enxaqueca. Uso excessivo regular de medicamentos capazes de tratar uma crise de dor de cabeça por mais de três meses. Uma avaliação que afaste outro diagnóstico que explique melhor o quadro. O diagnóstico se aplica a quem já tem alguma doença de dor de cabeça, como enxaqueca ou cefaleia tensional. Se as dores começaram agora, a avaliação precisa investigar a causa, em vez de concluir que o analgésico criou o problema. A frequência de uso que caracteriza o excesso varia conforme a classe. Os números abaixo precisam ser interpretados junto com esses critérios. Medicamento ou classeFrequência de uso no critério diagnóstico Analgésicos não opioides, como paracetamol, e anti-inflamatórios, como ibuprofeno e naproxeno15 dias ou mais por mês, por mais de três meses Analgésicos combinados, como fórmulas com analgésico e cafeína10 dias ou mais por mês, por mais de três meses Triptanos, usados para crises de enxaqueca, e opioides, como codeína e tramadol10 dias ou mais por mês, por mais de três meses Esses números são critérios de classificação, não uma franquia de uso seguro. Foram definidos por consenso de especialistas. A necessidade de remédio e a frequência da dor já podem merecer avaliação antes de atingir esses valores. Relaxante muscular: confira os ingredientes “Tomei um relaxante” informa pouco. Algumas fórmulas vendidas para dor muscular juntam analgésico, relaxante e cafeína. A presença de analgésico com cafeína pode colocar o produto na categoria dos combinados, cujo critério é de dez dias de uso por mês. Um relaxante muscular puro não entra automaticamente na contagem de analgésicos simples. O que decide é a lista de princípios ativos da bula, e não o nome que você usa para pedir o produto na farmácia. A cafeína dessa classificação é a que faz parte da formulação do medicamento. Beber café não transforma, por si só, um comprimido de paracetamol em analgésico combinado. Outra distinção: uma fórmula com dois analgésicos não opioides, sem uma substância auxiliar como a cafeína, continua na categoria dos não opioides para essa classificação. Conte os dias de analgésicos e de outros medicamentos usados para aliviar crises de dor de cabeça, mesmo quando foram tomados para outra dor. Antibiótico ou remédio para colesterol, por exemplo, ficam fora dessa contagem. Como contar os dias sem se perder nas marcas Conte os dias do calendário em que usou o medicamento. Três tomadas no mesmo dia representam um dia de exposição nessa contagem. A quantidade e a dose também devem ser anotadas, porque ajudam a avaliar a segurança, embora o critério de frequência use dias. Trocar de marca ou alternar analgésicos simples não zera o histórico. Imagine, como exemplo, oito dias de ibuprofeno para dor pós-treino e sete dias de paracetamol para dor de cabeça. Se forem dias diferentes, são 15 dias de uso de analgésicos não opioides. Se houver sobreposição, cada data entra uma vez no total dessa classe. Quando você alterna classes diferentes, a regra de contagem pode mudar. Um exemplo seria usar um anti-inflamatório em seis dias e um triptano em outros quatro, somando dez dias distintos. Esse total pode preencher o critério de uso de várias classes, mesmo sem excesso de cada uma isoladamente. Já alternar apenas paracetamol e ibuprofeno mantém a contagem da classe dos não opioides, com o critério de 15 dias. Use um diário simples. Os registros abaixo são exemplos de preenchimento, sem sugestão de medicamento ou de dose: DataTeve dor de cabeça?Princípio ativo e quantidadeMotivo do uso Segunda-feiraSim ou nãoIbuprofeno, com dose e número de tomadasDor no joelho Terça-feiraSim ou nãoParacetamol, com dose e número de tomadasDor de cabeça Quarta-feiraSim ou nãoTodos os ingredientes da fórmula combinadaDor muscular após o treino Anote também quando as dores de cabeça começaram a ficar mais frequentes e se isso veio antes ou depois do aumento do uso de remédios. Reconstruir os últimos meses ajuda a consulta. Um mês de anotações já é útil, mas sozinho não comprova um padrão que precisa durar mais de três meses. Tomar um analgésico uma vez por semana corresponde a cerca de quatro ou cinco dias por mês. Essa frequência, isoladamente, fica abaixo dos critérios de dez ou 15 dias. Some a ela os dias de uso para outras dores e procure entender por que o treino exige remédio repetidamente. A frequência do analgésico, sozinha, também não distingue dor muscular esperada de uma lesão ou de uma carga de treino mal tolerada. Ao avaliar opções de alívio, vale conhecer a diferença entre sentir menos dor e recuperar a capacidade de produzir força. Por que algumas pessoas ficam mais vulneráveis? A doença envolve a interação entre o medicamento e uma pessoa suscetível. A dor pode ficar mais frequente primeiro, levando ao aumento dos remédios. O uso repetido, por sua vez, pode ajudar a manter o problema. Só observar que os dois aumentaram juntos deixa essa sequência sem resposta. Um estudo acompanhou 8.219 pessoas com enxaqueca episódica, e 209 passaram a ter a forma crônica ou transformada em um ano. O uso de opioides e de medicamentos com barbitúricos esteve associado a aproximadamente o dobro da chance dessa progressão, em comparação com paracetamol. Para anti-inflamatórios, a associação mudou conforme a frequência inicial das dores: houve menor chance de progressão em quem tinha menos dias de cefaleia e maior chance em quem já tinha muitos. Esses dados mostram por que o risco depende da classe e do histórico da pessoa. Como o estudo foi observacional, outros fatores podem participar dessas associações. Como sair do ciclo de dor e remédio O tratamento costuma combinar orientação, retirada ou restrição do medicamento usado em excesso e tratamento da cefaleia de base. Um preventivo serve para reduzir a frequência das crises. Isso diminui a necessidade de recorrer repetidamente ao remédio de alívio. No projeto COMOESTAS, 694 pessoas começaram o acompanhamento e 492 concluíram. Após seis meses de retirada do excesso associada a tratamento preventivo, a média de dor caiu de 23,6 para 9,8 dias por mês. Como o estudo acompanhou uma intervenção conjunta, ele não separa quanto da melhora veio de cada medida. Um ensaio com 120 participantes comparou três estratégias, e 102 completaram seis meses. Os três grupos melhoraram: EstratégiaRedução média de dias de dor por mês Retirada mais prevenção desde o início12,3 dias Prevenção sem retirada inicial9,9 dias Retirada com opção de prevenção posterior8,5 dias Apesar dos números diferentes, a análise estatística não demonstrou vantagem de um grupo sobre os outros nessa redução de dias de dor. Outros resultados do ensaio favoreceram a combinação desde o começo. Isso ajuda a explicar por que o tratamento envolve controlar a cefaleia, além de ajustar o analgésico. Uma revisão de 2025 reuniu 16 ensaios e 3.000 participantes e também encontrou resultados favoráveis a combinar medidas. Os estudos compararam tratamentos e populações diferentes, o que dificulta escolher uma receita única para todos. A orientação faz parte do tratamento. Uma revisão de 2026, com seis ensaios e 610 participantes, encontrou sinais de benefício de intervenções educativas breves. A vantagem adicional de fazer muitas sessões permaneceu inconclusiva. A cabeça pode piorar nos primeiros dias A retirada pode causar piora temporária da dor, além de náusea e alteração do sono. Em um estudo com 95 pacientes, a cefaleia de retirada durou, em média, 4,1 dias após excesso de triptanos, 6,7 dias após ergóticos e 9,5 dias após analgésicos. São médias de um estudo, e não uma previsão de quanto cada pessoa vai sofrer. Analgésicos simples e triptanos podem ser interrompidos de uma vez ou ter o uso restringido em um plano de tratamento. Para o uso prolongado de opioides, barbitúricos e alguns tranquilizantes, a recomendação é fazer uma redução gradual. O plano depende do medicamento, da história clínica e de outras doenças, e muitas pessoas podem ser tratadas em ambulatório. Se a dor está quase diária, leve o diário e as embalagens à avaliação médica, mesmo que ainda não alcance os números da tabela. O plano precisa tratar a cefaleia e a causa da dor que motivou o analgésico após o treino. Esperar completar três meses ou trocar por outro remédio por conta própria pode atrasar essa avaliação. Quando procurar atendimento com urgência Uma dor nova que aparece ou piora com exercício merece avaliação rápida. Se ela surge de repente, com intensidade muito forte, interrompa o treino e procure atendimento de emergência. O histórico de analgésicos deve ser informado, sem presumir que ele explique essa dor. Procure emergência também se a dor vier com fraqueza ou dormência nova, dificuldade para falar ou caminhar, confusão, convulsão, perda de visão ou febre alta com rigidez na nuca. Dor quase diária, mesmo estável e sem esses sinais, precisa de consulta para identificar a causa e organizar o tratamento. Conclusão O analgésico tomado para suportar a dor muscular pode participar da manutenção de uma cefaleia frequente, sobretudo em quem já tem enxaqueca. O passo útil é registrar os dias de uso, conferir os princípios ativos e juntar os remédios para todas as dores no mesmo histórico. Com isso, fica mais fácil reconhecer o excesso e tratar as crises sem continuar dependendo do mesmo padrão de alívio. Perguntas frequentes Pode tomar remédio para dor muscular depois da academia? Depende do motivo da dor, do medicamento e da frequência. Se o uso se repete, vale avaliar a causa em vez de adotar o comprimido como parte fixa do treino. Em quem tem enxaqueca, esses dias de analgésico também podem ser relevantes para investigar dor de cabeça frequente. Remédio para dor muscular faz mal? Pode causar problemas, e o risco depende da composição e do padrão de uso. Para esta questão, o ponto é que analgésicos tomados repetidamente podem contribuir para cefaleia por uso excessivo em pessoas suscetíveis. O rótulo “relaxante muscular” exige conferir quais substâncias estão na fórmula. Analgésico sem cafeína também pode entrar na contagem? Sim. Paracetamol e anti-inflamatórios usados isoladamente fazem parte das classes avaliadas, mesmo sem cafeína. O limiar de frequência para analgésicos não opioides é de 15 dias por mês, por mais de três meses, junto com os demais critérios clínicos. Como tratar a cefaleia por uso excessivo de medicamentos? O tratamento costuma ajustar o remédio usado em excesso e controlar a doença de base, como enxaqueca. Orientação e acompanhamento ajudam a atravessar uma possível piora inicial. A retirada pode ser abrupta ou gradual, conforme a classe e a situação clínica. Qual dor de cabeça é preocupante? Dor súbita e muito intensa, ou acompanhada de alteração de força, fala, consciência ou visão, exige emergência. Febre alta com rigidez na nuca também é sinal de alerta. Uma dor nova desencadeada pelo esforço merece avaliação rápida. Referências BAHRA, Anish et al. Does chronic daily headache arise de novo in association with regular use of analgesics?. Headache, [S. l.], v. 43, n. 3, p. 179-190, mar. 2003. DOI: 10.1046/j.1526-4610.2003.03041.x. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/12603636/. Acesso em: 26 out. 2026. BENDTSEN, L et al. Disability, anxiety and depression associated with medication-overuse headache can be considerably reduced by detoxification and prophylactic treatment. Results from a multicentre, multinational study (COMOESTAS project). Cephalalgia, [S. l.], v. 34, n. 6, p. 426-433, maio 2014. DOI: 10.1177/0333102413515338. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/24322480/. Acesso em: 26 out. 2026. BIGAL, Marcelo E et al. Acute migraine medications and evolution from episodic to chronic migraine: a longitudinal population-based study. Headache, [S. l.], v. 48, n. 8, p. 1157-1168, set. 2008. DOI: 10.1111/j.1526-4610.2008.01217.x. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/18808500/. Acesso em: 26 out. 2026. CARLSEN, Louise Ninett et al. Comparison of 3 Treatment Strategies for Medication Overuse Headache: A Randomized Clinical Trial. JAMA Neurology, [S. l.], v. 77, n. 9, p. 1069-1078, 1 set. 2020. DOI: 10.1001/jamaneurol.2020.1179. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/32453406/. Acesso em: 26 out. 2026. DIENER, H C et al. European Academy of Neurology guideline on the management of medication-overuse headache. European Journal of Neurology, [S. l.], v. 27, n. 7, p. 1102-1116, jul. 2020. DOI: 10.1111/ene.14268. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/32430926/. Acesso em: 26 out. 2026. INTERNATIONAL HEADACHE SOCIETY. 8.2 Medication-overuse headache (MOH). International Headache Society. [S. l.], 2018. Disponível em: https://ichd-3.org/8-headache-attributed-to-a-substance-or-its-withdrawal/8-2-medication-overuse-headache-moh/. Acesso em: 26 out. 2026. INTERNATIONAL HEADACHE SOCIETY. 8.2.3 Non-opioid analgesic-overuse headache. International Headache Society. [S. l.], 2018. Disponível em: https://ichd-3.org/8-headache-attributed-to-a-substance-or-its-withdrawal/8-2-medication-overuse-headache-moh/8-2-3-simple-analgesic-overuse-headache/. Acesso em: 26 out. 2026. INTERNATIONAL HEADACHE SOCIETY. 8.2.5 Combination-analgesic-overuse headache. International Headache Society. [S. l.], 2018. Disponível em: https://ichd-3.org/8-headache-attributed-to-a-substance-or-its-withdrawal/8-2-medication-overuse-headache-moh/8-2-5-combination-analgesic-overuse-headache/. Acesso em: 26 out. 2026. INTERNATIONAL HEADACHE SOCIETY. 8.2.6 Medication-overuse headache attributed to multiple drug classes not individually overused. International Headache Society. [S. l.], 2018. Disponível em: https://ichd-3.org/8-headache-attributed-to-a-substance-or-its-withdrawal/8-2-medication-overuse-headache-moh/8-2-6-medication-overuse-headache-attributed-to-multiple-drug-classes-not-individually-overused/. Acesso em: 26 out. 2026. INTERNATIONAL HEADACHE SOCIETY. Medication-Overuse Headache Awareness Campaign. International Headache Society. [S. l.], [s.d.]. Disponível em: https://ihs-headache.org/en/resources/medication-overuse-headache-awareness-campaign/. Acesso em: 26 out. 2026. KATSARAVA, Z et al. Clinical features of withdrawal headache following overuse of triptans and other headache drugs. Neurology, [S. l.], v. 57, n. 9, p. 1694-1698, 13 nov. 2001. DOI: 10.1212/wnl.57.9.1694. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/11706113/. Acesso em: 26 out. 2026. KOONALINTIP, Prut et al. Network meta-analysis comparing efficacy of different strategies on medication-overuse headache. The Journal of Headache and Pain, [S. l.], v. 26, n. 1, art. 43, 26 fev. 2025. DOI: 10.1186/s10194-025-01982-9. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/40011869/. Acesso em: 26 out. 2026. NATIONAL HEALTH SERVICE. Headaches. National Health Service. [S. l.], 17 abr. 2024. Disponível em: https://www.nhs.uk/symptoms/headaches/. Acesso em: 26 out. 2026. SOONTRAPA, Pannathat et al. Effect of Educational and Behavioral Interventions on Medication-Overuse Headache: A Systematic Review and Meta-Analysis. Pain Research and Management, [S. l.], v. 2026, n. 1, art. e3699422, 2026. DOI: 10.1155/prm/3699422. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/42460454/. Acesso em: 26 out. 2026.
  2. @renannit, você leu bem a literatura, e o relato fica ainda mais útil com algumas peças a mais. Sobre a testosterona, você está certo: o aumento foi visto em animais, e os estudos controlados em homens saudáveis não encontraram mudança relevante, nem com extrato padronizado em saponinas. O óxido nítrico também tem base, mas quase toda em tecido animal e em laboratório, principalmente em estudos sobre ereção. Onde o tribulus tem os resultados humanos mais consistentes é na libido, com alguns ensaios mostrando melhora do desejo sexual, inclusive em mulheres, sem mudança nos hormônios. Ou seja, efeito real pode existir, mas não é o efeito anabólico que costuma ser vendido. Por isso, o teor de saponinas que o @Arnaldo Santos citou importa para saber se o produto tem o que promete, mas não transforma o tribulus num aumentador de testosterona. Sobre as veias mais aparentes no oitavo dia, vale manter a cautela no relato. Vascularização muda bastante com treino, temperatura, hidratação e quantidade de sal e carboidrato do dia, então fica difícil atribuir ao suplemento uma observação de poucos dias, sem comparação. Agora, o mais importante para o seu objetivo: hardgainer que quer "ganhar um pouco mais de corpo" e cujo peso não varia está comendo o mesmo que gasta. Nenhum suplemento muda isso. Somar umas 300 a 500 kcal por dia, com proteína em todas as refeições, e acompanhar o peso por semana é o que vai mover a balança. E as trilhas, a natação e a corrida dos dias de folga entram na conta do gasto. Elas fazem bem, só precisam ser compensadas no prato. O @Heraldo Costa tem razão que o tribulus está longe de ser essencial. Para achar quantas calorias você precisa para ganhar peso, a calculadora de bulking do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/bulking/
  3.    Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico: Leucina Growth
  4.    Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico: Leucina Growth
  5.    Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico: Leucina Growth
  6.    Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico: Leucina Growth
  7.    Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico: Leucina Growth
  8. @juniin_, sobre a pergunta original, que continua valendo para quem chega aqui: leucina isolada vale pouco para quem já come proteína suficiente. O resultado zero que o @Heraldo Costa relatou tem explicação, e não depende da marca. A leucina é o aminoácido que "liga" a síntese de proteína no músculo. Ela funciona como um sinal. Só que o sinal sozinho não constrói nada: para o músculo crescer, ele precisa de todos os aminoácidos essenciais como matéria-prima. Por isso, os estudos que deram leucina isolada para quem já fazia uma dieta com proteína adequada não mostraram ganho extra de massa ou força ao longo das semanas. E a conta prática é simples. Uma refeição com 25 a 40 g de proteína de boa qualidade, como carne, ovos, leite ou uma dose de whey, já traz em torno de 2 a 3 g de leucina, que é a faixa associada à resposta máxima da síntese naquela refeição. Quem bate a proteína do dia distribuída em três a cinco refeições já está coberto. A leucina extra só faz sentido em situações específicas, como refeições com pouca proteína, dietas vegetais com fontes pobres em leucina ou idosos, que respondem menos ao estímulo. @Marvin Alves, sobre as doses de 10 g: o raciocínio está certo, porque passar do ponto de resposta da refeição não aumenta mais a síntese. Mas, como o @fisiculturismo perguntou, vale indicar qual estudo você leu, para quem quiser conferir. Em vez de gastar com leucina, o dinheiro rende mais em comida com proteína ou numa whey de marca bem avaliada em testes de laudo, como os comentados aqui. Para saber quanta proteína você precisa por dia e ver se a leucina extra faria alguma diferença, a calculadora do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/proteinas-diarias/
  9. @cupertino, o texto acerta no essencial: segurar o ar e contrair o abdômen aumenta a pressão dentro da barriga, e isso deixa a coluna mais firme para cargas pesadas. É o que os levantadores chamam de bracing, e é por isso que quase todo mundo prende a respiração instintivamente num agachamento ou num terra pesado. @Reinaldo.Gomes tem razão que existe um lado de risco, mas aprender o básico é bem mais simples que o controle fino do canto. Para a musculação, basta: Antes da repetição pesada, puxar o ar para a barriga, não para o peito, e travar o abdômen como se fosse levar um soco. Segurar durante a parte mais difícil do movimento e soltar o ar perto do fim da subida ou entre as repetições. Em séries leves e de muitas repetições, respirar normalmente, soltando o ar na fase de esforço. O risco está na pressão arterial. O bloqueio total, a manobra de Valsalva, faz a pressão subir muito durante o esforço. Num estudo clássico com leg press pesado, a pressão de pico chegou a passar de 300 mmHg em atletas saudáveis. Para quem é saudável, isso dura segundos e o corpo tolera bem. Para quem tem pressão alta, doença cardíaca, aneurisma, glaucoma ou cirurgia recente nos olhos ou no abdômen, o certo é evitar o bloqueio prolongado e preferir cargas que permitam respirar durante a série. Tontura, visão escura ou dor de cabeça forte no esforço são sinais para segurar menos tempo e conversar com um médico. Para ver a execução e onde a respiração entra em cada exercício, o orientador de exercícios do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/exercicios/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  10. @Raman Menezes, na teoria você está certo: o fenoterol é um agonista beta-2, a mesma classe do clembuterol, e em laboratório essa classe aumenta a quebra de gordura e o gasto de energia. Na prática, como o @Victor Schneider disse, ele não serve para secar, e por dois motivos. O primeiro é a duração. O fenoterol foi feito para agir rápido e passar logo, com efeito de poucas horas, enquanto o clembuterol tem meia-vida de cerca de 35 horas. Para ter algum efeito contínuo no metabolismo, seria preciso usar várias vezes ao dia, o que multiplica os efeitos colaterais. O segundo é o mais sério: o coração. O fenoterol é menos seletivo que outros broncodilatadores e estimula bastante também os receptores do coração. Há um episódio conhecido na história da medicina: na Nova Zelândia, um aumento de mortes por asma foi associado ao uso de fenoterol em dose alta. Os efeitos incluíam taquicardia, arritmia e queda do potássio. Em quem não tem asma e usa em dose maior para emagrecer, esse risco aparece sem nenhum benefício respiratório para compensar. Mesmo o clembuterol entrega pouco na perda de gordura perto do que a dieta faz, e o fenoterol entrega menos ainda, com risco proporcionalmente maior. Se o objetivo é secar, déficit calórico bem montado, proteína alta e aeróbico rendem muito mais. Para calcular o déficit com os seus dados, a calculadora do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/deficit/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  11. @Fellpes, a sua dúvida sobre o letrozol é a mais importante do ciclo, então começo por ela. O letrozol é o inibidor de aromatase mais forte que existe. Em dia sim, dia não, por 60 dias, a tendência é zerar o estradiol, e estradiol muito baixo dá queda forte de libido e ereção, dor nas articulações, cansaço, humor ruim e piora do colesterol. Isso pesa ainda mais num ciclo com trembolona, que já costuma mexer na libido. O estradiol precisa existir, só que dentro da faixa. O jeito seguro é dosar estradiol umas três semanas depois de começar e usar o inibidor só se estiver alto ou se aparecerem sinais claros, como sensibilidade no mamilo. Se for usar algum, o anastrozol em dose baixa é bem mais fácil de ajustar que o letrozol. Sobre o ciclo em si: A carga é alta para quem nunca usou boldenona nem masteron. Somando tudo, são 1.600 mg por semana da quarta à oitava semana, e mais de 2.000 mg na semana em que a trembolona e o masteron se sobrepõem. Entrar com dois compostos novos e mais a trembolona ao mesmo tempo faz com que você não saiba qual causou o colateral, se algum aparecer. A boldenona sobe bastante o hematócrito, e junto com 500 mg de testosterona esse é o exame que eu mais acompanharia. Hemograma no meio do ciclo é obrigatório, não opcional. A trembolona pode subir a prolactina e pesa em pressão, HDL e sono. Na TPC, o tamoxifeno faz sentido. O anastrozol na TPC costuma atrapalhar, porque o estrogênio ajuda o eixo a voltar. O Proviron é um andrógeno e não ajuda a religar a produção. Vitaminas não mudam nada no eixo. A TPC começa só depois que a boldenona caiu, umas duas a três semanas após a última aplicação, e quem confirma o resultado é a testosterona total e o LH dosados depois. Sobre a GC, não dá para avaliar marca por aqui. Teste químico e exame de sangue são o que mostram o que você está aplicando de verdade. Para rascunhar um protocolo com controle de estradiol, TPC e exames, o gerador de protocolo hormonal do site faz uma simulação que serve de ponto de partida, não de prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  12. @Gabriel Di Pataro, iniciante é justamente quem mais ganha nos primeiros meses, então três meses sem mudança nenhuma indica que algo está travando, e não que é cedo demais. Discordo um pouco do @trembomon nesse ponto: com treino e comida certos, dá para ver diferença no espelho e na fita métrica antes de seis meses. O @Heraldo Costa apontou o principal, que é a dieta. Mas dá para resolver sem gastar muito. A comida. Macarrão com frango só no pós-treino deixa o resto do dia sem proteína suficiente. A meta é proteína em todas as refeições, em torno de 1,6 a 2 g por kg de peso por dia. Fontes baratas: ovo, frango, sardinha em lata, carne moída de segunda, leite e feijão com arroz, que juntos também somam proteína. Se a barriga está crescendo e o braço não, provavelmente sobra carboidrato e gordura e falta proteína. O treino. O que faz o músculo crescer é progressão. Anote carga e repetições de cada exercício e tente superar a semana anterior, seja em peso, seja numa repetição a mais. Se você faz o mesmo treino com a mesma carga há três meses, o corpo não tem motivo para mudar. Priorize os básicos: agachamento ou leg press, supino, remada, puxada, desenvolvimento e terra, com séries levadas perto da falha. O sono e a constância. Dormir sete a oito horas e não faltar treino pesam mais do que qualquer suplemento. Fez bem em procurar o coach, e o relato do @Norman Wilson Bzyl mostra que a constância compensa. Volta aqui com as fotos daqui a alguns meses. Para saber quanta proteína você precisa com o seu peso, a calculadora do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/proteinas-diarias/
  13. @jribe94, por foto ninguém consegue garantir que é original, e eu também não vou cravar pelas imagens. Tampa, número de furos e lacre são exatamente o que o falsificador copia, e o fabricante de verdade também muda esses detalhes entre lotes. Então a explicação do vendedor pode ser verdade, mas "o cara garantiu" não é evidência. Com todo respeito ao @Victor Schneider, confiar no revendedor é justamente o ponto mais fraco dessa cadeia. Com estanozolol injetável, a dúvida mais importante nem é se tem ou não o princípio ativo, é a esterilidade. Ele costuma vir em suspensão aquosa, que é um meio ótimo para bactéria quando a fabricação é ruim. Produto mal feito costuma dar mais dor no local, nódulo, vermelhidão e, no pior caso, abscesso. Por isso: Sacuda bem antes de aspirar. O pó assentado no fundo é normal numa suspensão, mas grumos que não se desfazem não são. Faça assepsia da tampa e da pele, e use agulha e seringa novas a cada aplicação. Dor que piora depois do segundo dia, calor, vermelhidão que se espalha ou febre pedem avaliação médica. Não é o "normal do stano". Para saber se tem estanozolol mesmo, o teste químico com reagente é o caminho mais acessível, e ele responde à pergunta do @fisiculturismo sobre a composição melhor do que qualquer foto. O estanozolol também é um dos que mais derrubam o HDL. Um perfil lipídico antes e no fim do uso mostra o efeito real no seu caso. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  14. @Thiago Woston, o esquema que te indicaram mistura duas coisas que funcionam de jeitos diferentes, e a TPC dele tem um problema de base. Vou por partes. HCG durante o ciclo: ele imita o LH e mantém o testículo trabalhando enquanto o seu LH está desligado. Faz sentido usar, mas de forma contínua e em dose baixa, geralmente duas vezes por semana, e não um frasco inteiro a cada três semanas. Dose grande e espaçada estimula demais num dia e nada nos outros, e ainda sobe o estradiol. TPC com Proviron e HCG: aqui está o erro principal. O Proviron é um andrógeno, um derivado de DHT. Ele não religa o eixo. Pelo contrário, sinaliza ao cérebro que tem hormônio sobrando. E o HCG sozinho na TPC estimula o testículo, mas não faz o cérebro voltar a produzir LH, que é o objetivo da TPC. A TPC usada para isso é com SERM, tamoxifeno ou clomifeno, que bloqueiam o estrogênio no cérebro e fazem o LH subir. O que confirma se funcionou é dosar testosterona total e LH algumas semanas depois do fim. Sobre o tempo: concordo com o @Toxi. A boldenona tem éster longo e continua agindo por semanas depois da última aplicação, enquanto o propionato sai em poucos dias. Estender o propionato além da boldenona evita ficar sem testosterona nesse intervalo, e a TPC começa depois que a boldenona caiu, por volta de duas a três semanas após a última dose dela. Um ponto específico da boldenona: ela costuma subir bastante o hematócrito e, em algumas pessoas, aumenta ansiedade e apetite. Hemograma antes e no meio do ciclo, perfil lipídico, enzimas do fígado e estradiol completam o básico. Na dieta, a base está boa, mas para "massa bruta" com 80 kg e 1,85 m o que mais pesa é a quantidade total de comida. Sem superávit, o ciclo rende bem menos. Para comparar o seu plano com um protocolo que inclui HCG, TPC e exames de controle, o gerador de protocolo hormonal do site faz uma simulação que serve de rascunho, não de prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  15. @marcos jf, TSD é abreviação de "todo santo dia", ou seja, uso diário, sem pausa. No relato do @BA.Kiq, "30mg TSD dianabol" quer dizer 30 mg de dianabol por dia, todos os dias, nas duas primeiras semanas. Na mesma linha, DSDN significa "dia sim, dia não", e a notação "1-4" indica da semana 1 até a semana 4. Já que o tópico fica de referência, vale apontar três pontos do relato que quem está lendo para montar um ciclo não deveria copiar. Temperatura de 41 °C não é suor normal de ciclo, é hipertermia, e nesse nível ela é perigosa. Calor e suor noturno aparecem com testosterona em dose alta, mas febre real precisa ser medida e avaliada, porque pode ser infecção no local da aplicação ou outra causa que não tem nada a ver com o hormônio. Somar efedrina e cafeína nessa situação, como no fim do relato, aumenta ainda mais a temperatura e a carga no coração. Dor nos rins e no fígado depois de estanozolol oral a 60 mg por dia por seis semanas não se resolve com chá de boldo, vitamina E e seis litros de água. O que esclarece o quadro é exame: TGO, TGP, GGT, bilirrubinas, creatinina, ureia e urina tipo 1. A dor nas costas pode ser renal ou muscular, e só o exame diferencia. Silimarina também não substitui esse controle. A ideia de aumentar a dose porque o produto "é subdosado" é arriscada. Se ele estiver mesmo subdosado, você não sabe quanto tem. Se não estiver, você está tomando 750 mg achando que toma menos. Testosterona total dosada durante o ciclo tira essa dúvida. Para quem quer montar um ciclo com exames de controle desde o início, o gerador de protocolo hormonal do site faz uma simulação que serve de rascunho, não de prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  16. @Jhonatan Zingertas, pela cor da linha da ampola não dá para dizer se é original ou falsa. Fabricantes trocam de fornecedor de ampola, de gráfica e de padrão de lacre com o tempo, e os falsificadores copiam justamente esses detalhes visíveis. O mesmo vale para o lote que "bate no site": um lote verdadeiro pode ser impresso em quantas embalagens falsas o falsificador quiser. Como o @Gamma disse, sem foto e sem uma checagem melhor, ninguém consegue cravar. E mesmo com foto, a análise visual só levanta suspeita, não confirma. O que dá mais segurança, em ordem: Teste químico de reagente, que pelo menos indica se a substância está presente. Exame de sangue. Testosterona total dosada umas duas a três semanas depois de começar mostra se tem testosterona ali. Se o valor vier normal ou baixo com 250 mg ou mais por semana, o produto é suspeito. A procedência, como o @Rafa Gymnasium lembrou. Uma ampola sem caixa, vinda de terceiros, já é sinal de alerta por si só. Sobre o peso, 2,6 kg em duas semanas não é pouco. É até bastante. E a desaceleração da segunda semana é normal: no começo vem muita água e glicogênio, e depois o ganho fica mais lento e mais de músculo. Além disso, a deca e o Durateston têm ésteres longos, que levam algumas semanas para chegar ao nível estável. O efeito maior costuma aparecer da terceira ou quarta semana em diante. Um ganho de meio quilo por semana a partir de agora é um ritmo ótimo, que tende a virar mais músculo que gordura. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  17. @Heraldo Costa, o texto tem um ponto válido e alguns exageros, e o @fisiculturismo já apontou parte deles. Vou separar. O que se sustenta: ar muito seco irrita as vias aéreas, e quem tem rinite ou asma sente mais. A faixa de umidade relativa mais confortável fica em torno de 40 a 60%. Ar-condicionado sem limpeza regular de filtro também espalha poeira e fungos, e esse é provavelmente o problema mais real de muitas academias. Ou seja, manutenção pesa mais do que o tipo de aparelho. O que não se sustenta tão bem é a ideia de que o exercício abre uma "janela" de imunidade baixa que deixa o aluno vulnerável depois do treino. Essa teoria foi popular, mas revisões mais recentes questionam ela, e o consenso atual é que exercício regular, nas doses de uma academia, melhora a imunidade em vez de piorar. O "choque térmico" ao sair do ar-condicionado ou tomar banho frio depois do treino também não tem base para quem é saudável. A imersão em água gelada, citada no tópico, é usada justamente no esporte. Por outro lado, o calor tem efeito comprovado no desempenho. Temperatura alta aumenta a frequência cardíaca para o mesmo esforço, acelera a fadiga e reduz o volume de treino que a pessoa consegue fazer. Nesse ponto, a climatização ajuda de verdade, como o R100 defendeu. Uma sala entre 18 e 22 °C, com renovação de ar e filtros limpos, é o melhor dos dois mundos. Para quem treina em lugar quente, a hidratação conta ainda mais, e a calculadora de hidratação do site dá uma referência com o seu peso e a sua rotina: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hidratacao/
  18. @Jumpman, como o @Az_Rio respondeu, cai sim. O clenbuterol está na lista de substâncias proibidas da Agência Mundial Antidoping o tempo todo, dentro e fora de competição, na classe dos agentes anabólicos. Não existe uma dose "permitida". Dois detalhes ajudam a entender por que ele pega tanta gente. Os métodos atuais de laboratório detectam quantidades muito pequenas na urina, e por isso o clenbuterol pode aparecer no exame por bem mais tempo do que o efeito dura. Além disso, a meia-vida dele é longa, de cerca de 35 horas, então ele demora a sair do corpo. O caso do Michael Rogers, que o @Az_Rio citou, é conhecido justamente porque a defesa alegou carne contaminada. Em alguns países, o clenbuterol é usado ilegalmente na engorda de gado, e casos assim já levaram a punições e a absolvições, dependendo das provas. Para quem compete em federação testada, a conta é simples: não existe forma segura de usar e passar no exame. Para quem não compete, a pergunta que pesa é outra, a do coração, já que ele acelera os batimentos e pode causar arritmia. O vídeo que o @fisiculturismo passou sobre o fisiculturismo natural explica bem como funciona o controle nas federações testadas. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  19. O @mcmg tocou no ponto que mais importa nessa dica do @Toxi: comprar na farmácia tira do caminho o maior risco desses remédios, que é a falsificação. Tamoxifeno, anastrozol e cabergolina vendidos por fora com frequência vêm com dose errada ou sem princípio ativo nenhum, e aí a pessoa acha que está se protegendo quando não está. Vale lembrar que eles são vendidos com receita, então a consulta e a receita fazem parte do processo. Já que o tópico vira referência para quem está montando ciclo, deixo algumas observações sobre o uso, porque o remédio certo usado do jeito errado também dá problema: Anastrozol e letrozol não são para usar "de proteção" desde o primeiro dia sem exame. Estradiol baixo demais derruba a libido, piora as articulações e o perfil de colesterol. O ideal é ajustar pelo estradiol dosado ou pelos sinais claros, como sensibilidade no mamilo. O letrozol é bem mais forte que o anastrozol e zera o estradiol com facilidade. O exemestano, que o @zuuk citou com o nome Aromasin, age de outro jeito, como inibidor esteroidal, mas a lógica de dosar pelo exame é a mesma. O tamoxifeno serve tanto na TPC quanto para tratar a ginecomastia que está começando. Não substitui o inibidor de aromatase no controle do estradiol no sangue. A cabergolina é para prolactina alta comprovada em exame, comum com deca e trembolona. Em dose alta e uso prolongado, ela já foi associada a alteração nas válvulas do coração, então não é remédio para tomar "por garantia". Para conferir mecanismo, dose e colaterais de cada um antes de comprar, o orientador de fármacos do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  20. @MVGT1605, como o seu objetivo é ganhar volume, a ideia de secar antes com low carb e termogênico vai na direção contrária. Para uma mulher, 25% de gordura está numa faixa normal, e o @Az_Rio e o @Arnaldo Santos têm razão que não é preciso emagrecer antes. A regra do "BF baixo antes de ciclar" vale mais para quem está bem acima do peso. No seu caso, o que define o resultado é entrar no ciclo comendo o suficiente, com proteína alta e um pequeno superávit, e não chegar nele depois de duas semanas de restrição. Sobre a duração, eu discordo do @Micael Silva num ponto. O argumento de "não mexer no eixo por pouca coisa" vem do ciclo masculino, em que a testosterona própria é desligada e precisa de TPC. Em mulher, o limite do ciclo é outro: o risco de virilização, que cresce com a dose e com o tempo. Seis semanas para um primeiro ciclo é uma escolha sensata. Se tudo correr bem, dá para estender, mas decidir isso no meio, vendo como o corpo reage, é melhor que se comprometer com oito semanas antes de começar. Na dose, 20 mg por dia, que é o que dá 10 mg de 12 em 12 horas, fica no limite de cima do que costuma aparecer em relatos femininos. Começar com 10 mg por dia nas primeiras semanas e subir só se a pele e a voz estiverem tranquilas é um jeito de testar a sua sensibilidade. Rouquidão, voz mais grave, aumento do clitóris ou pelos novos no rosto pedem parar, porque esses efeitos podem não voltar. Também não usaria salbutamol, que foi citado como termogênico. Ele é remédio de asma, acelera o coração e não traz ganho relevante de perda de gordura. Cafeína em dose moderada, como o @Micael Silva disse, já basta para quem quer um estimulante. Antes de começar, um perfil lipídico e as enzimas do fígado ajudam a ter um ponto de partida. A oxandrolona costuma baixar o HDL, e repetir o exame no fim mostra o tamanho do efeito. Para ajustar as calorias do superávit com os seus dados, a calculadora de bulking do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/bulking/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.

Conta

Navegação

Buscar

Buscar

Configure browser push notifications

Chrome (Android)
  1. Tap the lock icon next to the address bar.
  2. Tap Permissions → Notifications.
  3. Adjust your preference.
Chrome (Desktop)
  1. Click the padlock icon in the address bar.
  2. Select Site settings.
  3. Find Notifications and adjust your preference.