Jump to content

Search the Community

Showing results for tags 'hipertrofia'.



More search options

  • Search By Tags

    Type tags separated by commas.
  • Search By Author

Content Type


Forums

  • Anabolizantes Esteroides
    • Tópicos sobre esteroides
    • Relatos de ciclos
  • Suplementos Alimentares
    • Tópicos sobre suplementação
    • Relatos de uso de suplementos alimentares
  • Treinamento de Musculação
    • Tópicos sobre treinamento
    • Lesões musculares
    • Diário de treino
  • Nutrição Esportiva
    • Tópicos sobre nutrição
    • Relatos sobre dietas
  • Gente
    • Tópicos de evolução do shape
  • Assuntos Diversos
    • Tópicos diversos

Calendars

  • Campeonatos de Musculação
  • Cursos, Palestras e Feiras

Categories

  • Esteroides
  • Suplementos
  • Treinamento
  • Nutrição
  • Gente
  • Diversos

Categories

  • Esteroides
  • Suplementos
  • Treinamento
  • Nutrição
  • Gente
  • Diversos

Categories

  • Aves
  • Bebidas
  • Carnes
  • Lanches
  • Legumes
  • Ovos
  • Massas
  • Peixes e Frutos do Mar
  • Saladas
  • Sobremesas

Categories

  • Abdominal
  • Antebraço
  • Bíceps
  • Costas
  • Coxa
  • Glúteo
  • Lombar
  • Ombro
  • Panturrilha
  • Peito
  • Pescoço
  • Romboide
  • Trapézio
  • Tríceps

Find results in...

Find results that contain...


Date Created

  • Start

    End


Last Updated

  • Start

    End


Filter by number of...

Joined

  • Start

    End


Group


Telefone Celular (WhatsApp)


Telefone Fixo


Interesses


Facebook


Instagram


YouTube


Twitter


Website


Tumblr


Série de Treinamento


Suplementação


Dieta Nutricional


Ciclos de Esteroides Anabolizantes & Drogas Afins


Academia


Altura


Peso


Percentual de Gordura

Found 411 results

  1. treino a um ano e meio, mesmo assim as vezes sinto dores musculares apos treinos..gostaria de saber se apos as 48 horas eu continuar com dor ..devo treinar mesmo assim ..ou devo esperar? valeu
  2. e ae galera blz? pow aqui tem uma garrafona de mel e é bom pra porra e ja vi nao sei onde que pode ajudar no rendimento do treino.. entao como eu posso utilizar ele de forma correta? tomando com oq ou como?
  3. ai pessoal tava lendo aki sobre os treinamentos.. eu so alto e magro .. entao treino para hipertrofia ... li sobre hardgainer e hit... keria q sabe qual a melhor forma pra mim ? e se de pra resumi rapidamente !
  4. Tenho a maior vontade de fazer muay thai ou o kung fu, só q meu objetivo na musculação é hipertrofia, fazendo alguma dessas artes, vcs acham q prejudicaria e muito no meu ganho de massa??? quem pratica ou ja praticou opinem ae, ou quem nao pratica expoe suas ideias. faloww
  5. É verdade que os "fitoestrógenos" da soja atrapalham na hipertrofia? Costumo comer bife de soja e usar um suplemento que contém extrato de soja, de vez em quando. Se for verdade, mesmo em pequenas quantidades a soja prejudicaria o treino?
  6. Gostaria de saber se o alongamento é importante para a hipertrofia muscular?? Ele é prejudicial?? Deve ser feito quando?? Ele tem alguma ligação com definição??
  7. ola pessoal, gostaria de saber se quem pratica ciclismo ou pedala em casa alguns kilometros obtem ganho de massa muscular... li num documentário q bicicleta nao da ganho de massa muscular.. porém se voce perceber os atletas q correm nao sao frangos não. Existe conhecidos meu q pedalam e NUNCA malharam (o cara me falou) somente pedalam diariamente e comem (muitooo) e sao mais fortes do q muitos carinhas ai q estao a tempos na academia... opinem por favor ai pessoal.. (acredito q esta duvida esta entre o pessoal q malha e faz aerobicos tambem ou so fazem aerobicos).
  8. Creio que consegui um ganho razoavel de massa sem o uso de esteroides, somente suplementos (whey, creatina, hipercalorico, amino-ácido após o treino) e me alimentando razoavelmente. Apesar de saber que preciso de mais paciência para atingir meu objetivo, o corpo parece que deu uma "estacionada". Treino 5 x semana 1 1/2 hora por treino alternadamente dando um descanso de 72 h. entre os grupos. Porém estou descontente com o crescimento das pernas e parte interna do peito. Talvez por genética treino com cargas acho que boas para as pernas, segue a série. agachamento no smith - 60 kg - 12-10-8-8 carrinho unilateral - 80 kg - 12-10-8-8 leg press - 400 kg - 10-10-10 mesa romana - 90 kg - 10-10-10 flexao vertical - 32 kg - 8-8-8 aducao - 90 kg - 8-8-8 gemeos em pé - 150 kg - 10-10-10-10 gemeos sentado - 60 kg - 10-10-10-10 Alguma sugestão para melhorar meu desenvolvimento das pernas ? Obrigado desde já pela força.
  9. Ae na fase de hipertrofia eh ruim para comer alimentos com gordura saturada ou na fase de ganho de massa pode se ingerir gorduras saturada????????? O que comer pra ganhar só massa magra sem gordura??? Eh melhor leite integral ou desnatado valew
  10. Todos sabem que para ter hipertrofia muscular ou perda de gordura corporal com manutenção da massa muscular, é de extrema importância se atentar a diversos fatores como treino resistido intenso, alimentação adequada, descanso suficiente entre as sessões de treino e sono de qualidade e duração adequadas. Vejo que hoje em dia as pessoas se preocupam muito com o consumo de alimentos e/ou suplementos durante os 90 a 120 minutos que compreendem os períodos pré, intra e pós-treino, mas acabam não se atentando tanto à correta nutrição no restante do dia. Ou seja, consomem sua suplementação pré-treino, realizam o treino, tomam seu shake pós-treino ao acabar, e acham que isso é suficiente para nutrir os músculos treinados. No restante do dia, pulam refeições passando mais de 3 horas sem se alimentar ou acabam fazendo refeições incompletas. Isso acontece principalmente nas refeições intermediárias, nas quais esses indivíduos acabam consumindo alimentos prioritariamente fonte de carboidratos, como biscoitos, barras de cereais, pães, bolos, entre outros, e deixando de lado as fontes de proteínas, gorduras boas e fibras. Se você vem treinando regularmente, está tomando cuidado para realizar suas refeições pré e pós-treino corretamente e ainda assim não está conseguindo evoluir nos treinos e melhorar sua composição corporal (perda de gordura e/ou hipertrofia muscular), o problema pode estar na recuperação muscular, que engloba a nutrição e adaptação do músculo no repouso. Exercícios intensos ou exercícios que você não está acostumado a praticar, causam danos musculares como resultado da ocorrência de microlesões e acúmulo de metabólitos e radicais livres nas fibras dos músculos treinados. Essa é aquela famosa dorzinha muscular que ocorre quando você troca de treino ou quando você volta a treinar depois de um tempo sem praticar exercícios físicos, e quando vai movimentar o músculo treinado você lembra que treinou. Na verdade, quem treina intensamente não sente essa dor muscular apenas quando troca de treino, mas sempre que treina até a fadiga. A dor tardia se inicia 24 a 48 horas depois de uma sessão de treino e pode durar até 3, 5 ou até mais de 1 semana dependendo da intensidade do estímulo. O estresse oxidativo e a inflamação nas miofibrilas podem levar a temporária redução função muscular, reduzindo a força e performance. Caso esse processo inflamatório não seja corretamente controlado, pode dificultar a obtenção de um bom resultado. Não vou me ater a descrever detalhadamente todo o processo de geração de danos musculares, pois nosso foco é no processo posterior a isso, a própria recuperação muscular. Mas vou dar uma noção de como o exercício influencia na geração dos danos. O exercício cria um desbalanço entre os níveis de oxidantes e antioxidantes, conhecido como estresse oxidativo. Isso se deve à produção de espécies reativas de oxigênio (EROs), vulgos radicais livres, durante o exercício pela alta atividade mitocondrial na produção de energia e consumo de oxigênio para a contração muscular e também pela isquemia gerada principalmente durante as contrações concêntricas. Além desse aumento durante os treinos, há aumento na produção de radicais livres na resposta inflamatória tardia em consequência aos danos musculares gerados no exercício, sendo que isso é resultado da ação de células de defesa do corpo, neutrófilos e macrófagos, liberando radicais livres na miofibrilas inflamadas. No entanto, nosso corpo se adapta a tudo. Por exemplo, quando você sente frio, seu corpo estimula o aumento da frequência cardíaca e promove a ocorrência de espasmos musculares, o que contribui para a produção interna de calor. Em resposta ao exercício não seria diferente. Hoje sabe-se que além de levar ao aumento de marcadores de oxidação de DNA, proteínas e lipídios nos músculos (estresse oxidativo), os radicais livres produzidos no exercício também podem levar a adaptações positivas nas fibras musculares e regulação da expressão gênica. É aí que entra a nutrição, pois mesmo que o exercício estimule adaptativamente aos danos musculares, o controle do processo inflamatório só se dará se houver o consumo dos nutrientes necessários para isso. Para uma recuperação adequada, é preciso controlar o processo inflamatório durante o repouso e não deve-se focar apenas no consumo de carboidratos, proteínas ou aminoácidos, mas também em nutrientes com ação antiinflamatória e antioxidantes. No próximo post iremos continuar a conversa sobre como estimular a recuperação muscular por meio da alimentação e suplementação.
  11. A beta-alanina é um aminoácido não essencial, que é produzido pelo organismo, mais especificamente pelo fígado. A captação desse aminoácido é feita pelo músculo esquelético e outros tecidos. A produção de beta-alanina é baixa endogenamente, portanto a concentração no sangue é de difícil detecção. A l-histidina, outro aminoácido produzido pelo corpo, vai se ligar à beta-alanina e, através da enzima carnosina sintase, vai produzir a carnosina. A l-histidina possui uma concentração plasmática 40 vezes maior do que a beta-alanina, portanto, a beta-alanina é o fator limitante para a produção de carnosina. A carnosina tem a função de tamponamento muscular (durante o exercício são formados ácidos nos processos metabólicos, como o lactato. A alta concentração de lactato afeta o metabolismo durante o exercício físico, pois, diminui o pH, reduzindo a capacidade da célula muscular de produzir ATP ou impedindo o processo contrátil, necessitando de um sistema que o neutralize, chamado de tamponamento. Esse tamponamento auxilia no prolongamento do exercício), manutenção do equilíbrio ácido base e maior contribuição esportiva nos exercícios anaeróbios como corrida, natação, exercícios com uma duração entre 60 segundos e 240 segundos. Assim, em exercícios com duração menor que 60 segundos, não possui benefícios e, nos exercícios com uma duração maior que 240 segundos, gera benefícios em menor escala. Na musculação, o aumento de carnosina intramuscular faz com que o praticante dessa modalidade consiga utilizar mais carga e faça mais repetições, podendo potencializar a hipertrofia muscular, pois, conseguirá fazer um maior esforço por um período maior. A carnosina aumenta o tempo até a fadiga muscular, melhorando o desempenho. A suplementação de beta-alanina pode ser feita por 4 semanas em doses de 4 a 6 g/dia. Esse protocolo aumenta em até 60% o estoque de carnosina intramuscular e, quando suplementado por 10 semanas, eleva em até 80% o estoque de carnosina intramuscular. Por outro lado, essa suplementação pode levar a uma parestesia, sintoma caracterizado por formigamento. Para que esse efeito colateral seja diminuído, ou eliminado, o ideal seria dividir a suplementação em 4 doses de até 1,2 g para mulheres e 1,6 g para homens, perfazendo uma dosagem de média em torno de 6,4 g ao dia. A suplementação com beta-alanina é muito boa para hipertrofia muscular pela musculação, mas é cara, custando em torno de R$ 300,00 (trezentos reais) por mês para a dose de 6 g por dia. Para economizar, é possível utilizar a dose de 4 g por dia. Fontes: BOOBIS, Les H. et al. The carnosine content of vastus lateralis is elevated in resistence- trained bodybuilders. Journal of strength and conditioning research: the research journal of the NCSA, Chichester, v. 19, n. 4, p. 725- 729, nov. 2005. HARRIS, Rc. et al. The absorption of orally supplied beta- alanine and its effect on muscle carnosine synthesis in human vastus lateralis. Amino Acids, Epub, v. 30, n. 3, p. 279-89, mar. 2006. R. M, Hobson. Et al. Effects of B- alanine supplementation on exercise performance: a meta analysis. Amino Acids, Epub, v. 43, n. 1, p. 25- 37, jul. 2012.
  12. O treinamento com muitas repetições até esgotar o músculo aumenta mais a síntese de proteína muscular do que o treino com muito peso e poucas repetições. No entanto, pesquisadores dinamarqueses descobriram que o treinamento até a exaustação muscular (esgotar, estafar, "morrer", falhar) não é necessário para maximizar a ativação muscular. Eles compararam os níveis de ativação muscular com eletromiografia (mede a atividade elétrica dos músculos) durante o treino pesado, com poucas repetições, em relação às séries até a estafa. A ativação muscular inicial foi melhor quando se treinou com muito peso. A ativação muscular aumentou progressivamente durante as séries até o esgotamento, mas alcançou o máximo entre 3-5 repetições antes da estafa muscular. Esse estudo mostrou que forçar os músculos ao máximo é uma maneira eficaz para ativar e formar fibras musculares, mas não é necessário forçar os músculos ao fracasso absoluto (exaustão). A dica é: treine pesado, mas não ao extremo. Isso contraria as crenças dos fisiculturistas, certo? E aí, melhor seguir a ciência ou a sabedoria popular dos gigantes do fisiculturismo? A escolha é sua. Fontes: Jornal Strength Conditioning Research, 26: 1897-1903, 2012 e Revista Muscular Development, janeiro/2013, pp. 68.
  13. Dorian Yates (Mr Olympia por seis vezes) conhece apenas um caminho para treinar: pegar muito pesado. Mas um artigo na Revista Strength & Conditioning Reserarch (Pesquisa sobre Força e Condicionamento Físico) demostrou que se pegar pesado fosse o único caminho para aumentar a massa muscular, todos os levantadores (halterofilistas) seriam mais musculosos que os fisiculturistas. Certamente não são. Os pesquisadores demonstraram que, comparados o formato de peso pesado (70% IRM) treinado em velocidade reduzida, e o formato de peso leve (35% IRM) treinado em maior velocidade, havendo uma equivalência de volume para os dois formatos, o formato de peso mais leve daria mais tempo com tensão na carga de trabalho. Por isso, concluem que, peso mais leve, levantado com maior velocidade, oferece um melhor estímulo para adaptação muscular do que o modelo de peso pesado. A razão é que a tensão muscular permanece por mais tempo, fornecendo força, poder e resultado no treinamento. O que você acha disso? Fonte: Revista Flex, abril de 2012, p. 66.
  14. Oi pessoal! Treino musculação há 2 anos, de 4 a 5 vezes por semana, para hipertrofia. Gostaria muito de pedir a ajuda de vocês com o meu treino!! Meu peso aumentou um pouco, tive certa evolução sim... porém, não consigo desenvolver as pernas como gostaria (em especial o glúteo e o posterior). Desde sempre treino perna duas vezes na semana (terça e sexta), durante no máximo 1h. Enquanto estou treinando sinto dificuldade, porém, no dia seguinte praticamente não fico dolorida (embora sei que isso não é um fator determinante, como já foi dito)... às vezes é como se não tivesse treinado, parece que meu corpo acostumou!!! O quadríceps nem dá sinal no dia seguinte. Não sei o que estou fazendo de errado. A minha dieta está certinha, estou passando por um nutricionista esportivo. Altura: 1,57m Peso atual: 48 kg Treino atual (há ~ 1 mês que faço ele): Agachamento livre, 5x15 (tenho receio de aumentar o peso porque treino sozinha, os instrutores da academia nunca estão por perto, normalmente faço com 50 kg...) Leg press horizontal 4x15 Mesa flexora 4x15 (com tenho dificuldade, a partir da terceira série nunca completo 15 rep) Cadeira abdutora + stiff (biset) Cadeira extensora 4x12-15 Panturrilha 3x20 (como acho a minha panturrilha meio grande já, confesso que treino ela no máximo 1 vez na semana) Obs: as vezes substituo o agachamento livre pelo levantamento terra, com 5 séries também, ou pelo afundo no smith. Gostaria de pedir sugestões para vocês, porque agora não tenho condições de pagar pra treinar com personal... Treino sozinha mesmo! Vocês também treinam sozinhos? Tiveram resultados mesmo sem personal? Já cheguei a pensar se não seria interessante aumentar o volume de treino, tipo treinar perna 2x na semana, mas em algum outro dia acrescentar somente um agacha ou terra (em dia de superior msm)... ou simplesmente treinar 2x e aumentar a qtde de séries de lev. terra/agachamento na semana, já que tenho dificuldade com isso, enfim. Desde já agradeço!!!
  15. Olá, tenho 19 anos e pratico musculação. Sou magrinha, perna fina mas tenho algo q me incomoda demais, que é o culote nas pernas, aquele abaixo do bumbum. Enfim, isso faz com que pareça que não to ganhando quase nada de músculo. E decidi ciclar algo, de início era a oxandrolona, mas me falaram que como quero ganhar ela não iria fazer diferença, então decidi usar a primobolan, mas novamente me disseram que ela é mais pra secar. Estou muito na dúvida, já pensei em ciclar as duas, falam que é um ciclo muito bom para mulheres. Então queria saber, Primobolan ou oxandrolona? Lembrando que quero ganhar bastante massa muscular, perder os culotes também. Já pensei também em usar só a primobolan por umas 5 semanas e depois usar a oxandrolona junto com mais 5 semanas de primobolan. Já que o ciclo ideal é 10 semanas.
  16. Encontramos muitas opções de suplementos no mercado, porém, alguns deles são os que consideramos de maior importância no processo de saúde, longevidade e, também, performance. Existe uma épica frase que diz assim: "que seu remédio seja seu alimento, e que seu alimento seja seu remédio", Hipócrates - pai da medicina moderna. Então devemos primeiramente, antes de pensar em remédio, pensar nos "remédios da farmácia de Deus", que são nossos alimentos. A cura e a prevenção da maioria das doenças está tudo na natureza que Deus criou. Lembrando que este artigo é informativo e de forma alguma tem a intenção de realizar alguma prescrição generalizada, o que seria incabível, antiético e sem sentido. Segue abaixo uma lista de alguns suplementos que consideramos essenciais para saúde, performance e longevidade. Magnésio Dimalato Pode ser manipulado na forma de Dimalato, que é uma forma quelada, deste mineral. Os minerais só são altamente biodisponiveis se ingeridos na forma quelada. Uma forma interessante é o ZMA, que é a junção de Zinco + Magnésio, contanto que seja de alta qualidade como o ZMA da @blackskullusa, por exemplo. O Magnésio é considerado um santo remédio. Remédio da farmácia de Deus, melhor antiarrítmico existente no planeta: bom para o cérebro; bom para combater dores; bom para fibromialgia; ajuda a prevenir diabetes; fortalece os ossos através da fixação de cálcio neles; ajuda a regular o potássio no corpo; rejuvenesce todo o organismo; diminui a insônia por regular o GABA no nosso sistema (ótimo se ingerido com glutamina); participa da regulação e formação do ciclo de Krebs; sintetiza a Glutationa, que é o antioxidante mais poderoso do seu corpo, e ele precisa de magnésio para sua formação; participa de mais de 300 funções bioquímicas do nosso corpo. Aproximadamente 80% das pessoas no mundo são deficientes de magnésio. As melhores formas apresentadas em forma de suplementos são magnésio dimalato, magnésio aspartato (fórmula do Zma @blackskullusa), treonato de magnésio, citrato de magnésio e cloreto de magnésio. Outro detalhe importante é que não adianta pedir magnésio sérico como forma de exame para deficiência do mineral. Esta base não é das melhores para identificar deficiência. Temos 9 possíveis sintomas de deficiência de magnésio, que são: cãibras nas pernas; insônia; dores musculares (fibromialgia); ansiedade; hipertensão; diabete tipo 2; fadiga; dores de cabeça (enxaqueca); osteoporose. A junção de zinco e magnésio também pode ser considerada uma combinação fantástica para estímulo natural de testosterona. Para aqueles que buscam melhora da disposição, melhora da qualidade do sono e melhor recuperação muscular. Este é um aliado que consideramos vital, não só para benefícios diretos citados acima, como também indiretos. Toda doença hoje tem algum grau de associação com deficiência de magnésio (Dr Normal Shealy, 2013, PhD, Neurocirurgião americano). DHA 500mg ou Ômega 3 1g Este é um maravilhoso suplemento que deve fazer parte da dieta de todas as pessoas. Porém, existem muitos ômega 3 de péssima qualidade no mercado. Para saber a qualidade, primeiramente, devemos avaliar o preço. Produtos que custam menos de R$ 75,00 a R$ 90,00 para 120 cápsulas dificilmente serão de alta qualidade. Outro marcador interessante é o cheiro. Se você abrir o pote e ele apresentar cheiro de peixe, provavelmente está altamente contaminado. Ômega 3 deve se ter sua encapsulação com altos padrões de qualidade e isso tem um custo, como citei acima. Estes ômega 3 baratinhos de farmácia são péssimos e ainda podem causar intoxicação com mercúrio, além, de gerar azia e refluxo. Portanto, tome estes cuidados para garantir os benefícios de melhora da saúde. O ômega 3 é excepcional para: fornecer ação anti-inflamatória; aumentar o sistema imune; melhorar a qualidade da pele; tem ação antitrombótica; inibe agregação plaquetária; promove a saúde cardiovascular; diminui as chances de alzheimer no futuro; dentre muitos outros benefícios. Iodo Lugol 5% Considerado um suplemento excepcional para aumentar a capacidade neuronal e cognitiva, saiba que você ingere metade do Iodo que seu pai ingeria no passado. Japoneses consomem 100 vezes mais iodo por dia que o brasileiro. É inquestionável a inteligência diferenciada dos japoneses. Hoje o solo é pobre e o iodo que utilizamos no sal é apresentado na forma orgânica, que pode ser cancerígena se consumida em excesso. Iodo deve ser consumido na forma inorgânica. "Ah, mas eu não tenho bócio", ok, não estamos discutindo saúde básica, sobrevivência, estamos discutindo sobre ter uma saúde de excelência que gere longevidade e menor risco de doenças futuras como câncer de mama, câncer de ovário ou câncer de próstata por exemplo, que são coisas completamente distintas. O Iodo é desintoxicante, desinfetante, elimina metais pesados, quela mercúrio, quela chumbo, quela cádmio, você não fica gripado, dentre outros benefícios. Existem vários livros médicos relatando esses benefícios como o Livro do Dr David Bronstein, maior especialista de Iodo e tireóide no mundo. E aqui no Brasil um livro muito interessante do Dr Juliano Pimentel. Pessoas com hipotireoidismo também podem se beneficiar com o uso conjunto de Lugol, selênio e zinco. Em muitos casos, pacientes que estão usando doses altíssimas de T4 sem que o problema da tireóide seja resolvido, podem usar conjuntamente com o tratamento medicamentoso estes três suplementos citados acima (Lugol, selênio e zinco). Eles podem auxiliar a tratar o problema, não deixando ativar o t3 reverso, e com muito menos t4 já se pode resolver o problema. Uma regra importante é que você necessita ingerir, juntamente com o iodo, o selênio, para garantir ótima absorção. Selênio Uma cápsula em jejum com Lugol 5% é excelente para regulação do sistema endócrino e coadjuvante no processo de absorção do Iodo (LUGOL 5%). A dose depende de cada pessoa. Benefícios: combate radicais livres; aumenta a imunidade; auxilia na prevenção de doenças cardiovasculares; auxilia na perda de peso; auxilia no trabalho nutricional de aumento de massa muscular. Vitamina D3 A dose individual depende do resultado dos exames sanguíneos. A deficiência de vitamina D é verificada em 97% dos brasileiros. Esta vitamina é considerada o melhor anticâncer existente no planeta. Procure manter altos no sangue os níveis de vitamina D, ele deve estar sempre acima de 50 nanogramas por ml, por isso, a necessidade dos exames, inclusive este dado está publicado na literatura. A vitamina D protege o organismo de 85% dos cânceres que você poderia eventualmente desenvolver. Ela deve ser consumida com algum tipo de gordura por ser lipossolúvel. Tomar sol também pode ser uma opção "natural" para aumentos dos níveis de vitamina D (necessita ser entre 12h e 14h, por 20 minutos por dia, com 70% do corpo descoberto). Vitamina K2 É a vitamina antienvelhecimento. Afirma-se que 80% das doenças cardíacas e morte súbita poderiam ser completamente evitadas se este nutriente não estivesse deficiente. Em uma semana sem ingesta já se encontra em deficiência. Anti-rugas, anticáries e anticâncer. É considerada a peça chave que estava faltando no quebra-cabeça da nutrição adequada. Excepcional captador de cálcio, removendo, por exemplo, uma calcificação da válvula aórtica e sinalizando para os ossos que é onde deveria estar diminuindo o risco de DCV e acabando com a osteoporose, duas doenças consideradas irmãs. Outro fator importantíssimo, e que deveria ser obrigatório, é o uso da combinação de vitamina K2 (carreador de cálcio, tirando da artéria e enviando pro osso), magnésio (auxilia o cálcio a segurar no osso) e vitamina D3 (garante melhor absorção do cálcio) em pessoas que estão suplementando com cálcio. E há derivados ainda melhores, como uma Whey Protein de alta qualidade, como é o caso da Whey Zero da @blackskullusa, onde cada 100g de produto fornece cerca de 600mg de cálcio altamente biodisponível. Essa medida garante que todos os benefícios possam ser desfrutados sem risco de osteoporose, DCV, morte súbita, AVC dentre outros problemas relacionados à calcificação de artérias por deficiência nutricional. Custos "”Ah mas essa suplementação é cara?". Isso depende do que você considera caro. Quem não investe em saúde hoje, investirá na doença amanhã. Vejo muitas pessoas gastarem R$ 200,00 a R$ 300,00 em uma festa para ficarem 2 a 3 horas. Pergunto: uma suplementação para 30 dias por menos de R$ 500,00 é cara? Caso sua saúde seja sua prioridade, não é caro. Vamos analisar a média em reais desse investimento por mês: vit D3; vit K2; magnésio dimalato; Lugol 5%; selênio; ômega 3 1g. Total deste investimento: R$ 250,00 por mês. Não são essas fórmulas manipuladas que custam R$ 2.000,00 a R$ 3.000,00 por mês como algumas pessoas pensam. Não são essas fórmulas caríssimas que são essenciais à saúde. É possível a suplementação para se ter saúde com produtos com preço infinitamente mais acessível. As formulações acima citadas podem ser inseridas na rotina nutricional por um custo baixo e são suficientes para a maioria das pessoas. Espero que tenham gostado do material apresentado. Para saber exatamente quais suplementos tomar e a posologia para prevenção, tratamento e manutenção da sua saúde, procure um nutricionista ou médico nutrólogo. Sigam no instagram: @clinicaortomecularbracca @rafaelbracca Referências bibliográficas: A.V da Costa. O magnésio e o que ele pode fazer por você. E. Thesaurus, 2010. Brasília, pág. 283. Alzheimer’s Association. Alzheimer’s facts and figures. http://www.alz.org/alzheimers_disease_facts_and_figures.asp. Acetyl-L-Carnitine WebMD. Vitamins and Supplements. Acetyl-L-Carnitine. Accessed 5-14-14, http://www.webmd.com/vitamins-and-supplements/acetyl-l-carnitine-uses-risks. Brownstein D. Clinical Experience with Inorganic Non-radioactive Iodine/Iodide. The Original Internist. 12(3):105-108, 2005. D’Amour P, Rousseau L, Hornyak S, Yang Z, Cantor T. Influence of Secondary Hyperparathyroidism Induced by Low Dietary Calcium, Vitamin D Deficiency, and Renal Failure on Circulating Rat PTH Molecular Forms. Int J Endocrinol. Finley JW, Bogardus, GM. Breast Cancer and Thyroid Disease Quart. Review Surg Obstet Gyn 17:139-147, 1960. Garcia-Solis Pand others. Inhibition of N-methyl-N-nitrosourea-induced mammary carcinogenesis by molecular iodine ([I.sub.2]) but not by iodide (I) treatment: evidence that [I.sub.2] prevents cancer promotion. Mol Cell Endocrinol2005;236:49-57. Ghent WR and others. Iodine replacement in fibrocystic disease of the breast. Can J Surg 1993;36:453-460. Henderson S. High carbohydrate diets and Alzheimer’s disease. Med Hypotheses 2004; 62:689- 700. Hollowell J. Use of Iodine for Water Disinfection: Iodine Toxicity and Maximum Recommended Dose. Environmental Healthy Perspectives, Aug 1, 2000. Institute of Medicine (US) Committee to Review Dietary Reference Intakes for Vitamin D and Calcium; Ross AC, Taylor CL, Yaktine AL, et al., editors. Dietary Reference Intakes for Calcium and Vitamin D. Washington (DC): National Academies Press (US); 2011 Jones G. Pharmacokinetics of vitamin D toxicity. Am J Clin Nutr. 2008;88(2):582S-6S. [Pubmed]. Johnson RJ et al. Potential role of sugar (fructose) in the epidemic of hypertension, obesity and the metabolic syndrome, diabetes, kidney disease, and cardiovascular disease. Kanazawa I, Tanaka K, Ogawa N, Yamauchi M, Yamaguchi T, Sugimoto T. Undercarboxylated osteocalcin is positively associated with free testosterone in male patients with type 2 diabetes mellitus. Osteoporos Int. 2013;24(3):1115-9. Khansari N et al. Chronic Inflammation and Oxidative Stress as a major cause of agerelated diseases and cancer. Recent Patents on Inflammation and Allergy Drug Discovery 2009, 3, 73-80. Kirmani S, Atkinson EJ, Melton LJ 3rd, Riggs BL, Amin S, Khosla S. Reltationship of testosterone and osteocalcin levels during growth. J Bone Miner Res. 2011;26(9):2212-6. Leaky gut and magnesium deficiency: http://magnesiumforlife.com/medical-application/magnesium-and-autism/. Magnesium Therapy, by Patricia Ann Braun, M.D. http:// pbraunmd.org/magnesium.htm. Magnesium: The Nutrient that Could Change Your Life, by J.I. Rodale http://www.mgwater.com/rod06.shtml. McCANN JC and AMES B. Vitamin K, an example do triage theory: is micronutrient inadequacy linked to diseases of aging? Am J Nutr 2009, Oct, 90(4): 889-907. McTiernan A and others. Incidence of Thyroid Cancerin Women in Relation to Known or Suspected Risk Factors for Breast Cancer. Cancer Research 47, 292-295, January 1, 1987. McCullough ML, Bostick RM, Daniel CR, Flanders WD, Shaukat A, Davison J, Rangaswamy U, Hollis BW. Vitamin D status and impact of vitamin D3 and/or calcium supplementation in a randomized pilot study in the Southeastern United States. J Am Coll Nutr. 2009;28(6):678-86. [PubMed]. Mercola J. Avoid This Food to Help Slow Aging. Mercola.com. February 22, 2012 http://bit.ly/S3Nf84. M.G. Enig. Know Your Fats: The Complete Primer for Understanding the Nutrition of Fats, Oils and Cholesterol. Bethesda Press, 2000, p. 106. Miller, DW. Iodine for Health, http://www.lewrockwell.com/miller/miller20.html. Miller, DW. Extrathyroidal Benefits of Iodine. Journal of American Physicians and Surgeons. Volume 11, Number 4, Winter 2006. Miller, DW. Iodine for Health. http://www.lewrockwell.com/miller/miller20.html. Ottoboni F and Ottoboni A. The Modern Nutritional Diseases. Second Edition. 2012. Chapter Ten : The Diet-Disease Connection; Chapter 12: Disease Prevention- the Shunned Science. Fernley, NV: Vincente Books. Reiman E, Kewei C, Alexander G, et al. Functional brain abnormalities in young adults at genetic risk for late-onset Alzheimer’s dementia. Proc Natl Acad Sci USA 2004;101(1):284-289. The dangers of magnesium deficiency in endurance athletes: http://findarticles.com/p/articles/mi_m0FDL/is_4_14/ai_n24940334/. The Magnesium Miracle, by Carolyn Dean, M.D., N.D., Ballantine Books, 2007. Weaver CM, Heaney RP. 2006. Food sources, supplements, and bioavailability. In: WeaverCM, HeaneyRP, editors. Calcium & human health. Totowa , N.J. : Humana Press. 137 p. [Springer]. Zhang L and others. Nonradioactive iodide effectively induces apoptosis in genetically modified lung cancer cells. Cancer Res 2003;63:5065-5072. 50, Kiel, D.P., Kauppila, LI., Cupples, LA, Hannan, M.T., O'Donnell, C.J., Wilson and P.W. (2001). Bone loss and the progression of abdominal aortic calcification over a 25-year period: the Framingham heart study. Calcif Tissue Int 68:271-276. Erratum in: Calcif Tissue Int (2004) 74:208. 5l. McFarlane, S.l., Muniyappa. R. Shin, J.J., Bahtiyar: G. and Sowers, J.R. (2004), Osteoporosis and Cardiovascular Disease. Endocrine 23(l): l-l0.
  17. Muitas mulheres se queixam de dificuldade para ganhar massa muscular (mesmo com treino regular e dieta), flacidez, celulite, retenção hídrica e facilidade para engordar ou dificuldade de perder gordura. Não é novidade para ninguém que alimentação desequilibrada e sedentarismo contribuem para tudo isso. Mas hoje vou trazer algumas informações sobre outro fator, os anticoncepcionais, que pode ter relação com essas queixas e que está presente na vida de boa parte das mulheres em idade reprodutiva. O uso de anticoncepcionais é muito difundido hoje em dia e é prescrito para diversas finalidades, não só inibir a ovulação e agir como contraceptivo propriamente dito. Mas também, em alguns casos, para controle da oleosidade da pele e acne, síndrome dos ovários policísticos, irregularidades do fluxo menstrual, hirsutismo (produção excessiva de pêlos nas mulheres). O problema é que muitas vezes para controlar um desses aspectos, ocorre a desregulação de todo eixo dos hormônios sexuais e outros sintomas surgem, ou seja, “tampa de um lado e descobre de outro”. Vários desses sintomas e queixas são gerados e/ou piorados por maus hábitos de vida, resistência à insulina, dieta com alta carga inflamatória, deficiências nutricionais, má gestão do stress, etc. Então, se melhorar a dieta e atuar na correção desses desequilíbrios, não haveria necessidade do uso dos anticoncepcionais para fins secundários. Já para o fim primário, a contracepção, há métodos não hormonais que podem ser usados e isso tem de ser conversado e acordado com o ginecologista de acordo com o caso de cada paciente. A maior parte dos contraceptivos, seja por via oral (pílula), transdérmico (adesivo) ou anel vaginal, são contraceptivos combinados, compostos de um tipo de estrogênio associado a uma progestina. Ambos são hormônios sintéticos e, portanto, são interpretados de forma diferente do estrogênio e progesterona produzidos pelo corpo, o que leva a uma cascata de alterações hormonais. Vou falar de algumas delas que podem levar a uma maior resistência na obtenção de resultados de hipertrofia muscular e redução do percentual de gordura com a dieta e treino. Os hormônios sexuais, como a testosterona, circulam no sangue com uma parte ligada a albumina, parte ligada a globulina ligadora dos hormônios sexuais (SBGH) e uma parte livre (fração ativa do hormônio). É bom salientar que a testosterona é produzida em maior quantidade por homens, mas as mulheres também produzem testosterona (10 a 25 vezes menos) e ela tem funções fisiológicas importantes também no corpo feminino. Quando uma mulher toma um anticoncepcional composto por hormônios sintéticos, eles se ligam muito mais a albumina sérica do que a globulina ligadora dos hormônios sexuais (SBGH) e ocorre uma resposta exacerbada na produção de SHBG. Com uma quantidade de SHBG muito maior do que o necessário para transportar os hormônios sexuais produzidos pelo corpo, praticamente toda a testosterona fica ligada a SHBG e sobra uma fração ínfima de testosterona livre (fração ativa da testosterona). Essa baixa testosterona livre, mesmo que o valor de testosterona total esteja normal, pode levar a sintomas de deficiência de testosterona como: maior dificuldade para ganho de massa muscular, maior tendência ao ganho de gordura e retenção hídrica, baixa libido, maior sensação de fadiga e cansaço físico e mental. Essa alterações hormonais são confirmadas nos exames de sangue que solicito e analiso das minhas pacientes em uso de anticoncepcionais. Algumas delas demonstram maior dificuldade em evoluir em resposta a dieta e treino. Vamos a alguns dados da literatura: Um estudo feito por Piltonen e colaboradores (2012), no Departamento de Ginecologia e Obstetrícia de Oulu na Finlândia, verificou que o uso de anticoncepcionais combinados tanto por via oral, transdérmica e vaginal, em mulheres jovens e com peso normal, levou ao aumento de marcadores de inflamação crônica (proteína C reativa), piora da sensibilidade à insulina, aumento da SHBG e consequentemente redução da testosterona livre. Ou seja, independente da via de administração as alterações metabólicas são as mesmas. Lee e colaboradores (2009) analisaram a resposta em mulheres jovens (18 a 31 anos) a 10 semanas de treino resistido e verificaram um ganho muscular 40% menor em mulheres que faziam uso de contraceptivos orais em comparação às mulheres que não faziam uso. Os autores concluíram que esse resultado negativo no grupo que tomava anticoncepcional se deveu aos menores níveis de DHEA e S-DHEA (importantes para síntese de testosterona), IGF-1 (fator de crescimento semelhante à insulina – importante para a construção muscular) e maior nível de cortisol (hormônio do stress, que tem ação catabólica). Além disso, os autores comentaram que outro fator que limitou o ganho muscular foi que as progestinas que compõe o anticoncepcional se ligam competitivamente aos receptores de testosterona, impedindo a ligação da própria testosterona ao seu receptor e assim reduzindo seus efeitos. Não comentei sobre o risco de trombose venosa, pois não era o foco do texto. Mas, basta uma lida rápida na bula de um anticoncepcional que você verá o tanto de ressalvas e alertas quanto ao aumento do risco de eventos tromboembólicos. A minha dica é, pense 2 vezes em tomar ou continuar tomando anticoncepcionais hormonais e converse com um médico ATUALIZADO e com visão global da sua saúde. Também não se engane pensando que os que são de baixa dosagem são inofensivos, pois essas alterações são observadas inclusive nesses casos (vejo isso na prática nos resultados dos exames de pacientes). Se quiser tirar a dúvida, minha dica é que faça regularmente exames de sangue completos para monitorar todas essas variáveis e não colocar sua saúde em risco, nem limitar seus resultados da dieta e treino. Por fim, não quero dizer que mulheres que tomam anticoncepcionais não podem conseguir alcançar bons resultados estéticos, porque tenho pacientes que mesmo tomando chegam a excelentes resultados. No entanto, provavelmente se não tomassem chegariam um pouco mais longe. Por Nutricionista Renato França Sócio-proprietário da Clínica de Nutrição Esportiva e Funcional Renato França em Brasília - DFDiplomado pelo The Institute for Functional Medicine (EUA)Especialista em musculação e treinamento de força pela UnBwww.clinicarenatofranca.com.brInstagram @nutricionistarenatofrancaFanpage: www.facebook.com/clinicadenutricaorenatofranca
  18. Para que possamos compreender os aspectos neurais do treinamento, se faz necessário relembrar conceitos básicos da fisiologia. O primeiro se ao conceito de aspectos neurais, este, compreende a inter-relação e comunicação entre o sistema nervoso central (SNC), medula espinhal, músculos, órgão tendinoso de golgi e fuso muscular. Esses dois últimos proprioceptores musculares tem as seguintes funções(MARRIEB,2009): 1. Fusos Neuromusculares: informam o córtex sobre o comprimento da fibra muscular e sua velocidade de alteração. 2. Órgão Tendinoso de Golgi: informam o córtex sobre a tensão nos tendões e sobre a velocidade de alteração da tensão. São essas adaptações neurais que explicam, por exemplo, o aumento de força em crianças e mulheres na ausência da hipertrofia. Que para Simão (2003) os efeitos mais notáveis no treinamento de força são o aumento da própria força e o aumento no tamanho do músculo(Hipertrofia muscular). A Hipertrofia é uma adaptação decorrente do treinamento, contribuindo assim para o aumento que ocorre na força posteriormente ao treinamento. Esse aumento após vários anos de treinamento é determinado pela habilidade do atleta em continuar respondendo ao treinamento pelo aumento do tamanho do músculo. Os iniciantes tendem a contrair vários músculos que deveriam estar relaxados ou com uma discreta contração, como no caso dos antagonistas. Porém isso não ocorre devido a realização de uma nova aprendizagem de um gesto motor(movimento), o qual Costiil e Wilmore(2001) denominou de engramas,quando você aprende uma nova habilidade motora, os períodos iniciais de prática exigem uma intensa concentração. À medida que você se familiariza com a habilidade, você acha que não é preciso se concentrar tanto. Finalmente, quando você aperfeiçoa essa habilidade, ela pode ser realizada sem nenhum ou com pouco esforço. Como se chega a esse ponto? Chega-se através dos padrões motores armazenados no Encéfalo, denominado de programas motores. Isto significa dizer que todas às vezes que modificamos o exercício, o implemento utilizado, ou o grau de execução do movimento ocorre uma nova aprendizagem pelo sistema nervoso. Por isso, é muito comum nos alunos iniciantes acharem a carga leve, esse período de adaptação neural que dura em média 10 a 12 semanas, só após esse período e que inicia a hipertrofia muscular. Há uma grande importância do sincronismo dos músculos participantes- Agonista, antagonista, sinergista,- na sua ativação. Algumas unidades motoras de alto limiar de recrutamento são utilizadas quando uma pessoa faz um esforço voluntário máximo em desempenhar a contração. Daí vem a dificuldade dos alunos iniciantes em contrair os músculos agonistas adequadamente. E como é uma nova habilidade, esse sincronismo leva certo tempo. Em indivíduos extremamente treinados, ocorre o mesmo. Estes alcançam um platô no qual não consegue mais resultados e/ou crescimento muscular, é nesse momento que a variação de exercícios oferece grandes ganhos neural que irão promover o aumento da força muscular e por conseqüência posteriormente a hipertrofia. Porém o rendimento máximo de um músculo necessita mais do que o recrutamento de todas as unidades motoras(UM). Quando o SNC recruta uma UM pode ativa-lá em diferentes frequências, essa depende do número de impulsos nervosos(excitação) por segundo que as fibras de uma UM recebem de seus motoneurônios. As UM de alto limiar de recrutamento podem ser ativadas a uma velocidade de 10 a 60 impulsos/segundos(COSTILL E WILMORE,2001). Sendo assim, a partir de hoje, se for treinar e você tem mais de dois anos de treinos em musculação, procure varia a ordem do exercício ou o implemento, caso não esteja conseguindo mais resultados. Funcionaria mais ou menos assim: Se você faz um supino reto com barra, depois um inclinado e por último um declinado, na próxima sessão faça com halteres na outra utilize os cabos(polia) e depois reinicie com a barra, você terá três treinos com modelos de recrutamento diferentes, embora cinesiologicamente não ocorra modificações, fisiologicamente haverá adaptações. REFERÊNCIAS MARIEB, E.N. & HOEHN, K. Anatomia e Fisiologia. 1ª.ed., Ed. Artmed,Porto Alegre, 2009. SIMÃO, R. Fundamentos fisiológicos para o treinamento de força e potência. São Paulo: Phorte, 2003. WILLMORE, J. H, COSTILL, D. L. Fisiologia do Esporte e do Exercício 2ª edição, São Paulo, ed Manole, 2001.
  19. Olá pessoas!! Necessito de uma ajuda com o meu treino , pois acho ele meio fraco e não sei como posso melhora-lo , acho meio feijao com arroz ... Meu foco é biceps Obs - nao faco 4x10 sempre , vou ate a falha em alguns , em alguns faço 4x15-12-10-8 e os abdominais as veses nao faço pois nao da tempo )segue: altura:1.80 m peso: 62,5 treino : 1,5 ano(s) idade : 20
  20. # 06:15h – Refeição 1: 200ml de leite desnatado 40g de aveia em flocos 1 banana nanica # 09:30h – Refeição 2: No caso vou comer isso apenas em dia de sábado e domingo, pois estudo e laacho na escola diferesntes lanches nos dias de aula posso levar :1 barrinha de cereal apenas ::::: esse aki em baixo é apenas dias q não tiver escola; .1 batata doce(pequena) .1 copo de leite desnatado # 12:30h – Refeição 3: 50g de arroz integral ou inhame 15g de feijão 50g de peito de frango grelhado sem óleo ou atum em água 50g de brócolis apenas cozido em água, ou 2 ovos Salada verde (alface, couve, agrião, rúcula) à vontade (sem tempero) # 14:00h – Pré-treino: 100g de arroz integral ou batata doce 50g de peito de frango grelhado sem óleo, ou então Maltodextrin ,não sei qual ´melhor. # 15:30h – Pós-treino (assim que chego da academia): 20g de whey protein( no caso não tenho dinehiro para coprar Wey protein,o que posso substituir?) 20g de maltodextrina # 17:30h – Refeição 4: 30g de batata baroa 1 maçã # 20:00h – Refeição 5: 1 biscoito pit stop integral Chá (camomila, verde, capim-santo, cidreira, branco, vermelho, carqueija) sem açúcar à vontade. – Objetivando a eliminação hídrica. # 22:20h – Refeição 6 (antes de dormir): 12ml de azeite EXTRA-VIRGEM 1 ovo inteiro 15g de albumina(não tenho dinheiro para comprar Albumina com o que posso substituir para dar a mesma quantidade de próteina? 1g de vitamina C efervescente Galera por favor podem me dizer se a minha dieta está boa? pois não tenho muita condição e preciso muito de uma dieta para Hipertrofia, Obs: Juntamente com essa dieta vou tomar Vitamina B e Cobavital para ajudar ... o que acham? e o que acha que posso ta substituindo com a albumina e whey protein?
  21. Galera... Pesquisei bastante na net, pesei os prós e contras mas ainda tenho dúvidas e venho perguntar a vocês. Uma mulher com 30% de BF (no caso, eu), e que não está com muita pressa para ver resultados (tenho o prazo de 11 meses). Quero ficar com uns 20% de BF, sem perder massa magra. Qual o mais recomendado? Só precisa digitar o número. Primeiro... 1 - Perder gordura. 2 - Investir em ganhar massa magra.
  22. eu estou querendo fazer meu primeiro ciclo de Oxandrolona, atualmente voltei há 1 mes e pouco e já perdi bastante peso e ganhei uma grande quantidade de massa. Meus treinos estão sendo focados em hipertrofia, sendo: A,B,C,D,E todos os dias Aerobio , treinando 6x7 por semana minha dieta esta regrada, calculada com proteinas , calorias e carboidratos por dia suplementação: colageno termogenico stimerex whey creatina multivitamínico BCAA queria saber se eu tomo o oxandrolona sozinho , ou se seria melhor jogar alguma testosterona e qual testosterona jogar ? (obs: comprei o oxandrolona manipulada 30 mg p/ caps) e qual seria a melhor forma de ciclar ? atualmente peso 97 KG e tenho 21 anos , 1,79 de altura
  23. Gente, entrei na academia tem mais ou menos uma semana e estou com uma dúvida. Sou mulher e tenho 19 anos e peso 50 kg, não quero crescer muito, mas quero ganhar perna e perder a famosa barriga. Devo hipertrofiar ou posso já partir para a definição?
  24. Eai galera. estou acordando 9:30 9:30- 3 pães e um ovo cozido com leite 12:30- Depende.. Bife,feijão,arroz,frango,... 16:00- 3 ovos cozidos, 19:00- Depende também. Aipim,cuscuz, ovoz, paes, leite, suco 22:00--23:00 - Dois pães com mortadela Estou visando hipertrofia mas sinto que na refeição de 16h estou comendo pouco. Está mal organizada?
×
×
  • Create New...