Tudo postado por Cláudio Chamini
-
Quantidade de um scoop whey integralmedica e creatina.
@Junior Santos7, colher de sopa é uma medida ruim para pó porque o volume muda muito conforme a colher vem rasa ou cheia, e o whey é leve e fofo. Como referência grosseira, uma colher de sopa rasa de whey fica perto de 6 a 8 g e uma bem cheia passa de 10 g. Então 30 g dão algo entre 3 colheres cheias e 4 ou 5 rasas, dependendo do pó e da colher. A creatina é bem mais densa que o whey. Uma colher de chá rasa costuma ficar na casa de 3 a 4 g e uma colher de chá cheia chega perto dos 5 g. O jeito que resolve de vez é pesar uma vez só. Uma balança de cozinha digital custa pouco e serve para a dieta inteira. Pese 30 g de whey e 5 g de creatina, veja quantas colheres de cada deu com as suas colheres, e a partir daí use essa contagem no dia a dia. Outra opção é guardar o scoop de outro produto já calibrado na balança. Na creatina, a precisão nem precisa ser de farmácia. O que importa é tomar 3 a 5 g todo dia, sem falhar, porque o efeito vem da saturação do músculo ao longo das semanas e não da dose do dia. Horário também não faz diferença relevante, pode ir junto com o whey ou com uma refeição. Se quiser conferir a dose de creatina pelo seu peso, a calculadora do site faz isso em segundos: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/creatina/
-
1° Ciclo deposteron+oxan
@Gohan ssj2, o cutting antes do ciclo foi uma ótima decisão. Começar com 13% de gordura deixa o resultado mais visível e o controle mais fácil. Mas a cápsula manipulada tem um item que trabalha diretamente contra o ciclo, e vale revisá-la antes de qualquer outra coisa. Espironolactona 150 mg: além de diurético, ela é um antiandrogênio. Bloqueia o receptor de androgênio e reduz a produção de testosterona. É exatamente por isso que ela é usada no tratamento de acne e de excesso de pelos em mulheres. Num ciclo, ela compete com o que você está aplicando. E um dos efeitos colaterais mais conhecidos da espironolactona em homens é justamente a ginecomastia. Ela ainda segura potássio, o que pede cuidado com a função renal. É o item que eu tiraria primeiro. Anastrozol 0,3 mg todo dia, sem exame: com 200 mg de testosterona por semana, que é quase uma dose de reposição, a chance de o estradiol subir a ponto de precisar de inibidor é pequena. Usado às cegas, o risco maior é o contrário: estradiol baixo demais, com libido baixa, dor articular e piora do colesterol. O mais seguro é dosar estradiol por volta da quarta semana e decidir com o exame na mão. Finasterida: ela reduz a conversão de testosterona em DHT, o que pode proteger o cabelo de quem tem tendência à calvície. Mas a oxandrolona já é um derivado de DHT e não depende dessa conversão, então a finasterida não protege nada em relação a ela. Também pode baixar libido em parte dos usuários. Só faz sentido se houver preocupação real com calvície. Ioimbina é um medicamento, e não suplemento. Ela sobe frequência cardíaca, pressão e ansiedade, e somada ao pré-treino estimulante aumenta essa carga. Sobre as doses: 20 mg de 8 em 8 horas são 60 mg de oxandrolona por dia, contra 200 mg semanais de testosterona. A proporção ficou invertida. A oral virou a droga principal, com o maior custo para HDL e fígado. Uma base de testosterona um pouco maior com a oxandrolona entre 20 e 40 mg costuma entregar mais com menos colateral. E com cipionato, 8 semanas é curto, porque o éster leva algumas semanas para estabilizar. Exames no meio do ciclo, com perfil lipídico, TGO, TGP, gama-GT, estradiol, potássio e creatinina enquanto houver espironolactona, mostram como o corpo está respondendo. Para revisar o protocolo com auxiliares, TPC e exames de controle lado a lado, o gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação e bloqueia cenários de risco alto. Serve como rascunho para discussão, não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
-
Meta para 2020
@alucarde, sobre a dieta ter ficado fora das proporções que o @Apollo Galeno passou: o ajuste é mais simples do que parece. Só o café da manhã e o pré-treino já somam 182 g de carboidrato, contra os 120 g do dia inteiro. Quase metade disso vem dos 100 g de hipercalórico, cerca de 82 g de carboidrato com pouca proteína. Trocar as duas doses de hipercalórico por uma dose de whey ou por mais ovos e frango resolve a maior parte da diferença: o carboidrato cai e a proteína sobe em direção aos 160 g. Depois disso, basta ajustar arroz e banana até o carboidrato fechar perto de 120 g, e usar azeite, ovos inteiros ou pasta de amendoim para chegar aos 80 g de gordura. Hipercalórico faz sentido para quem não consegue comer o suficiente para ganhar peso, o que não é o seu caso com o objetivo de emagrecer. Um ponto que pesa tanto quanto a dieta é o sono. Pelo horário que você descreveu, são cerca de 6 horas mais um cochilo, em blocos separados. Num estudo clássico (Nedeltcheva e colaboradores, 2010), pessoas em dieta que dormiram 5,5 horas perderam a mesma quantidade de peso que as que dormiram 8,5 horas, mas uma parte bem maior desse peso veio de massa magra, e não de gordura. Para quem quer emagrecer e ganhar músculo ao mesmo tempo, isso é decisivo. Com trabalho noturno não dá para fazer milagre, mas ajuda: Manter o bloco principal de sono sempre no mesmo horário, inclusive nas folgas. Quarto totalmente escuro e silencioso, com cortina blackout ou máscara e protetor de ouvido. Evitar café nas 6 horas antes de deitar e luz forte de tela logo antes do sono da manhã. Se possível, aumentar o cochilo da madrugada ou acrescentar um no fim da tarde, somando perto de 7 horas no dia. O treino está bom para quem tem 2 meses. Periodização elaborada ainda não é necessária, como o @ak087 levantou. O que mais importa agora é progredir a carga semana a semana, anotando os pesos. Para trocar o hipercalórico e outros alimentos mantendo os macros que o Apollo passou, a calculadora de equivalência de macros do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/macros/
-
Testosterona em gel para melhorar libido feminina
@Katyfcps, o @Foston tocou no ponto mais importante logo no início: a dose está alta. Cada grama de gel a 3% leva 30 mg de testosterona à pele. O consenso internacional de 2019 sobre testosterona em mulheres usa como referência cerca de 5 mg aplicados por dia, algo como 0,5 ml de um creme a 1%. O que @Lilika43 relatou sem colaterais é real nesse caso, mas a absorção e a sensibilidade variam muito de uma pessoa para outra. Por isso o controle precisa ser por exame, com o objetivo de manter a testosterona dentro da faixa feminina normal. Deixei uma resposta mais completa sobre isso, incluindo os outros suspeitos para o cansaço e a libido, como cortisol, ferro e o volume alto de aeróbico, no outro tópico em que você postou o caso: https://fisiculturismo.com.br/forums/topic/116180-testosterona-lh-e-e2-baixos-trt-ou-rem%C3%A9dio/?do=findComment&comment=1066487 @EmBusca DoX, sobre as suas duas perguntas. Libido baixa da sua esposa desde antes da gestação e nos 2 anos depois: queda de desejo no pós-parto é muito comum e quase nunca tem uma causa só. Amamentação mantém a prolactina alta e o estrogênio baixo, o que reduz desejo e lubrificação. Noites mal dormidas, cansaço, mudanças na relação e depressão pós-parto também pesam, e esta última é frequente e muitas vezes passa despercebida. Como começou antes da gestação, também vale perguntar sobre anticoncepcional hormonal, que em algumas mulheres reduz a libido. O especialista de entrada é o ginecologista, e o endocrinologista entra se os exames mostrarem alteração. A lista que o @Apollo Galeno passou cobre bem a parte hormonal. O mais importante é que a consulta seja uma decisão dela, com ela relatando o que sente. Hormônio só faz sentido depois de descartar o resto. Sobre a segunda ereção demorar mais: o que você descreve é o período refratário, e ele aumenta com a idade em praticamente todos os homens. Isso é fisiológico. Quinze minutos aos 27 anos é normal. O que mereceria investigação seria dificuldade para ter ou manter a primeira ereção, ou queda clara de desejo. Nesse caso, testosterona total e livre, prolactina, glicemia e TSH são os primeiros exames. Sobre levar a lista ao médico do plano: o melhor caminho é contar exatamente o que está acontecendo. Relatar sintomas que não existem, como dor no fígado, pode levar a uma investigação na direção errada e atrasar a que importa. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
-
Quanto tempo para sentir efeito da testosterona ?
@Fabio98, respondendo à pergunta principal: na terceira aplicação ainda é cedo. O enantato tem meia-vida de alguns dias, e com duas aplicações por semana o nível no sangue leva cerca de 3 a 4 semanas para estabilizar. A maioria das pessoas começa a perceber força, disposição e libido diferentes entre a terceira e a sexta semana, e a mudança no espelho costuma ficar clara depois disso. Sobre os "sinais de estrogênio alto", vale separar cada um, porque nem todos apontam para o estradiol: Acne e oleosidade são efeitos androgênicos, não estrogênicos. Vêm da testosterona e do DHT agindo direto na glândula sebácea. Por isso aparecem cedo e não melhoram com anastrozol. Ereção pior pode acontecer tanto com estradiol alto quanto com estradiol baixo demais. Além disso, nas primeiras semanas de ciclo a sua produção própria já caiu, mas a testosterona exógena ainda não estabilizou. Essa janela costuma dar uma oscilação de libido e ereção que se resolve sozinha. Retenção e sensibilidade no mamilo, essas sim, são os sinais mais ligados ao estrogênio. Por isso, entrar com anastrozol agora, sem exame, é arriscado. Um estradiol derrubado dá exatamente os sintomas que você quer evitar: libido baixa, ereção ruim, dor nas articulações e piora do colesterol. O plano que você mesmo citou é o certo: fazer testosterona total, estradiol, hemograma e perfil lipídico, de preferência por volta da quarta ou quinta semana, colhendo na véspera de uma aplicação. Aí, se o estradiol vier alto e houver sintoma, a dose do inibidor é ajustada pelo exame. Se aparecer sensibilidade ou nódulo atrás do mamilo antes disso, tamoxifeno é a resposta mais direta. Para entender mecanismo, doses usuais e colaterais do anastrozol e do tamoxifeno, o orientador de fármacos do site resume isso por substância: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
-
CICLO DE TREMBOLONA, ENANTATO E STANO
@rogerio dos santos gomes, a primeira coisa a ajustar é a ideia de "precisar usar esses produtos em 6 semanas". Não precisa, e não deveria. Fazendo a conta do que você tem: Trembolona: 30 ml a 75 mg dão 2250 mg. Enantato: 16 ml a 250 mg dão 4000 mg. Estanozolol: 60 ml a 50 mg dão 3000 mg. Usar tudo isso em 6 semanas daria algo como 375 mg de trembolona, mais de 650 mg de testosterona e 500 mg de estanozolol por semana. Seria um ciclo pesado até para quem já usa trembolona há anos, e você nunca usou. O que sobrar pode ficar guardado em local fresco e longe da luz. Isso não é desperdício. Alguns princípios para quem vai usar trembolona pela primeira vez, sem fechar uma receita, porque ainda faltam fotos e dieta completa, como o @Apollo Galeno pediu: Testosterona como base, sempre. Ela segura libido, humor e disposição, que a trembolona costuma derrubar. Dose baixa de trembolona no começo, para descobrir a sua tolerância. Insônia, suor noturno, irritabilidade, pressão alta e queda de rendimento no cardio são os colaterais mais comuns. Algumas pessoas têm uma tosse forte logo depois da aplicação, que costuma passar em minutos. Se vier com falta de ar que não passa ou dor no peito, é motivo de atendimento. Evitar trembolona e estanozolol juntos, principalmente no primeiro uso. Os dois derrubam muito o HDL e pesam na pressão. Somados, o perfil cardiovascular piora bastante, e se der colateral você não sabe qual dos dois causou. Confirmar no rótulo se a trembolona é acetato ou enantato. O acetato é aplicado em dia sim, dia não. O enantato, duas vezes por semana. Com enantato, 6 semanas é curto. O éster leva algumas semanas para estabilizar, então boa parte do ciclo passaria com o nível ainda subindo. 8 a 10 semanas aproveitam melhor a testosterona. Antes de começar e no meio do ciclo, vale fazer hemograma com hematócrito, perfil lipídico, TGO, TGP, creatinina, prolactina e estradiol, e medir a pressão em casa algumas vezes por semana. Para montar o ciclo com base, auxiliares, TPC e exames de controle, o gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação e bloqueia combinações de risco alto. Serve como rascunho para discussão, não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
-
1°ciclo avaliação
@Prado999, o protocolo final ficou bem melhor que as três opções iniciais. A ideia do @Lobeca de não começar com Deca no primeiro ciclo é boa justamente pelo motivo que ele deu: saber como o corpo responde a cada droga. Faltaram comentários em três pontos do seu plano original e num ponto da dieta. Anastrozol meio comprimido em dia sim, dia não, desde o início: esse uso preventivo costuma derrubar o estradiol demais em boa parte das pessoas. O resultado é dor nas articulações, libido baixa, humor ruim e piora do colesterol, que já vai ser pressionado pela oxandrolona. O mais seguro é dosar estradiol por volta da quarta semana e usar o inibidor só se o exame vier alto com sintoma, em dose baixa e com exame de controle depois. Tamoxifeno à mão para sinal de ginecomastia já cobre a emergência. Duração da TPC: entre o seu esquema e a correção do @Apollo Galeno, a maioria dos protocolos fica entre 4 e 6 semanas de tamoxifeno a 20 mg. O que define se dá para parar é o exame. Testosterona, LH e FSH de 4 a 6 semanas depois do fim mostram se o eixo voltou. Creatina: 12 g por dia é mais do que o necessário. Depois que o músculo satura, 3 a 5 g por dia mantêm o mesmo efeito. O excesso só é eliminado. A dieta tem um detalhe que pesa num ciclo: são 20 ovos inteiros por dia. A proteína fica ótima, mas isso soma perto de 100 g de gordura e uma carga muito alta de colesterol só dos ovos. Para a maioria das pessoas, o colesterol da comida pesa menos que o da genética. Ainda assim, oxandrolona e testosterona já derrubam o HDL e podem subir o LDL, e esse é o ciclo em que menos convém somar pressão. Trocar parte dos ovos por claras, frango ou peixe, e fazer perfil lipídico antes e no meio do ciclo, deixa o plano mais seguro. Com Durateston de farmácia, oxandrolona e HCG, os exames que mais importam são hemograma com hematócrito, perfil lipídico, TGO, TGP, estradiol e testosterona total. Os ideais são um exame antes, um na metade do ciclo e um depois da TPC. Para conferir o protocolo com auxiliares, TPC e exames de controle lado a lado, o gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação que serve de rascunho para discussão, não de prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
-
Ciclo de Testo / Stano
@Maveco, a dúvida da dieta ficou sem resposta, então fiz a conta. Ela também explica boa parte da pouca evolução no treino. Somando as seis refeições, com as carnes pesadas prontas, a dieta fica perto de: Proteína: 170 a 200 g, o que está ótimo. Carboidrato: cerca de 90 a 120 g, conforme a escolha entre batata-doce, arroz ou macarrão. Gordura: perto de 45 g. Total: em torno de 1500 a 1600 kcal por dia. Para 1,81 m, 77 kg e musculação, a manutenção deve ficar em algo como 2300 a 2600 kcal. Ou seja, a dieta está num déficit de 800 a 1000 kcal. Com isso dá para perder gordura, mas ganhar músculo fica muito difícil, ainda mais com 4 meses de treino. Se o objetivo agora é hipertrofia, as calorias precisam subir para perto da manutenção. Sei que depois da bariátrica o volume de comida é limitado. Por isso a saída é aumentar a densidade calórica, sem aumentar tanto o prato: ovos inteiros no lugar de parte das claras, azeite nas refeições, pasta de amendoim, aveia, iogurte, leite e frutas secas. Glutamina pode sair da lista: ela não ajuda na hipertrofia em quem já come proteína suficiente, e esse espaço rende mais com comida. Vale combinar esses ajustes com a nutricionista da equipe bariátrica, porque o tipo de cirurgia muda a tolerância e a absorção. Para quem fez bariátrica, também pesa acompanhar ferro, ferritina, vitamina B12, vitamina D, cálcio e zinco com regularidade. A deficiência deles é comum depois da cirurgia e derruba disposição e rendimento. Sobre a pele: o @Apollo Galeno tem razão, e a consulta com o cirurgião é o caminho certo. Depois de perder 60 kg, a sobra de pele raramente regride com treino ou suplemento. O HCG a 120 UI por dia vem da antiga "dieta do HCG", e os ensaios clínicos controlados com placebo não mostraram efeito do hormônio sobre perda de peso, distribuição de gordura ou firmeza da pele. O resultado vinha da dieta de cerca de 500 kcal que acompanhava o protocolo. Whey também não aumenta a produção de colágeno da pele de forma específica. Sobre o ciclo, concordo com @davidevh e @Arnaldo Santos.: com 4 meses de treino e uma dieta em déficit grande, a testosterona entregaria pouco. Ajustando as calorias, o ganho natural dos próximos meses deve surpreender. Para achar com precisão as calorias de manutenção com os seus dados, a calculadora de TDEE do site faz essa conta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/tdee/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
-
Durateston + Stanozol - Segundo Cciclo
@duposem, entre as duas opções, a segunda é a mais sensata, mas o ponto principal é outro: para o seu objetivo, o estanozolol é a peça que menos ajuda. Você descreve dificuldade para ganhar peso e quer otimizar ganho. O estanozolol não é uma droga de ganho de massa. Ele não retém água, deixa o músculo mais "seco" e duro, e por isso é mais usado no fim de cuttings ou antes de competição. Para quem quer subir peso, os 500 mg de Durateston fazem praticamente todo o trabalho. O estanozolol soma pouco ganho e muito custo: derruba o HDL de forma forte, sobrecarrega o fígado (o injetável também, porque a molécula é a mesma), e é conhecido por deixar as articulações doloridas, o que atrapalha justamente o treino pesado que você quer fazer. Se quiser manter o estanozolol, a opção 2, com 50 mg em dia sim, dia não, é melhor que a 1. Uma alternativa ainda mais coerente é fazer o ciclo só com Durateston e guardar o estanozolol para um cutting futuro. Sobre a TPC: Os 20 dias de espera fazem sentido, porque o Durateston tem decanoato, o éster mais longo da mistura. Tamoxifeno a 40 mg por dia é o dobro da dose mais comum. A maioria dos protocolos usa 20 mg por dia por 4 a 6 semanas, guiados por exame. Dose maior não acelera a recuperação de forma relevante e aumenta colaterais. Tribulus não acelera a recuperação do eixo. ZMA só ajuda se houver falta de zinco ou magnésio. Não fazem mal, mas não são parte da TPC. A dieta tem uma base boa, com volume de comida alto. Dois ajustes simples: a proteína fica concentrada em albumina e no restaurante, então vale garantir uma fonte de proteína com quantidade conhecida no almoço. E a pré-treino só com fruta, para treino à noite depois do lanche das 15h30, pode ser pouca: acrescentar pão com ovo ou whey ajuda no rendimento. Exames antes de começar, no meio e 4 a 6 semanas depois da TPC (hemograma, perfil lipídico, TGO, TGP, testosterona, LH, FSH e estradiol) mostram como o corpo respondeu. Como o Durateston da Gold Labs não é de farmácia, o exame do meio do ciclo também ajuda a confirmar se o produto tem o que diz o rótulo. Para simular o ciclo com TPC e exames de controle, o gerador de protocolo hormonal do site monta um rascunho e bloqueia cenários de risco alto. Serve para discussão, não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
-
Dose da droga x Dose na Seringa
@world fitness, a conta certa é a que @Joaninha e @Kami Back chegaram: 5 g em 100 ml dá 50 mg por ml. Para 250 mg são 5 ml. Vale corrigir também a premissa do começo do tópico, porque ela gera erro de dose. O volume que se puxa na seringa é exatamente o volume que entra. Não é preciso puxar "mais" para compensar nada. 1 ml na escala da seringa é 1 ml de produto. O que muda de um frasco para outro é só a concentração, quantos mg existem em cada ml, e é ela que define o volume. A conta é sempre dose desejada dividida pela concentração: 250 mg divididos por 50 mg por ml dão 5 ml. A agulha retém uma quantidade mínima de líquido, desprezível para esse cálculo. Alguns pontos práticos com produto veterinário nessa concentração: 5 ml por semana não deve ir em um local só. Dividido em 2 ou 3 aplicações, como @Joaninha sugeriu, fica perto de 1,6 a 2,5 ml por vez, volume que glúteo e vasto lateral toleram melhor. Produto veterinário não segue o mesmo padrão de controle do produto humano, e o óleo e os conservantes podem ser diferentes. Nódulo, vermelhidão crescente, calor ou febre depois de aplicar pedem avaliação rápida. Se essa boldenona for para o ciclo da cliente descrito no outro tópico, aquele em que a voz já tinha engrossado num uso anterior, a dose definida lá foi de 100 mg por semana. Com esse produto, isso dá 2 ml por semana, e não 5. Errar essa conta para cima, no caso dela, é exatamente o tipo de erro que deixa sequela. Deixei uma resposta com os pontos de atenção daquele caso aqui: https://fisiculturismo.com.br/forums/topic/116714-ciclo-feminino-de-boldenona/?do=findComment&comment=1066496 Para conferir meia-vida, faixas de dose e colaterais da boldenona, o orientador de fármacos do site resume isso por substância: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
-
1º ciclo enantato
@bods, começar só com enantato é a escolha mais sensata para um primeiro ciclo. Fica mais fácil saber como o corpo responde e, se aparecer colateral, você sabe de onde vem. Sobre a TPC, como a dúvida é comum mas as respostas ficam espalhadas pelo fórum, segue o raciocínio em um lugar só. Quando começar: o enantato tem meia-vida de alguns dias, então o nível no sangue demora a cair depois da última aplicação. A referência mais usada é começar a TPC cerca de 2 semanas depois da última dose. Começar antes, com a testosterona ainda alta, desperdiça a fase em que o remédio mais funciona. O que se usa: a base é um SERM, tamoxifeno ou clomifeno, por 4 a 6 semanas. As doses que aparecem com mais frequência nos protocolos são de 20 mg por dia de tamoxifeno ou de 25 a 50 mg por dia de clomifeno. O clomifeno pode causar alteração visual e mexer mais com o humor, e alteração na visão é motivo para suspender. Alguns protocolos colocam HCG nas últimas semanas do ciclo, antes da TPC, para os testículos reagirem mais rápido quando o eixo voltar. O que não é TPC: tribulus, vitamina E, mucuna e similares não substituem nada disso. O que mostra se funcionou: exame. O ideal é fazer testosterona total, LH, FSH e estradiol antes do ciclo, para ter a sua referência, e repetir de 4 a 6 semanas depois do fim da TPC. Hemograma, perfil lipídico e PSA também ajudam no exame inicial e durante o ciclo. Sobre a estagnação: 17 kg em 6 anos, com 10% de gordura, é um resultado muito bom e mostra que você já está perto do potencial natural. É exatamente nessa fase que o ganho natural fica lento. A testosterona vai trazer ganho, mas parte dele some depois da TPC se treino e dieta não acompanharem. Planejar um período de manutenção com calorias suficientes depois do ciclo ajuda a segurar o que foi ganho. Para simular o ciclo com TPC, auxiliares e exames de controle, o gerador de protocolo hormonal do site monta um rascunho e bloqueia cenários de risco alto. Serve para discussão, não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
-
Voltando a treinar, ajudem pf
@Cristianombp, as dicas do @M&M são uma boa base. Vou completar dois pontos que ficaram em aberto e ajustar um detalhe. Progressão de carga: vale começar desde já. Ela não é uma técnica avançada, é o que faz o iniciante crescer. Nos primeiros meses, quase toda semana dá para colocar um pouco mais de peso ou fazer uma repetição a mais com boa execução. Um jeito simples é a dupla progressão: trabalhar entre 8 e 12 repetições e, quando completar 12 em todas as séries, subir a carga e voltar para 8. Anotar as cargas num caderno ou no celular faz muita diferença. Periodização elaborada pode esperar: no seu estágio, ela não traz ganho extra sobre a progressão simples. Cutting ou bulking: com 1,70 m e 60 kg, começar por um ganho de massa controlado faz mais sentido. Só um ajuste no raciocínio: a gordura não se converte em músculo. O que acontece no iniciante é a recomposição, quando se perde um pouco de gordura e se ganha músculo ao mesmo tempo, porque o corpo responde muito bem ao treino novo. Para aproveitar isso sem engordar à toa, mire um superávit pequeno, de 200 a 300 kcal acima da manutenção, e um ganho perto de 0,5 a 1 kg por mês. Se a balança subir muito mais rápido que isso, a sobra está virando gordura. Na dieta, o essencial é proteína em todas as refeições, algo como 1,6 a 2 g por quilo por dia, o que dá perto de 100 a 120 g para você. Frango com macarrão e carne já são uma base boa. Ovos, leite, iogurte e feijão completam a conta de forma barata. Tomate, brócolis e alface já cobrem bem a parte dos vegetais. Braço: com 4 meses de treino, braço fino quase sempre é falta de tempo e de carga nos exercícios grandes. Remadas, puxadas, supinos e mergulho já trabalham bíceps e tríceps. Somando 2 exercícios diretos de cada, como no treino que o M&M passou, e repetindo duas vezes por semana no ABC2x, o volume fica numa faixa ótima. Para achar quantas calorias por dia geram esse superávit pequeno, a calculadora de bulking do site faz a conta com os seus dados: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/bulking/
-
Ciclo Testo+Oxa (agora vou)
@Kami Back, o planejamento está bem organizado, e a revisão do @Apollo Galeno deixou o ciclo mais equilibrado que a ideia original de 500 mg com 80 mg de oxandrolona. Tem um ponto do seu caso que muda o plano de auxiliares: você já tem ginecomastia, tanto que estava tentando a cirurgia. Quem já tem tecido glandular responde mais rápido ao estrogênio. A testosterona aromatiza, e a boldenona também, em menor grau. Então o risco de a gineco crescer durante o ciclo é real, e vale ter uma estratégia pronta, não só um remédio na gaveta: Estradiol no exame antes de começar e por volta da quarta semana, colhido na véspera de uma aplicação. Se aparecer sensibilidade, coceira ou aumento do nódulo atrás da aréola, o tamoxifeno é a escolha mais direta, porque bloqueia o estrogênio na própria mama. O anastrozol "para ter em mãos" pede cuidado. Usado sem exame e por reflexo, ele costuma derrubar o estradiol demais, e o resultado é dor articular, libido baixa, humor ruim e piora do colesterol. Ele entra quando o exame mostrar estradiol alto com sintoma, em dose baixa, e com exame de controle depois. Sobre a TPC, 10 semanas de tamoxifeno é bem mais longo que o habitual. A maioria dos protocolos usa de 4 a 6 semanas, guiados por exame. E o momento de começar depende da boldenona, que tem éster longo e é a última a sair: algo como 2 a 3 semanas depois da última aplicação. O HCG no fim do ciclo, antes da TPC, ajuda os testículos a reagirem mais rápido quando o eixo voltar. Dois exames que pesam nesse ciclo: hematócrito, porque testosterona e boldenona somadas costumam elevá-lo bastante, e perfil lipídico com TGO e TGP, por causa das 10 semanas de oral. Doar sangue quando o hematócrito passar de 52 a 54% é uma conduta comum de redução de risco. A foto de comparação de 2016 a 2019 mostra a evolução em 2 anos e meio de treino. Vale manter esse padrão de registro durante o ciclo. Para conferir o protocolo com auxiliares, TPC e exames de controle lado a lado, o gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação que serve de rascunho para discussão, não de prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
-
Não vejo diferença
@JuniinOliveira, respondendo direto: sim, está cedo, e quem disse que em 1 semana você veria diferença exagerou. O Durateston é uma mistura de ésteres, e parte deles é longa. O nível no sangue leva algumas semanas para estabilizar, e o efeito visível costuma aparecer entre a terceira e a sexta semana. Já o estanozolol depende da forma. Se for o injetável, dia sim, dia não é o esquema comum. Se for o comprimido, a meia-vida é curta, de algumas horas, e em dia sim, dia não o nível sobe e zera no dia seguinte, o que reduz o efeito. O comprimido costuma ser usado todo dia. Mas, como @Locemar, @Kami Back e @Foston disseram, o motivo principal de não ver diferença está na dieta. Café da manhã, almoço do trabalho e janta com frango e ovo deixam muito provavelmente a proteína e as calorias abaixo do necessário para crescer. Sem matéria-prima, o hormônio não tem com o que construir. A consulta com a nutricionista é a melhor decisão que você tomou no tópico. Leve o seu peso, altura, horários e o que come em cada refeição, como o @renatobhmg sugeriu. Sobre os suplementos: Albumina e BCAA não são necessários se a proteína do dia estiver certa. Albumina é só uma proteína a mais, mais barata que o whey, mas com sabor e digestão piores. BCAA não traz ganho extra quando a dieta já tem proteína suficiente. Se precisar completar, whey ou albumina resolvem. L-carnitina não tem problema, mas o efeito no emagrecimento e no ganho de massa é mínimo. É dinheiro que rende mais em comida. Creatina, de 3 a 5 g por dia, é o suplemento com melhor evidência para força e massa. No treino, perna deixada de lado no ABC é ganho jogado fora. Os grupos grandes são os que mais respondem. Sobre o sono, dormir da meia-noite às 9 horas está ótimo. A preguiça pode ter relação com a dieta curta e com treinar todos os dias sem descanso. Pelo menos um dia de folga por semana ajuda na recuperação. Também vale fazer exames durante o ciclo, principalmente perfil lipídico, TGO e TGP, porque o estanozolol mexe bastante com colesterol e fígado. Para levar à nutricionista um número de referência, a calculadora de proteína diária do site faz a conta com o seu peso e objetivo: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/proteinas-diarias/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
-
CRUISE / TRH - artigo (DUDU)
@Didizinho, no cruise o tamoxifeno não entra como TPC, nem logo após o blast nem depois de esperar. A lógica da TPC é estimular o eixo a voltar a produzir testosterona depois que a droga externa sai. No cruise a testosterona exógena continua sendo aplicada, e ela sozinha mantém o eixo desligado. O tamoxifeno, nessa situação, não consegue reativar nada, e você somaria um remédio com colaterais próprios sem ganho. Os dois cenários em que um SERM ou um inibidor de aromatase aparece durante o cruise são outros: Sinal de ginecomastia (sensibilidade, nódulo atrás da aréola). Aí o tamoxifeno é usado pelo efeito na mama, e não para recuperar o eixo. Estradiol alto no exame com sintomas, o que no cruise costuma se resolver baixando a dose de testosterona, e não somando remédio. Se a ideia for sair do cruise em algum momento, aí sim entra a TPC. O tempo de espera segue a mesma lógica que você já usava: depende do éster da última aplicação. Com enantato ou cipionato, algo em torno de 2 a 3 semanas depois da última dose. Para quem chega ao tópico pelo artigo do @duduhaluch, vale atualizar um ponto. Um cruise em dose claramente suprafisiológica mantém mais massa, mas não deixa as taxas voltarem ao normal: hematócrito, HDL e pressão costumam continuar alterados. Se um dos objetivos do cruise é a "regulação das taxas", a dose precisa ficar perto da faixa de reposição, algo como 100 a 150 mg de testosterona por semana, como o próprio texto menciona para a TRH. E os exames no fim do cruise, que o artigo recomenda, são o que mostra se esse objetivo foi cumprido. Para simular um blast e cruise com exames de controle e bloqueio de cenários de risco, o gerador de protocolo hormonal do site serve como rascunho para discussão, não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
-
variaçao de spot's
@M&M, sobre dividir 4,25 ml por aplicação: esse volume não deveria entrar em um local só. As referências de enfermagem para injeção intramuscular costumam trabalhar com limites aproximados de até 2 ml no deltoide e até 3 ml no glúteo (ventroglúteo ou quadrante superior externo) e no vasto lateral, em adultos com boa massa muscular. Acima disso, aumentam a dor, o risco de nódulo inflamatório e o risco de abscesso. Na prática, 4,25 ml fica melhor dividido em dois locais, por exemplo 2,25 ml num glúteo e 2 ml num vasto lateral, alternando lado e músculo a cada aplicação. O domingo, com 2,75 ml, cabe num glúteo ou num vasto. Com quatro aplicações por semana, um rodízio que passe por glúteo direito, glúteo esquerdo, vasto direito e vasto esquerdo, e só depois repita, dá tempo de cada local se recuperar. Deltoide, com esse volume, fica só para frações pequenas. Vale também uma observação sobre o protocolo, pelas contas do @Locemar e do @Lobeca. Supondo as concentrações mais comuns, 6 ml de enantato, 6 ml de NPP e 3 ml de trembolona acetato somam algo na casa de 2,4 g por semana. Nesse volume, os exames de acompanhamento deixam de ser opcionais: hematócrito, pressão arterial medida em casa, perfil lipídico, função renal, prolactina (pela combinação de NPP e trembolona) e, idealmente, ecocardiograma. Hematócrito acima de 54% e pressão sustentada acima de 140 por 90 são sinais para reduzir. Para quem chega ao tópico pelas perguntas originais: Concordo com o @Apollo Galeno sobre não aplicar no peitoral por via intramuscular. O músculo é fino em muita gente, e logo atrás estão as costelas e a pleura. Agulha de 25G com 16 mm de comprimento não é agulha de insulina, que é bem mais fina e curta, e não alcança músculo. Os 16 mm funcionam em deltoide e em pessoas magras, mas no glúteo de quem tem mais gordura podem deixar o óleo no subcutâneo, o que dói mais e forma nódulos. No glúteo, o ventroglúteo e o quadrante superior externo existem justamente para fugir do nervo ciático. No vasto lateral, a regra de um palmo acima do joelho e um palmo abaixo do quadril, pela face externa da coxa, citada pelo @Arnaldo Santos., é a referência usada em enfermagem. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
-
teta de cadela
@caiobdd, a suspeita faz sentido e merece investigação. Mas existem duas explicações bem diferentes para o que você descreveu, e vale saber separar. Os "furinhos" na aréola costumam ser os tubérculos de Montgomery, pequenas glândulas sebáceas que todo mundo tem. Quando espremidos, elas soltam uma secreção esbranquiçada e mais pastosa, que é sebo e não leite. Isso é normal e não indica problema hormonal. Leite de verdade (galactorreia) sai pelos poros do próprio mamilo, é mais líquido, parecido com leite ralo, e às vezes aparece sem espremer. Em homem, galactorreia junto com cansaço e libido baixa é exatamente o conjunto que leva a suspeitar de prolactina alta. E prolactina alta derruba a testosterona, o que fecha com os sintomas. Os exames que um endocrinologista costuma pedir nesse cenário: Prolactina, colhida de manhã, em repouso, sem estímulo no mamilo nas horas anteriores, porque estresse e manipulação podem elevar o resultado. Se vier alta, vale pedir macroprolactina, uma forma que eleva o exame sem ter efeito no corpo. TSH e T4 livre, porque hipotireoidismo também eleva a prolactina e causa cansaço. Testosterona total e livre, LH, FSH e estradiol. Também vale listar qualquer remédio em uso. Alguns antidepressivos, antipsicóticos, metoclopramida e domperidona elevam a prolactina. Se a prolactina vier claramente alta sem outra causa, o passo seguinte costuma ser ressonância da hipófise para descartar um prolactinoma, um tumor benigno que tem tratamento com remédio na grande maioria dos casos. Dor de cabeça frequente ou alteração na visão lateral são sinais para antecipar essa avaliação. Secreção com sangue pelo mamilo também pede avaliação rápida, de preferência com mastologista, como o @Kami Back fez. O bico maior desde a infância pode ser só anatomia, ou um pouco de tecido glandular atrás da aréola. Os exames ajudam a separar isso da parte hormonal. Acordar cansado todo dia também pode ter outra causa que costuma passar despercebida: a apneia do sono. A calculadora de risco de apneia do site é rápida e ajuda a decidir se vale levar isso ao médico: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/apneia/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
-
Ciclo Oxandrolona: dosagem e duração
@andreketzfranco, sobre o tamoxifeno logo depois e a prevenção de ginecomastia: num ciclo só de oxandrolona, a ginecomastia é pouco provável, porque a oxandrolona não se converte em estrogênio. O tamoxifeno ali tem outra função, que é ajudar o eixo a voltar a produzir testosterona. Usá-lo "para prevenir gineco" durante o ciclo de oxandrolona isolada não tem muita lógica. Quanto ao momento, a oxandrolona tem meia-vida curta, perto de 10 horas. Por isso a TPC pode começar 1 a 3 dias depois do último comprimido. Não é preciso esperar semanas como nos ésteres injetáveis longos. @Joaodofeijao, como o tópico continua servindo de referência, vale acrescentar dois pontos ao plano original. A oxandrolona sozinha suprime a produção de testosterona e não coloca nada no lugar. Em 8 semanas a 50 mg, é comum chegar à metade do ciclo com libido baixa e disposição ruim, porque o corpo fica com pouco androgênio que atue nessas funções. Por isso, em homens, a maioria dos protocolos coloca uma base de testosterona e usa a oxandrolona como complemento, e não como droga única. Com 50 mg por dia, o HDL costuma cair de forma importante, e a carga no fígado não é desprezível, por ser um oral 17-alfa-alquilado. Perfil lipídico, TGO, TGP e gama-GT antes, no meio e depois do ciclo são o mínimo. Testosterona total, LH e FSH entre 4 e 6 semanas depois do fim da TPC confirmam a recuperação, como o @Locemar observou. Vitamina D só faz diferença se estiver baixa no exame. A vitamina E em dose alta não ajuda na recuperação hormonal, e doses a partir de 400 UI por dia foram associadas a aumento de mortalidade numa meta-análise de 2005. Vale deixá-la de fora. Para simular o ciclo com base, TPC e exames de controle, o gerador de protocolo hormonal do site monta um rascunho e bloqueia cenários de risco alto. Serve para discussão, não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
-
Ginecomastia some quando estou arrepiado
@Gabriel A, o que acontece quando você se arrepia tem uma explicação simples. A aréola tem uma camada de músculo liso logo abaixo da pele. Com frio, ou na saída do banho, esse músculo contrai junto com o arrepio: o mamilo endurece, a aréola encolhe e repuxa o tecido que está embaixo. Com isso, o volume parece sumir. Quando o músculo relaxa, alguns minutos depois, o volume volta. Esse comportamento é muito típico do que se chama de mamilo inchado (puffy nipple), quando há um pouco de tecido glandular concentrado logo atrás da aréola, sem aumento do peito como um todo. Não é sinal de algo grave. Mostra apenas que o volume está concentrado na região da aréola. Para decidir entre operar e esperar, alguns pontos ajudam: Ginecomastia puberal costuma regredir sozinha dentro de 6 meses a 2 anos depois de aparecer. Quando persiste além disso, principalmente depois dos 18 a 20 anos, o tecido tende a ficar mais fibroso, e a chance de sumir sozinho cai bastante. Se ela está aí desde o começo da adolescência, esperar até os 21 provavelmente não muda o quadro. Um teste em casa ajuda a diferenciar: apertar a região entre o polegar e o indicador. Um disco firme e elástico logo abaixo da aréola é glândula. Algo mole e espalhado é gordura, e no seu caso, com 66 kg e pouca gordura, isso é menos provável. Antes de qualquer cirurgia, vale uma consulta com endocrinologista ou mastologista, com ultrassom da mama e exames hormonais (testosterona, estradiol, LH, FSH, prolactina, TSH e função do fígado). Isso descarta causas que não sejam da puberdade e mostra se existe tecido glandular de verdade para retirar. Para o puffy nipple, a cirurgia costuma ser pequena, com incisão na borda da aréola. Se, depois da avaliação, o volume for mínimo e só incomodar em algumas situações, não operar também é uma escolha válida, como o @Kami Back sugeriu. A decisão fica entre o quanto isso incomoda você e o que o exame mostrar. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
-
Preciso de uma ajudinha para escolher alimentos para minha dieta de 2500 Kcal por dia, ajude-me por favor!?
@Fracote, com orçamento curto a lógica é escolher os alimentos que entregam mais calorias e mais proteína por real, e não os mais "fitness". As sugestões do @EmBusca DoX vão na direção certa. Alguns ajustes deixam a conta mais barata: Feijão junto com o arroz. É a proteína vegetal mais barata que existe, e a combinação dos dois melhora a qualidade da proteína. Uma concha grande em cada refeição principal já ajuda muito. Ovos são, quase sempre, a proteína animal mais barata por grama. Coxa e sobrecoxa costumam sair bem mais baratas que o peito, com proteína parecida. A gordura extra, aqui, é vantagem, porque você precisa de calorias. Frango inteiro, fígado de boi ou de frango e moela também barateiam a semana. Fígado, uma vez por semana, é muito rico em ferro e vitamina B12. Sardinha em lata é proteína com gordura boa a preço baixo. Amendoim torrado a granel, batido no liquidificador, vira pasta de amendoim por bem menos que a de marca. Aveia, banana, pão francês, macarrão e um fio de óleo no preparo são os jeitos mais baratos de completar calorias. Um dia com cerca de 250 g de arroz cru, 100 g de feijão cru, 4 ovos, 300 g de coxa ou sobrecoxa, 60 g de aveia, 2 bananas, 40 g de amendoim e uma colher de óleo passa de 2500 kcal, com mais de 130 g de proteína. Comprar arroz, feijão, aveia e amendoim em pacotes maiores e cozinhar a semana de uma vez faz o dinheiro render mais. Para trocar um alimento por outro mais barato mantendo os mesmos macros, a calculadora de equivalência de macros do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/macros/
-
Ciclo Feminino Oxandrolona (Com Fotos)
@nandadelaor, o dado mais importante do tópico está na ficha inicial: o ciclo de boldenona em 2015 deixou voz alterada e clitóris um pouco aumentado. Quem já teve virilização uma vez costuma ter sensibilidade maior aos androgênios, e um novo ciclo tende a aprofundar o que já mudou, mesmo com oxandrolona e dose baixa. Por isso concordo totalmente com @Joaninha: nada de aumentar a dose. Os 10 mg já são o teto do que faz sentido no seu caso. Sobre o esquema, um detalhe: 5 mg de 8 em 8 horas dá 15 mg por dia, não 10. Se a ideia é ficar em 10 mg, são 5 mg duas vezes ao dia, de 12 em 12 horas. Com meia-vida perto de 10 horas, esse esquema já mantém o nível estável. O sinal de alerta mais importante para você é a voz. Rouquidão, voz falhando ou mais grave do que hoje são motivo para parar na hora, sem esperar o fim do ciclo. Pelos novos no rosto, acne forte e aumento do clitóris entram na mesma lista. Outros dois pontos práticos: Você parou o anticoncepcional há pouco tempo. Sem um método confiável, como camisinha ou DIU de cobre, existe o risco de gravidez durante o ciclo, e o anabolizante pode masculinizar um feto do sexo feminino. A "bad" e a crise existencial do sétimo dia podem ter relação com o ciclo. Alterações de humor com androgênios são descritas, inclusive em doses baixas, e parar o anticoncepcional também mexe com o humor. Vale observar: se ficar frequente ou pesado, é motivo para rever o ciclo. @gisele sousa, sobre a oxandrolona "fraca": quando um produto do mercado paralelo não faz efeito, a explicação mais comum é dose abaixo do rótulo ou outra substância no lugar. Somar outra droga para compensar aumenta o risco sem resolver o problema de origem. E, como @davidevh brincou, o contrário também acontece: comprimido vendido como oxandrolona que na verdade é estanozolol. Para quem já teve virilização, essa troca é perigosa de verdade. Para simular um ciclo feminino com dose, exames de controle e bloqueio de cenários de risco alto, o gerador de protocolo hormonal do site serve como rascunho para discussão, não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
-
35 dias para competir. Vale a pena fazer uso de trembolona ?
@Lucas Fuke Quadros, respondendo à pergunta final, que é a mais importante: entre 4 semanas de trembolona agora e uma preparação completa de abril a julho, a segunda opção é a melhor. Os motivos: O seu eixo ainda está se recuperando. Testosterona total de 2,73 ng/mL com o mínimo do laboratório em 3,4, 25 dias depois do fim, é o retrato esperado de quem ainda está voltando. Entrar com trembolona agora interrompe essa recuperação no meio. E trembolona sem uma base de testosterona é uma das combinações que mais dão problema: libido baixa, humor ruim, insônia e, na fase final de uma preparação, piora da sensação de cansaço. A pergunta sobre associar com Deposteron mostra que você percebeu isso. Mas aí já vira um ciclo novo inteiro, montado às pressas. Em 4 semanas, o ganho visual da trembolona num corpo já com 8% de gordura é pequeno, enquanto o risco não é. Ela costuma subir a pressão, piorar o perfil lipídico e o hematócrito e, somada à restrição de água e sódio da semana de pico, aumenta a carga sobre o coração exatamente no momento mais estressante. @Locemar resumiu bem: dá para usar, mas vai ser tudo improvisado. Uma preparação completa para julho permite deixar a recuperação acontecer agora, refazer os exames em 6 a 8 semanas, decidir com calma se vai haver ciclo e qual, e chegar no palco com um planejamento de verdade, em vez de remendar o que se perdeu desde dezembro. Se mesmo assim decidir competir agora, a opção de menor risco é subir com o shape que tem hoje, sem droga nova, focando em dieta, água e carboidrato da semana de pico. Um físico de 68,5 kg com 8% pode subir bem com isso. Se a preparação para julho incluir ciclo, o gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação com exames de controle e bloqueia cenários de risco alto. Ela serve como rascunho para discussão, não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
-
Durateston
@Carlos Jr121, dor que começa no segundo dia é bem comum com Durateston, como o @Locemar disse. Um dos ésteres dele, o propionato, é conhecido por irritar o músculo, e o deltoide, por ser pequeno, costuma doer mais que glúteo ou coxa. Normalmente a dor tem pico entre o segundo e o terceiro dia e melhora até o quinto ou sexto. O vermelhão é o ponto que merece atenção, porque a irritação comum quase sempre dói, mas fica pouco vermelha. Vale separar os dois cenários. Tende a ser só irritação: vermelhidão discreta, do tamanho de uma moeda, que não aumenta, sem calor forte no local e com dor que já começa a ceder no quarto dia. Sinais de infecção (celulite ou abscesso): vermelhidão que cresce de um dia para o outro (vale contornar a borda com caneta para comparar), pele quente, inchaço endurecido ou com ponto amolecido, dor que piora em vez de melhorar, febre ou calafrio. Qualquer um desses pede atendimento no mesmo dia. Abscesso não se resolve com compressa e às vezes precisa de drenagem e antibiótico. Enquanto isso, compressa morna e movimentar o braço ajudam na dor de irritação. Não aplique nada no mesmo local até a área voltar ao normal. Para as próximas aplicações, o que mais reduz o risco: produto de procedência farmacêutica, frasco e pele limpos com álcool 70% e secos antes da agulha, agulha nova para aspirar e outra para aplicar, e rodízio dos locais. Se o deltoide continuar doendo muito, o glúteo (quadrante superior externo) ou o vasto lateral da coxa costumam tolerar melhor. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
-
Dosagem oxandrolona?
@Belavaa, ficou sem resposta direta a pergunta sobre TPC, e há um ponto da dieta que vale ajustar. TPC em ciclo feminino: não existe protocolo estabelecido e, na prática, não se usa. O eixo hormonal feminino também é suprimido pela oxandrolona, mas ele se recupera sozinho depois que a droga sai, e o sinal dessa volta é o ciclo menstrual normalizar. Tamoxifeno e clomifeno, comuns na TPC masculina, não ajudam e podem desregular a ovulação. Se a menstruação não voltar ao normal em até 3 meses depois do fim, vale avaliação ginecológica. Sobre a dose, a sua desconfiança com os 20 mg estava certa. @Kami Back e @Foston foram na mesma linha: começar com 5 mg e só subir se não houver nenhum sinal de virilização. Aos 19 anos, rouquidão, voz mais grave, pelos novos no rosto, acne forte ou aumento do clitóris são sinais para parar na hora, porque a voz em especial pode não voltar. Usar um método contraceptivo confiável durante o ciclo também é indispensável. Um ajuste de expectativa: a oxandrolona não tira gordura localizada. Nenhum esteroide escolhe de onde a gordura sai. A flacidez nas pernas depois de um emagrecimento grande costuma ser uma mistura de gordura que ainda falta perder com pele que perdeu firmeza. O treino de inferiores três vezes por semana, como já está, com progressão de carga, é o que mais muda isso. Na dieta, 200 g de proteína com 63 kg dá mais de 3 g por quilo, bem acima dos 1,6 a 2,2 g por quilo em que a evidência mostra o benefício máximo para massa magra. Proteína a mais não faz mal, mas ocupa calorias que fariam falta como carboidrato em quem treina 6 dias por semana, com cardio. Trocar uns 50 a 60 g de proteína por carboidrato, mantendo as calorias, tende a melhorar o rendimento no treino sem atrapalhar o cutting. Para achar a faixa de proteína ideal para o seu peso e objetivo, a calculadora de proteína diária do site faz essa conta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/proteinas-diarias/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
-
Muitas espinhas depois de ciclo de esteroides: o que tomar para melhorar a pele?
@Enayal, o Androcur (acetato de ciproterona) funciona contra a acne porque bloqueia a ação dos androgênios na glândula sebácea, mas tem alguns pontos que valem saber antes de começar. Em 2020, a agência europeia de medicamentos (EMA) restringiu o uso da ciproterona em doses a partir de 10 mg por dia por causa do risco de meningioma, um tumor geralmente benigno das meninges que aumenta com a dose acumulada e com o tempo de uso. O comprimido de Androcur tem 50 mg. Para acne, a recomendação passou a ser reservar essas doses para quando outras opções falharam e usar pela menor duração possível. As formulações de 2 mg combinadas com estrogênio, como as pílulas usadas para acne, ficam em outra faixa de risco. Dois outros pontos práticos: Se for uma mulher em idade fértil, a ciproterona exige anticoncepção confiável, porque pode feminizar um feto do sexo masculino. Se for um homem, o efeito antiandrogênico é forte: queda de libido, disfunção erétil e risco de ginecomastia são comuns. Ela não costuma ser opção para acne masculina depois de ciclo. Também vale ajustar duas afirmações antigas do tópico. Ésteres injetáveis, como os de Durateston e nandrolona, não são hepatotóxicos como os orais 17-alfa-alquilados, a exemplo de oxandrolona, estanozolol oral e metildrostanolona. Já a isotretinoína pode elevar enzimas do fígado e triglicerídeos, e por isso combiná-la com oral pesado é uma má ideia, como o @Soul. alertou. Depois que o ciclo termina e os exames estão normais, ela volta a ser uma opção avaliada pelo dermatologista. E a acne não é "sempre infecção": a bactéria participa, mas o motor principal depois de ciclo é a oleosidade aumentada pelo androgênio. Quando entra antibiótico oral, as diretrizes atuais preferem doxiciclina por no máximo 3 a 4 meses, sempre junto com peróxido de benzoíla tópico para reduzir resistência bacteriana. Para quem está com acne depois do ciclo, a boa notícia é que a oleosidade costuma cair ao longo de algumas semanas a poucos meses, à medida que os hormônios voltam ao normal. Até lá, peróxido de benzoíla e um retinoide tópico, como adapaleno, resolvem boa parte dos casos leves e moderados. Para conferir mecanismo, doses e colaterais da ciproterona e dos outros fármacos citados, o orientador de fármacos do site resume isso por substância: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.