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Cláudio Chamini

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Tudo postado por Cláudio Chamini

  1. @OvelhanegradoTI, dá para começar bem com a sala do prédio. Halteres de até 10 kg e uma estação multifuncional resolvem os primeiros meses de quem está voltando, desde que o treino seja organizado. A academia que @Kami Back e @davidevh sugeriram ajuda principalmente no aprendizado da execução, e vale como passo seguinte quando der. Mas a falta dela não é motivo para esperar. Para os seus 40 a 50 minutos de manhã, um corpo inteiro três vezes por semana funciona melhor que dividir por grupo muscular. Um exemplo: Agachamento com halteres ou agachamento búlgaro, com o pé de trás apoiado num banco, que fica pesado mesmo com 10 kg. Supino na estação ou flexão de braço. Remada unilateral com halter, apoiado num banco. Desenvolvimento de ombro na estação ou com halteres. Stiff com halteres, para posterior de coxa e glúteo. Prancha no final. Três séries de cada, de 8 a 15 repetições. Quando 15 ficar fácil com a carga máxima, avance de outro jeito: mais repetições, descida mais lenta em três segundos ou a versão unilateral. É assim que se progride com peso limitado. Nos outros dias, a corrida volta a entrar. Fazer 5 km em 30 minutos é uma base boa, e ela retorna rápido. Na alimentação, eu não começaria cortando tudo. O que mais pesa é o hábito de biscoito e salgadinho e o fast food nos dias ruins. Algumas coisas práticas: Não deixe biscoito e salgadinho em casa. É muito mais fácil não comprar do que resistir com o pacote na mão. Inclua uma fonte de proteína barata em cada refeição: ovos, frango, sardinha em lata, carne moída, feijão. Ela dá saciedade e diminui a vontade de beliscar. Tenha um plano para os dias ruins. Se sair para comer, escolha antes o que vai pedir, e não dê para corrigir com fome. Um lanche com carne e sem refrigerante grande já muda muito o total da semana. Sobre esses dias em que você fica para baixo e a comida vira consolo: vale observar com que frequência acontece. Se a tristeza for frequente ou durar semanas, as unidades básicas de saúde e os serviços de psicologia das faculdades costumam oferecer atendimento gratuito ou barato. Cuidar disso também ajuda no peso. @Apollo Galeno deu o conselho mais útil: faça o treino antes de qualquer outra coisa do dia, porque à noite, depois da faculdade, ele não vai acontecer. Como dinheiro é a questão, o site tem um gerador de treino e um gerador de dieta gratuitos. Eles montam um plano de partida com o equipamento e os horários que você tem. O resultado é um rascunho para ajustar, não uma prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/treino/ e https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/dieta/
  2. @Grazielle leal, perder 4 cm em três meses sem mudar o peso não é falta de resultado. É sinal de recomposição: você perdeu gordura e ganhou algum músculo ao mesmo tempo, o que é comum na volta à academia. Medir a cintura e o quadril, como você já entendeu, mostra isso melhor que a balança. Os seus números também contam uma história diferente dos 39%. Cintura de 74 cm com quadril de 116 cm dá uma relação cintura-quadril perto de 0,64, bem baixa. Isso indica pouca gordura abdominal, a de maior risco para a saúde, com a gordura concentrada em quadril e coxas. A bioimpedância costuma errar bastante, para mais ou para menos, conforme hidratação, horário e ciclo menstrual. Por isso @davidevh achou que você não aparenta esse percentual. Uma avaliação por dobras cutâneas ou por circunferências dá um parâmetro mais confiável para acompanhar. A gordura de quadril e coxa é mesmo a que sai por último. Ela tem mais receptores que dificultam a mobilização, e por isso parece que nada muda. Mas ela responde ao déficit mantido com o tempo. O que eu ajustaria: Saia do ciclo de dietas muito restritivas. Anos de restrição pesada costumam reduzir o gasto calórico e aumentar a fome, e é isso que deixa a sensação de engordar com facilidade. Um déficit moderado, de 300 a 500 kcal, mantido por meses, rende mais que dietas duras e curtas. Anote tudo o que come por duas semanas, pesando os alimentos. É comum subestimar a ingestão, inclusive em dieta, e esse dado mostra onde ajustar. Proteína de 1,6 a 2 g por kg é ótima, mas o carboidrato muito baixo pode estar limitando o treino. Como @davidevh apontou, colocar carboidrato em volta do treino costuma melhorar o rendimento sem atrapalhar a perda de gordura. @Arnaldo Santos. também tem razão sobre incluir gordura boa. Musculação com foco em inferiores e glúteos, com carga subindo semana a semana, e passos diários. Sobre a oxandrolona, concordo com @Kami Back: ela não emagrece por si só. Nesse momento, ela acrescentaria risco de acne, queda de cabelo e alteração de voz sem resolver o que hoje limita o seu resultado. Organize a dieta primeiro e reavalie depois de alguns meses. Para conferir o percentual de gordura com um método mais estável que a bioimpedância, a calculadora por dobras cutâneas do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/calculadoras-percentual-gordura-corporal/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  3. @cold angel, a pergunta é válida, e a resposta técnica ajuda a decidir se vale a pena. Esteroides anabolizantes não queimam gordura de forma direta. O que eles fazem numa dieta é ajudar a preservar ou ganhar músculo enquanto você está em déficit. Por isso o corpo de quem usa fica mais definido. Mas a gordura sai pelo déficit calórico, com ou sem hormônio, e @Locemar tem razão nesse ponto. Existem estudos em que a oxandrolona reduziu gordura abdominal, mas o efeito é modesto, e esses estudos não foram feitos em quem estava começando a secar. Para quem nunca usou nada, a troca costuma ser desfavorável: o ganho extra na perda de gordura é pequeno, e os riscos são os de sempre. Colesterol HDL despenca, o fígado sofre com os orais, o eixo hormonal fica suprimido e, em mulheres, há o risco de efeitos que não voltam, como mudança de voz. Também tem uma questão prática: com BF alto, mais testosterona vira estradiol, e o resultado tende a sair pior do que o esperado. Se o objetivo é acelerar com o que você já tem, nutricionista e personal, esses são os pontos que mais fazem diferença: Proteína alta, perto de 1,6 a 2,2 g por kg, que preserva músculo no déficit e dá saciedade. Musculação com aumento de carga, e não só aeróbico. É o que garante que o peso perdido seja gordura. Passos diários. Caminhar no dia a dia costuma somar mais gasto do que o cardio da academia. Sono de sete horas ou mais, porque dormir mal aumenta a fome e reduz o rendimento no treino. Paciência com a taxa. Perder perto de 0,5 a 1% do peso por semana é rápido o suficiente sem sacrificar músculo. Se mais para frente você ainda quiser considerar um ciclo, @Apollo Galeno deixou o modelo de dados que ajuda a avaliar com segurança. Para calcular o déficit e a proteína com os seus próprios dados, a calculadora de cutting do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/cutting/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  4. @LEO_LEO, com nódulo rígido, sensível e crescendo semana a semana, você já não está numa situação de prevenção, e sim de tratamento de uma ginecomastia em formação. Isso muda a escolha da medicação. Para o tecido que já começou a se formar, o tamoxifeno é a opção com mais evidência. Ele bloqueia o receptor de estrogênio dentro da própria mama, e por isso age direto no nódulo. Nos estudos de ginecomastia recente e dolorosa, a regressão costuma acontecer com 20 mg por dia por cerca de três meses, e a maioria dos casos melhora. Os 40 mg que @davidevh citou também são usados, mas raramente acrescentam algo em relação a 20 mg, e somam mais efeito colateral. Para regredir, começar já faz diferença, porque o tecido mamário fibrosa com o tempo, e aí nenhum remédio resolve, só a cirurgia. O anastrozol, sozinho, tem desempenho pior nesse cenário. Ele reduz a produção de estradiol, mas não bloqueia o receptor na mama, e nos estudos de regressão da ginecomastia ele não superou o placebo. Ele faz sentido como complemento, para tirar o estradiol de 87 e evitar que o estímulo continue, e uma dose moderada como a que @Apollo Galeno sugeriu está nessa linha. Já zerar o estradiol, com letrozol ou com anastrozol em excesso, não é o objetivo. Estradiol zerado derruba libido, resseca articulações e piora o colesterol, e não acelera a regressão. Mexer no ciclo é uma alternativa real e subestimada. Masteron e primobolan não aromatizam, então praticamente todo o estradiol vem dos 500 mg de enantato. Reduzir a testosterona já tira parte do combustível do problema. Sobre a TPC, o HCG e o tamoxifeno fazem sentido. O proviron não ajuda a recuperar o eixo. Ele é um androgênio que mantém a supressão, então eu não o incluiria nessa fase. Repita o estradiol de duas a três semanas depois de ajustar, e acompanhe o nódulo pelo tamanho e pela sensibilidade. Se ele não regredir em dois a três meses de tratamento, ou se ficar duro e indolor, uma ultrassonografia de mama com mastologista ou cirurgião plástico ajuda a confirmar se ainda há chance de regressão. Para comparar mecanismo, dose e colaterais do tamoxifeno, do anastrozol e do letrozol, o orientador de fármacos do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  5. @Marcelo Amaral, procurar o nutricionista foi o passo certo, e o intestino ter regulado em uma semana mostra que a rotina já está fazendo diferença. O detalhe que mais pesa no seu caso, e que quase ninguém comentou, é o trabalho de madrugada. Quem trabalha à noite tem mais dificuldade para perder gordura, mesmo comendo a mesma coisa, por dois motivos. O corpo lida pior com carboidrato e gordura no meio da madrugada, porque a sensibilidade à insulina cai à noite. E o sono diurno costuma ser mais curto e mais picado, o que aumenta a fome no dia seguinte e diminui a disposição para treinar. Algumas coisas ajudam muito: Concentre as refeições maiores no começo do turno e logo depois de acordar. Entre 2h e 5h da manhã, prefira algo leve e proteico, como iogurte, ovos, frango ou um shake, em vez de prato cheio de arroz ou massa. Proteja o sono como parte da dieta. Quarto escuro de verdade, com cortina blackout ou máscara, horário fixo de dormir mesmo nas folgas, sempre que der, e óculos escuros no caminho de volta para casa se o sol estiver forte. Sete horas de sono contínuo fazem mais pela barriga do que qualquer termogênico. Use cafeína no início do turno, não perto do fim. Café ou cafeína nas últimas seis horas antes de dormir atrapalha justamente o sono que já é frágil. Sobre comer de 3 em 3 horas, @davidevh e os outros têm razão: não é obrigatório. O que define a perda de gordura é o total do dia. Se fracionar te ajuda a controlar a fome e o intestino, ótimo, mas não precisa ser regra. Da mesma forma, trocar whey por albumina de manhã faz pouca diferença no resultado. Sobre o termogênico, concordo com @davidevh: o efeito deles na perda de gordura é pequeno, e o efeito colateral que mais aparece é piorar o sono. Para quem já dorme de dia, esse costuma ser o pior negócio. Como @Kami Back e @Locemar disseram, o caminho é baixar bem o BF antes de pensar em ciclo. Se digitar a dieta aqui, como @Apollo Galeno pediu, dá para ajustar a distribuição para o seu turno. Para saber o seu gasto calórico real e o tamanho do déficit, a calculadora de TDEE do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/tdee/
  6. @Rosi Lozano, a pergunta sobre usar o Androgel para sempre depende de um dado que ainda falta: em que nível a sua testosterona está com essa dose. E aqui vale um alerta sobre a dose em si. O sachê de 50 mg é a dose diária pensada para homem. Em dias alternados, isso dá 25 mg aplicados por dia, em média. Mesmo com a pele absorvendo só uma parte, o resultado fica várias vezes acima do que ovários e adrenais produzem. As doses estudadas em mulheres ficam perto de um décimo do sachê masculino. O próprio tópico mostra o efeito: @Cosminha relatou testosterona total de 700 com um sachê de 50 mg por dia, e a referência feminina da maioria dos laboratórios fica abaixo de 70. Sentir-se muito mais disposta é real e esperado. O problema é que voz mais grave, aumento do clitóris e queda de cabelo podem aparecer sem aviso e não voltam. Por isso, o exame de controle é mais urgente do que os dois meses que você planejou. Dose testosterona total e livre de duas a quatro semanas depois de começar, sempre no mesmo intervalo depois da aplicação. Se vier acima da faixa feminina, a dose está alta, mesmo sem sintoma nenhum. Sobre o uso contínuo, @Foston tem razão em que ele pode ser mantido com acompanhamento, mas isso vale para dose de mulher, que mantém o nível dentro da faixa feminina. Os estudos de segurança em mulheres cobrem poucos anos, e o acompanhamento precisa incluir perfil lipídico, hemograma e o exame físico para sinais androgênicos. Em dose masculina, a resposta seria outra. Sobre a progesterona transdérmica para a endometriose: a absorção dos cremes de progesterona é irregular, e a eficácia deles para endometriose é pouco estudada. Vale confirmar com a ginecologista se esse é o tratamento que ela pretende manter, ou se um progestágeno com mais evidência faria mais sentido no seu caso. @Paula Marc, sobre a diferença percebida: nos estudos com mulheres, a melhora de desejo e disposição costuma aparecer ao longo das primeiras semanas. As recomendações sugerem reavaliar depois de algumas semanas e parar se não houver benefício em até seis meses. Se aparecer em poucos dias, geralmente é sinal de dose alta. No tópico de @Amanda Karen, que também tem endometriose e pensou em usar o mesmo sachê, deixei a conta completa da dose: https://fisiculturismo.com.br/forums/topic/116172-endometriose-e-androgel/?do=findComment&comment=1066592 Para simular um protocolo com exames de controle e limites de segurança para mulheres, o gerador de protocolo hormonal do site ajuda como rascunho para discutir com o médico, não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  7. @Jess25, a resposta curta é sim: 20 mg desde o começo é muito para um primeiro ciclo feminino. As doses mais usadas por mulheres ficam entre 5 e 10 mg por dia, e mesmo nessa faixa já existe risco de acne, queda de cabelo e alteração de voz. Com 20 mg, esse risco sobe bastante, e alguns desses efeitos não voltam depois que você para. Sobre dissolver a cápsula na garrafa de água, eu não faria, e o motivo é químico. A oxandrolona praticamente não dissolve em água. O pó não se distribui no líquido, ele fica em suspensão por alguns segundos e depois assenta no fundo ou gruda na parede da garrafa. Na prática, cada gole leva uma quantidade diferente, e você nunca sabe quanto tomou. A ideia de @Arnaldo Santos. faz sentido para uma substância solúvel, mas não para essa. Abrir a cápsula e tentar repartir o pó a olho tem o mesmo problema, porque é impossível separar 5 mg com precisão sem balança analítica. O caminho mais simples é pedir à farmácia de manipulação que faça cápsulas de 5 mg. Se o produto é manipulado, a farmácia consegue manipular na dose certa, e isso resolve o problema de raiz. Guarde as de 20 mg ou descarte. Mais dois pontos que valem a pena: Com 25% de gordura e a dieta ainda sendo organizada depois das festas, como @davidevh notou, a dieta vai fazer muito mais pelo seu objetivo do que a oxandrolona. Muita gente nessa situação perde gordura e ganha massa magra só ajustando calorias e proteína, principalmente com nove meses de treino. Vale fazer pelo menos dois ou três meses de dieta bem feita antes, e aí reavaliar se o ciclo ainda faz sentido. Se não usa método anticoncepcional, vale usar durante o ciclo. Os androgênios podem atrapalhar a ovulação, mas não protegem com segurança, e a exposição numa gravidez pode virilizar o feto. E, como @davidevh lembrou, manipulado de origem pouco conhecida pode vir com dose diferente da do rótulo, para mais ou para menos. Mais um motivo para começar baixo e observar. Para montar o déficit e a proteína de quem quer perder gordura e ganhar massa ao mesmo tempo, a calculadora de recomposição corporal do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/recomposicao-corporal/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  8. @Maromba1990, antes da menstruação, o que mais me chama atenção no seu relato são dois sintomas que você citou quase de passagem: o aumento do clitóris e a voz mais rouca. Esses são os sinais de virilização que mais importam, porque podem ficar para sempre. A rouquidão é o primeiro aviso de que as cordas vocais estão engrossando. Se o uso continua, a voz mais grave costuma não voltar, mesmo depois de parar. O aumento do clitóris também tende a não regredir. Com esses dois sinais presentes, o mais seguro é suspender agora, e não esperar terminar as oito semanas. A dose explica isso. Como @Foston e @davidevh apontaram, 40 mg de oxandrolona por dia é muito para mulher, e o primobolan soma mais carga androgênica. Os seus ganhos foram mesmo expressivos, e @Sereiafit tem razão sobre o shape, mas eles vieram junto com o preço. Sobre a menstruação, o primeiro passo é um teste de gravidez, de preferência beta-hCG no sangue, antes de qualquer outra coisa. Os androgênios costumam suprimir a ovulação, mas isso não é anticoncepção confiável, e você está sem método há mais de 8 meses. Se houver gravidez, a exposição a androgênios pode causar virilização do feto. Por isso esse exame vem antes de tudo e precisa ser feito já. Se o teste vier negativo, a falta de menstruação tem duas causas prováveis que se somam. A primeira são os próprios esteroides, que desligam o comando hormonal do ciclo. A segunda é o treino todos os dias, sem descanso, junto com cardio em jejum e dieta restrita, que por si só pode parar a ovulação. Nesse caso, depois de suspender, a menstruação costuma voltar, mas pode levar alguns meses, como @Foston disse. Sobre o tamoxifeno citado por @Apollo Galeno: ele pode induzir ovulação, e é justamente por isso que aumenta a chance de engravidar sem método. Não é algo para usar por conta própria. Se for considerado, precisa de acompanhamento ginecológico. O que eu levaria à ginecologista: o beta-hCG, além de LH, FSH, estradiol, prolactina, testosterona total, TSH, perfil lipídico e enzimas do fígado. Também levaria o relato completo do que você usou e dos sintomas de voz e clitóris. Se a rouquidão persistir depois de parar, vale também uma avaliação com otorrino ou fonoaudiólogo. Se um dia voltar a ciclar, a lição deste ciclo é a mesma que @Sereiafit e @Foston deram: dose menor por mais tempo, sem empilhar compostos, e parar ao primeiro sinal na voz. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  9. @Skoolw, trocar o deca, dura e trembolona por algo mais simples já foi um bom passo, e a sua desconfiança da bioimpedância também faz sentido. Um esclarecimento sobre a avaliação: os 14 que aparecem como gordura visceral na bioimpedância não são percentual de gordura. A maioria dessas balanças mostra um índice de gordura visceral numa escala própria, e acima de 10 a 12 isso costuma indicar excesso de gordura abdominal. Somado ao IMC de 31 e à cintura que deve acompanhar esse peso, o seu percentual real deve estar bem acima de 14%, que era a dúvida de @davidevh. Isso muda a estratégia: com mais gordura há mais aromatização, e a sensibilidade no mamilo que você teve no primeiro ciclo tende a voltar. Sobre o ciclo novo de 8 semanas com durateston 500 mg e stano 100 mg em dias alternados: A testosterona sozinha já entrega quase tudo que você quer em massa de qualidade. O stano, nessa dose, derruba bastante o HDL, pesa nas articulações e é um dos que mais pioram a acne, que foi justamente o seu colateral mais forte da outra vez. Para quem quer ganho de massa com BF alto, ele acrescenta pouco e soma o colateral que mais te incomodou. Como você teve sensibilidade no primeiro ciclo, deixe estradiol nos exames de base e de novo por volta da quarta semana, e já tenha definido com o médico o que fazer se a sensibilidade voltar. Melhor do que reagir no susto. Para a acne nas costas, vale voltar ao dermatologista antes de começar e não no meio do ciclo, já com um plano tópico pronto. A ideia da trembolona tinha um problema extra para você: ela prolonga a supressão, complica a TPC e sobe a prolactina. Aos 35 anos, como @davidevh lembrou, a recuperação do eixo tende a ser mais lenta, e manter o protocolo simples ajuda nisso. Duas coisas fora do ciclo que pesam mais do que parece. O tribulus não aumenta testosterona em homens nos estudos, então pode cortar esse gasto. O BCAA também é dispensável para quem já toma whey e come proteína suficiente. E a dieta da rua é o maior limitador do resultado: com almoço irregular, o ciclo vira retenção e gordura. Levar marmita ou escolher no restaurante um prato com carne, arroz e salada já resolve boa parte. Antes de começar, faça hemograma, perfil lipídico, TGO, TGP, testosterona total e livre, estradiol, LH, FSH, prolactina e PSA. Depois poste as fotos, como @Apollo Galeno pediu, que dá para afinar o resto. Para simular o protocolo com exames de base, TPC e controle, o gerador de protocolo hormonal do site ajuda. É um rascunho para ajustar com acompanhamento, não uma prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  10. @tina_bc, você pediu opinião sincera sobre tudo, então vou por partes, começando pelo ponto que mais pesa. O gel de testosterona a 3% é o item que eu revisaria primeiro. Um puff não diz quanto hormônio você aplica. Isso depende do volume que a válvula libera, e é a primeira pergunta a fazer para a farmácia: quantos miligramas saem em cada acionamento. Para comparar, os cremes desenhados para mulheres usam algo perto de 5 mg de testosterona aplicados por dia, em concentração de 1%, justamente para manter o nível dentro da faixa feminina. A 3%, um acionamento comum pode passar bem disso. A conta de @Foston aponta na mesma direção: uma concentração pensada para homem fica alta demais para mulher. O jeito objetivo de saber é dosar a testosterona total umas três a quatro semanas depois de começar. Se passar da referência feminina do laboratório, a dose está alta, mesmo sem sintoma. Por isso concordo com a ideia de não começar com as duas coisas juntas. Começando só com a oxandrolona, se aparecer acne, queda de cabelo ou mudança na voz, você sabe de onde veio. Discordo apenas de deixar a testosterona como cruise depois. Na mulher, a oxandrolona não deixa um buraco hormonal a ser coberto, e emendar uma na outra só prolonga a exposição androgênica. O esquema de oxandrolona da sua médica, de seis semanas com pico de 15 mg, é curto e controlado. Os 15 mg ficam na parte alta do que se usa em mulheres. Se a ideia de no máximo 10 mg por 8 semanas for discutida com ela, eu acho mais prudente. Sobre o manipulado, eu não conheço base sólida para um número como 85% de falha. O risco de subdose ou troca existe e é maior que no industrializado, mas um número desses precisa de fonte. Na dieta, eu discordo um pouco das críticas. Somando as refeições, a proteína passa de 2 g por kg, o que é bom. O ponto fraco é o lanche da manhã só com fruta, onde caberia um iogurte ou um shake. As calorias parecem perto da manutenção, adequadas para começar. No treino, @Joaninha tem razão. Faltam ombros, que não aparecem em nenhum dia. As costas ficam só com puxadas, sem nenhuma remada. E agachamento livre e levantamento terra, que dão a base de força, não aparecem. Os inferiores, quatro vezes por semana, estão bem cobertos, mas os superiores pedem uma reorganização com remada, desenvolvimento e elevação lateral. Para remontar a divisão com ombros e costas completos, o gerador de treino do site ajuda como ponto de partida para ajustar: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/treino/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  11. @FranGrupioni, indo direto à pergunta: com pele oleosa e tendência a espinhas, a chance de acne com oxandrolona é real, e a conta do calendário não ajuda. Os androgênios agem direto nos receptores da glândula sebácea, e ela passa a produzir mais sebo. É por isso que, como @Joaninha e @Foston explicaram, os derivados de DHT, como a oxandrolona, estão entre os que mais dão acne. Depois de parar, a oleosidade costuma voltar ao normal em algumas semanas, porque a oxandrolona sai rápido do corpo. Mas as lesões já formadas levam semanas para cicatrizar, e as manchas escuras que elas deixam, comuns em quem tem acne inflamada, podem durar meses. Se a acne vier forte em fevereiro, existe uma chance concreta de as marcas ainda aparecerem nas fotos de maio. @Locemar tocou exatamente nesse ponto. A isotretinoína, que resolveu o caso de @davidevh, não é saída de curto prazo aqui. Ela exige meses de tratamento, pede anticoncepção rigorosa porque causa malformação no bebê e também pesa no fígado e nos lipídios. Não combina com ciclo nem com uma data marcada. O ponto que mais me preocupa no plano, porém, é a dose. Chegar a 30 mg por dia é alto para mulher. As faixas usadas por mulheres costumam ficar bem abaixo disso, e a partir daí cresce o risco de efeitos que não voltam, como voz mais grave e aumento do clitóris. Manipulado também não garante o que está na cápsula. Sobre a estagnação, vale olhar antes o que está ao alcance sem nada: Com 100 g de carboidrato por dia e jejum, é provável que você esteja em manutenção ou em déficit. Isso basta para manter, mas dificulta ganhar. Subir o carboidrato nos dias de treino e chegar perto da manutenção calórica costuma destravar o ganho. O treino de pernas está dividido em dois dias, o que é bom, mas cada grupo é treinado só uma vez por semana. Treinar glúteo e posterior duas vezes, com aumento de carga registrado semana a semana, tende a render mais que um ciclo curto. Celulite tem muito a ver com a estrutura da pele e com o percentual de gordura. Nenhum esteroide resolve isso de forma confiável. Se depois do casamento você decidir pelo ciclo, comece pela menor dose, sem escalonar até 30 mg, e com exames antes. Para simular um protocolo com exames e limites de segurança, o gerador de protocolo hormonal do site ajuda como rascunho, não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  12. @Josephd, pode ficar tranquilo: albumina e maltodextrina nessas proporções não fazem mal nenhum. A albumina é clara de ovo desidratada e pasteurizada, e a maltodextrina é só carboidrato de absorção rápida. Duas doses por dia, com leite e fruta, é um uso bem razoável para quem passa o dia fora. Fiz a conta aproximada da sua mistura, como @Lobeca e @Batata... sugeriram. Os valores variam um pouco conforme a marca de cada ingrediente, principalmente a farinha de amendoim: O pote inteiro, com cerca de 4,1 kg, dá algo perto de 15.800 kcal, 890 g de proteína, 2.480 g de carboidrato e 230 g de gordura. A cada 100 g de mistura são aproximadamente 385 kcal, 22 g de proteína, 61 g de carboidrato e 5 g de gordura. Uma dose de 100 g com 300 ml de leite integral e uma banana chega perto de 650 kcal e 32 g de proteína. Duas doses por dia somam uns 1.300 kcal, o que para 59 kg e 1,74 m ajuda bastante no ganho de peso, desde que almoço, jantar e café continuem como base, que é o que você já faz. Dois ajustes para a próxima mistura, na linha do que @Batata... falou: Trocar o achocolatado por cacau em pó. O achocolatado é quase todo açúcar, e entre ele e a maltodextrina perto de 40% do carboidrato do pote vem de açúcar simples. Cacau mais um pouco de mel ou banana resolve o sabor. A maltodextrina não é vilã, mas a aveia já entrega carboidrato de sobra. Dá para reduzir ou tirar e colocar a mesma quantidade de aveia, ou parte em pasta ou farinha de amendoim para subir a gordura boa. Uma dica prática para a rua: leve a mistura seca na coqueteleira e coloque o leite só na hora. Leite batido fora da geladeira por muitas horas estraga, e o pó seco aguenta o dia inteiro. O hipercalórico de @Arnaldo Santos., com sementes e farinhas variadas, é uma boa referência para quando quiser mais fibra e micronutrientes. E, como @Apollo Galeno resumiu, o que mais importa na sua fase é comer de forma consistente. Para saber quantas calorias você precisa por dia para ganhar peso sem exagerar na gordura, a calculadora de bulking do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/bulking/
  13. @poseidon13, parar foi a decisão certa, e @Locemar tinha razão em desconfiar que não era só cafeína. O rótulo do Black Viper soma vários estimulantes: cafeína anidra, sinefrina do citrus aurantium, extrato de efedra, feniletilamina e, nas versões mais antigas, ioimbina. Cada um sobe a frequência cardíaca e a pressão por um caminho um pouco diferente, e juntos o efeito se soma. Por isso você sentiu tanta diferença em relação aos pré-treinos de 240 mg de cafeína, e por isso abrir a cápsula e tomar metade reduz, mas não muda a natureza da combinação. Uma pressão de 16 por 10 já está na faixa em que não vale insistir. O próximo passo é descobrir se ela volta ao normal sem o produto: Fique alguns dias sem nenhum estimulante, inclusive pré-treino e excesso de café. Meça a pressão sentado, depois de cinco minutos em repouso, com o braço apoiado na altura do coração e com manguito do tamanho certo, já que braço grande com manguito pequeno dá leitura falsamente alta. Faça duas medidas de manhã e duas à noite por uma semana. Se, mesmo sem nada, continuar acima de 14 por 9, vale procurar um médico, porque pode existir uma hipertensão que o termogênico só desmascarou. Procure atendimento na hora se sentir dor ou aperto no peito, falta de ar, palpitação forte, dor de cabeça muito intensa ou alteração na visão. Pressão a partir de 18 por 12 com esses sintomas também é motivo de emergência. Para o treino, se quiser um estimulante, cafeína isolada em dose conhecida é muito mais previsível: algo entre 3 e 6 mg por kg, começando pelo menor valor. @Kami Back passou pelo mesmo com outro produto do tipo, e o padrão se repete, porque essas fórmulas são feitas para dar sensação forte, não para ser seguras. @davidevh também tem razão: um bom treino não depende disso. Para conferir dose, mecanismo e nível de evidência de cada estimulante isolado, o orientador de suplementos do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/suplementos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  14. @Amanda Karen, o dado mais importante deste tópico está na dose que você pensou em usar, e vale corrigir antes de qualquer outra coisa. Um sachê de Androgel de 50 mg é a dose diária pensada para homem. Usar um sachê em dias alternados dá, em média, 25 mg por dia. O ovário e as adrenais produzem, juntos, uma fração de miligrama por dia. As doses estudadas em mulheres ficam perto de um décimo do sachê masculino, para manter a testosterona dentro da faixa feminina. Com 25 mg por dia, o nível vai muito acima disso, e o risco de efeitos permanentes, como voz mais grave, aumento do clitóris e pelos no rosto, passa a ser alto. A melhora de libido e disposição que você sentiu nos dois meses é real, mas não indica que a dose estava segura. O mesmo raciocínio vale para a sugestão de @AnabolLecter. 25 mg de durateston por semana também passam da faixa feminina, porque os ésteres curtos da mistura dão picos altos nos primeiros dias. Guardar o resto do óleo na seringa por semanas ainda aumenta o risco de contaminação e de abscesso. Sobre o anticoncepcional, @Foston está certo no mecanismo. O etinilestradiol dos anticoncepcionais combinados aumenta muito a SHBG, que prende a testosterona, e a fração livre cai. A sua testosterona livre de 0,08 ng/dl combina com isso, e a queda de libido com pílula é bem documentada. Já a ideia de que o Mirena manteria a libido baixa pelo mesmo motivo não se sustenta tão bem. O DIU de levonorgestrel age principalmente dentro do útero, tem pouca ação no resto do corpo e não sobe a SHBG como a pílula combinada. Muitas mulheres continuam ovulando com ele. Para quem tem endometriose e quer sair da pílula, ele costuma ser uma troca que ajuda na libido, e vale reavaliar depois de alguns meses antes de pensar em testosterona. A gestrinona, que @Foston e @Apollo Galeno citaram, é de fato usada para endometriose, mas é androgênica. Oleosidade, acne e, em uso longo ou dose alta, virilização fazem parte do pacote, e essa decisão pede acompanhamento ginecológico de perto. Se, depois da troca, a libido continuar baixa, existe tratamento com testosterona para mulheres. Ele é feito em dose de mulher, com dosagem antes e durante, por um médico que trabalhe com isso. Concordo com @Locemar que a resistência de muitos médicos atrapalha, mas a saída é procurar um ginecologista ou endocrinologista que trabalhe com hormônios, e não usar dose de homem por conta própria. @Paula Marc, sobre o tempo de efeito: nos estudos, a melhora de desejo costuma aparecer ao longo das primeiras semanas. As recomendações sugerem avaliar a resposta depois de algumas semanas e suspender se não houver benefício em até seis meses. Para simular um protocolo e ver quais exames e limites de segurança entram no caso de uma mulher, o gerador de protocolo hormonal do site ajuda como rascunho para levar ao médico, não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  15. @Marcelo Perini, a pergunta é legítima e o tópico rendeu relatos úteis, mas falta uma informação técnica importante: o aumento do clitóris causado por androgênio costuma ser permanente. Ele não volta ao tamanho anterior quando o hormônio é suspenso, ao contrário do que @Joaninha comentou. Isso coloca a decisão num patamar diferente de um ciclo qualquer. A oxandrolona, mesmo sendo dos esteroides menos androgênicos, causa crescimento do clitóris em parte das mulheres, sobretudo com dose mais alta ou uso longo. O problema é que não dá para escolher só esse efeito. Vêm juntos, e às vezes primeiro, outros efeitos que também podem ser irreversíveis: engrossamento da voz, pelos no rosto, acne, queda de cabelo e alteração menstrual. A oxandrolona também derruba o HDL e pesa no fígado. Como @Sereiafit lembrou, a resposta varia muito de pessoa para pessoa, e ninguém sabe antes em qual grupo vai cair. O ponto central é o que @Foston e @Apollo Galeno disseram: é uma decisão que só a sua esposa pode tomar, informada e por vontade própria. Ninguém consegue prever como ela vai se sentir com uma mudança permanente no próprio corpo. Se o objetivo de vocês é mais prazer e mais orgasmo, existem caminhos mais diretos e sem esse custo: Clitóris "escondido" sob o capuz é uma variação anatômica normal, e o tamanho tem pouca relação com a capacidade de ter orgasmo. O que mais pesa é estímulo adequado, tempo, comunicação e ausência de dor. @Locemar tocou num ponto real: muita dificuldade de orgasmo se resolve na dinâmica do casal, não no corpo dela. Quando há queda de desejo de verdade, existe tratamento com testosterona para mulheres, com estudo e consenso médico, principalmente na pós-menopausa. Ele usa doses que mantêm o nível na faixa feminina, justamente para evitar virilização. É algo para conduzir com ginecologista ou endocrinologista, com exames antes e durante. É isso que @Joaninha descreveu como modulação acompanhada, e esse é o caminho com mais respaldo. Dor na relação, secura, ou dificuldade de orgasmo que já existia antes merecem avaliação ginecológica e, muitas vezes, terapia sexual. Esse é o tratamento com melhor resultado para anorgasmia. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  16. @Pedro amaral, os pontos em si quase nunca são o problema. O que pede cuidado depois de tirar um siso é o coágulo que se forma dentro do alvéolo, o buraco onde ficava o dente. Ele protege o osso e é a base da cicatrização. Se ele se solta, aparece a alveolite, que é a complicação mais comum e costuma surgir entre o segundo e o quarto dia. Esforço pesado aumenta a pressão arterial e a pressão na cabeça, principalmente quando você prende a respiração para levantar a carga. Nos primeiros dois a três dias, isso pode fazer o local voltar a sangrar e atrapalhar o coágulo. Na segunda-feira você vai estar no quarto dia, então a liberação do dentista faz sentido, e @Locemar resumiu bem: depende da intensidade. Na prática, nessa primeira semana: Treine com cargas moderadas, longe da falha, e sem prender a respiração. Solte o ar durante o esforço. O agachamento pode entrar, mas leve. Deixe para depois da retirada dos pontos o agachamento pesado, o terra e qualquer série em que você trave a mandíbula e faça força máxima. Evite canudo, cuspir com força e bochechar com vigor, porque a sucção e a pressão na boca também soltam o coágulo. Pare e fale com o dentista se voltar a sangrar depois do treino, ou se a dor piorar a partir do terceiro dia em vez de melhorar, principalmente se irradiar para o ouvido e vier com mau gosto ou mau hálito. Esse é o quadro típico de alveolite. Depois que tirar os pontos e a gengiva estiver fechando bem, pode voltar ao treino normal. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  17. @scoth e @Bigão fizeram a pergunta certa, e a resposta é não: não existe base para isso funcionar. O Acnase combina enxofre e peróxido de benzoíla, que agem na pele contra a bactéria e a oleosidade da acne. Nenhum dos dois chega ao tecido mamário nem muda o tamanho da glândula, como @Bruce Slajvic explicou. O efeito que @Leo Saltiel descreveu tem outra explicação. A aréola tem músculo liso próprio, que se contrai com frio, toque ou irritação. É por isso que, no frio, o mamilo fica menor e mais firme e a região parece mais plana. Um creme irritante pode provocar a mesma contração momentânea, mas a glândula embaixo continua igual. Usado todo dia numa pele fina como a da aréola, o peróxido costuma causar ardência, descamação e dermatite. Para quem chega aqui procurando solução sem cirurgia, o primeiro passo é saber o que existe ali: Ginecomastia verdadeira é tecido glandular. Dá para sentir um disco firme, elástico, logo atrás da aréola, às vezes sensível. Lipomastia é gordura. É mole, sem disco definido, e se espalha pelo peito todo. Parece ser o caso de @rubens_souza, que já foi mais gordinho e sente sobras de 1 a 2 cm. O que funciona em cada caso: Na lipomastia, o tratamento é perder gordura e treinar peito. Mamilo maior e saliente pode ser só da pessoa, ou sobra de pele depois do emagrecimento, e aí treino e dieta ajudam, mas nem sempre resolvem tudo. Na ginecomastia recente, com menos de alguns meses e ainda sensível, existe chance de regressão com tratamento médico, por exemplo tamoxifeno, que é usado fora de bula para isso, depois de investigar a causa. Quando o tecido já fibrosou, depois de um ano mais ou menos, nenhum remédio ou creme faz regredir, e a solução é a cirurgia, que retira a glândula e muitas vezes inclui lipoaspiração. Antes de qualquer coisa, vale entender a causa: uso de hormônio, remédios, estradiol, prolactina, função do fígado e da tireoide e, nos jovens, ginecomastia da puberdade, que costuma regredir sozinha. Para saber se ainda há gordura sobrando no peito, a calculadora de percentual de gordura por dobras do site ajuda a medir: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/calculadoras-percentual-gordura-corporal/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  18. @Alan184, dos três, a creatina é o único que muda alguma coisa de verdade, e é também o mais barato por mês. Creatina monoidratada é um dos suplementos mais estudados que existem. Ela melhora o desempenho em séries curtas e pesadas e, com o tempo, ajuda no ganho de massa magra. A dose é de 3 a 5 g por dia, todo dia, em qualquer horário. A fase de saturação não é necessária. Nas primeiras semanas é normal ganhar 1 a 2 kg de água dentro do músculo, o que não é gordura. O hipercalórico com maltodextrina não traz nada além de calorias, principalmente carboidrato barato. Com 4.000 kcal só de comida, ele não resolve nenhuma carência. Ele só soma calorias numa fase em que, como @davidevh disse, a gordura já subiu mais do que deveria. O whey é praticidade: ajuda a fechar a proteína quando a comida não dá conta, mas não faz o músculo crescer mais do que a mesma proteína vinda da comida. Sobre a linha do peitoral: boa parte do desenho do peito, principalmente o contorno inferior e a separação no meio, só aparece com menos gordura. O que dá para fazer agora é dar mais atenção à porção superior, com supino inclinado e crucifixo inclinado, que costuma ser o ponto fraco e melhora bastante o visual quando você secar. No outro tópico deixei uma análise mais completa do seu bulking, com calorias, frequência de treino e o ponto da cintura: https://fisiculturismo.com.br/forums/topic/116652-bulking/?do=findComment&comment=1066578 Para confirmar a dose de creatina pelo seu peso, a calculadora de creatina do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/creatina/
  19. @augustokuntze, sair de 102 kg com 29% para 89,6 kg com 16,7% em seis meses é um resultado muito bom, e mostra que treino, dieta e descanso estão funcionando. Vale guardar esse dado, porque ele pesa na decisão do ciclo. Nos primeiros um a dois anos de treino, o corpo responde rápido sem nada, e você ainda está em recomposição: perdendo gordura e ganhando músculo ao mesmo tempo, o que fica bem mais difícil depois. É isso que @davidevh quis dizer: o ciclo rende mais em quem já esgotou boa parte do ganho natural, e um ciclo agora antecipa um resultado que, em boa parte, viria de graça. Também não existe um BF mágico para liberar o ciclo. Os 10 a 12% que @Lobeca sugeriu são uma referência boa, porque com menos gordura há menos aromatização e fica mais fácil enxergar o que é músculo novo. Mas a diferença entre 16 e 12% é menos importante que o tempo de treino. Se a decisão já está tomada, aqui vão os pontos técnicos das duas opções que você montou: Para primeiro ciclo, o mais seguro é só testosterona. Usando uma única droga, se aparecer colateral, você sabe de onde veio, e descobre como o seu corpo responde à aromatização, à pressão e ao hematócrito. Para quem nunca usou nada, testosterona sozinha numa dose moderada já entrega muito resultado. Oito semanas é pouco para o cipionato. Um éster longo leva umas três a quatro semanas para estabilizar o nível no sangue, então metade do ciclo seria subindo. Para esse éster, 10 a 12 semanas fazem mais sentido. Ésteres curtos, como o propionato, encurtam essa espera, mas pedem aplicação a cada dois dias. Deca 400 mg em oito semanas não combina. A nandrolona também tem éster longo, demora a agir, mexe com a prolactina e prolonga a supressão na hora da TPC. Na mesma dose da testosterona, ainda aumenta o risco de queda de libido. Stano oral 50 mg por dia é uma dose alta para estreia. Ele derruba o HDL com força, pesa no fígado e não acrescenta nada que a testosterona sozinha não entregue num primeiro ciclo, ainda mais com 16% de BF, quando o efeito seco quase não aparece. Antes de começar, faça exames de base: hemograma, perfil lipídico, TGO, TGP, testosterona total e livre, estradiol, LH, FSH, prolactina e PSA. Também deixe a TPC planejada antes da primeira aplicação, não no fim do ciclo. Para simular um primeiro ciclo com exames de base, TPC e exames de controle, o gerador de protocolo hormonal do site ajuda. A saída é um rascunho para ajustar com acompanhamento, não uma prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  20. @Mr-Ferreira, a cor amarelada e o aspecto oleoso, sozinhos, não dizem se o produto é bom ou ruim. Como @davidevh falou, stano oleoso existe. O stanozolol injetável original, o Winstrol Depot, é uma suspensão em água: aspecto leitoso, que decanta no fundo do frasco quando fica parado e precisa ser agitado antes de aspirar. O stanozolol, porém, dissolve mal em óleo. Para fazer a versão oleosa, o fabricante precisa de bastante solvente, como benzoato de benzila ou álcool benzílico em concentração alta, às vezes com outros cosolventes. A cor amarela ou âmbar costuma vir do óleo e desses solventes. Então a versão oleosa é possível, mas ela tem dois riscos típicos: aplicação mais dolorida pelo excesso de solvente e cristalização do hormônio no frasco, principalmente no frio. O que ajuda a avaliar o frasco na prática: Líquido límpido, sem partícula, fiapo ou turvação. Cristais no fundo indicam que o hormônio saiu da solução. Aquecer o frasco em banho-maria morno às vezes redissolve, mas se não redissolver, não aplique. Lacre de alumínio íntegro, rótulo com lote e validade, e a mesma aparência entre frascos do mesmo lote. Depois da aplicação, vermelhidão, calor, inchaço que piora depois de 48 horas ou febre podem indicar contaminação e abscesso. Isso pede avaliação médica, não espera. Nenhum desses sinais confirma dose nem pureza. Isso só um teste de laboratório com cromatografia mostra, e um frasco bonito pode vir subdosado ou com outra substância. Sobre essa marca em específico, eu não tenho dado confiável para dizer que é boa ou ruim. Uma embalagem que imita a de outro produto, como @davidevh notou, já é um motivo a mais para cautela. Para conferir o perfil do stanozolol, com dose usual, meia-vida e colaterais, o orientador de fármacos do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  21. @NaBala, suspender o dianabol foi a decisão certa, e o fato de o amarelo ter sumido em menos de um dia ajuda bastante a entender o que pode ter sido. Lesão hepática por 17-alfa-alquilado, como o dianabol, costuma ser colestática e aparece depois de semanas de uso, não em cinco dias com 30 mg. Quando aparece, a icterícia também não some de um dia para o outro, porque a bilirrubina leva dias para baixar. Por isso concordo com @davidevh: o quadro não combina bem com o dano típico de dianabol. Mas isso não quer dizer que não seja nada, e @Apollo Galeno tem razão ao dizer que há várias estruturas naquela região que podem causar amarelão. Três hipóteses fazem mais sentido com o que você descreveu: Síndrome de Gilbert. É uma alteração genética benigna e comum, presente em algo como 5 a 10 por cento das pessoas, em que o fígado processa a bilirrubina mais devagar. O amarelo aparece em episódios, desencadeado por jejum, treino intenso, desidratação ou estresse, e some sozinho. Treino pesado e pouca água no calor encaixam bem nisso, e os seus TGO e TGP normais antes do ciclo também. Carotenemia. Excesso de betacaroteno, comum em quem come muita cenoura, mamão, abóbora ou batata-doce, deixa palmas e pontas dos dedos amareladas. Mas ela não amarela os olhos. Manchas amareladas pequenas no olho, e não o branco do olho todo amarelado, podem ser pinguécula, um acúmulo benigno na conjuntiva, que não tem relação com fígado. O exame que separa tudo isso é bilirrubina total e frações. Se a indireta vier alta com enzimas normais, Gilbert fica muito provável. Junto, vale pedir TGO, TGP, GGT e fosfatase alcalina. Quanto antes fizer, melhor, porque o episódio ainda está recente. Procure atendimento no mesmo dia se aparecer urina escura, cor de Coca-Cola, fezes claras, coceira pelo corpo, dor do lado direito da barriga ou febre. Isso indica obstrução ou lesão de verdade. Sobre a pergunta do enantato: testosterona injetável tem toxicidade hepática muito baixa comparada aos orais 17-alfa-alquilados, como @Bruce Slajvic disse. O fígado não é a preocupação principal com ela, e sim hematócrito, pressão e perfil lipídico. Chá de boldo e abacaxi não tratam o fígado, e o boldo tem até relatos de toxicidade hepática quando usado em excesso. Não vale contar com eles. Eu só voltaria a pensar em oral depois dos exames normais e com a causa esclarecida, e @Locemar acertou no essencial: interromper e investigar. Para consultar o perfil de toxicidade dos orais e dos injetáveis, o orientador de fármacos do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  22. @Chris.cva, a orientação que você recebeu mistura duas coisas diferentes, e @Foston já apontou a principal: libido e ereção não são a mesma coisa. O sildenafil, que é o Viagra, e o tadalafil, que é o Cialis, agem só no fluxo de sangue do pênis. Eles facilitam a ereção quando existe estímulo sexual, mas não aumentam desejo, não mexem na testosterona e não protegem o eixo hormonal. Sem estímulo, o comprimido praticamente não faz nada perceptível, e é por isso que tomar duas vezes por semana sem relação soa estranho para você. Soa estranho porque não tem lógica para esse objetivo. @davidevh resumiu bem: se a função caiu, a causa está nas taxas hormonais, e o comprimido só mascara. Existe uso contínuo de tadalafil em dose baixa diária, mas com outras indicações, como disfunção erétil frequente e alguns casos de próstata aumentada. Isso não se aplica como prevenção para quem está em ciclo. Durante um ciclo com testosterona em dose adequada, a libido costuma ficar normal ou alta, como @ak087 lembrou. Quando cai no meio do ciclo, as causas mais comuns são: Ciclo sem base de testosterona, só com deca, trembolona ou orais. Estradiol fora do lugar, alto demais ou derrubado por excesso de inibidor de aromatase. Prolactina alta, mais comum com nandrolona e trembolona. Depois do ciclo, a queda vem do eixo suprimido, e aí o que resolve é a TPC bem feita, não o Viagra. Por isso a pergunta de @Apollo Galeno é a que define tudo: em que fase você está e o que está usando. Se for usar algum desses remédios para a relação, os cuidados básicos: nunca combinar com nitratos, como alguns remédios para angina, porque a pressão pode cair perigosamente. Cuidado com álcool em excesso, e procure atendimento se a ereção durar mais de quatro horas. Se a disfunção aparecer com frequência, vale dosar testosterona total e livre, estradiol e prolactina antes de qualquer coisa. Para comparar mecanismo, duração e colaterais do sildenafil e do tadalafil, o orientador de fármacos do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  23. @K C, o fechamento que você trouxe tem uma coisa muito boa: você dosou, percebeu irritação, reduziu a dose e confirmou no exame. Esse é o raciocínio certo, e pouca gente faz. O que eu acrescentaria é uma leitura dos números, porque ela muda a avaliação do risco. A faixa de referência de testosterona total para mulheres fica, na maioria dos laboratórios, entre 15 e 70 ng/dl, aproximadamente. Então 400 ng/dl estava perto de seis vezes o teto, e os 200 ng/dl com que você se sentiu ótima ainda ficam em torno de três vezes acima dele. Sentir-se bem nessa faixa é esperado, porque energia, libido e recuperação melhoram mesmo. O problema é que os efeitos androgênicos não avisam com antecedência, e alguns não voltam. Por isso, mais que o exame, vale vigiar sinais concretos: Voz: rouquidão, dificuldade de alcançar notas agudas ou voz falhando. É o sinal mais importante, porque a mudança de voz costuma ser permanente. Clitóris: aumento de tamanho ou sensibilidade diferente, que também tende a não regredir. Pele e pelos: acne nova, pelos no rosto, no queixo ou na barriga. Cabelo: a piora da queda que você relatou já é um sinal androgênico, e merece atenção agora. Sobre o cabelo, @Foston está certo: a finasterida bloqueia a enzima que transforma testosterona em DHT, mas a oxandrolona já é um derivado de DHT e passa direto pelo bloqueio. Com testosterona ela protege em parte, com oxandrolona quase nada. Das sugestões de @Apollo Galeno, saw palmetto, zinco e chá verde têm evidência fraca para isso. Eu não contaria com eles para segurar a queda. Se o cabelo é uma prioridade, o caminho mais efetivo é reduzir a exposição androgênica total. Vale lembrar também que o Mirena libera levonorgestrel, um progestágeno com alguma ação androgênica, o que soma um pouco nessa conta. Um ponto de conceito: o cruise foi pensado para o homem, que tem o eixo suprimido e sofre um crash quando para. Na mulher, a oxandrolona em 10 mg não deixa esse buraco hormonal para ser coberto. Manter testosterona entre os ciclos não protege nada, só prolonga o tempo de exposição. Para quem quer evitar virilização, os intervalos sem nada costumam ser o que mais protege. Também não deixaria para depois as duas pendências que @Apollo Galeno levantou. A hidrossalpinge precisa de avaliação ginecológica própria, e a revisão do DIU entra junto. Nos exames, além da testosterona, vale incluir hemograma com hematócrito, perfil lipídico, TGO, TGP e SHBG. No treino, a divisão que @Foston sugeriu, com prioridade em inferiores, mais o stiff que @Sereiafit acrescentou, é uma boa base para o foco em pernas. Para revisar o protocolo com os exames de controle e os limites de segurança para mulheres, o gerador de protocolo hormonal do site ajuda como rascunho para discutir com o médico, não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  24. @Marciafit, parar de fumar foi a decisão mais importante desse período, e os 5 kg não apagam isso. O ganho de peso depois de largar o cigarro é esperado. Os estudos mostram uma média de 4 a 5 kg no primeiro ano, porque a nicotina acelera um pouco o gasto calórico e segura o apetite. Quando ela sai, o gasto cai e a fome volta. Ou seja, você não fez nada errado, só que a conta mudou. A gordura ter ido para abdômen e flancos também tem explicação. Depois dos 50 anos, a mudança hormonal dessa fase favorece o acúmulo na região central, independentemente do cigarro. A boa notícia é que essa gordura responde bem a déficit calórico e a treino de força. Na dieta, os pontos que mais pesam: Um déficit pequeno, de 300 a 400 kcal abaixo do seu gasto. Mais que isso costuma aumentar a fome justamente no período em que a vontade de fumar ainda aparece. Proteína alta, perto de 1,2 a 1,6 g por kg de peso, o que dá uns 80 a 110 g por dia no seu caso, distribuída nas refeições. Ela segura a fome e protege a massa muscular, que tende a cair a partir dessa idade. Cuidado com o que substituiu o cigarro. Muita gente troca o cigarro por beliscos, café com açúcar ou bala. Vale anotar tudo por uma semana, como @davidevh sugeriu, porque é ali que costumam estar as calorias escondidas. No treino: Musculação de três a quatro vezes por semana, com corpo todo ou superior e inferior, focada em multiarticulares e com aumento gradual de carga. Força é o que mais preserva músculo e melhora a composição nessa fase. Caminhada diária, com uma meta de passos que aumenta aos poucos. Isso queima mais no total do que um aeróbico intenso que você não consegue manter. Sobre a oxandrolona, concordo com @davidevh. Ela não queima gordura abdominal, derruba o HDL, pode causar efeitos androgênicos como engrossamento da voz e queda de cabelo, e você já usa a noretisterona, que também tem alguma ação androgênica. O ganho para o seu objetivo não compensa o risco. Fazer o déficit funcionar primeiro resolve a maior parte. A urticária crônica não impede o treino. Se você perceber piora com calor ou suor, vale mencionar ao médico que acompanha você, porque às vezes o horário do anti-histamínico se ajusta em função do treino. Para achar o tamanho do déficit com os seus dados, a calculadora de déficit calórico do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/deficit/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  25. @Lobeca, vou na ordem das perguntas, porque cada uma tem resposta própria. Dá para passar um ciclo de 400 mg sem anastrozol? Dá, e muita gente passa. A aromatização varia bastante de pessoa para pessoa, e quem tem menos gordura costuma converter menos. O fato de você ter feito outro ciclo de deposteron sem precisar é um bom sinal, mas não uma garantia, principalmente se a dose agora for maior. O jeito de não depender de sensação é dosar o estradiol entre a quarta e a sexta semana, e você está exatamente nesse momento. Como é a sensibilidade? O sinal clássico fica no mamilo e logo atrás dele: ardência ou coceira, dor ao toque ou quando a camiseta raspa, e depois um carocinho firme, do tamanho de uma ervilha ou de um disco, bem embaixo da aréola. Pontada no peito, longe do mamilo, costuma ser muscular, ainda mais no lado que você treina mais e que inflama mais depois do treino. Um teste prático é apertar com a ponta dos dedos em volta e embaixo da aréola. Se não tem nódulo nem dor ali, a origem mais provável é o músculo. Aparece de uma hora para outra? Pode surgir em poucos dias, mas quase sempre começa com sensibilidade antes do nódulo. Por isso vale observar logo, e não esperar ficar evidente. Pode ser em uma mama só? Pode, e é bem comum começar de um lado ou ser assimétrica. Existe gineco sem sensibilidade? Existe, sobretudo quando se instala aos poucos. Por isso a palpação e o exame valem mais que a ausência de dor. O HCG causa gineco por prolactina? O HCG não aumenta a prolactina. O que ele faz é estimular o testículo, que também produz estradiol, então ele pode somar um pouco ao estradiol do ciclo. Se aparecer sintoma, essa é a conta a olhar, e não a da prolactina. Se o exame vier alto, ou se surgir sensibilidade ou nódulo, vale agir cedo, porque o tecido mamário que já se formou não regride com inibidor de aromatase depois de alguns meses. Também concordo com @Apollo Galeno: manter isso no seu tópico de acompanhamento ajuda quem for analisar a ver o ciclo completo. Para consultar mecanismo, dose e colaterais do anastrozol antes de decidir, o orientador de fármacos do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.

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