Tudo postado por Cláudio Chamini
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HCG,me ajudem por favor
A conta está quase certa. Diluindo os 5.000 UI em 1 ml, cada 0,1 ml tem 500 UI. Então, para 1.500 UI por dose, a marcação é 0,30 ml na seringa de insulina (30 unidades). Os 0,33 ml, um terço exato, dão cerca de 1.650 UI. Com três aplicações de 1.500 UI, a semana fecha em 4.500 UI, e sobra um resto pequeno na ampola. Se a ideia do médico é usar os 5.000 UI inteiros na semana, aí são os 0,33 ml por dose. Vale confirmar com ele qual dos dois números ele quer, porque a diferença é pequena mas existe. Geladeira sim, congelador nunca. Congelar degrada a proteína do HCG. Depois de diluído, guarde na parte interna da geladeira, entre 2 e 8 °C, longe da porta e protegido da luz. Tem um detalhe importante: a bula do Choriomon orienta usar logo após a reconstituição e descartar o que sobrar. Ou seja, o fabricante não garante a estabilidade do produto diluído por uma semana inteira. Na prática, muita gente faz como o Perfil Desativado descreveu, com água bacteriostática (que tem conservante) no lugar do diluente que vem na caixa, e guarda por mais tempo. Mas isso é uso fora da bula. No seu caso, que é tratamento prescrito para testosterona baixa com osteoporose, o melhor é perguntar ao médico ou ao farmacêutico se ele aceita esse esquema ou se prefere outra forma de dividir a dose. Uma aplicação que perdeu potência no fim da semana atrapalha justamente o que o tratamento quer corrigir. Como a osteoporose já apareceu, também vale conferir no acompanhamento se foram investigadas as causas da testosterona baixa, como prolactina, função da tireoide e hipófise, e se vitamina D, cálcio e densitometria estão sendo seguidos. O HCG trata o hormônio, mas o osso também precisa desse controle. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Planejamento de 1° ciclo de oxandrolona
Muita gente chega a este tópico pela busca "falta de ar", como o @nati1000 contou. Por isso vale deixar registrado o ponto mais importante: falta de ar com dor no peito que piora ao respirar fundo, durante o uso de esteroide, não é algo para esperar passar nem para resolver com bombinha em casa. Esse conjunto de sintomas é o sinal clássico de embolia pulmonar, um coágulo que vai parar no pulmão. Andrógenos aumentam o hematócrito e mexem na coagulação, e o risco cresce quando há anticoncepcional hormonal, tabagismo, viagem longa, imobilidade ou histórico familiar de trombose. Na maioria das vezes não é isso, mas é justamente o tipo de caso que se descarta no pronto-socorro, com exame físico, eletrocardiograma, D-dímero e, se preciso, tomografia. Os outros sinais que pesam para procurar atendimento no mesmo dia são falta de ar que aparece em repouso, frequência cardíaca alta sem motivo, desmaio ou quase desmaio, tosse com sangue e dor ou inchaço na panturrilha de um lado só. A sensação de queda de pressão, mãos geladas e tremendo, descrita no relato de @morena27, também entra nessa lista. Existem causas bem mais benignas. Ansiedade, por exemplo, dá muito a sensação de que "o ar não entra", aquele suspiro que nunca satisfaz. Crise alérgica ou asmática também pode aparecer. Mas só dá para ficar tranquilo com a causa benigna depois de descartar a grave, e não antes. Por isso discordo da ideia de omitir o uso ao médico, levantada pelo @Micael Silva. O @ippo explicou bem o motivo: sem saber do esteroide, o médico investiga no escuro e pode deixar passar justamente a causa relacionada ao ciclo. O atendimento é sigiloso, e o médico está ali para tratar, não para julgar. Sobre a dose, também vale uma correção para quem lê hoje. Existe estudo com oxandrolona em meninas com síndrome de Turner, em que a dose de 0,06 mg por quilo por dia, que para 60 kg dá menos de 4 mg, causou alteração de voz em 42% delas. Foi um estudo com meninas, então não dá para transpor direto para adultas. Mesmo assim, ele mostra que 20 mg por dia, e ainda mais 30 ou 40 mg, estão longe de ser uma dose leve para mulher. Rouquidão ou voz mais grave são sinais para parar na hora, porque essa mudança pode não voltar. Dividir em três tomadas por dia também não é necessário, uma ou duas bastam. Para conferir mecanismo, doses usadas e colaterais da oxandrolona antes de qualquer novo ciclo, o orientador de fármacos do site é um bom ponto de partida: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Ciclo de ganho de massa bruta com qualidade
Dá para organizar bem esse ciclo. Vou pelos pontos que mais mudam o resultado. Primeiro, confira a concentração da boldenona. O Equipoise original é veterinário e costuma vir com 50 mg/ml. Nesse caso, 3 ml por semana dariam só 150 mg, uma dose baixa para o que você quer. Já as versões de outros laboratórios costumam ter 200 ou 300 mg/ml. Sem saber a concentração, não dá para dizer se a boldenona vai somar algo ou só ocupar a seringa. O Deposteron tem 100 mg/ml, então os 4 ml por semana equivalem a 400 mg de testosterona. Duração: a boldenona usada no mercado é o undecilenato, um éster muito longo, que leva várias semanas para estabilizar no sangue. Por isso ciclo curto com ela rende pouco. Se for entrar, 14 semanas faz mais sentido que 10. A semana inicial com só 2 ml de Depo "para bater" não tem lógica farmacológica. Começar com menos só atrasa a estabilização. Pode iniciar direto na dose do ciclo. Misturar as duas na mesma seringa não tem problema, porque ambas são oleosas. Os cuidados são volume por aplicação (até uns 3 ml em glúteo ou vasto lateral) e técnica estéril, com agulha nova para aspirar cada frasco. Duas aplicações por semana, segunda e quinta, estão ótimas. O que monitorar: a boldenona é conhecida por puxar o hematócrito para cima, e somada à testosterona isso pesa. Faça hemograma, lipidograma, TGO/TGP, creatinina, estradiol, testosterona total, LH e FSH antes de começar, e repita o hemograma e o estradiol lá pela sexta semana. Hematócrito passando de 52 a 54% é sinal para reduzir dose ou doar sangue com orientação. Não use inibidor de aromatase por conta própria de forma preventiva. Use só se o estradiol subir e vier com sintomas. TPC: como o éster da boldenona é longo, ela demora a sair do corpo. O início da TPC costuma ficar em torno de três semanas depois da última aplicação. Nos ciclos anteriores, você perdeu o que ganhou justamente por não terminar e não fazer TPC. Planeje isso antes de começar, com os exames para confirmar que o eixo voltou. Agora, o que talvez trave mais que o ciclo: sono e comida. Dormir perto de 1h30 e acordar 5h30 dia sim, dia não, é pouca recuperação para qualquer protocolo. E "ectomorfo que come de 3 em 3 horas sem contar" quase sempre come menos do que imagina. Com 84,5 kg e o objetivo de ganhar peso com qualidade, vale ter uma meta calórica e de proteína fechada (em torno de 2 g por quilo). As opções práticas que você citou, como sardinha, atum, ovos, amendoim e banana, funcionam muito bem, desde que a quantidade seja conferida. A calculadora de bulking do site acha o superávit pelo seu peso e gasto: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/bulking/ E para simular o protocolo completo, com exames de controle e TPC, e levar para discussão, o gerador de protocolo hormonal ajuda como rascunho para ajuste, e não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Testosterona bioidêntica para mulher dá pico de insulina e inchaço?
Reduzir de diário para uma ou duas vezes por semana, do jeito que você fez, na prática quase equivale a parar. Testosterona em creme ou gel manipulado tem ação curta: o nível sobe algumas horas depois de passar e cai ao longo do dia. Aplicando uma vez por semana, você passa seis dias sem efeito nenhum e um dia com um pico. Isso explica bem a sensação de não ter melhora, perda de tônus e falta de força. Ou você usa todo dia, numa dose que dê um nível estável, ou não usa. O meio-termo intermitente fica com os incômodos e sem o benefício. Sobre a fome e a insulina, vale entender de onde veio esse dado. Você mediu insulina em exame ou está deduzindo pela fome e pelo inchaço? Andrógeno em excesso pode, sim, piorar a sensibilidade à insulina em algumas pessoas, e esse efeito aparece bastante em quem já tem tendência a resistência insulínica ou ovários policísticos. Por isso, antes de ajustar dose, o ideal é ter glicemia e insulina de jejum (dá para calcular o HOMA-IR), hemoglobina glicada, testosterona total e livre, SHBG e DHT. Esses números dizem se 5 mg estava alto para você ou se a fome tem outra causa, como a própria redução dos fármacos para emagrecer que você usava. "Bioidêntica" quer dizer apenas que é a mesma molécula que o corpo produz. Não significa mais segura nem sem colateral. E aqui tem um detalhe importante para o seu histórico: testosterona aplicada na pele gera bastante DHT, que é o andrógeno mais ligado à queda de cabelo. Se 15 mg de oxandrolona quase te deixaram careca e até 5 mg já mexiam no cabelo, você tem sensibilidade clara a andrógenos no couro cabeludo. Subir a testosterona para 50 ou mais tende a cobrar esse mesmo preço. O objetivo de chegar a um número específico só faz sentido se ligado a um sintoma que precisa ser tratado, e sempre dentro da faixa de referência do laboratório para o seu caso. O @Apollo Galeno pediu o formulário completo por um motivo. Idade, peso, medicações, dieta e treino mudam muito a leitura desse caso, principalmente a parte da fome e do inchaço. Vale responder lá com os exames. Se quiser organizar os exames de controle e simular um protocolo de reposição para levar ao médico, o gerador de protocolo hormonal do site ajuda, lembrando que é rascunho para ajuste, e não prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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O que corta o efeito da creatina? Bebidas alcoólicas, refrigerante, café?
A história de que café corta a creatina vem de um único estudo, de 1996. Nele, voluntários fizeram fase de saturação de creatina e tomaram junto uma dose alta de cafeína, cerca de 5 mg por quilo por dia, e o ganho de desempenho sumiu. O curioso é que a creatina dentro do músculo subiu do mesmo jeito. A creatina foi absorvida, o que não apareceu foi o efeito no teste. Esse resultado nunca foi bem reproduzido. Uma revisão sistemática de 2022 reuniu os estudos sobre a combinação, e a maioria não encontrou interferência. Os poucos que acharam alguma usavam protocolo parecido com o original. Então o @Vinicius Souza e o @Caioapm estão certos na prática: café do dia a dia e pré-treino com as duas substâncias não anulam a creatina. O que ainda é incerto é se doses muito altas e diárias de cafeína durante a saturação tiram parte do benefício. Quem toma creatina e sente desconforto no estômago com as duas juntas pode separar os horários, e isso resolve. O raciocínio do @N o G sobre o álcool também não se sustenta pela via da absorção. A creatina é absorvida no intestino, e a bebida não impede isso. O prejuízo do álcool é outro e é real. Em dose de balada, ele reduz a síntese de proteína muscular depois do treino, piora o sono e a recuperação, e em excesso desidrata. Ou seja, atrapalha o resultado do treino como um todo, tomando creatina ou não. Sobre a dúvida original, de quase um mês sem resultado: com 3 a 5 g por dia sem saturação, o músculo leva cerca de 3 a 4 semanas para encher de creatina, então a mudança costuma aparecer justamente por volta desse prazo. E existe gente que responde pouco, geralmente quem já tem estoque alto por comer bastante carne. Nesses casos, o ganho de peso e de força é discreto mesmo, e não é culpa do café. E como o @O Garoto Destemido lembrou, 3 g é o piso. Para a maioria dos adultos, a dose de manutenção fica entre 3 e 5 g, e a calculadora de creatina do site acerta pelo seu peso: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/creatina/
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Treino de perna 3x por semana
Antes de pensar em três treinos, vale contar o que você já faz. Somando agachamento, hack, leg press e extensora nos dois dias, dá perto de 26 séries por semana para quadríceps. Isso já está no teto do que a maioria das pessoas consegue recuperar e converter em crescimento. Pôr um terceiro dia em cima desse volume tende a piorar a recuperação, e não a melhorar o resultado. O medo que você citou faz sentido. O posterior está no caminho oposto. Flexora, mesa flexora e stiff aparecem só no segundo treino, cerca de 12 séries uma vez por semana. Para quem sente que a perna inteira não responde, esse costuma ser o primeiro ajuste: posterior duas vezes por semana, com um exercício de quadril (stiff ou bom dia) e um de flexão de joelho em cada dia. Se quiser testar a frequência 3x, redistribua o volume em vez de somar. Um exemplo: Dia 1, foco em quadríceps: agachamento livre, hack e extensora. Dia 2, foco em posterior e glúteo: stiff, mesa flexora, adutora e um leg press com pés altos. Dia 3, misto e mais leve: leg press ou búlgaro, cadeira flexora e extensora. Dá umas 10 a 14 séries por dia, com pelo menos 48 horas entre os treinos de perna. Três detalhes que costumam travar coxa mais que a divisão. Primeiro, a isometria de 5 segundos em toda repetição do hack derruba bastante a carga. Vale usar em fase de técnica ou numa série final, e não como padrão. Segundo, amplitude: agachamento de 140 kg só conta para quadríceps se a descida passa bem da paralela. Terceiro, progressão registrada: sem anotar carga e repetições toda semana, fica difícil saber se o estímulo está subindo. E o ponto do @Locemar sobre o Rafael Brandão é real. O volume que um atleta profissional recupera com o suporte farmacológico dele não serve de régua para um natural. Idade, peso, tempo de treino e ingestão calórica também mudam bastante o diagnóstico, e aí a comida pesa tanto quanto o treino. Para montar a divisão 3x com o volume distribuído e comparar com a que você usa hoje, o gerador de treino do site ajuda como ponto de partida para ajuste: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/treino/
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Receio quanto ao preço do GH
Dá para pesquisar preço antes da consulta, sim. Sites comparadores de farmácia, como o CliqueFarma e o FarmaIndex, mostram o valor atualizado da somatropina em várias redes. É só buscar pelo nome comercial e pela apresentação. A conta que você precisa fazer é sempre por UI: numa pesquisa de agora, uma caneta de Genotropin com 36 UI aparece aproximadamente entre R$ 700 e R$ 1.200, conforme a farmácia. Com 4 UI por dia, são cerca de 120 UI por mês, o que dá três a quatro canetas. Na prática, algo entre R$ 2.300 e R$ 4.000 por mês só de medicação, fora consulta e exames. A faixa que o @Foston passou já era de alguns anos atrás, e o preço subiu desde então. Sobre ter menos desvantagens que outras opções, vale olhar com cuidado. Em adultos saudáveis, os estudos com GH mostram aumento de massa magra medida em exame, mas boa parte disso é água e tecido conjuntivo, e o ganho de força foi pequeno ou inexistente. Os colaterais mais comuns são inchaço, dor articular, formigamento nas mãos (síndrome do túnel do carpo) e piora da sensibilidade à insulina, com glicemia de jejum subindo. Não é uma droga inofensiva só porque não suprime o eixo como a testosterona. Se o objetivo é estético e o médico vai acompanhar, as perguntas que mais mudam a decisão são estas: qual é o seu IGF-1 hoje e em que faixa ele pretende manter, como vai monitorar glicemia, insulina e hemoglobina glicada, e o que justifica o GH antes de ajustar testosterona, dieta e treino. Nessa associação, a testosterona entrega quase todo o resultado visível. O GH entra como complemento caro e de retorno modesto. Se quiser chegar na consulta com um rascunho do protocolo e dos exames de controle para discutir, o gerador de protocolo hormonal do site monta essa simulação. É ponto de partida para ajuste com o médico, não prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Demora do efeito do deposteron
Retenção não é prova de que a testosterona está funcionando, e a falta dela também não prova que o produto é falso. O inchaço que muita gente associa ao Deposteron vem principalmente da conversão em estradiol e da resposta individual a ele. Tem quem incha bastante, tem quem passa o ciclo inteiro seco, como o @Vallyris relatou. Abdômen continuar aparente com dieta ajustada é, na verdade, sinal de que a coisa está bem conduzida. Sobre o tempo, o cipionato tem meia-vida longa, de cerca de 8 dias. Com aplicações regulares, o nível no sangue vai subindo aos poucos e só se estabiliza depois de umas 4 a 5 semanas. Por isso o @TaylorTms tem razão quando diz que o efeito mais claro aparece a partir da quinta semana. Duas semanas, como no caso do @Lucasss marombaaaa, é cedo demais para esperar mudança visível da droga, e o que aparece nessa fase vem quase todo da dieta e do treino, exatamente o ponto do @Toxi. Se a dúvida é se o produto tem testosterona, a resposta mais direta é um exame de testosterona total a partir da terceira semana, colhido perto da próxima aplicação. Com 400 mg por semana de produto verdadeiro, o valor fica muito acima da faixa de referência. Se vier normal ou baixo, junto com LH e FSH sem supressão, o frasco é suspeito, lacrado ou não, como o @ippo já alertava. Em lab underground, lacre e bula bonitos não dizem nada. A bioimpedância que o @Alexandre Felix sugeriu ajuda a acompanhar tendência, mas justamente a água corporal é o que mais bagunça a leitura dela. Em ciclo, com retenção variando, dobras cutâneas e medidas de cintura com fita costumam ser mais confiáveis para saber se os quilos novos são músculo ou água. A calculadora de percentual de gordura por dobras do site faz a conta com as suas medidas: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/calculadoras-percentual-gordura-corporal/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Pharma Plix é boa?
A pergunta que o Perfil Desativado fez para o @Rykardoo é o ponto central do tópico: o que significa "bater"? Na maioria das vezes, quem diz que o produto bateu está descrevendo pump, vontade de treinar, mais força na semana ou retenção. Tudo isso oscila com dieta, sono, carboidrato, expectativa e fase do treino. Serve de pista, mas não confirma o conteúdo do frasco nem a dose. Do mesmo jeito, "não senti nada", como no relato dos 80 mg, sugere subdosagem, mas oxandrolona em dose moderada também não costuma dar uma sensação marcante em muita gente. O que dá para medir é bem mais confiável que a sensação. Oxandrolona de verdade, em dose de uso, derruba o HDL de forma visível em poucas semanas (em estudo com 20 mg por dia, a queda média ficou em torno de 30%) e suprime LH, FSH e testosterona endógena. Se alguém faz perfil lipídico e LH/FSH antes e repete depois de 3 a 4 semanas de uso, e nada se mexeu, o produto muito provavelmente não tem o que promete. Para testosterona injetável, a testosterona total alta no exame é a prova mais direta. Não é teste de pureza, e não mostra contaminação, mas separa o frasco com princípio ativo do frasco com farinha, como o @Nitcha descreveu. Sobre marcas underground em geral, vale lembrar que num levantamento da Polícia Federal com produtos apreendidos no Brasil, cerca de 31% do material analisado era falsificado, e quase metade dos falsos nem continha a substância do rótulo. E lote bom hoje não garante lote bom amanhã, porque esse tipo de fabricante não tem controle de qualidade auditado. Opinião de fórum sobre marca envelhece rápido. Para quem quiser comparar o que cada substância costuma fazer nos exames e no corpo antes de julgar um produto, o orientador de fármacos do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Cruise com Propionato de Testosterona
@Degcastro, o seu comparativo de exames é muito didático, e vale destrinchar porque ele mostra duas coisas que pesam na decisão de começar a boldenona. A primeira é o SHBG. Ele estava em 11,8 logo depois da oxandrolona e voltou para 64,5 agora. A oxandrolona derruba muito essa proteína, que prende a testosterona no sangue. Quando o oral saiu, ela se recuperou. É por isso que o @Apollo Galeno estranhou o valor: ele esperava o SHBG ainda baixo, mas o corpo se recuperou rápido depois do fim do oral. Nada de errado aí. A segunda é a testosterona livre, e ela merece mais atenção. Com o androgel de 25 mg, a sua testosterona total foi para 298, quatro vezes o teto feminino, e a livre calculada deu 3,76 ng/dL. No próprio laudo, a referência de mulheres adultas vai até 1,59, e a faixa dos homens começa em 3,17. Ou seja, a sua testosterona livre hoje está na faixa masculina. É essa fração livre que age nos tecidos. E junto disso você relatou o clitóris um pouco maior. Esse é um dos sinais de virilização que costumam não regredir quando o hormônio sai, e ele aparece justamente quando a exposição androgênica está alta como agora. A voz costuma ser a próxima. Entrar com a boldenona, que tem éster longo e continua agindo por semanas depois da última aplicação, em cima desse cenário, aumenta a chance de o efeito progredir sem que dê para frear rápido. Se mantiver o plano, alguns cuidados reduzem o risco: dose baixa de boldenona sem somar a testosterona no mesmo período, exame de testosterona total e livre de novo em 4 a 6 semanas, hemograma, porque a boldenona sobe bastante o hematócrito, e um critério combinado com você mesma de parar ao primeiro sinal de rouquidão ou de avanço no clitóris. Para planejar esse próximo ciclo com os seus exames e limites de segurança, o gerador de protocolo hormonal simulado serve de rascunho para levar ao médico: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Pró-hormonal feminino: turkesterone 750 mg, tribullus terrestris, maca, long jack e urtica dioica
@belinha12, antes de pensar na fórmula, o primeiro passo diante de uma menstruação que atrasa é descartar gravidez. Parece óbvio, mas é o que mais se pula. Um teste de farmácia ou um beta-hCG no sangue resolve. Se já fez e deu negativo, dá para olhar os ingredientes. Nenhum dos componentes dessa fórmula tem ação hormonal forte descrita a ponto de suspender a menstruação de forma previsível, por isso a surpresa do @Locemar faz sentido. A turkesterona é um ecdisteroide, um composto de planta parecido com os hormônios de muda dos insetos. Ela não se liga ao receptor androgênico como um anabolizante e quase não tem estudo em humanos. O nome pró-hormonal, nesse caso, é marketing. O tribulus não mostrou efeito sobre hormônios em estudos com humanos. A maca também não. O long jack, ou tongkat ali, tem estudos pequenos mostrando algum aumento de testosterona, principalmente em homens com nível baixo. A urtiga pode se ligar à proteína que transporta a testosterona no sangue e deixar um pouco mais de hormônio livre. Somados, é possível que tenham algum efeito androgênico leve, mas é improvável que cheguem a suspender o ciclo sozinhos. Sobram outras explicações, que o @Apollo Galeno lembrou: dieta com déficit grande, perda de peso rápida, treino intenso e estresse alteram o ciclo com frequência. E existe uma hipótese que vale considerar: produto manipulado contaminado ou trocado. Se ao voltar a tomar a menstruação suspender de novo, pare e leve a fórmula para a médica. A repetição já é um sinal claro de relação com o produto. Sobre o custo-benefício, o @Foston tem razão: essas fórmulas são caras e entregam pouco. Se o objetivo é ganhar massa, a diferença maior vem de proteína suficiente, treino com progressão de carga e calorias adequadas. A calculadora de proteína diária ajuda a conferir o primeiro ponto: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/proteinas-diarias/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Indicação de Oxandrolona com BF alto
@andloren, a sua desconfiança tem fundamento, e há um ponto no protocolo que pesa mais que a dose: você contou que não usa nenhum anticoncepcional. A oxandrolona é contraindicada na gravidez, porque o androgênio pode masculinizar a genitália de um feto do sexo feminino. Qualquer protocolo com oxandrolona em mulher com possibilidade de engravidar precisa vir com contracepção confiável e teste de gravidez antes de começar. Se isso não foi falado na consulta, já é motivo para rever a prescrição com o médico. Sobre a dose, 20 mg por dia é alta para quem nunca usou. No estudo com meninas com síndrome de Turner, que é o dado mais controlado que existe sobre oxandrolona em mulheres, 0,06 mg por kg por dia já causou virilização, como voz mais grave e pelos, em 42% delas. No seu peso, 20 mg equivalem a quase 0,3 mg por kg, cinco vezes aquela dose. É outro público, mas o dado mostra que o risco para voz e pelos com essa dose não é pequeno. Resumi o estudo em outro tópico: https://fisiculturismo.com.br/forums/topic/114598-oxandrolona-5mg-por-dia-pode-engrossar-a-voz/?do=findComment&comment=1066427 E a oxandrolona nem é a peça que falta para você emagrecer. A dieta que ele passou é organizada: seis refeições com 20 g de proteína e 20 g de carboidrato, algo como 1200 a 1400 kcal por dia, o que já cria déficit para a maioria das mulheres com o seu peso. O que está fraco é o treino. Exercícios com saco de arroz e séries de 20 a 30 repetições servem para quem está voltando, mas depois de dois meses o corpo precisa de carga de verdade para manter e ganhar músculo durante o déficit. É isso que muda a composição corporal, além da balança. Para montar um treino de musculação progressivo para o seu objetivo, o gerador de treino simulado do site dá um ponto de partida que você pode ajustar com um profissional: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/treino/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Qual laboratório vocês recomendam para comprar Oxandrolona?
@muriloduos, indicação de fornecedor ninguém consegue dar com segurança aqui, e desconfie de quem oferece por mensagem. Mas dá para te ajudar nas duas coisas que mais pesam no seu objetivo: não gastar à toa e não perder o que você quer preservar. Sobre o produto falso: a oxandrolona está entre os orais mais caros e mais falsificados, e é comum vir subdosada ou com outro esteroide no lugar, geralmente stanozolol. Num levantamento da Polícia Federal com esteroides apreendidos no Brasil, cerca de 31% eram falsificados. Expliquei em outro tópico como o exame de sangue ajuda a checar se um produto é ativo: https://fisiculturismo.com.br/forums/topic/116881-risco-de-usar-landerlan-falsificado-ou-subdosasdo/?do=findComment&comment=1066429 No caso da oxandrolona, que não aparece na dosagem de testosterona, o sinal mais objetivo é o perfil lipídico. Oxandrolona verdadeira derruba o HDL de forma bem marcada em poucas semanas. HDL igual ao de antes do ciclo, depois de 3 a 4 semanas de uso, sugere que o comprimido tem pouca coisa ou nada. Sobre usar só oxandrolona, se você for homem: ela suprime a sua testosterona natural como qualquer esteroide, mas não cobre o que a testosterona faz no cérebro e na libido. No meio de um cutting, com calorias baixas, isso costuma aparecer como libido baixa, cansaço e humor para baixo. Em homem, ela costuma entrar sobre uma base de testosterona, e não sozinha. Discuti a mesma lógica para o stanozolol aqui: https://fisiculturismo.com.br/forums/topic/116891-stanozolol-comprimido-10-mg-uso-testosterona-junto/?do=findComment&comment=1066422 E para preservar massa magra no cutting, o que mais pesa nem é o hormônio: proteína alta, treino pesado mantido e um déficit que tire uns 0,5 a 1% do peso por semana. A calculadora de cutting ajuda a achar essas calorias: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/cutting/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Primeiro ciclo porém já fiz uso de Aes
@rdgNABUSCADOShAPE, dá para fazer pelo plano, sim. Como o @Foston disse, o caminho é passar por um médico do próprio plano que peça os exames. O mais indicado é o endocrinologista, e o urologista também costuma pedir esse painel. Seja franco na consulta sobre o que usou. Isso muda a interpretação dos exames, e o médico não pode ajudar sem saber. Uma correção na conta que apareceu no tópico, porque ela subestima bastante o que você usou: cada ampola de durateston tem 250 mg de testosterona, divididos em quatro ésteres, e o propionato é só um deles, com 30 mg. Seis ampolas somam 1500 mg de testosterona, e não 180 mg. Somado a uma caixa de dianabol, é um ciclo de verdade, e não uma dose pequena. Sobre tomar clomid por conta própria para "limpar": não existe limpeza do organismo nesse sentido. O que existe é saber se o seu eixo voltou a produzir sozinho, e isso só o exame mostra. Se a testosterona, o LH e o FSH estiverem normais, não há o que tratar, e tomar clomid à toa só traz os colaterais dele, como alteração de humor e, em algumas pessoas, alteração visual. Se estiverem baixos, aí o médico decide a conduta, e às vezes ela é justamente essa. A lista de exames que foi passada no tópico está boa. Eu acrescentaria hemograma, perfil lipídico, TGO e TGP, por causa do dianabol. A sua decisão de parar com o vai e volta é o que mais vai fazer diferença no shape. Com exames em mãos, se um dia decidir montar um ciclo, o gerador de protocolo hormonal simulado organiza um rascunho a partir dos seus dados e exames, para estudar e levar ao médico: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Primeiro ciclo com Durateston da Schering
@Jambetão, respondendo direto à pergunta sobre fazer a dose crescente ou decrescente: com durateston, a decrescente no começo faz mais sentido do que a crescente, mas pelo motivo contrário ao que você imaginou. A durateston é uma mistura de quatro ésteres, e o maior deles, o decanoato, com 100 mg por ampola, é longo. Com aplicações semanais, o nível no sangue vai subindo por várias semanas até estabilizar. Aplicar duas vezes nas primeiras semanas, como você planejou, é o que se chama de dose de ataque: acelera a chegada ao nível estável e aproveita melhor o início do ciclo. Nesse ponto o seu esquema está bem pensado. O que não funciona é a ideia de deixar o eixo menos saturado no final. A supressão do seu eixo não depende de a dose estar caindo. Qualquer dose de testosterona exógena acima da que o corpo produz sozinho já mantém o LH e o FSH baixos, e isso vale para 250 mg por semana também. A recuperação só começa quando os ésteres saem do corpo. Diminuir a dose no fim só reduz o resultado das últimas semanas, sem ajudar a recuperação. Sobre a TPC, começar uns 21 dias depois da última ampola é uma janela razoável para a durateston, justamente por causa do decanoato. Já 8 semanas de tamoxifeno é mais do que a maioria dos protocolos usa. Esquemas de 4 a 6 semanas costumam bastar para um ciclo de 8 semanas, e prolongar o tamoxifeno não acelera a recuperação na mesma proporção. O melhor critério para saber se o eixo voltou é o exame: LH, FSH e testosterona total umas 4 a 6 semanas depois do fim da TPC. E sobre a discussão das proteções, você tem razão num ponto: vários desses manipulados não evitam colateral nenhum. O que protege de verdade é exame antes e durante o ciclo: hemograma, perfil lipídico, TGO, TGP, estradiol e pressão arterial. Se quiser ver o seu plano organizado com esses exames e a TPC, o gerador de protocolo hormonal simulado monta um rascunho a partir dos seus dados, para estudar e levar ao médico: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Ciclo feminino Propionato subcutâneo + Oxandrolona
@K C, os exames de fevereiro têm dois números que pesam na decisão de entrar com a boldenona agora, e vale olhar para eles antes da semana 4. O HDL está em 27, bem abaixo da referência de 45. Isso é efeito típico da oxandrolona, que costuma derrubar o HDL de forma forte já com doses baixas, e o LDL em 125 está no limite. A boa notícia é que o HDL costuma se recuperar em algumas semanas depois que o oral sai. Encerrar a oxandrolona no prazo previsto, ou até antes, e repetir o perfil lipídico umas 4 a 6 semanas depois já mostra se voltou. O hematócrito está em 46,7%, com a referência feminina indo até 48%. Ou seja, já está perto do teto só com propionato e oxandrolona. A boldenona está entre os esteroides que mais sobem o hematócrito. Somada à testosterona por 14 semanas, a chance de passar do limite é real, e hematócrito alto engrossa o sangue e aumenta o risco de trombose. Se mantiver o plano, vale colher hemograma por volta da semana 6 e ter um critério definido: acima de 50 a 52%, é hora de reduzir ou parar. A testosterona total em 97, acima da faixa feminina, combina com o propionato em uso e mostra que ele está fazendo efeito. É esse excesso de androgênio que se relaciona com a queda de cabelo que você comentou antes. Somar a boldenona aumenta a carga androgênica total, e com ela o risco para cabelo, voz e clitóris. Sobre a hidrossalpinge ter sumido: não conheço relação descrita entre anabolizantes e hidrossalpinge. Ela pode variar de tamanho e às vezes deixa de aparecer no ultrassom sem tratamento. Se o seu ginecologista considerar a retirada do DIU, vale ele saber de todos os hormônios em uso, porque o ciclo muda a menstruação e pode confundir a avaliação. Para comparar cenários de ciclo com os seus exames e ver onde entram os limites de segurança, o gerador de protocolo hormonal simulado serve de rascunho para levar ao médico: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Existe mesmo GH 3ui Eutropin?
@rdgNABUSCADOShAPE, o @Foston está certo. Na bula do Eutropin registrada no Brasil, as apresentações são o frasco de 4 UI, que equivalem a 1,33 mg de somatropina, e o de 15 UI. Não existe Eutropin de 3 UI. Um produto com essa marca e essa dosagem já nasce com cara de falsificação ou de reembalagem. Além disso, três sinais do que você descreveu reforçam a desconfiança. O canal de venda. GH é medicamento de prescrição, vendido em farmácia. Uma página de Instagram falando maravilhas do produto não tem como garantir a origem. A conservação. Somatropina é uma proteína e estraga fácil. Precisa ficar entre 2 e 8 °C do fabricante até a sua geladeira. Um produto que viaja pelo correio sem cadeia fria pode chegar inativo, mesmo que tenha sido verdadeiro um dia. A promessa. Falar em "ciclo de 12 semanas" de GH não combina com o que ele faz. Os efeitos do GH em composição corporal são lentos e aparecem ao longo de meses, e não num ciclo curto como de esteroide. Se alguém mesmo assim decidir usar, existe um jeito objetivo de saber se o produto é ativo: o IGF-1 no sangue. O GH verdadeiro eleva o IGF-1 em uma a duas semanas de uso regular. Colher antes de começar e de novo depois dessas duas semanas mostra se há somatropina ali ou não. Se o IGF-1 não se mexeu, o produto não funciona, independente do que o anúncio diga. Para entender mecanismo, doses usuais e colaterais do GH, como retenção, dormência nas mãos e aumento da glicose, o orientador de fármacos do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Opinião do Dr. Paulo Muzy sobre pré-hormonais
@Flávio scarabello, a oxandrolona é um esteroide anabolizante, e não um pré-hormonal. Vale complementar a definição, porque a diferença importa na hora de avaliar o risco. Um pré-hormonal, no sentido original, é um precursor: uma substância que o corpo converte em hormônio ativo. A androstenediona, citada no texto do Dr. Paulo Muzy, é o exemplo clássico. O corpo transforma parte dela em testosterona, e a outra parte, em estrogênio. Não é bem um estimulador da produção própria, como foi dito. Ele é matéria-prima que vira hormônio, e o seu eixo percebe esse hormônio e se suprime do mesmo jeito. O detalhe que o @Body Muscle tocou lá atrás, de que alguns funcionam sim, tem explicação. Boa parte do que foi vendido como pré-hormonal naquela época não era precursor nenhum, e sim esteroide ativo com outro nome, os chamados designer steroids. O metasterona, vendido como Superdrol, e o halodrol, por exemplo, são esteroides orais 17-alfa-alquilados, e há relatos publicados de hepatite colestática grave ligados a eles. Funcionavam porque eram anabolizantes de verdade, sem bula, sem dose padronizada e com rótulo de suplemento. A oxandrolona, ao contrário, é um esteroide ativo já na forma em que é tomada, com estudo clínico e dose conhecida. Isso não a torna isenta de risco, mas pelo menos se sabe o que ela faz no fígado, no colesterol e no eixo. Com um "PH" importado, muitas vezes nem isso se sabe. Para ver mecanismo, doses usuais e colaterais da oxandrolona, o orientador de fármacos do site reúne tudo num lugar: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Tenho disponível trembo, masteron, primobolan e dura. O que me sugerem?
@Andreabominado666, sem os dados que o @Locemar pediu, ninguém consegue sugerir dose. Mas dá para adiantar como essas quatro substâncias costumam se encaixar, porque isso já muda bastante o que faz sentido. Se for o seu primeiro ciclo e você for homem, o ponto de partida mais aceito é só a testosterona, no caso a durateston. Com um único hormônio, você aprende como o seu corpo reage, quais colaterais aparecem e como o eixo se recupera depois. Se algo der errado, você sabe a causa. Com três ou quatro juntos, isso fica impossível. A trembolona é a última que eu colocaria num primeiro ciclo. Ela é muito potente, e os colaterais dela são os mais pesados da lista: insônia, suor noturno, piora forte do colesterol, alteração de humor e ansiedade, queda de rendimento cardiovascular e, em algumas pessoas, aumento de prolactina. Quem ainda não sabe como reage a uma testosterona simples não tem referência para separar o que é esperado do que é sinal de alerta. Masteron e primobolan são, na prática, coadjuvantes. Eles entram sobre uma base de testosterona, mais em fase de definição, e rendem pouco sozinhos em homem. O primobolan é caro e muito falsificado, então vale desconfiar da origem. Se você for mulher, o cenário é outro: durateston, trembolona e masteron trazem risco alto de virilização, com voz grossa e aumento do clitóris que podem ser permanentes. Entre essas opções, o primobolan é o menos agressivo, mas só depois de avaliar dose, exames e procedência. Antes de qualquer decisão, poste os dados do modelo e faça exames de base: hemograma, perfil lipídico, TGO, TGP, testosterona, estradiol, LH e FSH. Se quiser ver como fica um primeiro ciclo com esses exames, auxiliares e TPC, o gerador de protocolo hormonal simulado monta um rascunho a partir dos seus dados, bloqueia combinações de risco alto e serve para levar ao médico: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Avaliação dieta cutting
@Mthsqrz, conferi as contas e estão certas. A TMB pela fórmula de Harris-Benedict dá 1816 kcal, com o fator 1,5 vai a 2725, e os seus macros somam perto de 2000 kcal. Para quem se diz leigo, a dieta está muito bem montada. Tenho só três ajustes. A proteína está mais alta do que precisa. São 201 g, quase 2,8 g por kg. Em cutting, algo entre 1,8 e 2,2 g por kg, ou seja, 130 a 160 g, já protege o músculo. Você pode tirar uns 40 a 50 g de proteína e colocar a mesma caloria em carboidrato, perto do treino. Com só 131 g de carboidrato, o rendimento no treino costuma cair ao longo das semanas, e treino pesado é o que segura o músculo no déficit. O fator 1,5 costuma superestimar o gasto de quem treina 3 a 5 vezes por semana, mas passa o resto do dia sentado. Por isso, use as primeiras 2 a 3 semanas como teste: pese-se em jejum alguns dias por semana e olhe a média. Se estiver perdendo entre 0,4 e 0,7 kg por semana, o ritmo está bom para 15% de gordura. Se não estiver perdendo nada, o gasto real é menor e vale tirar umas 150 kcal. Se estiver perdendo mais de 1 kg por semana, coma um pouco mais. São 12 ovos inteiros por dia, e é deles que vem quase toda a gordura da dieta. Não é um problema em si, mas trocar parte deles por claras, frango ou peixe e usar azeite ou castanhas como gordura deixa a dieta mais variada e mais fácil de manter por meses. Sobre a conta do @VNATTIS: ela está correta como referência, e a ressalva dele sobre adaptação também procede. É justamente para isso que servem as pesagens das primeiras semanas. A calculadora de cutting do site faz o ajuste de calorias pelo ritmo de perda que você escolher: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/cutting/
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Oxandrolona ou Testoland?
@Aline V, a decisão de esperar foi boa, e tem uma notícia que talvez te anime: a sua meta de 4 kg de massa magra é bem possível sem hormônio. Quem já treinou antes e parou recupera músculo mais rápido do que quem começa do zero. É o que se chama de memória muscular: os núcleos que o músculo ganhou nos treinos antigos continuam lá por bastante tempo, e o músculo volta a crescer mais fácil quando o estímulo volta. Para uma mulher com 1,57 m e 49 kg, recuperar e ganhar uns 4 kg no primeiro ano de treino consistente é uma meta realista. O que mais vai decidir isso: Constância, como o @Locemar falou. Três ou quatro treinos de musculação por semana, por meses seguidos, rendem mais do que qualquer ciclo feito no meio de idas e vindas. Comer acima do gasto. Com musculação e jiu-jitsu juntos, o seu gasto sobe bastante, e muita gente nessa situação não ganha peso simplesmente porque come o mesmo de antes. Um superávit pequeno, de 200 a 300 kcal por dia, já faz o peso subir aos poucos, sem acumular gordura demais. Proteína diária entre 80 e 110 g, distribuída nas refeições. Encaixar o jiu-jitsu de forma que ele não coma a recuperação das pernas. Por exemplo, evitar o treino pesado de pernas no dia seguinte a um treino puxado no tatame. E para quando essa dúvida voltar: dos dois, a oxandrolona é mesmo a opção mais leve para mulher. Testosterona injetável é difícil de dosar em quantidades femininas e aumenta bastante o risco das mudanças que você quer evitar. Mas com um ano de treino regular, é bem possível que você nem sinta falta. Para achar quantas calorias comer para ganhar peso nesse ritmo, a calculadora de bulking usa os seus dados e o nível de atividade: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/bulking/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Avaliação shape para fazer um primeiro ciclo com enantato + oxandrolona
@Alex Rodrigues Gontijo, parte dessa "massa magra perdida" provavelmente não é músculo, mas o ritmo da perda de peso também merece ajuste. Você saiu de 99,5 para 87 kg em umas 8 semanas. São 12,5 kg, mais de 1,5 kg por semana. No começo de um cutting, uma boa parte do que sai é água e glicogênio, principalmente quando o carboidrato cai. A bioimpedância conta essa água e esse glicogênio como massa magra, então ela mostra queda de massa magra que em parte é só o músculo mais vazio. É por isso que a avaliação pela balança de bioimpedância no meio de um corte engana tanto. Dito isso, perder peso rápido demais aumenta sim a perda de músculo de verdade. Para quem está com gordura alta como você, uma meta mais protetora fica em torno de 0,5 a 1% do peso por semana, algo entre 0,5 e 0,9 kg no seu caso. Três coisas ajudam a segurar o músculo nesse período: Proteína alta e estável, algo como 1,8 a 2,2 g por kg, o que dá umas 160 a 190 g por dia. Treino pesado mantido. A carga é o sinal para o corpo manter o músculo. Se a força está caindo muito de uma semana para outra, o déficit está grande. Medidas e fotos além da bioimpedância. Circunferência da cintura, braço e coxa, sempre no mesmo horário, mostram melhor o que é gordura saindo. Os ajustes que o @Locemar sugeriu continuam valendo: trocar os ovos crus por ovos cozidos ou claras e variar os carboidratos. Como o @Apollo Galeno pediu, calcular os macros é o próximo passo. A calculadora de cutting ajuda a achar as calorias para perder no ritmo certo: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/cutting/
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Whey Protein 5w Materia Pro Effect
@Neloco, quando não existe laudo de um whey, dá para fazer uma triagem boa só com o rótulo e o preço antes de comprar. Esses são os pontos que mais entregam produto ruim. A ordem dos ingredientes. Ela segue a quantidade, da maior para a menor. Se o primeiro item não é proteína do soro do leite, seja concentrada ou isolada, e aparecem antes proteína de soja, maltodextrina, leite em pó ou "mix proteico", o produto é outra coisa com nome de whey. É o que o @Apollo Galeno chamou de whey farinha. A proteína por dose. Divida os gramas de proteína pelo tamanho da dose. Whey concentrado de verdade costuma ficar entre 70 e 80% de proteína, e o isolado acima de 85%. Uma dose de 30 g com 15 g de proteína está com 50%, e aí já não é o que o nome promete. Aminoácidos soltos na lista. Glicina, taurina, glutamina ou creatina em produto que se vende como proteína pura podem ser "amino spiking": o fabricante coloca aminoácidos baratos, que aparecem como proteína no teste de nitrogênio, mas não constroem músculo como a proteína completa. O preço por grama de proteína. Faça a conta de quanto sai 100 g de proteína real, e não o pote. Um isolado de 3 kg por 120 reais, como o anúncio que o @renatobhmg encontrou, sai mais barato que o custo da matéria-prima. Não há como isso ser isolado de verdade. E a validade: a foto que você postou mostra vencimento em 02/2019, como o @renatobhmg notou, então esse lote específico nem deveria estar à venda. Na dúvida, o conselho do @Locemar é o mais seguro: marca com histórico de laudos independentes. Para ver quanto de proteína você precisa por dia, e se o whey é mesmo necessário para bater essa meta, a calculadora de proteína diária ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/proteinas-diarias/
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Pré treino pra quem treina de manhã c/ ciclo.
@Maurício Villarinho, treinar em jejum não é contraproducente para ganho de massa, desde que a proteína do dia esteja completa e a refeição depois do treino venha logo. Para hipertrofia, o que mais pesa é o total de proteína e calorias do dia. O horário da primeira refeição pesa bem menos. O que o jejum pode tirar é rendimento em treino longo ou com muito volume de perna, e aí a resposta é individual, como o @VNATTIS falou. Para quem treina cedo e não quer peso no estômago, algumas opções que funcionam bem: Whey com água e uma banana, 30 a 45 minutos antes. Digere rápido e já coloca aminoácidos circulando durante o treino. Café com uma fonte de carboidrato simples, como pão francês com mel ou tapioca pequena, se o treino for pesado e longo. O café com manteiga ghee e óleo de coco que o @fisiculturismo sugeriu, se você rende bem em jejum de carboidrato. Só lembre que ele entrega calorias de gordura, sem proteína, então não conta como refeição proteica. Como pré-treino propriamente dito, a cafeína é o que tem evidência mais sólida: 3 a 6 mg por kg de peso, uns 30 a 60 minutos antes. Para um homem de 80 kg, isso fica entre 240 e 480 mg. Começar pela parte de baixo da faixa costuma ser suficiente. Um cuidado por você estar em ciclo: esteroides tendem a subir a pressão arterial e o hematócrito, e estimulante em dose alta soma no mesmo sentido. Vale medir a pressão algumas vezes em repouso e evitar pré-treinos com vários estimulantes juntos, como ioimbina, sinefrina e cafeína em dose alta. Para conferir a dose e o nível de evidência de cada ingrediente de pré-treino, o orientador de suplementos do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/suplementos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Ciclo de deca
@terror perdubador, o @Locemar já corrigiu a conta mais importante: com a deca de 200 mg por ml, 0,5 ml duas vezes por semana seriam 200 mg semanais, a mesma dose que ele usa com 110 kg. Mesmo com o ajuste para 0,25 ml duas vezes, ficam 100 mg por semana, e isso ainda é dose alta para mulher. Relatos de uso feminino costumam ficar bem abaixo disso, e mesmo assim a virilização acontece. Tem um detalhe da deca que pesa mais em mulher do que em homem: o éster decanoato é longo. Depois da última aplicação, ela ainda fica circulando por semanas. Se aparecer rouquidão, pelos novos no rosto ou aumento do clitóris, parar não interrompe o efeito na hora, e o hormônio continua agindo enquanto sai do corpo. Por isso, com a deca, a margem de erro na dose é menor, e a dose baixa desde o início importa mais do que com um oral de ação curta. Você parou a oxandrolona por queda de cabelo, então já mostrou sensibilidade a androgênio. A nandrolona costuma pesar um pouco menos no cabelo do que outros esteroides, mas pesa bastante na voz. Sobre o treino que você pediu, o problema que o @Locemar apontou é real: quase todo dia é perna, e o músculo cresce no descanso, e não no treino. Uma divisão que costuma funcionar bem para quem prioriza glúteo e pernas: Segunda: pernas com foco em quadríceps e glúteo, como agachamento, leg press, afundo e cadeira extensora. Terça: superiores, com costas, ombros e braços. Quarta: descanso ou aeróbico leve. Quinta: pernas com foco em posterior e glúteo, como stiff, elevação pélvica, mesa flexora e abdutora. Sexta: superiores, com peito, costas e ombros. Duas sessões pesadas de perna por semana, bem executadas, rendem mais que cinco sessões seguidas sem recuperação. Se quiser um ponto de partida com séries e exercícios montados para o seu objetivo, o gerador de treino simulado do site monta um rascunho que você pode ajustar: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/treino/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.