Tudo postado por Cláudio Chamini
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Qual suplemento sugerem para definição?
@MARCELO ETO, não existe produto que defina. Nenhum suplemento tira a gordura da barriga, e o abdômen inferior costuma ser das últimas regiões a secar em homem. O que traz a definição é um déficit calórico mantido por algumas semanas, com proteína alta e treino de força para segurar o músculo. A boa notícia é que a sua alimentação, com arroz, feijão, salada e frango, já é uma ótima base. O ajuste é mais de quantidade do que de alimento. Um caminho simples para começar: Calcule o seu gasto do dia e coma cerca de 400 a 500 kcal abaixo dele. Com 88,5 kg e treinando, isso costuma dar uma perda em torno de meio quilo por semana, que é um ritmo bom para perder gordura sem perder músculo. Mantenha a proteína alta, algo em torno de 1,8 a 2,2 g por quilo por dia. Com frango, ovos, carne, leite e a albumina que você já usa, isso fica fácil de bater. Reduza principalmente o que vem "de vez em quando": pão, doce, bebida, refrigerante e porções grandes de arroz. Deixe o carboidrato mais concentrado perto do treino. Continue treinando pesado. Muita gente, ao secar, troca o treino por muitas repetições leves, e isso faz perder o músculo que dá a aparência de definido. Caminhe ou faça algum aeróbico três a cinco vezes por semana, se quiser acelerar um pouco. Sobre os suplementos que você usa, a albumina funciona como fonte de proteína. O ZMA só faz diferença se você tiver falta de zinco ou magnésio. O NO2 é basicamente arginina, que tem pouco efeito comprovado no desempenho. O que vale a pena manter é a creatina, se quiser algo para força, e a própria proteína. Acompanhe pela cintura com fita métrica e por fotos a cada duas semanas. Para achar o número de calorias de partida, a calculadora de déficit do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/deficit/
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Organização da minha alimentação
@Bbezerrasantos, com 17 anos, 1,71 m e 57,5 kg, o que mais vai fazer diferença é simplesmente comer mais, e com regularidade. Dá para organizar isso nos horários que você citou, com comida comum e treino às 19h: Café da manhã: pão com dois ou três ovos, uma fruta e um copo de leite ou café com leite. Lanche da manhã: iogurte ou leite com aveia e banana, ou um sanduíche. Almoço: prato bem servido de arroz, feijão, uma carne, frango ou peixe, e salada ou legume. Lanche da tarde: sanduíche de frango ou ovo, ou pão com pasta de amendoim, mais uma fruta. Pré-treino, lá pelas 17h30 ou 18h: algo leve e com carboidrato, como pão com queijo, banana com aveia ou tapioca. Pós-treino e jantar: logo depois do treino, uma refeição como a do almoço, com arroz, feijão e carne, ou macarrão com carne moída. Se chegar sem fome, o hipercalórico pode entrar aqui. Antes de dormir: leite, iogurte ou mais um ovo. O hipercalórico ajuda quem não consegue comer tudo, mas ele é basicamente maltodextrina com um pouco de proteína. Use como complemento, não no lugar das refeições. Com comida de verdade bem distribuída, muitas vezes ele nem é necessário. Sobre a buclina, vale saber o que ela é. A buclizina é um anti-histamínico, da família dos antialérgicos, que dá sono e aumenta um pouco o apetite. A evidência de que ela ajuda a ganhar peso de forma consistente é fraca, e a sonolência pode atrapalhar a escola e o treino. Se o problema é falta de fome, o que costuma funcionar melhor é comer em horários fixos, beber calorias como leite e vitaminas e colocar alimentos mais densos, como pasta de amendoim, azeite e aveia. Se foi prescrita, converse com o médico antes de parar. Como o @cupertino sugeriu, e @Lipstick concordou, com pouco tempo de treino, treinar cada grupo duas vezes por semana rende mais. Se o peso não subir em três ou quatro semanas, aumente um pouco as porções de arroz, pão e aveia. Para ter uma ideia de quantas calorias você precisa para ganhar peso, a calculadora de bulking do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/bulking/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Oxandrolona: é bom adicionar um tribullus durante o ciclo?
@Bob Seixas, o tribulus pode ficar de fora. Nos estudos em homens, ele não aumentou a testosterona nem o LH, nem em quem tinha níveis normais, nem durante ciclo. Ou seja, ele não protege o eixo durante a oxandrolona nem ajuda a recuperá-lo depois. É dinheiro que rende mais em comida. Sobre a TPC, a resposta muda conforme a dose e o tempo, que é o que o @Apollo Galeno pediu no tópico. Mas algumas coisas valem para qualquer ciclo só de oxandrolona. A oxandrolona suprime a testosterona, e a supressão aumenta com a dose e com as semanas de uso. Em dose baixa e ciclo curto, muita gente se recupera sem nada. Em dose mais alta ou por mais de seis a oito semanas, a TPC costuma fazer diferença. Como ela sai do corpo em menos de um dia, a TPC pode começar dois ou três dias depois da última dose. Não precisa esperar semanas como nos ésteres injetáveis. A base mais usada é o tamoxifeno por três a quatro semanas, com a dose reduzida pela metade na segunda metade. O clomifeno também funciona, mas costuma dar mais colaterais de humor e visão. O que confirma se deu certo é o exame. Dose testosterona total, LH e FSH umas quatro a seis semanas depois de terminar a TPC. Se estiverem normais, o eixo voltou. Durante o ciclo, vale fazer perfil lipídico e TGO e TGP, porque a oxandrolona derruba bastante o HDL, mesmo em dose moderada. Para comparar cenários de dose, TPC e exames de controle, o gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação que serve como rascunho, não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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oi,queria saber se tem algum problema eu tomar o whey junto com a minha janta?(eu faço isso depois do treino pesado)
@gus_616, pode tomar sem problema nenhum, como o @fernando98 disse. E, se o treino é à noite, tomar o whey junto com a janta, logo depois do treino, é até uma forma prática de fazer a refeição pós-treino completa. A ideia antiga de que o whey precisa ser tomado sozinho, com água, para "absorver rápido" não se sustenta. Comer com a refeição deixa a digestão um pouco mais lenta, mas a quantidade de proteína que chega ao músculo é a mesma. Os estudos mais recentes mostram que o que pesa para o ganho de massa é o total de proteína no dia, distribuído em algumas refeições, e não o horário exato nem se o whey foi com ou sem comida. A tal "janela anabólica" de 30 minutos é bem mais larga do que se pensava, algo em torno de algumas horas antes e depois do treino. Dois cuidados práticos: Se a janta já tem uma boa porção de carne, frango, peixe ou ovos, talvez você nem precise do whey nessa refeição. Ele pode ser mais útil em outro horário do dia em que a proteína fica mais baixa, como o café da manhã ou o lanche. Se o whey pesar no estômago à noite ou atrapalhar o sono, tome logo depois do treino e jante um pouco depois. Como referência, a maioria das pessoas que treinam bem se dá bem com algo em torno de 1,6 a 2 g de proteína por quilo por dia. Para saber quanto isso dá no seu caso, a calculadora de proteína do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/proteinas-diarias/
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Termogênico da IntegralMédica ajuda e perder gordura?
@Sílvia Andréa, o @Locemar resumiu bem: ajuda, mas bem menos do que a propaganda sugere. E, como o @fisiculturismo perguntou, a resposta depende da composição, porque "termogênico" é só um nome de marketing. Por isso vale olhar o rótulo. Na maioria desses produtos, o ingrediente que realmente faz algo é a cafeína. Ela aumenta um pouco o gasto de energia e dá disposição para treinar, e é isso que você sente. O efeito no gasto é pequeno, algo em torno de algumas dezenas a pouco mais de cem calorias por dia. Isso equivale a meia banana ou a uma colher de pasta de amendoim. Com o uso diário, o corpo se acostuma e o efeito diminui. Os outros ingredientes comuns, como chá verde, gengibre, pimenta, L-carnitina e picolinato de cromo, têm efeito muito pequeno ou nenhum efeito comprovado na perda de gordura nas doses que vêm nas cápsulas. Na prática: Confira quanta cafeína tem por dose e some com o café do dia. O limite considerado seguro para adultos é de cerca de 400 mg por dia, e bem menos para quem tem pressão alta, arritmia, ansiedade ou está grávida. Não tome depois do meio da tarde. A cafeína pode atrapalhar o sono mesmo quando você acha que dorme bem, e dormir mal aumenta a fome no dia seguinte. Se sentir palpitação, tremor ou pressão alta, pare. O que faz a gordura sair é o déficit calórico mantido por semanas, com proteína suficiente e treino de força. O termogênico, no máximo, dá uma ajudinha na disposição. Se quiser saber quanto comer para perder gordura, a calculadora de déficit do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/deficit/
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Treinamento com foco em dorsais e ombros
@Laxus Nightmare, a estrutura está boa para a fase em que você está, e o fato de estar perdendo peso com 2.300 kcal e cardio mostra que a base funciona. Vou responder as dúvidas que você deixou no meio do treino e acrescentar dois ajustes. Panturrilha. Pode treinar dia sim, dia não, sem problema. Ela é um músculo que se recupera rápido e aguenta frequência alta. Três a quatro vezes por semana, com três séries cada, costuma render mais do que um dia só com muito volume. Varie entre em pé, com o joelho esticado, e sentado, com o joelho dobrado, e segure um ou dois segundos lá embaixo, no alongamento. É ali que muita gente perde o estímulo, quicando a repetição. E treinar panturrilha no cutting é normal. Não existe motivo para parar. Tríceps e antebraço. Se o tríceps cansa antes do peito no supino, não precisa abandonar o supino. Faça com halteres, com a pegada um pouco mais aberta e sem travar o cotovelo lá em cima, que o peito passa a trabalhar mais. No treino D, comece pelo tríceps, com testa ou mergulho, quando você está descansado. Para antebraço, rosca inversa, rosca punho e segurar peso parado até a pegada falhar funcionam bem. E usar menos a faixa ou a luva no terra e na remada também treina a pegada. O levantamento terra. Entendo que ele cansa e toma tempo, mas no cutting ele é justamente um dos exercícios que mais ajudam a manter músculo e força enquanto o peso cai. Se precisa de tempo, tire um dos exercícios isolados das costas, e não o terra. Oblíquo com peso. O treino deixa o oblíquo um pouco mais grosso, mas a cintura larga vem muito mais da gordura da região e do formato do quadril do que do músculo. À medida que você seca, ela diminui. Não precisa cortar o exercício. Um alerta sobre a ioimbina da reta final: ela é medicamento, não suplemento. Ela aumenta a frequência cardíaca, a pressão e a ansiedade, e junto com cafeína esses efeitos se somam. Com 90 kg, cardio diário e dieta, o ganho dela na perda de gordura é pequeno. Se decidir usar, comece com dose baixa, meça a pressão e não combine com outros estimulantes. Para acompanhar quanto comer conforme o peso cair, a calculadora de déficit do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/deficit/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Não compre boldebolic (boldenona da kingpharma), é lixo!
@supermanmonstro, a pergunta do @fisiculturismo é pertinente, mas antes de concluir que o produto era ruim vale olhar a farmacologia da boldenona, porque ela explica boa parte do que você sentiu. A boldenona usada nesses produtos é o undecilenato, um dos ésteres mais longos que existem. A meia-vida dele fica em torno de duas semanas, e o nível no sangue só estabiliza depois de cinco a seis semanas de aplicações regulares. Então não sentir nada em três semanas é o esperado com qualquer boldenona, de farmácia, veterinária ou de laboratório paralelo. A sensação de que o Equipoise "bate na mesma semana" provavelmente vem de outras diferenças, como dose maior, outro esteroide junto no ciclo ou a expectativa de quem já usou antes. Isso não quer dizer que todo produto é igual. Qualquer marca pode ser falsificada ou vir subdosada. A única forma de saber se o produto tem o que diz é um exame. Na boldenona, a testosterona e o LH caem com o uso, então uma supressão forte no exame após umas quatro semanas mostra que tem esteroide ali. Sobre a veterinária, ela não é automaticamente melhor. Ela é fabricada com padrão para uso animal, a concentração e o óleo são pensados para cavalo, e o controle de esterilidade e de partículas não segue as mesmas exigências de um medicamento humano. Isso aumenta o risco de abscesso e infecção no local da aplicação, principalmente com os volumes maiores que essas concentrações exigem. Se for usar, espere pelo menos seis semanas antes de julgar o efeito e faça exames antes e durante: hemograma, porque a boldenona sobe bastante o hematócrito, perfil lipídico e testosterona com LH. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Retenção de líquidos, treino e dieta
@Igordg, para quem está voltando depois de um tempo parado, com um pouco de gordura acumulada, nenhuma das duas opções extremas é a melhor. Nem ganhar massa comendo à vontade, nem zerar o carboidrato. O seu momento é justamente o que mais favorece a recomposição corporal, que é perder gordura e ganhar músculo ao mesmo tempo. O motivo é a memória muscular. Quem já teve massa e perdeu recupera bem mais rápido do que quem constrói do zero. Nos primeiros meses de volta, dá para reconquistar boa parte do músculo mesmo comendo um pouco abaixo do gasto, desde que a proteína e o treino estejam no lugar. Se você fizer bulking agora, vai somar gordura em cima da que já tem. Se cortar o carboidrato a zero, vai treinar sem energia e perder justamente a vantagem dessa fase. Na prática: Um déficit pequeno, algo em torno de 300 a 500 kcal abaixo do seu gasto. Proteína alta, cerca de 1,8 a 2,2 g por quilo por dia, dividida nas refeições. Carboidrato moderado, concentrado nas refeições antes e depois do treino. Treino de força progressivo, que é o que manda o sinal para o músculo voltar. Use a divisão que conversamos no seu outro tópico. Sobre a retenção do título, é comum a balança subir um pouco nas primeiras semanas de volta ao treino. O músculo guarda glicogênio e água, e o treino causa um pouco de inchaço inflamatório. Isso não é gordura. Por isso, nessa fase, a fita métrica na cintura e as fotos mostram melhor o progresso do que o peso. Quando a cintura parar de diminuir e as cargas pararem de subir, aí sim vale decidir entre um cutting mais focado ou um ganho de massa controlado. Para achar o número de calorias de partida, a calculadora de recomposição corporal do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/recomposicao-corporal/
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Treino entre 5-7 vezes por semana
@Igordg, o problema que você descreveu tem solução simples: se o tríceps chega cansado depois do peito, é só mudar a ordem ou o dia em que ele é treinado. Não existe regra de que tríceps tem que vir sempre depois do peito. Para quem treina de cinco a sete dias e varia a quantidade, a divisão que melhor se adapta é empurrar, puxar e pernas, repetida sem dia fixo. Você simplesmente segue a sequência nos dias que conseguir ir: Puxar: costas e bíceps. Comece pelo que é prioridade para você, como barra fixa ou puxada, remada curvada e remada baixa, e só depois o bíceps. Pernas: agachamento, stiff ou flexora, leg press ou afundo e panturrilha. Vale lembrar que a divisão que o @Toca sugeriu tem quadríceps no C, mas não tem posterior de coxa, que precisa entrar. Empurrar: peito, ombro e tríceps. Aqui está o ajuste para o seu ponto fraco. Em uma das duas vezes da semana, comece pelo tríceps, com tríceps testa ou mergulho, enquanto você está descansado, e deixe o peito para depois. Na outra vez, mantenha o peito primeiro. Assim o tríceps recebe um estímulo pesado por semana sem prejudicar o peito toda vez. Com cinco dias, você passa por todos os grupos quase duas vezes por semana. Com seis ou sete, dá duas voltas completas. Se algum dia quiser descansar, só pule, a sequência continua de onde parou. Outra opção para o tríceps é colocá-lo no dia de puxar, depois das costas. Os dois não competem entre si, porque as costas usam principalmente o bíceps como auxiliar, e o tríceps chega inteiro. Para as costas, que também são seu ponto fraco, o que mais ajuda é usar exercícios em que você sente o músculo trabalhando, segurar um segundo na contração e controlar a descida, em vez de subir muita carga puxando com os braços. Se quiser uma divisão montada com os dias que você tem, o gerador de treino do site monta um plano simulado para você usar de rascunho e ajustar: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/treino/
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Endócrino, alguém já foi no Dr Fernando Henrique Mattos Filho?
@pedro.curi, não vou indicar nem avaliar médicos pelo nome aqui, mas dá para deixar um roteiro do que separa uma boa consulta de endocrinologia no esporte de uma consulta cara que não resolve nada. É o que a @Endurance sentiu na primeira experiência, e isso acontece bastante. Antes de marcar, vale saber o que você quer da consulta. Como o @Rastadread disse, para dieta, um nutricionista esportivo costuma resolver melhor. O endocrinologista entra quando o assunto é exame hormonal alterado, reposição, acompanhamento de quem já usa hormônio ou investigação de sintomas como cansaço, libido baixa e dificuldade de perder gordura. Sinais de uma boa consulta: Ele pergunta sobre treino, dieta, sono, suplementos e uso de hormônios sem julgamento. Se você não puder contar o que usa, o médico não consegue interpretar os seus exames. Pede exames com critério e explica o porquê de cada um, em vez de uma lista enorme igual para todo mundo. Explica os riscos e combina um plano de controle com datas de retorno e de exames. Como o @Locemar comentou, quem começa com mão leve e ajusta pelo exame costuma cuidar melhor do paciente. Sinais de alerta são o contrário: prescrever sem exame, prometer resultado estético rápido ou, no outro extremo, se recusar a conversar sobre qualquer coisa que envolva treino e suplementação. Leve seus exames recentes, a lista do que usa e as doses, e escreva as perguntas antes. Isso já muda muito o aproveitamento de uma consulta de 30 minutos. E vale o alerta do @Micael Silva para quem compete em esporte testado: qualquer hormônio prescrito, inclusive testosterona sublingual, aparece no antidoping, com ou sem receita, a não ser que haja autorização de uso terapêutico da federação. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Testo + Oxan (+Tamoxi?) Opiniões?
@Hawkins, concordo com o @Locemar: sem sintoma, não há motivo para usar nem o anastrozol nem o tamoxifeno nesse ciclo. E a sua intuição de não mexer no estradiol às cegas está certa. Mas a sua pergunta sobre tamoxifeno e cigarro merece uma resposta de verdade, porque a preocupação tem fundamento. O tamoxifeno aumenta o risco de trombose venosa, como trombose na perna e embolia pulmonar. Nos estudos com mulheres que usaram tamoxifeno por anos, esse risco ficou de duas a três vezes maior que o de quem não usou. O cigarro também aumenta o risco de coágulo por conta própria. Nenhum dos dois torna a trombose provável num uso curto, mas eles se somam, e é por isso que o tamoxifeno não é uma troca neutra para quem fuma. Um detalhe importante: o tamoxifeno não abaixa o estradiol. Ele só bloqueia o efeito do estrogênio em alguns tecidos, como a mama. Então ele não substitui o anastrozol, serve para outra coisa. Na prática, o melhor caminho para o seu caso seria: Dosar o estradiol, de preferência pelo método sensível, lá pela terceira ou quarta semana. Com 150 mg de testosterona em gel, que absorve só uma parte do que é aplicado, é bem possível que ele fique normal. Se aparecer sensibilidade ou caroço atrás do mamilo, aí sim tratar, com o exame em mãos para escolher a dose certa. Ter atenção aos sinais de trombose, que valem para quem fuma e usa hormônio: dor e inchaço numa panturrilha só, falta de ar súbita ou dor no peito que piora ao respirar. Nesses casos, é pronto-socorro. E uma observação ligada ao que conversamos no seu outro tópico: a oxandrolona a 60 mg derruba bastante o HDL, e o cigarro também. Vale incluir o perfil lipídico no exame do meio do ciclo. Parar de fumar, como você disse, é o que mais melhora esse quadro. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Indicação de suplemento para quem está começando a treinar
@mm eng, dá para montar um treino bom em casa com o que você tem, e com a sua rotina de viagem ele até ajuda, porque não depende de academia. Vou responder também as duas perguntas que ficaram soltas. Com a barra, as anilhas e os halteres de 5 e 8 kg, um treino de corpo inteiro três vezes por semana, em dias alternados, funciona bem para quem está começando: Treino A: agachamento com a barra nas costas ou segurando um halter no peito, remada curvada com a barra, supino no chão com a barra ou flexão, rosca direta com a barra e tríceps francês com um halter. Treino B: levantamento terra romeno com a barra, afundo com os halteres, desenvolvimento em pé com a barra ou com os halteres, remada unilateral com o halter de 8 kg apoiado numa cadeira e rosca martelo. Alterne A e B: numa semana A, B, A, na seguinte B, A, B. Faça três séries de 8 a 12 repetições em cada exercício, parando quando faltarem uma ou duas repetições para não conseguir mais. Quando passar de 12 com facilidade, coloque mais anilha ou desça mais devagar. Os halteres leves logo vão ficar fáceis para as pernas. Aí o truque é fazer tudo unilateral, como afundo búlgaro com o pé de trás numa cadeira, ou descer em três ou quatro segundos. Isso deixa o exercício bem mais difícil sem precisar de mais peso. Sobre os 2 cm de braço, com 34 cm e começando agora, é uma meta realista para os primeiros meses. Mas o braço cresce mais junto com o corpo todo, principalmente com remada e supino, do que com muita rosca. Sobre a creatina, o @davidevh acertou: para iniciante, ela é o suplemento que mais vale a pena. Os efeitos colaterais são pequenos. Ela puxa um pouco de água para dentro do músculo, então a balança sobe um ou dois quilos nas primeiras semanas, e doses grandes de uma vez podem dar desconforto no estômago. Com 3 a 5 g por dia, todos os dias, isso raramente acontece. Sobre a alimentação viajando, o que mais ajuda é ter proteína fácil de carregar: whey, atum ou sardinha em lata, ovos cozidos, iogurte e leite. Com isso, o prato de restaurante vira só arroz, feijão, carne e salada, e fica fácil bater a meta. Para montar um ponto de partida de treino com o equipamento que você tem, o gerador de treino do site monta um plano simulado para você ajustar depois: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/treino/
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Viagem internacional
@Marcusbelda, é fria, e na Austrália mais do que em quase qualquer outro destino. O @Locemar tem razão sobre o raio-X, e o @Oliveira Sms Massa acertou no raciocínio: tudo depende da lei de lá. No caso da Austrália, essa lei é bem dura. Lá, esteroides anabolizantes, incluindo testosterona e oxandrolona, são substâncias controladas na fronteira. Para importar, é preciso uma autorização do Office of Drug Control, o órgão do governo que regula isso, e ela quase nunca é concedida para uso pessoal. Existe uma exceção para viajantes que levam o próprio remédio receitado, mas ela vale para tratamento médico documentado, com receita e laudo em nome da pessoa. Não cobre um ciclo de Durateston com oxandrolona. A pena máxima para importar esse tipo de substância chega a cinco anos de prisão. Para quem está se mudando com visto, um problema na imigração também pode complicar a sua situação no país, e isso pesa muito mais do que perder as ampolas. Na prática, o caminho mais seguro é planejar o ciclo para terminar antes da viagem. Algumas coisas para organizar: Se faltarem poucas semanas, vale encerrar agora e fazer a TPC ainda no Brasil. Com o Durateston, a TPC costuma começar umas três semanas depois da última aplicação, porque ele tem um éster longo. Leve isso em conta para não fazer a TPC no meio da mudança. Faça os exames antes de ir: hemograma, perfil lipídico, TGO, TGP, testosterona, LH e FSH. Mudança de país, fuso e rotina já cansam bastante. Chegar lá com o eixo suprimido e sem saber como estão os seus exames piora tudo. Se você tiver uma indicação médica real de reposição de testosterona, o caminho é levar a documentação e conversar com um médico australiano depois de chegar, que pode prescrever lá. A mudança não precisa atrapalhar o resultado. Com treino e dieta mantidos, a maior parte do que você ganhou se mantém. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Primeiro Ciclo de Oxandrolona: 20mg + testo
@xvlopes, concordo com o Perfil Desativado, e dá para explicar por que não é só questão de "esperar a vez". Com menos de dois meses de treino, você está na fase em que o corpo mais responde sem nada. No primeiro ano, quem treina direito e come bem costuma ganhar mais massa do que em qualquer outro período da vida de treino. Colocar testosterona e oxandrolona agora gasta a supressão do eixo e os riscos numa fase em que o ganho viria de qualquer jeito. E você perde a chance de descobrir quanto o seu corpo responde natural, que é o que vai te dizer, lá na frente, se e quando um ciclo faz sentido. Onde vale investir agora é na dieta, e a sua já está organizada, o que é ótimo. Alguns ajustes: A proteína está alta. 180 g para 67 kg dá quase 2,7 g por quilo. Acima de cerca de 1,6 a 2,2 g por quilo, o ganho adicional de músculo é muito pequeno. Dá para tirar parte das claras e trocar por carboidrato, que vai te dar mais energia para treinar. As calorias devem estar baixas para ganhar massa. Os seus macros somam cerca de 2.150 kcal. Para um homem de 22 anos, com 67 kg e treinando, isso fica perto da manutenção ou até abaixo. Se o objetivo é ganhar peso, suba o carboidrato aos poucos, com arroz, pão, aveia e fruta, até a balança subir algo em torno de meio quilo a um quilo por mês. A vitamina C em várias doses não traz ganho para quem come fruta e verdura. Pode tirar sem medo. A creatina está certa. Pode usar 3 a 5 g por dia, em qualquer horário. No treino, o que vai fazer diferença é subir carga ou repetições de forma consistente e anotar tudo. Em um ano, você vai ter uma ideia muito mais clara do seu potencial. Para acertar as calorias de ganho de massa pelo seu peso e rotina, a calculadora de bulking do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/bulking/
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Ciclo dianabol+primobolam: 1 ml de primo por semana e metade do comprimido Diana de 12 em 12 horas
@Sarasalvatore, o seu medo tem fundamento, e esse ciclo tem duas características que aumentam justamente o risco de virilização que você quer evitar. A primeira é a metandrostenolona. Ela é um andrógeno forte, pensada e usada quase sempre por homens. Em mulher, mesmo em dose baixa, os relatos de voz rouca, acne forte e aumento de pelos são frequentes. Ela também é das que mais pesam no fígado e no colesterol entre os orais, e 12 semanas é muito tempo para um oral metilado. Pausar no fim de semana não reduz esse risco de forma relevante. A meia-vida dela é de poucas horas, então o que conta para virilização e fígado é o total que você toma ao longo das semanas. A segunda é a combinação com o primobolan injetável. O enantato de metenolona tem éster longo, então, se aparecer um sinal de virilização, parar hoje não tira o hormônio do corpo por algumas semanas. Com dois andrógenos juntos, fica difícil saber qual causou o problema e reduzir só um deles. Os sinais que pedem suspensão imediata são voz mais grossa ou falhando, rouquidão persistente, aumento do clitóris, pelos novos no rosto, no peito ou na barriga, e entradas no cabelo. A voz e o clitóris geralmente não voltam ao que eram depois que mudam. Por isso, em mulher, a estratégia de segurança é usar uma substância só, na menor dose que dá resultado, e de preferência com ação curta, que permita parar rápido. Como o @Foston e a @Joaninha disseram, completando o tópico com idade, tempo de treino, doses dos ciclos anteriores de estanozolol, colaterais que tiveram e dieta, fica possível avaliar melhor. Antes de começar qualquer coisa, faça TGO, TGP, GGT, perfil lipídico, hemograma e, se não usa anticoncepcional, beta-HCG. Esteroide durante a gravidez pode masculinizar um feto feminino. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Boldenona pode ser usada por mulheres?
@Vanessa Meneses, respondendo às duas perguntas: a boldenona pode ser usada por mulheres, mas é uma das piores escolhas para um primeiro ciclo feminino. E não existe esteroide sem risco de virilização. O que existe são uns com risco menor em dose baixa. O problema da boldenona não é só a potência, é o éster. O undecilenato é muito longo e continua agindo por semanas depois da última aplicação. Em mulher, a regra mais importante de segurança é poder parar rápido se aparecer qualquer sinal de virilização: voz mais grossa ou rouca, aumento do clitóris, pelos novos no rosto ou na barriga. Com a boldenona, mesmo parando no primeiro sinal, o hormônio continua circulando por semanas, e alguns desses efeitos, como a voz, geralmente não voltam. Aqui mesmo no fórum há relatos recentes de mulheres com rouquidão e depressão forte com boldenona. Entre os esteroides, o mais usado por mulheres justamente por ter menos virilização em dose baixa é a oxandrolona, que você já tinha considerado. Ela é oral e sai do corpo em menos de um dia, o que permite interromper rápido. Mesmo assim, ela também pode virilizar em dose alta ou uso longo, pesa no colesterol e no fígado e precisa de exames antes e durante. Antes de qualquer decisão, dois pontos práticos. Como você não usa anticoncepcional, é importante ter contracepção segura, porque esteroide durante a gravidez pode masculinizar um feto feminino. E, com seis anos de treino e nenhum ciclo, vale olhar o que ainda dá para ganhar natural. A sua dieta tem uma boa base, mas parece curta de proteína. Com 74 kg, algo em torno de 1,6 a 2 g por quilo por dia costuma fazer diferença, e nas refeições que você listou provavelmente não chega a isso. Se decidir seguir, poste a idade, o objetivo e as fotos que o @Apollo Galeno pediu, que fica mais fácil ajudar. Para ver quanto de proteína você precisa pelo seu peso, a calculadora de proteína do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/proteinas-diarias/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Primeiro ciclo enantato +Nandralona +diana
@fabriciotrinta, parabéns pelo projeto. Dá para ver nas fotos e na forma como você fala do ciclo que você aprendeu bastante no caminho, principalmente sobre o peso da dieta. Quero acrescentar um ponto sobre a creatinina, que ficou meio solto e vale esclarecer antes de decidir o próximo passo. O seu laboratório tem razão em parte. A creatinina do sangue vem do músculo, então sobe com mais massa muscular, com suplementação de creatina, com dieta rica em carne e com treino pesado nos dias anteriores ao exame. Por isso ela sozinha não fecha o diagnóstico em quem treina e usa esteroide. Mas também não dá para simplesmente ignorar, porque esteroide em dose alta por muito tempo e pressão alta podem, sim, prejudicar os rins. Existem formas simples de separar uma coisa da outra: Pedir a cistatina C, que avalia o rim sem ser afetada pela massa muscular nem pela creatina. Se ela vier normal, o rim provavelmente está bem, e a creatinina alta é do músculo. Fazer um exame de urina com relação albumina/creatinina. Perda de proteína na urina é um sinal precoce de sobrecarga no rim, que a creatinina do sangue não mostra. Repetir a creatinina depois de uma a duas semanas sem creatina, sem treino pesado nas 48 horas anteriores, bem hidratado e sem comer muita carne na véspera. E medir a pressão algumas vezes, porque ela pesa muito no rim de quem usa esteroide. Aproveitando, você comentou sede muito grande. Com dianabol no ciclo e muito carboidrato, vale conferir a glicemia. A de jejum já está na lista de exames do @Apollo Galeno, e eu acrescentaria a hemoglobina glicada. Sobre o próximo projeto, você está fechando 16 semanas seguidas. Se os exames vierem com hematócrito, lipídios, pressão ou rim fora do normal, o mais seguro é fazer a TPC e dar um período real sem nada, em vez de emendar. Isso não desfaz o resultado, e o corpo recupera o que precisa para o próximo ciclo render de novo. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Ciclo Cutting
@mmpo, você pediu sinceridade, então vou direto às suas perguntas e depois ao que mais preocupa no plano. A deca a 100 mg por semana ajuda o ombro? Muita gente relata alívio articular com nandrolona, e há estudos em animais em que ela reduziu a perda de músculo e a infiltração de gordura depois de cirurgia do manguito rotador. Em humanos, a evidência é mínima. Ela pode diminuir a dor, mas não cura tendão nem cartilagem, e mascarar a dor pode fazer você carregar mais peso num ombro que ainda está lesionado. O que decide a recuperação é saber o que é a lesão. Uma ultrassonografia ou ressonância e fisioterapia direcionada fazem muito mais do que qualquer dose de deca. O clenbuterol é o item de maior risco da lista. Ele age no coração além da gordura. Há relatos de arritmia, infarto e morte súbita em jovens que usavam por conta própria, e em animais ele aumenta o músculo do coração. Somado a 500 mg de testosterona e 200 mg de estanozolol por semana, o coração fica sob muito estresse ao mesmo tempo. O ganho em perda de gordura é pequeno perto disso. Eu tiraria o clenbuterol. O anastrozol a 1,5 mg em dias alternados é uma dose alta. Você disse que vai ajustar pelo exame, e é o certo, mas comece bem mais baixo ou só use se o estradiol vier alto. Com o estanozolol, que não aromatiza, o estradiol já tende a ficar mais controlado, e zerá-lo derruba libido, articulações e colesterol, justamente com um ombro já lesionado. A "ponte" também merece atenção. Cipionato a 200 mg com 60 mg de oxandrolona e deca não é ponte, é outro ciclo. Emendando, são quase cinco meses seguidos de esteroides, com orais em sequência, aos 19 anos. Nessa idade o eixo ainda está amadurecendo, e quanto mais longa a supressão, maior o risco de ele não voltar ao normal. A consequência pode ser precisar de testosterona para o resto da vida. Agora o que pesa a favor: 222 g de proteína, 2.700 kcal e treino de seis dias é uma dieta de cutting muito bem montada para quem tem 107 kg. Com 23% de gordura, só esse plano tende a tirar perto de meio a um quilo de gordura por semana por vários meses, sem hormônio nenhum. Se decidir ciclar mesmo assim, o mais sensato seria uma testosterona em dose moderada, por tempo fechado, com TPC, sem clenbuterol e sem emendar a ponte. Poste as informações e as fotos que o @Apollo Galeno pediu, com os ciclos anteriores e os exames, que dá para avaliar melhor. Para comparar estruturas de ciclo com auxiliares, TPC e exames de controle, o gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação que serve como rascunho, não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Hormônios da medpharma
@Douglas Araujo Macedo, o @Locemar foi direto, mas vale mostrar onde está o problema, porque a conta do seu plano assusta quando se faz. 60 ml de estanozolol, aplicando 1 ml em dias alternados, dão cerca de 120 dias, ou seja, uns quatro meses seguidos de estanozolol. Na concentração mais comum, de 50 mg/ml, são cerca de 175 mg por semana durante todo esse período. O estanozolol é dos esteroides que mais derrubam o HDL e pesam no fígado, e esse efeito acumula com o tempo. Quatro meses é muito mais do que se costuma usar, até em ciclos avançados. Somam-se ainda o ressecamento das articulações, a acne e a queda de cabelo, que também aumentam quanto mais tempo se usa. O segundo problema é a ordem. A testosterona entraria só no fim, nos últimos 20 ml. O estanozolol suprime a sua produção de testosterona desde as primeiras semanas, então você passaria uns três meses praticamente sem testosterona. É assim que aparecem libido zerada, ereção fraca, cansaço e humor ruim. Quando a testosterona entra num ciclo, o lógico é ela ser a base desde o começo, e não o complemento no final. Se a ideia é um primeiro ciclo ou um dos primeiros, o formato que costuma dar melhor resultado com menos risco é o inverso: testosterona como base por 8 a 12 semanas e, se quiser, o estanozolol só nas últimas quatro a seis semanas, em dose moderada. Sobre a TPC, ela depende do último éster que você usar. Com enantato, costuma começar umas duas semanas depois da última aplicação. Com propionato ou estanozolol, uns três a cinco dias. A base mais usada é o tamoxifeno. Quanto à marca, não vou indicar laboratório, mas o exame de testosterona no meio do ciclo ajuda a ver se o produto está coerente com a dose. Antes de começar, faça hemograma, perfil lipídico, TGO, TGP, GGT, testosterona total, LH, FSH e estradiol, e repita no meio do ciclo. Para montar e comparar estruturas com dose, auxiliares, TPC e exames de controle, o gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação que serve como rascunho para discutir, não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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2º Ciclo Trembo+Enan para manter os ganhos
@phelipe_maia, sair de 126 kg para 84 kg com 12% de gordura é uma transformação enorme, e isso veio da sua disciplina, não de hormônio. Justamente por isso concordo com o @oliver7 e com o Perfil Desativado: a trembolona no segundo ciclo, logo depois de uma oxandrolona, é um salto grande demais para o que você quer. O seu objetivo é crescer seco sem reter e sem perder o que conquistou. A testosterona sozinha, em dose moderada, cumpre bem isso quando a dieta está no lugar, como a sua. A retenção da testosterona se controla com dieta, sal constante e, se precisar, ajuste da dose. Ela não exige a trembolona. Na estrutura que você montou, alguns pontos pesam: Nas semanas 4 a 8, a trembolona fica em 300 mg e a testosterona em 400 mg, mas nas primeiras semanas você já começa com trembolona quase igual à testosterona. A trembolona é das que mais sobem a pressão, derrubam o HDL e engrossam o músculo do coração, além de piorar sono, humor e cardio. Para quem já teve obesidade, o coração e a pressão merecem ainda mais cuidado. A cabergolina e o anastrozol entraram com interrogação, e esse é o instinto certo. Nenhum dos dois deve ser usado de forma preventiva. A cabergolina só faz sentido se a prolactina estiver alta no exame. O anastrozol só se o estradiol estiver alto e com sintoma. A trembolona não aromatiza, então com ela o estradiol vem só da testosterona. Com anastrozol fixo, o risco é zerar o estradiol e acabar com libido, articulações e colesterol. Sobre a TPC, 40 mg de tamoxifeno por duas semanas e 20 mg por mais duas é um esquema comum. O que falta é quando começar. Com enantato, a TPC costuma começar umas duas semanas depois da última aplicação. E o exame de testosterona, LH e FSH umas quatro a seis semanas depois de terminar a TPC é o que confirma se funcionou. Se optar pela testosterona sozinha, faça antes hemograma, perfil lipídico, TGO, TGP, estradiol, testosterona, LH, FSH e glicemia, e meça a pressão toda semana. E poste a dieta que o @Apollo Galeno pediu, porque é ela que vai decidir se o ganho sai seco ou não. Para comparar os dois cenários, com testosterona sozinha ou com trembolona, incluindo auxiliares, TPC e exames de controle, o gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação que serve como rascunho para discutir, não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Primeiro ciclo Primobolan, segundo Ciclo Stanozolol
@Bella, antes de você abrir o tópico do novo ciclo, quero acrescentar alguns pontos sobre a síncope, porque eles mudam o que é seguro para você no treino, na suplementação e no próximo protocolo. A síncope neurocardiogênica, também chamada de vasovagal, costuma acontecer depois do esforço, ou em pé parada, calor, desidratação e dor. Desmaiar durante o esforço, como você contou que aconteceu na esteira, é um padrão que os cardiologistas investigam com mais cuidado, porque pode ter outra causa, como uma arritmia. Não quer dizer que seja isso no seu caso, mas vale voltar ao cardiologista com essa informação clara e contar que você usa esteroides. A ideia do @Apollo Galeno de um monitor de eventos implantável faz sentido justamente para registrar o ritmo do coração no momento de um episódio. Um ecocardiograma e um eletrocardiograma atualizados também ajudam, porque esteroides engrossam o músculo do coração com o tempo. No dia a dia, algumas medidas têm boa evidência para a síncope vasovagal: Água e sal. O tratamento padrão é aumentar a ingestão de líquido e de sal, salvo se houver pressão alta. Por isso, remédio para retenção, ou seja, diurético, é o oposto do que você precisa, porque ele diminui o volume de sangue e facilita o desmaio. Estimulantes. O termogênico e o Xantinon aceleram o coração e podem desencadear episódios. Eu tiraria os dois. Manobras de contrapressão. Quando vierem os sinais que você descreveu, visão embaçando, ânsia e palidez, cruze as pernas e contraia com força as coxas e o glúteo, ou aperte uma mão contra a outra. Se não passar, deite com as pernas para cima. Isso costuma abortar ou encurtar o episódio. No treino, o risco maior não é o desmaio em si, e sim onde você está quando ele acontece. Agachamento livre pesado e leg press com 200 kg, principalmente com a respiração presa, são os momentos de maior risco. Use sempre o rack com os pinos de segurança na altura certa, nunca treine perna pesada sozinha e solte o ar durante a subida em vez de prender. Entre as séries, sente em vez de ficar em pé parada. Sobre o próximo ciclo, seu relato mostra que a voz ainda fica rouca com facilidade e que o clitóris não voltou totalmente ao tamanho de antes. Isso significa que o seu corpo já respondeu com virilização em doses que muitas mulheres toleram. A boldenona tem éster longo e fama justamente de causar isso. Vale discutir isso com o Apollo no novo tópico e dar prioridade a uma dose bem baixa, que dê para parar rápido se algo voltar a mudar. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Inchaço abdominal do coleman
@vitorferreira, a barriga distendida de fisiculturistas como o Ronnie Coleman ganhou até apelido, "GH gut", mas vale separar o que é hipótese do que está bem estabelecido, porque nenhum estudo fechou a causa. As explicações mais aceitas são quatro, e provavelmente elas se somam: Crescimento dos órgãos. O GH e o IGF-1 em excesso fazem crescer órgãos internos como fígado, rins e intestino. Isso é bem documentado na acromegalia, a doença em que o corpo produz GH demais. Nos fisiculturistas, ainda não há medição direta, mas a suspeita é a mesma. Gordura visceral. Fica por dentro da parede do abdômen, em volta dos órgãos, e não aparece no pinçamento da pele. Um atleta pode ter o abdômen todo desenhado e ainda assim uma quantidade grande de gordura por dentro, principalmente com insulina e dietas muito calóricas. Volume de comida. Comer quilos de comida por dia, em várias refeições grandes, distende o estômago e o intestino. Com o tempo, o abdômen fica permanentemente mais cheio. Musculatura grande e pouco controle da parede. Um reto abdominal muito grosso, sem trabalho do transverso, o músculo que "segura" a barriga como um cinto, deixa o abdômen projetado. Por isso o vácuo que o @Luis_Cordeiro citou, o do Arnold, faz sentido como treino, embora não resolva o que vem de órgão ou gordura. No seu caso, sem hormônio, o provável é mesmo o formato do tórax, com costelas mais abertas na parte de baixo, somado à postura. Isso é anatomia, não doença. Agora, um alerta sobre as dicas de carvão e chá de sene que apareceram no tópico. O carvão ativado não "desintoxica" e não diminui a barriga. Ele só prende substâncias no intestino e pode cortar o efeito de remédios e de nutrientes. O sene é laxante e não emagrece gordura nenhuma. O que sai é água e conteúdo intestinal, e o uso frequente pode desregular o intestino e baixar o potássio. Nenhum dos dois é útil para esse objetivo. @fernando henrique brasil, o seu caso merece um olhar diferente. Uma saliência de um lado só, principalmente se ficar mais evidente ao tossir, fazer força ou ficar em pé, e se vier com desconforto ou dor, pode ser uma hérnia da parede abdominal ou uma diástase. Vale mostrar a um médico, que costuma diagnosticar pelo exame físico e, se precisar, com uma ultrassonografia de parede. Dor forte e endurecimento repentino do local são sinais de urgência. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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2º CICLO FEMININO C/ OXAN - 10mg/dia
@Dexterina, uma pergunta sua ficou sem resposta no meio do tópico e é a mais importante dele: a dor forte do lado esquerdo do abdômen, logo abaixo das costelas, que doía até para respirar. A relação com a oxandrolona é pouco provável, mas não é zero. O fígado, que é o órgão mais afetado pela oxandrolona, fica do lado direito. Do lado esquerdo, logo abaixo das costelas, ficam o baço, o estômago, parte do pâncreas, o rim esquerdo e a base do pulmão. Dor que piora ao respirar fundo costuma vir de três lugares: um músculo ou cartilagem entre as costelas, o que é comum depois de treino, tosse ou um movimento mal feito, a pleura, que é a membrana que envolve o pulmão, ou, mais raramente, um coágulo no pulmão. Esse último ponto é o que pesa em quem usa esteroide, porque os andrógenos aumentam um pouco o risco de trombose. Se a dor voltar, ou se já voltou, e vier junto com falta de ar, coração acelerado, tosse com sangue, dor ou inchaço numa panturrilha, desmaio ou tontura forte, isso é pronto-socorro na hora, e não consulta marcada. Informe ao médico que usou oxandrolona. Existe ainda uma complicação rara dos esteroides orais, a peliose, que forma pequenas bolsas de sangue no fígado e, às vezes, no baço. Ela pode doer e sangrar. É incomum com oxandrolona em dose feminina, mas é mais um motivo para não ignorar uma dor forte nessa região. Se a dor sumiu e não voltou, o provável é que tenha sido muscular. Ainda assim, como o ciclo de 12 semanas já deve ter terminado, vale fazer os exames de fechamento: TGO, TGP, GGT, bilirrubinas, perfil lipídico, que costuma piorar bastante com oxandrolona, e hemograma. Se a dor voltar, peça também uma ultrassonografia do abdômen. Sobre o resultado, o @Apollo Galeno e o Perfil Desativado viram diferença, e vale acreditar mais neles do que no espelho. Quem se vê todo dia quase nunca percebe a mudança. Fotos no mesmo lugar, com a mesma luz e o mesmo ângulo, e a mesma pessoa medindo as dobras, como o seu namorado, tornam a comparação bem mais confiável. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
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Treino de 0 a 10
@Rhalyn Syloodaw, já que você pediu nota, eu daria 6. A escolha de exercícios para costas, ombros e braços é boa, mas para os objetivos que você mesmo colocou, hipertrofia e força, faltam justamente os exercícios que mais constroem as duas coisas. O maior buraco é o peito. O seu dia de peito tem crossover, flexão, pullover e crucifixo, ou seja, nenhum supino. Para força e massa no peito, um supino pesado, reto ou inclinado, com barra ou halteres, é a base. Eu colocaria um supino reto e um inclinado no começo do treino, com séries de 5 a 8 repetições, e deixaria o crossover e o crucifixo depois. O pullover pode sair, porque ele trabalha mais as costas do que o peito. Em pernas, o agachamento livre está lá, o que é ótimo, mas o resto é de máquina e isolado. Faltam um exercício de dobradiça de quadril para posterior e glúteo, como stiff ou levantamento terra romeno, e um unilateral, como afundo ou búlgaro. O terra do sábado ajuda, mas ele está isolado num dia de força e pesa bastante na lombar, que você já treina na terça. A frequência também joga contra. Com seis dias e um músculo por dia, cada grupo é treinado uma vez por semana. Com cinco anos de treino, dividir o mesmo volume em duas sessões por semana costuma render mais para força e hipertrofia, porque você chega a cada série mais descansado. Uma opção com seis dias seria empurrar, puxar e pernas repetido duas vezes na semana, colocando o terra no dia de puxar ou de pernas. Um detalhe de segurança: a remada alta com barra, principalmente com a pegada fechada e subindo acima da altura do peito, é um dos exercícios que mais irritam o ombro. Se não sentir nada, pode manter, mas subindo só até a linha do peito e com a pegada mais aberta. Se tiver incômodo, a elevação lateral já cobre o mesmo músculo. O que está bom: o trabalho unilateral nas costas, as duas elevações laterais em ângulos diferentes e a panturrilha em várias posições. E, como o @fisiculturismo perguntou, se você periodiza, variando cargas e repetições ao longo das semanas, isso já deixa o treino mais completo. Se quiser comparar com uma divisão montada para força e hipertrofia com seis dias, o gerador de treino do site monta um plano simulado para você usar de rascunho e ajustar: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/treino/
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Ciclo para ganhar volume com qualidade
@Maikon., o @Apollo Galeno e o Perfil Desativado pediram as doses e as informações porque, sem elas, não dá para dizer se o ciclo está bom. Mas já dá para adiantar o raciocínio das escolhas que você colocou, e ele vai te ajudar a montar o tópico completo. Durateston uma vez por semana. O Durateston mistura quatro ésteres, dois bem curtos, o propionato e o fenilpropionato, e dois mais longos. Com uma aplicação semanal, os curtos fazem um pico nos primeiros dias e somem, e o nível cai bastante antes da aplicação seguinte. Essa oscilação costuma trazer mais retenção e acne no pico e mais irritação e libido baixa no vale. Dividir a dose semanal em duas aplicações deixa o nível bem mais estável. Estanozolol oral ou injetável. O oral tem a vantagem de ser tomado todo dia, com nível estável, mas pesa mais no fígado por passar direto por ele. O injetável dura cerca de um dia no sangue, então em dias alternados você passa metade do tempo com pouco efeito. Qualquer uma das formas é das que mais derrubam o HDL, então exame de colesterol no meio do ciclo não é opcional. Se você sente as articulações, ele pode ressecar e piorar dor em joelho e ombro. Sobre a TPC, ela depende das doses, mas alguns pontos valem para qualquer caso com Durateston. O éster mais longo dele é o decanoato, então a TPC não começa logo após a última aplicação. Normalmente se espera cerca de três semanas. A base costuma ser um modulador de estrogênio como o tamoxifeno, e tribulus, ZMA e similares não fazem o papel de TPC. Antes de começar, faça exames para ter uma linha de base: hemograma, perfil lipídico, TGO e TGP, testosterona total, LH, FSH e estradiol. Repita no meio do ciclo e umas quatro a seis semanas depois de terminar a TPC, para confirmar que o eixo voltou. Quando postar as doses, o objetivo e a sua dieta, dá para fechar melhor. Para organizar o planejamento antes, o gerador de protocolo hormonal do site monta uma simulação com dose, auxiliares, TPC e exames de controle, que serve como rascunho para discutir, não como prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.