Tudo postado por Cláudio Chamini
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Dá uma atenção aí marombada hahaha
@Joel001, não leve a mal o comentário do @Kami Back. A intenção foi te poupar dinheiro nas próximas compras, porque a dieta que você descreveu é uma base boa. Tem arroz, feijão, frango, ovos, aveia, fruta e legume. O que falta é saber a quantidade, e é isso que o @Apollo Galeno pediu. Dessa lista de suplementos, os que têm evidência forte de ajudar no ganho de massa são dois: a creatina e o whey. A creatina, 3 a 5 g por dia, todo dia, funciona para quase todo mundo. O whey é comida em pó, prático para bater a proteína do dia. O hipercalórico ajuda se você tem dificuldade de comer o suficiente. O resto tem efeito pequeno ou nenhum em quem come direito: o BCAA não acrescenta nada se a proteína total já está boa, e a glutamina não mostrou ganho de massa em quem treina. Pode usar até acabar, mas na próxima compra dá para economizar bastante. Sobre o anabolizante, a resposta honesta é que ainda não é hora de escolher qual. Com 9 meses de treino e voltando de uma pausa, você ainda está na fase em que o corpo responde muito bem só com treino e comida. Esteroide agora suprime a sua produção natural, traz colaterais e entrega um resultado que você ainda conseguiria sem ele. Além disso, sem dieta medida, você não teria como saber se o resultado veio da droga ou da comida. O melhor próximo passo é o que foi sugerido: pesar a comida por uma semana, lançar no aplicativo e voltar aqui com calorias, proteína, carboidrato, gordura, peso, altura e fotos. Para entender o que cada suplemento faz, a dose e o nível de evidência antes da próxima compra, o orientador de suplementos do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/suplementos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Risco de usar landerlan falsificado ou subdosasdo
@cvalda, o raciocínio do @Foston faz sentido: um distribuidor que compra direto da fábrica tem pouco motivo para falsificar um produto barato. O risco maior está no meio do caminho, em quem revende dizendo que comprou do distribuidor. E ele é real. Num levantamento da Polícia Federal com esteroides apreendidos no Brasil, cerca de 31% dos produtos analisados eram falsificados, e quase metade dos falsos nem continha a substância do rótulo. Sobre o risco em si, que é o título do tópico, o falsificado pode vir de três jeitos, e cada um tem um problema diferente. Subdosado: é o mais comum e o menos perigoso de imediato. Você paga, suprime o eixo do mesmo jeito e ganha menos do que esperava. Com outra substância: é o mais traiçoeiro. Um frasco de testosterona com trembolona, ou uma oxandrolona que é stanozolol, muda completamente os colaterais. Em mulher, isso pode significar virilização com um produto que deveria ser leve. Contaminado: problema de fabricação sem controle de esterilidade. Aparece como abscesso, dor que piora depois de 2 a 3 dias, calor, vermelhidão crescendo e às vezes febre. Esse quadro precisa de atendimento médico, e não de esperar passar. Existe um jeito simples de checar pelo menos a testosterona: exame de sangue durante o ciclo. Colhida umas 4 a 6 semanas depois de começar, pouco antes de uma aplicação, a testosterona total de quem usa uma dose de ciclo deve estar bem acima da referência, e LH e FSH devem estar suprimidos. Testosterona normal com LH suprimido sugere produto fraco. Testosterona baixa com LH suprimido sugere que tem outro esteroide no frasco. Para orais como oxandrolona e stanozolol, o exame não mede o hormônio, mas a queda do HDL e da própria testosterona ajuda a mostrar se há alguma coisa ativa. Para conferir a faixa de dose e o que esperar de cada substância antes de comparar com o que sentiu, o orientador de fármacos do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Relato com fotos - 1° Ciclo
@MrFreak, manter o shape depois do ciclo e ainda melhorar a qualidade só ajustando o carboidrato mostra que a base de dieta e treino está bem feita. Cintura de 75 cm com 119 de peito aos 18 anos é uma proporção que muita gente de palco não tem. Um ponto que vale fechar antes da preparação: a ideia de que a testosterona voltou rápido por ser ciclo curto e droga de meia-vida curta é provável, mas é uma suposição até ser medida. Aos 18 anos o eixo ainda está terminando de amadurecer, e é justamente a idade em que uma supressão mal recuperada mais pesa no longo prazo. Testosterona total, LH, FSH e estradiol mostram se está tudo de volta. Se estiverem normais, você entra na preparação sabendo de onde parte. Se não estiverem, é melhor descobrir agora do que no meio da dieta de palco, quando libido baixa e cansaço se confundem com a própria dieta. Sobre as estrias, o colágeno não tem boa evidência de prevenir estria. O que mais pesa é a velocidade do ganho de peso e a genética. Ganhar de forma mais gradual no off é a melhor proteção. Para setembro, vale definir a categoria com antecedência, porque ela muda o foco do off. Com 1,77 m e cintura fina, Men's Physique e Classic Physique são as candidatas naturais, e cada uma pede proporções e pesos diferentes. A ferramenta de categorias NPC e IFBB Pro mostra os limites de peso por altura e o que cada divisão avalia: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/categorias-npc-ifbb-pro/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Cluster set é bom para hipertrofia? Para quem o método serve
Imagine uma série de 8 repetições de agachamento. Em vez de fazer as 8 de uma vez, você faz 4, apoia a barra, respira por alguns segundos e faz as outras 4. Isso é o cluster set. O treino fica menos cansativo e você continua ficando mais forte. A pergunta que interessa a quem treina para ganhar músculo e perder gordura é outra: esse conforto ajuda ou atrapalha? Um estudo alemão publicado em 2026, com 36 pessoas que já treinavam, ajuda a responder. O professor Paulo Gentil explicou os resultados em "Quer crescer e secar? A Ciência explica o erro desse método", e a conclusão é clara: o cluster funciona muito bem para algumas pessoas, mas não é a melhor escolha para quem treina por estética. O que é cluster setNa série comum, você faz todas as repetições sem parar. No cluster set, você faz o mesmo número de repetições, só que dividido em pedaços, com uma pausa curta entre eles. As 8 repetições podem virar 4 + 4, ou 2 + 2 + 2 + 2, por exemplo. A ideia é simples. Quando você faz muitas repetições seguidas, o músculo começa a queimar, o coração acelera, a pressão sobe e a respiração fica pesada. Grande parte desse cansaço vem do fato de não parar. Com pausas curtas no meio da série, o cansaço não chega a se acumular tanto. Como foi o estudoParticiparam 21 homens e 15 mulheres que treinavam musculação havia pelo menos um ano. Para entrar, os homens precisavam agachar pelo menos 1,25 vez o próprio peso, e as mulheres, pelo menos o próprio peso. Os dois grupos foram montados com a mesma proporção de homens e mulheres e com força parecida. Durante 6 semanas, todos fizeram 12 treinos de agachamento livre, com a mesma carga, o mesmo número de repetições e 3 minutos de descanso entre as séries. A única diferença é que um grupo fazia a série inteira de uma vez e o outro parava 30 segundos no meio dela. A carga começou em 70% e terminou em 85% da carga máxima (1RM): Treinos Carga Séries × repetições Como o grupo cluster dividia a série 1 a 3 70% de 1RM 3 × 8 4 + 4, 2 + 2 + 2 + 2, 3 + 2 + 3 4 a 6 75% de 1RM 4 × 6 3 + 3, 2 + 2 + 2 7 a 9 80% de 1RM 4 × 4 2 + 2, 1 + 1 + 1 + 1, 1 + 1 + 2 10 a 12 85% de 1RM 4 × 3 2 + 1, 1 + 1 + 1 Em alguns treinos, o peso também mudava dentro da série. No terceiro treino, por exemplo, o primeiro pedaço de 3 repetições era feito com 67,5% da carga máxima, o do meio com 75% e o último de novo com 67,5%. Se você não sabe qual é a sua carga máxima, a calculadora de 1RM faz essa estimativa a partir de uma série que você já consegue fazer. O que acontece durante o treinoCom as pausas, o treino cansou menos. O grupo cluster conseguiu subir a barra mais rápido com o mesmo peso, perdeu menos velocidade de uma repetição para outra, produziu menos lactato e achou o treino mais leve. A série comum foi mais cansativa em todas as medições. O resultado depois de 6 semanasOs dois grupos ficaram mais fortes, e na mesma medida: Carga máxima no agachamento: quem fez cluster passou de 107,8 kg para 116,8 kg, um aumento de 9,1 kg. Quem fez a série comum passou de 104,6 kg para 111,9 kg, um aumento de 7,4 kg. Pela estatística, essa diferença entre os grupos não conta. Os dois ganharam o mesmo. Resistência: com 60% da carga máxima, o grupo cluster passou de 31,2 para 36,5 repetições, e o da série comum, de 31,7 para 36,2. Força parada e salto: nenhum dos grupos melhorou no teste de força isométrica nem no salto vertical. Sobre a resistência, vale um cuidado. Neste estudo deu empate, mas uma revisão que juntou 17 pesquisas encontrou vantagem para a série comum nesse ponto. Faz sentido: quem quer aguentar muitas repetições seguidas precisa treinar fazendo muitas repetições seguidas. Onde o cluster levou vantagemA única diferença real apareceu na velocidade. Depois das 6 semanas, quem treinou com cluster passou a levantar os pesos mais altos com mais velocidade. Quem treinou com a série comum melhorou a velocidade com pesos leves, mas quase nada com os pesados. Em outras palavras, parar no meio da série ensina o corpo a ser explosivo com carga alta. Homens e mulheres responderam de forma parecida. As mulheres só sentiram o treino um pouco mais leve e produziram menos lactato. Cluster set serve para hipertrofia?O estudo alemão não mediu o tamanho dos músculos. Mas duas revisões grandes mediram. A primeira juntou 29 pesquisas e concluiu que o músculo cresce o mesmo com cluster ou com série comum. A segunda, com 17 pesquisas, chegou à mesma conclusão. Nessas pesquisas, os dois grupos costumam fazer o mesmo número de séries e repetições. Então, se você fizer o mesmo treino com ou sem pausas, vai crescer o mesmo tanto. O cluster não faz o músculo crescer mais, apesar de muita gente vender o método como segredo da hipertrofia. Existe ainda um motivo para não usar o cluster quando o objetivo é crescer. Treinar perto do cansaço e sentir o músculo queimar são sinais ligados ao crescimento muscular. O cluster foi feito justamente para evitar esse cansaço. E se você levar cada pedaço da série até cansar de verdade, o cluster deixa de fazer sentido. Fica uma dúvida que ainda ninguém testou: o fôlego que o cluster economiza poderia ser usado para fazer mais séries e, assim, crescer mais? Por enquanto, não há estudo sobre isso. E para emagrecer?A musculação ajuda a emagrecer menos pelas calorias que você gasta durante o treino e mais pelo que acontece depois dele. Um treino puxado deixa o corpo gastando mais energia nas horas e até nos dias seguintes, e boa parte dessa energia vem da gordura. Quanto mais o treino cansa, maior esse gasto extra. Como o cluster cansa menos, o corpo tende a gastar menos depois. O estudo não mediu gordura, mas os dados de cansaço e lactato apontam nessa direção. Para quem quer ganhar músculo e perder gordura ao mesmo tempo, a matéria sobre quando a recomposição corporal funciona ajuda a decidir o que priorizar. Para quem o cluster set vale a penaQuem tem pressão alta ou problema no coraçãoEm mulheres idosas, trocar 10 repetições seguidas por 5 repetições, uma pausa de 5 a 10 segundos e mais 5 repetições diminuiu o esforço do coração durante o exercício. Um estudo espanhol com 50 mulheres depois da menopausa, algumas com pressão alta, encontrou algo parecido: com o mesmo total de repetições, séries mais curtas deixaram os batimentos mais baixos durante o treino. Quem está em quimioterapia ou com a imunidade baixaPacientes com leucemia que fazem quimioterapia todos os dias podem ficar vários dias cansados depois de um treino com séries seguidas, e o corpo deles não tem energia sobrando para isso. Dividir as séries permite treinar e ir para casa sem ficar esgotado. O mesmo vale para quem está com a imunidade baixa, até mesmo durante uma gripe. Iniciantes e quem tem dor crônicaQuem está começando, quem se incomoda muito com o desconforto do exercício ou quem tem dor crônica, como na fibromialgia, pode começar com o cluster. A pessoa sai do treino bem, se acostuma e depois passa para as séries comuns. Idosos que treinam para ganhar agilidadeDois estudos com mulheres idosas compararam séries de 8 repetições seguidas com séries em que elas paravam 30 segundos a cada 2 repetições. No Chile, depois de 12 semanas, o grupo com pausas melhorou mais em velocidade de caminhada, em levantar da cadeira e em qualidade de vida. No Brasil, com 66 mulheres de 61 anos em média, os dois grupos melhoraram por igual. Lutadores de judô, wrestling e jiu-jitsu, e levantadores de pesoEsses atletas precisam ser explosivos contra muito peso: derrubar um adversário tão pesado quanto eles ou levantar a barra mais pesada que conseguem. É exatamente o que o cluster melhora. E, como o método não faz o músculo crescer além do normal, ajuda quem precisa se manter na mesma categoria de peso. Quem treina musculação e outro esporte no mesmo diaSe você faz musculação de manhã e treina luta, corrida ou outro esporte à tarde, precisa chegar descansado ao segundo treino. O cluster ajuda porque deixa menos cansaço acumulado. Veja como organizar esse tipo de rotina em treino híbrido ou separado: o que muda na força e na perda de gordura. Para quem o cluster set não vale a penaQuem treina para ganhar músculo ou emagrecer: o músculo cresce o mesmo e o gasto de calorias depois do treino tende a ser menor. Atletas que precisam de velocidade sem carga pesada: corredores, saltadores, arremessadores e lutadores de boxe ou muay thai, que movimentam só o próprio corpo, os braços ou as pernas. Para eles, tanto faz usar cluster ou não, a não ser pelos motivos de saúde e cansaço citados acima. Como fazer cluster setEscolha o peso com base na sua carga máxima. No estudo, ficou entre 70% e 85% dela. Divida as repetições da série em pedaços de 1 a 4. Quanto mais pesado, menores os pedaços. Descanse 30 segundos entre os pedaços, com o peso apoiado, e 3 minutos entre uma série e outra. Suba cada repetição o mais rápido que conseguir, mantendo a técnica. Se você tem pressão alta, doença no coração ou faz tratamento contra câncer, fale antes com seu médico e treine com acompanhamento profissional. Esses números vieram de treinos de agachamento livre. Em máquinas e exercícios como rosca ou cadeira extensora, a ideia de dividir a série e pausar é a mesma, mas o estudo não testou esses exercícios. ConclusãoO cluster set deixa você tão forte quanto a série comum, com um treino menos cansativo, e ainda melhora a explosão com pesos altos. Por isso é ótimo para quem precisa poupar o corpo, como hipertensos e pessoas em tratamento, e para atletas que precisam de força rápida. Para ganhar músculo e perder gordura, ele não traz vantagem: o músculo cresce igual e o gasto de energia depois do treino tende a ser menor. Se o seu objetivo é estético, continue com as séries comuns, levadas perto do seu limite. FAQCluster set é bom para hipertrofia?Funciona, mas não é melhor que a série comum. Duas revisões de pesquisas mostram que, fazendo o mesmo número de séries e repetições, o músculo cresce o mesmo tanto. Para quem só quer hipertrofia, a série comum continua sendo o caminho mais simples. Quanto tempo de descanso usar no cluster set?No estudo de 2026, foram 30 segundos de pausa no meio da série e 3 minutos entre uma série e outra. Nos estudos com idosas, também foram 30 segundos a cada 2 repetições. Quando usar cluster set?Quando você quer ficar mais explosivo com pesos altos, quando precisa estar descansado para outro treino no mesmo dia ou quando tem uma condição que exige cansar menos, como pressão alta, problema no coração ou quimioterapia. Cluster set funciona para ganhar força?Funciona tão bem quanto a série comum. Em 6 semanas de agachamento, a carga máxima subiu 9,1 kg em quem fez cluster e 7,4 kg em quem fez a série comum, o que a estatística considera empate. A vantagem do cluster está em levantar pesos altos com mais velocidade. ReferênciasGENTIL, Paulo. Quer crescer e secar? A Ciência explica o erro desse método. [S. l.], 26 set. 2026. YouTube. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=jCuookaIDC0. Acesso em: 30 set. 2026. HOBEIN, E. et al. Acute Responses and Chronic Adaptations to Cluster Versus Traditional Set Resistance Training in Males and Females. European Journal of Sport Science, v. 26, n. 4, e70160, 2026. DOI: 10.1002/ejsc.70160. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41832049/. Acesso em: 30 set. 2026. JUKIC, I. et al. The Effects of Set Structure Manipulation on Chronic Adaptations to Resistance Training: A Systematic Review and Meta-Analysis. Sports Medicine, v. 51, n. 5, p. 1061-1086, 2021. DOI: 10.1007/s40279-020-01423-4. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33417154/. Acesso em: 30 set. 2026. DAVIES, T. B. et al. Chronic Effects of Altering Resistance Training Set Configurations Using Cluster Sets: A Systematic Review and Meta-Analysis. Sports Medicine, v. 51, n. 4, p. 707-736, 2021. DOI: 10.1007/s40279-020-01408-3. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33475986/. Acesso em: 30 set. 2026. RÚA-ALONSO, M. et al. Set configuration influences cardiovascular responses to resistance exercise in postmenopausal females in a randomized crossover trial from the CARE project. Scientific Reports, v. 15, 28373, 2025. DOI: 10.1038/s41598-025-14379-0. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/40760080/. Acesso em: 30 set. 2026. RAMIREZ-CAMPILLO, R. et al. High-speed resistance training in elderly women: effects of cluster training sets on functional performance and quality of life. Experimental Gerontology, v. 110, p. 216-222, 2018. DOI: 10.1016/j.exger.2018.06.014. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/29909049/. Acesso em: 30 set. 2026. DIAS, R. K. N. et al. Cluster-sets resistance training induce similar functional and strength improvements than the traditional method in postmenopausal and elderly women. Experimental Gerontology, v. 138, 111011, 2020. DOI: 10.1016/j.exger.2020.111011. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/32592830/. Acesso em: 30 set. 2026.
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Oxandrolona 5mg por dia pode engrossar a voz?
Sobre a pergunta do título, existe um dado de estudo que ajuda a responder melhor do que o "depende de cada uma". A oxandrolona é usada há décadas em meninas com síndrome de Turner para ajudar no crescimento, e um estudo holandês controlado com placebo comparou duas doses. Com 0,03 mg por kg por dia, 16% das meninas tiveram efeitos colaterais, contra 5% no placebo. Com 0,06 mg por kg por dia, foram 42%. O principal efeito foi virilização: voz mais grave, aumento de pelos e leve aumento do clitóris. Numa análise específica da voz, a queda da frequência vocal foi proporcional à dose. Levando isso para o caso de @Eva Maria de Souza, com 53 kg: 0,06 mg por kg dá pouco mais de 3 mg por dia. Ou seja, 5 mg por dia já passa da dose que virilizou quase metade das meninas no estudo. Cabe uma ressalva importante: eram meninas antes da puberdade, tratadas por anos, e o corpo de uma mulher adulta não reage igual. Mas o dado derruba a ideia de que existe uma dose de oxandrolona sem risco para a voz. O que existe é um risco menor com dose menor e ciclo mais curto, e uma sensibilidade individual que ninguém consegue prever, como o @Foston disse. Na prática, quem decide usar reduz o risco assim: menor dose possível, ciclo curto e atenção desde a primeira semana. Rouquidão sem gripe, voz que falha nos agudos ou dificuldade para cantar em tons que antes eram fáceis são sinais para parar na hora, sem esperar o fim do ciclo. A alteração da voz costuma ser o colateral que menos volta. @Nattyy, sobre o primobolan, vale o alerta do @davidevh: ele é caro e dos mais falsificados, e muito frasco vendido como primo contém stanozolol ou outro esteroide mais androgênico. Nesse caso, o risco para a voz é o do que está no frasco, e não o do rótulo. Com 21% de gordura e o shape que o pessoal elogiou, @Eva Maria de Souza ainda tem bastante espaço para evoluir com dieta e treino. A calculadora de proteína diária ajuda a conferir se a ingestão está adequada para ganho de massa: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/proteinas-diarias/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Relato Dura + Bold - 5 Semanas
@EmBusca DoX, tem uma explicação farmacológica para você não ter sentido os efeitos que o pessoal relata com a boldenona, e ela vale para o planejamento dos próximos ciclos. A boldenona que circula por aqui é o undecilenato, um éster bem longo. A meia-vida fica em torno de 14 dias, e um hormônio leva umas 4 a 5 meias-vidas para chegar ao nível estável no sangue com aplicações regulares. Na prática, a boldenona só começa a render tudo depois de umas 6 a 8 semanas. Num ciclo de 5 semanas, você parou justamente quando ela estava chegando no platô. O @Apollo Galeno apontou isso ao dizer que ciclo curto com boldenona não é interessante, e o motivo é esse. O mesmo vale para a deca que você usou nos dois primeiros ciclos. O decanoato também é éster longo. Em ciclos de 5 semanas, os ésteres curtos, como o propionato de testosterona, fazem mais sentido, porque sobem e descem rápido. Tem também o outro lado: se ela demora a subir, demora a sair. Semanas depois da última aplicação ainda há boldenona circulando e suprimindo o seu eixo. Se você começar a TPC contando a partir do fim de um éster curto, ela vai cair num período em que o eixo ainda está sendo freado. Vale planejar a TPC considerando o éster mais longo do ciclo. E um ponto de monitoramento: a boldenona é dos esteroides que mais sobem o hematócrito. Com três ciclos em pouco mais de um ano, colha hemograma antes do próximo. Hematócrito acima de uns 52 a 54% aumenta o risco de trombose e merece conduta antes de seguir. Como você falou em competir este ano, a ferramenta de categorias NPC e IFBB Pro ajuda a ver em qual divisão o seu físico se encaixa melhor pela altura e pelo peso: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/categorias-npc-ifbb-pro/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Alimentos pra dieta
@Robin hood, Adriano, os seus macros fecham em torno de 2000 kcal: 160 g de proteína, 160 g de carboidrato e 80 g de gordura. Para variar sem bagunçar esses números, o mais prático é pensar em grupos de troca, e não em alimentos soltos. Seguem opções que costumam funcionar bem em dieta de quem treina. Proteína: além de frango e ovo, dá para usar patinho, alcatra ou coxão mole moído, tilápia, merluza, atum em água, sardinha, lombo suíno, sobrecoxa sem pele, iogurte natural desnatado ou tipo grego sem açúcar, queijo cottage, ricota e whey. Peixe gordo, como sardinha e salmão, conta também na gordura, então ajuste o azeite nesse dia. Carboidrato: arroz branco ou integral, batata inglesa, batata-doce, mandioca, inhame, macarrão, cuscuz de milho, aveia, tapioca, pão francês, feijão, lentilha, grão-de-bico e frutas como banana, maçã, manga e mamão. Feijão e lentilha trazem proteína e fibra de quebra, e ajudam na saciedade. Gordura: azeite, abacate, pasta de amendoim sem açúcar, castanhas, amêndoas, gema de ovo, queijos amarelos e chia ou linhaça. Como 1 g de gordura tem mais que o dobro das calorias de 1 g de carboidrato, é aqui que a dieta costuma estourar sem a pessoa perceber. Vale pesar o azeite e a pasta de amendoim. Verduras e legumes entram à vontade no almoço e no jantar. Quase não mexem nas calorias, mas ajudam no intestino e na saciedade. Para trocar um alimento por outro mantendo os mesmos macros, por exemplo arroz por batata-doce ou frango por tilápia, a calculadora de equivalência de macros do site faz a conta das quantidades: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/macros/
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Masteron, Boldenona, primobolané
@Mandy182, o @Locemar tem razão que a reação é individual, mas os três têm perfis de colateral diferentes o suficiente para ajudar na escolha. A resposta também muda bastante se for para homem ou para mulher. O primobolan (metenolona) é o mais leve dos três. Não aromatiza, tem androgenicidade relativamente baixa e costuma pesar menos em pressão, hematócrito e cabelo. O ponto fraco é o preço e o fato de ser um dos mais falsificados, então muito "primo" vendido por aí é outra coisa no frasco. O masteron (drostanolona) é derivado direto da DHT. Não aromatiza e não retém líquido, mas é bem androgênico. Em quem tem tendência a calvície, acelera a queda de cabelo, e em mulher é dos que mais causam virilização, com voz grossa, pelos e aumento do clitóris. A boldenona aromatiza um pouco, então pode reter algo de líquido, e tem dois colaterais marcantes: sobe o hematócrito mais do que a maioria dos esteroides e, em muita gente, aumenta a fome e a ansiedade. O éster é longo, então ela demora a fazer efeito e demora a sair do corpo, o que também atrasa a recuperação se aparecer um colateral. Resumindo: se o critério é o menor risco, o primobolan leva vantagem, desde que seja verdadeiro. Para mulher, masteron e boldenona trazem risco de virilização bem maior. Para homem, a escolha depende do objetivo, e qualquer um deles funciona melhor sobre uma base de testosterona do que sozinho. Se puder, continue no seu tópico original com idade, peso, objetivo e exames, como o @Apollo Galeno pediu. O gerador de protocolo hormonal simulado também ajuda a comparar cenários com os seus dados, como rascunho para levar ao médico: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Treino para corrigir "buraco" atrás do ombro
@Frangolino em evolução, complementando o que o @Locemar explicou: atrás do ombro, logo abaixo do deltoide posterior, ficam também o infraespinhal e o redondo menor, dois músculos do manguito rotador que ocupam a escápula. Em muita gente, a sensação de buraco atrás do ombro vem do contraste entre o deltoide lateral desenvolvido e essas duas regiões menos trabalhadas. Os exercícios de puxar pegam pouco delas. Na prática, dá para atacar as duas frentes na mesma semana. Para o deltoide posterior: crucifixo invertido na máquina ou com halteres, crossover invertido na polia e face pull com corda. Ele responde bem a séries de 12 a 20 repetições, com carga que você controla sem balançar o tronco. Se o trapézio assume o movimento, a carga está alta. Para o infraespinhal e o redondo menor: rotação externa na polia ou com elástico, com o cotovelo colado ao corpo, e o face pull, que já pega os dois. Duas ou três séries no fim do treino de ombro ou de costas bastam, e ainda protegem o ombro para os exercícios pesados de empurrar. Somando as duas coisas, de 10 a 16 séries por semana para a parte de trás do ombro, divididas em dois treinos, já mudam a proporção em alguns meses. A parte que é só a divisão natural entre as porções do deltoide não enche, como o @Locemar disse, mas fica bem menos marcada quando o posterior cresce. Para ver a execução de cada um desses exercícios e os músculos que cada um trabalha, o orientador de exercícios do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/exercicios/
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Stanozolol comprimido 10 mg. Uso testosterona junto?
@Lucass23, a sua pergunta sobre usar testosterona junto é justamente a mais importante, então vale explicar o raciocínio, e não só dar sim ou não. Todo esteroide suprime a sua produção natural de testosterona, e o stanozolol também. A diferença é que ele não substitui as funções que a testosterona cumpre. Ele não vira estrogênio e tem pouca ação no cérebro, onde ficam a libido e o humor. Resultado: quem usa stanozolol sozinho fica, algumas semanas depois, com a própria testosterona baixa, o estrogênio baixo e nada no lugar. Por isso é comum relatar libido zerada, dificuldade de ereção, desânimo e dor nas articulações. Por esse motivo, em homem, o stanozolol costuma entrar como complemento de uma base de testosterona, e não sozinho. Três outros pontos que valem para qualquer ciclo com ele. O stanozolol oral é 17-alfa-alquilado, passa pelo fígado e pesa em TGO, TGP e GGT, então esses exames entram antes e durante. Ele também está entre os que mais derrubam o HDL, então o perfil lipídico precisa de controle, junto com o hematócrito se houver testosterona. E a TPC depende do que for usado e por quanto tempo, e não existe uma receita única que sirva para todo mundo. Com 1,83 m e 85 kg, a pergunta que o pessoal vai te fazer antes de tudo é o percentual de gordura e a dieta. Stanozolol é usado para secar e endurecer quem já está com a gordura baixa. Acima disso, o efeito visual é pequeno perto do risco. Se quiser ver como fica um primeiro ciclo com exames de base, auxiliares, TPC e exames de controle, o gerador de protocolo hormonal simulado monta isso a partir dos seus dados. É um rascunho para estudar e levar ao médico, e não uma prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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1° ciclo para definição
@Airmax, a pergunta está vaga demais para alguém montar algo com segurança, mas dá para te mostrar o que decide um primeiro ciclo, para você voltar com as informações certas. Definição quase nunca vem do hormônio. Ela é gordura baixa por cima de músculo que já existe. Se hoje você está com gordura acima de uns 15%, o ciclo vai te deixar maior e com a mesma capa por cima, e o resultado que você imagina não aparece. Por isso a primeira pergunta de todo mundo aqui vai ser sobre a sua dieta e o seu tempo de treino, e não sobre a droga. Para alguém conseguir te ajudar de verdade, poste idade, altura, peso, percentual de gordura estimado, há quanto tempo treina sem parar, a dieta que come hoje com as quantidades e fotos. Se for considerar um ciclo, faça antes exames de base: hemograma, perfil lipídico, TGO, TGP, testosterona total, estradiol, LH e FSH. Eles mostram se existe alguma contraindicação e servem de comparação depois. Enquanto junta isso, o gerador de protocolo hormonal simulado do site mostra, a partir dos seus dados e exames, o que faria sentido e o que ele bloqueia por risco, incluindo auxiliares e TPC. É um rascunho para estudo e para levar ao médico, e não uma prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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ciclo stanasolol e testosterona
Vale deixar registrado o motivo de o pessoal ter dito que estava tudo errado no ciclo que a @Juliana Lima descreveu, porque esse tipo de montagem aparece bastante e quem chega pela busca merece a explicação, e não só o veredito. A dose é o primeiro problema. Stanozolol de 10 mg a cada 5 horas dá algo entre 30 e 50 mg por dia, dependendo de quantas tomadas cabem no dia acordado. É dose de ciclo masculino. Para mulher, o stanozolol já é um dos esteroides com mais relatos de virilização mesmo em dose baixa, e os primeiros sinais são rouquidão, pelos no rosto e aumento do clitóris. Esses três podem não voltar ao normal quando o ciclo acaba. O fato de não ter sentido nada nas primeiras semanas não protege, porque esses efeitos costumam aparecer de forma gradual. A proteção do fígado também não funciona do jeito que foi montada. Metformina é remédio para glicose e resistência à insulina, e não tem ação protetora contra a agressão de um oral 17-alfa-alquilado. Boldo e água com limão também não. O que dá segurança real é exame: TGO, TGP, GGT e bilirrubinas antes e durante o ciclo. O anticoncepcional soma risco em duas frentes, como o @Foston apontou. O estrogênio da pílula aumenta o risco de trombose, e os esteroides mexem no hematócrito e na coagulação. E tanto o estrogênio oral quanto o stanozolol podem causar colestase, que é o bloqueio do fluxo da bile no fígado. Coceira no corpo inteiro, urina escura, fezes claras ou pele amarelada são sinais para suspender e procurar atendimento no mesmo dia. Sobre a dúvida do feriado: o stanozolol age igual com ou sem treino, então pausar alguns dias não muda muita coisa. O ponto que merece atenção é o ciclo inteiro, e não a pausa. Com 78 kg e o objetivo de perder gordura, dieta organizada e treino consistente respondem pela maior parte do resultado, sem nenhum desses riscos. Sobre a ideia do @Kami Back de um tópico fixo sobre oxandrolona: enquanto ele não existe, o orientador de fármacos do site reúne mecanismo, doses usuais e colaterais de cada substância e ajuda a responder as dúvidas que mais se repetem: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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(Dúvida/Ajuda)Ciclo Durateston, injeção intramuscular aplicada errada?
@Minucioso, tem uma explicação provável para a diferença de dor que vai além da marca: o local. Você contou que antes aplicava bem na lateral da coxa, no trato iliotibial. Aquela faixa dura na lateral é tendão e fáscia, e não músculo. Aplicar ali, ou atravessar essa faixa para chegar ao músculo, dói bem mais e costuma deixar a pessoa mancando. O local recomendado no vasto lateral fica um pouco à frente dessa faixa, no terço médio da coxa, entre a linha lateral e a frente da perna. Pelo que você descreveu, a mudança de técnica te levou mais para o músculo de verdade, e a dor caiu por isso. O solvente diferente entre os fabricantes pode somar, como o @Apollo Galeno disse, mas o local explica bastante. Sobre ter ido para o subcutâneo: com agulha de 30 mm, um pouco angulada, na coxa de quem treina, a ponta chega ao músculo na grande maioria das vezes. Só ficaria em dúvida quem tem camada de gordura grossa na coxa. Óleo no subcutâneo costuma dar sinais claros: caroço palpável que demora dias para sumir, vermelhidão e sensibilidade na superfície da pele, e não aquela dor funda de músculo. O sangramento de vez em quando é normal. A agulha passa por vasos pequenos da pele e do músculo, e sai uma gota ao retirar. O que merece atenção é hematoma grande, sangue entrando na seringa ao puxar o êmbolo antes de injetar, ou dor que aumenta, com calor e vermelhidão crescendo depois de 2 a 3 dias. Esse último quadro sugere infecção, e não uma aplicação mal feita. Por último, sentir menos dor não quer dizer que o produto é mais fraco ou falso. Dor depende de local, volume, solvente e de quantas vezes o músculo já recebeu aplicação, e não da quantidade de hormônio. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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ciclo feminino: oxandrolona + testosterona bioidentica
@Pfem em crescimento, o dado mais importante do seu tópico não está no protocolo novo, e sim no ciclo de 2011. Rouquidão e aumento de clitóris com stanozolol mostram que o seu corpo responde forte a androgênio. Quem já teve sinal de virilização uma vez tende a ter de novo, mais rápido, e a voz e o clitóris são justamente os efeitos que podem não voltar ao normal quando o ciclo acaba. Isso precisa estar na mesa do seu médico antes de começar qualquer coisa. Para ter uma noção da dose que foi passada: o adesivo de testosterona que chegou a ser aprovado na Europa para mulheres liberava 300 microgramas por dia, ou seja, 0,3 mg. A prescrição que você recebeu é de 100 mg por dia aplicados na pele. Mesmo que só uma parte seja absorvida, a exposição fica muitas vezes acima disso, e na faixa masculina, como o @Foston mostrou com o próprio exame. Somada à oxandrolona em 20 mg por dia, que também é androgênica, o risco de repetir o que aconteceu em 2011 é alto. Entendo não querer perder o que já foi manipulado, mas o custo de uma voz rouca para sempre é bem maior do que o dos frascos. Se decidir usar algo, o caminho de menor risco no seu caso é um único hormônio, na menor dose possível, com exames antes e depois de 4 a 6 semanas e parada imediata no primeiro sinal de voz rouca, pelos novos no rosto ou aumento do clitóris. Usar as duas coisas juntas, como @Joaninha colocou, tira a possibilidade de saber qual causou o colateral. Mais dois pontos do seu histórico que o médico deve considerar: você contou que bebia bastante e trata gastrite e refluxo. A oxandrolona é oral e passa pelo fígado. Com esse histórico, TGO, TGP e GGT precisam estar no exame de base e no de controle. @Marcos...V, sobre passar testosterona no couro cabeludo: a pele converte parte dela em DHT, e a DHT é justamente o hormônio que acelera a calvície em quem tem predisposição. O efeito tende a ser o contrário do que você quer. Se quiser ver como um protocolo feminino fica com exames, sinais de alerta e limites de dose definidos, o gerador de protocolo hormonal simulado serve de rascunho para levar ao médico: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Estradiol alto após ciclo: letargia, depressão e sem libido
@LuckyMac19, um ajuste importante na dose da melatonina antes de você comprar: a faixa usada para dormir é de 1 a 5 mg, em miligramas, e não em gramas. Um grama seria mil vezes a dose de um comprimido comum. Acredito que tenha sido só um erro de digitação do @Apollo Galeno, mas vale ficar registrado para quem ler depois. Muitas vezes doses baixas, de 0,5 a 3 mg, funcionam tão bem quanto as altas e dão menos ressaca no dia seguinte. Agora, olhando o conjunto que você descreveu, tem uma hipótese que vale investigar antes de culpar o estradiol: apneia do sono. Com 1,88 m e 122 kg, gordura acumulando no abdômen, insônia, cansaço durante o dia, humor para baixo e libido zerada, o quadro se encaixa muito bem. A apneia fragmenta o sono sem a pessoa perceber, derruba a testosterona e deixa exatamente essa sensação de letargia que você atribuiu ao estrogênio. Além disso, esteroides em dose alta podem piorar a apneia. Pergunte a quem dorme com você se você ronca alto ou para de respirar durante a noite. O questionário de risco de apneia do site leva um minuto e ajuda a decidir se vale pedir uma polissonografia: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/apneia/ Sobre a vitamina D de 10.000 UI todo dia, essa dose serve para corrigir deficiência, mas mantida por meses pode passar do ponto. Confira o nível de 25-OH vitamina D nos próximos exames e ajuste a dose conforme o resultado. No resto, o caminho proposto é bom. Déficit calórico com proteína alta e treino pesado tende a melhorar o perfil lipídico e a gordura abdominal ao mesmo tempo. Se a apneia for confirmada e tratada, a disposição para manter a dieta melhora muito também. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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PRIMEIRO CICLO: DIANABOL E ENANTATO DE TESTOSTERONA
@BigBossFrank, já que o ciclo terminou, o relato de como foi seria a parte mais útil do tópico, principalmente para o @WlaM, que começou um protocolo parecido. Vale contar peso antes e depois, quanto ficou depois da TPC, colaterais e se fez exames. Sobre a dúvida que ficou lá atrás, de o dianabol dar ganho ilusório, a verdade fica no meio. Parte do peso que ele coloca rápido é água e glicogênio, por causa da aromatização e da retenção de sódio, e essa parte sai nas semanas depois do ciclo. Mas há ganho de músculo de verdade junto. O que decide quanto desse músculo fica é o que acontece depois: manter as calorias em superávit leve, a proteína alta e o treino pesado durante a recuperação do eixo. Muita gente corta a comida por medo de engordar na TPC e perde justamente a parte que era real. Para saber se o eixo voltou, os exames que contam são LH, FSH, testosterona total e estradiol, colhidos umas 4 a 6 semanas depois de terminar a TPC. Colha também hemograma, porque testosterona sobe o hematócrito, perfil lipídico e TGO e TGP, porque o dianabol é oral e pesa no fígado e no HDL. Libido baixa, cansaço e humor para baixo depois desse prazo são sinais de que o eixo ainda não se recuperou. Para quem vai começar agora com algo parecido, o que o pessoal disse no tópico continua valendo: com 73 kg e 1,83 m, a margem de crescimento só com dieta ainda é grande, e os 5 kg que a dieta do @Apollo Galeno rendeu provam isso. Para manter os ganhos depois do ciclo sem acumular gordura, a calculadora de bulking ajuda a achar o superávit certo: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/bulking/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Testosterona Pentravan 100mg para mulheres
@JoVC, a decisão de colocar a saúde na frente foi boa, e alguns pontos do tópico merecem entrar na conversa com a dermatologista, porque mudam o tratamento da queda de cabelo. O primeiro é a finasterida. Ela é contraindicada para mulher que pode engravidar e não usa contracepção, e no tópico você contou que não usa anticoncepcional. A finasterida bloqueia a conversão de testosterona em DHT, e o feto do sexo masculino precisa da DHT para formar a genitália. Uma gravidez durante o uso pode causar malformação. Por isso, em mulher na idade fértil, ela só é prescrita junto com um método contraceptivo confiável. Vale levar isso para a consulta, e não apenas parar ou continuar por conta própria. O segundo é o tempo. Finasterida e minoxidil não se avaliam em 4 semanas. O efeito começa a aparecer lá pelo terceiro mês, e a avaliação justa fica entre o sexto mês e o primeiro ano. A queda forte no começo do minoxidil que a @Baka_lu descreveu é real e esperada: os fios que estavam para cair saem juntos, e os novos vêm no lugar. O terceiro é o ferro. Você contou lá no começo que os exames mostraram ferro e vitamina D baixos. Ferritina baixa é uma causa comum de queda de cabelo difusa em mulher, independente de hormônio, e também pesa na imunidade. Ficar doente 4 vezes em 6 meses combina com isso. Peça ferritina junto com o ferro sérico, porque é ela que mostra o estoque. Para o cabelo, muitos dermatologistas miram ferritina bem acima do mínimo da referência. Por fim, dois sinais do tópico que o médico precisa ter registrados: a alteração na voz, que é sinal de virilização e pode não voltar, e a saída de líquido pelo mamilo. Se o resultado da prolactina já saiu, vale postar. Se ainda não fez o exame, não deixe passar, principalmente se a secreção continuar mesmo sem hormônio nenhum. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Exemestano
@Laura Botelho, sobre o exemestano especificamente, os médicos que disseram para você não tomar têm bons motivos, e dá para explicar por quê. Inibidor de aromatase em mulher que ainda menstrua não funciona como funciona num homem ou numa mulher na menopausa. Nos seus ovários, a queda do estrogênio faz a hipófise aumentar o FSH, e o ovário responde produzindo mais. Por isso os inibidores de aromatase são contraindicados sozinhos em mulher pré-menopausa no tratamento de câncer de mama, e por isso mesmo o letrozol, da mesma classe, é usado para induzir ovulação. Ou seja, além de não baixar o estrogênio de forma estável, ele pode mexer no seu ciclo menstrual e na ovulação. Quando o estrogênio cai de fato, o custo numa mulher é alto: perda de massa óssea, dor articular, piora do colesterol, secura vaginal e alteração de humor. E existe um detalhe pouco conhecido: o exemestano é esteroide, e um dos metabólitos dele, o 17-hidroxiexemestano, se liga ao receptor androgênico. Somado a boldenona, masteron e oxandrolona, isso aumenta a carga androgênica total, e o risco de virilização vem justamente dela. Como o @Foston comentou, não existe benefício estético que justifique isso fora de uma situação muito específica. A testosterona total de 430 também merece atenção antes de você começar qualquer coisa nova. Para mulher, isso fica várias vezes acima da referência. Primobolan e oxandrolona não viram testosterona, então sobram duas explicações: o produto continha testosterona, como o seu médico supôs, ou o exame por imunoensaio sofreu interferência de outro esteroide. A dosagem por espectrometria de massas, a LC-MS/MS, tira essa dúvida. Vale repetir assim antes do próximo ciclo, junto com hemograma, perfil lipídico, TGO, TGP, estradiol, LH e FSH. Tirar o masteron, como você está pensando, já reduz bastante o risco de queda de cabelo e de virilização. Se quiser ver como um protocolo feminino fica com exames e limites de segurança definidos, o gerador de protocolo hormonal simulado bloqueia combinações de risco alto e serve de rascunho para levar ao médico: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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TPC Stano após queda de cabelo e nódulo na tireoide
@Claranunes84, dois pontos do seu relato pesam mais do que a TPC, e vale falar deles primeiro. O primeiro é a voz. Voz que parece de resfriado, sem resfriado, depois de um ciclo de stanozolol é um dos primeiros sinais de virilização. As cordas vocais respondem ao androgênio, e essa mudança pode ficar permanente se o estímulo continuar. É o motivo mais forte para não emendar outro esteroide agora. Se a rouquidão não passar nas próximas semanas, vale uma avaliação com otorrinolaringologista, que consegue ver as cordas vocais. A queda de cabelo que piorou vai no mesmo sentido: é efeito androgênico, e o stanozolol, por ser derivado da DHT, pesa bastante nisso. O segundo é o Dostinex. A cabergolina não tem interação que obrigue a suspender para ciclar. Ela controla a prolactina e, no adenoma que produz prolactina, costuma manter o tumor pequeno. Parar por conta própria pode fazer a prolactina voltar a subir e o adenoma voltar a crescer. Os sinais de alerta são menstruação irregular, saída de leite pelo mamilo, dor de cabeça persistente e alteração na visão lateral. Por isso o @Apollo Galeno insiste no retorno com o especialista antes de qualquer coisa. Leve para a consulta a informação de que você usou stanozolol e de que parou a cabergolina. Isso muda a leitura dos exames. Sobre a TPC, o @Foston está certo: em mulher, depois de um ciclo curto só com stanozolol, geralmente não há o que tomar. O tribulus não recupera eixo nem segura ganho. A menstruação voltando é o sinal de que o eixo está se reorganizando sozinho. Um detalhe útil para os exames da tireoide: esteroides anabolizantes reduzem a proteína que transporta o T4 no sangue, e o T4 total pode sair baixo sem problema real. TSH e T4 livre são mais confiáveis nesse período. Para manter o que você ganhou, a alavanca é dieta e treino. A proteína está baixa, em torno de 90 g por dia. Para você, algo entre 105 e 140 g já faz diferença, sem precisar chegar a 190 g. No treino, se hoje ele é basicamente de membros inferiores, incluir costas, ombros e peito dá o volume que você quer sem precisar de hormônio. Para achar o seu número de proteína, use a calculadora de proteína diária: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/proteinas-diarias/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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HIPERCALORICO = DOR DE BARRIGA?
@Riann Barros lira, fracionar é exatamente o caminho, e no seu caso deve resolver boa parte do problema. Cinco doses de uma vez no pós-treino dão algo perto de meio quilo de pó num único shake, e quase tudo isso é carboidrato. Quando chega muito açúcar de uma vez ao intestino, parte dele não é absorvida a tempo, puxa água para dentro do intestino e sai como diarreia. É o que se chama de diarreia osmótica, e explica por que o mesmo produto que antes caía bem agora te manda direto para o banheiro: você passou um tempo sem tomar e voltou numa dose alta. O que o @Madrugão falou lá atrás continua valendo. Comece com uma dose por vez, espalhada ao longo do dia, e só aumente quando o intestino aceitar. Duas antes e duas depois do treino ainda é muito concentrado. Algo como uma dose no café, uma entre as refeições, uma no pós-treino e uma à noite costuma ser mais bem tolerado. Outros dois suspeitos valem conferir no rótulo. Muitos hipercalóricos usam leite em pó ou proteína concentrada do soro, que trazem lactose, e quem tem intolerância sente justamente com volume grande. Se o shake com água incomoda menos do que com leite, é um bom sinal de que a lactose pesa. Alguns produtos também têm frutose ou adoçantes que em quantidade grande soltam o intestino. Se mesmo fracionado continuar dando problema, um shake caseiro com aveia, banana, leite ou bebida sem lactose e uma dose de whey entrega calorias parecidas com ingredientes que você controla. O orientador de receitas do site tem opções com os macros calculados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/receitas/
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Stanozolol da Muscle Labs. Falso ou Verdadeiro?
Esse teste que o @arcanjo negro 75 descreveu não prova que o produto é verdadeiro. O stanozolol injetável é uma suspensão aquosa: o pó não dissolve na água, então é normal ele assentar no fundo quando o frasco fica parado. Qualquer pó insolúvel faz a mesma coisa. Um frasco com giz, com outro esteroide ou com metade da dose também decanta igualzinho. O teste só mostra que é uma suspensão, e não o que tem dentro nem quanto. Também não dá para confiar na ideia de que o stanozolol é barato demais para ser falsificado, como foi dito lá no começo. Justamente por ser barato e muito procurado, ele está entre os esteroides mais falsificados e subdosados que aparecem em análises de produtos apreendidos. Selo dourado, holograma e embalagem bonita se copiam com facilidade, como a ironia do @davidevh sobre o Testex com selo mostra bem. Na prática, só uma análise laboratorial diz o que há no frasco. Sem isso, o que dá para fazer é reduzir o risco. Evite laboratórios underground sem histórico de testes publicados. Desconfie de suspensão com partículas grandes, grumos que não se desfazem ao agitar, cor turva diferente do normal ou cheiro estranho. E no caso de suspensão aquosa, a esterilidade pesa tanto quanto a dose: abscesso no glúteo por produto contaminado é uma complicação bem mais comum do que se imagina com esse tipo de fabricante. Dor que piora depois de 2 a 3 dias, calor, vermelhidão que cresce ou febre depois de uma aplicação são sinais de infecção, e não de "reação normal da suspensão". Para quem quer entender mecanismo, doses e colaterais do stanozolol antes de decidir, o orientador de fármacos do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Primeiro ciclo se oxandrolona 20mg 1x ao dia
@Edjane, antes de pensar em como chegar lá, vale acertar a meta. Com 1,75 m, 65 kg e uns 20% de gordura, a sua massa magra está perto de 52 kg. Chegar a 75 kg de massa magra daria um FFMI em torno de 24,5, número que a maioria dos homens naturais não alcança. Se a ideia é chegar a 75 kg de peso corporal, aí é uma meta possível, mas de longo prazo, e o caminho passa muito mais pela comida do que pelo ciclo. Você saiu de 60 para 65 kg e travou. Isso quase sempre significa que as calorias pararam de sobrar. Comer "o que a nutricionista passava, só que em mais quantidade" é um bom começo, mas sem saber o total do dia fica fácil achar que está comendo muito e estar em manutenção. Vale pesar a comida por uma semana, somar as calorias e subir aos poucos, uns 200 a 300 kcal por vez, até o peso voltar a andar. A calculadora de bulking faz essa conta com os seus dados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/bulking/ O Cobavital abre o apetite pela ciproeptadina, que é um anti-histamínico. Funciona para muita gente, mas dá sonolência, então ajuda mais tomado à noite do que antes do treino. Agora, o ponto que mais me preocupa no seu relato: você disse que está com doses altas de oxandrolona com masteron, com muitos colaterais, num ciclo de 120 dias. O masteron é derivado da DHT e é um dos esteroides mais androgênicos para mulheres. Alguns colaterais femininos passam quando o ciclo acaba, como acne e oleosidade. Outros não voltam: engrossamento da voz, rouquidão que não passa, crescimento do clitóris e pelos no rosto. Se qualquer um desses já apareceu, esse é o sinal para parar, e não para esperar os 55 dias que faltam. Quanto mais longo o ciclo, maior a chance de o efeito ficar. Para ganhar massa, o que mais vai te fazer diferença agora é comida suficiente, treino de base bem ordenado e sono. Isso já responde por boa parte do que falta, e sem risco de marca permanente. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Propionato + Enantato de TRT (subcutâneos) + Stanozolol Oral + HCG
O fechamento do relato com o espermograma é a parte mais útil do tópico para quem chega depois, então vale interpretar os números com um pouco mais de cuidado. Sair de 562 mil para 10 milhões por ml em 30 dias é uma melhora grande, mas não é o resultado final do hCG. A produção de um espermatozoide leva cerca de 74 dias dentro do testículo, e ainda há uns 10 a 14 dias de trânsito pelo epidídimo. O que apareceu com 30 dias de uso é o efeito do hCG sobre as fases finais de maturação, que dependem muito da testosterona dentro do testículo. O efeito completo só aparece a partir de uns 3 meses de uso contínuo. Quem quiser medir se o protocolo está funcionando deve repetir o espermograma nesse prazo e, de preferência, em duas amostras, porque a contagem varia bastante de uma coleta para outra. Os 10 milhões ainda estão abaixo da referência, então o resultado de 30 dias é promissor, mas ainda não dá para dizer que a fertilidade voltou. A outra observação do relato também tem explicação fisiológica: os testículos voltaram a atrofiar 3 semanas depois de parar o hCG, mesmo com a testosterona mantida. Com testosterona exógena, e também com a deca, o LH fica suprimido, e o único estímulo que o testículo recebe é o hCG. Parou o hCG, o testículo perde o estímulo. Por isso, quem usa hCG para preservar fertilidade durante TRT ou cruise usa de forma contínua, e não em pulsos de um mês. No estudo publicado no Journal of Urology em 2013, homens em reposição que usaram 500 UI em dias alternados mantiveram o espermograma ao longo do acompanhamento. A dose de 250 UI usada aqui é metade disso, o que pode explicar em parte o resultado ainda abaixo da referência. Sobre o que o @Apollo Galeno levantou, de que sem outros hormônios junto a recuperação seria mais rápida, faz sentido: quanto menos supressão, mais o próprio LH ajuda. Na prática, se o objetivo é engravidar a parceira, a decisão entre manter cruise com hCG ou sair de tudo muda bastante o plano, e vale ser tomada com urologista ou especialista em reprodução, olhando FSH, LH e dois espermogramas. Para quem está montando cruise ou reposição e quer já prever hCG, exames e controle, o gerador de protocolo hormonal simulado organiza isso como rascunho: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Ciclo feminino com Oxandrolona 5 mg para cutting
@Leili Santos, o diagnóstico de doença renal policística muda a conversa sobre anabolizantes, e vale entender por quê antes da consulta com o urologista. A doença renal policística autossômica dominante progride mais rápido em homens do que em mulheres, e boa parte da explicação parece hormonal. Em ratos com a doença, a castração dos machos reduziu o aumento do rim e a formação de cistos, e a testosterona desfez essa proteção. Nas fêmeas, a testosterona aumentou o crescimento dos cistos, com ou sem os ovários. Os cistos têm receptor androgênico no próprio epitélio. É dado de animal, e não existe estudo em mulheres com a doença usando testosterona para dizer qual dose é segura. Mas é justamente o seu cenário, e ele pesa contra a ideia de que uma dose razoável dificilmente vai agravar, como o @Foston colocou. Isso não quer dizer que qualquer uso esteja proibido para sempre. O que o @Apollo Galeno disse faz sentido: sem saber o estágio da doença, qualquer decisão é no escuro. Se for discutir o assunto com o médico, estes são os dados que mudam a decisão: Ressonância com volume total dos rins ajustado pela altura. É ela que classifica o risco de progressão e permite ver se os cistos crescem mais rápido durante um ciclo. Ultrassom a cada 6 meses não tem precisão para isso. Função renal por cistatina C, além da creatinina. Quem ganha massa muscular ou usa creatina sobe a creatinina sem piora do rim, e o contrário também engana. Pressão arterial medida em casa com regularidade. A sua sempre foi boa, e manter assim é uma das coisas que mais protegem o rim nessa doença. Enquanto isso, algumas medidas valem com ou sem hormônio: evitar anti-inflamatórios como ibuprofeno e diclofenaco, que agridem o rim, manter o sal baixo, respeitar o limite de proteína que o nefrologista passou e beber bastante água. A ingestão alta de água é recomendada nessa doença porque reduz a vasopressina, hormônio que estimula o crescimento dos cistos. Para ter uma referência de quanto beber em dia de treino, a calculadora de hidratação ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hidratacao/ Um detalhe prático: "5 UI" não é unidade de testosterona. Na seringa de insulina, 5 unidades são 0,05 ml, e a dose em mg depende da concentração do seu frasco de propionato. Leve a conta em mg para a consulta, porque é isso que o médico vai avaliar. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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1º Ciclo - Oxandrolona + Testosterona Gel
@Hawkins, o relato ficou muito bom, com bioimpedância e exames de antes e depois lado a lado. Pouca gente fecha o tópico assim, e é isso que torna o relato útil para quem chega depois. Cintura caindo 3 cm com peso estável é recomposição de verdade, então o resultado físico é real, independente do erro absoluto da bioimpedância que o Perfil Desativado comentou. Alguns pontos dos exames que valem para o próximo ciclo. A DHT em 940 não prova que a oxandrolona era boa. A oxandrolona não vira DHT. Quem explica essa subida é o gel: a pele tem muita 5-alfa-redutase, e todo produto transdérmico de testosterona eleva a DHT de forma desproporcional à testosterona total. Isso não costuma ter consequência clínica, mas pesa em quem tem tendência a calvície ou acne. O perfil lipídico foi colhido um mês depois de parar a oxandrolona, então ele mostra a recuperação, e não o que aconteceu durante o ciclo. Em estudo com 20 mg por dia durante 8 semanas, o HDL caiu cerca de 32% e o LDL subiu cerca de 41%. Com 60 mg por dia, o esperado é um impacto igual ou maior. Se quiser saber o custo real, colha HDL, LDL e triglicerídeos no meio do próximo ciclo, e não só depois. O TGP também saiu de 30 para 44, perto do teto, o que combina com oral em dose alta. Outro detalhe que chama atenção: LH em 4,35 e FSH em 2,03 usando 100 mg de gel por dia. Testosterona exógena em dose de reposição costuma suprimir LH e FSH. Com esses valores normais, das duas uma: ou a absorção do gel manipulado está sendo modesta, ou a coleta caiu num horário longe da aplicação. Vale padronizar a coleta de sangue sempre no mesmo intervalo depois do gel, para os números serem comparáveis entre um exame e outro. Sobre a sugestão de trocar a oxandrolona por stanozolol mantendo a testosterona, vale saber que o stanozolol também é oral 17-alfa-alquilado e costuma derrubar o HDL tanto quanto a oxandrolona ou mais. Muda o nome, mas o custo de fígado e de colesterol continua lá. Se o objetivo agora é ganho de massa, a alavanca maior continua sendo a dieta, que no começo do tópico estava abaixo de 2000 kcal. Para planejar o próximo ciclo com exames e monitoramento definidos, use como rascunho o gerador de protocolo hormonal simulado e leve para discutir com o seu médico: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.